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História Crazy Desire (Lesbian Romance) - Capítulo 14


Escrita por: RedBee

Notas do Autor


Boa leitura ♥️

Capítulo 14 - Chapter Fourteen - Death Walk


— Alguém me denunciou, sabia que sairíamos daquele lugar — Sarah rosnou — Quando eu sair daqui, o responsável por isso vai pagar muito caro.

— Eu vou te tirar daqui de dentro o mais rápido que eu puder, meu amor. Eu prometo e me desculpa por isso — Melissa pegou nas mãos dela.

— Ei, você não deve se desculpar comigo, desde o começo você fez muito por mim — Sarah respondeu — Colocou sua carreira em risco por mim.

— E eu faria tudo de novo, eu confesso que tinha tanto medo — Melissa beijou as mãos dela — Mas agora eu estou disposta mais ainda por você.

— Eu que te devo desculpas por ter pedido coisas que te deixavam mau, eu deveria ter pensado em você — Sarah disse — Se você não conseguir me tirar daqui de dentro, você poder ser livre sem mim.

— Não, se eu não conseguir te tirar daqui de dentro como a sua advogada, eu vou te tirar como sua mulher — Melissa disse — Então se prepare para fugir a qualquer momento desse lugar.

Residência Drake

— Estou preocupada com a nossa filha, ela parece perdida — Alina comentou.

— A Melissa anda muito abalada depois da morte do Max, mas ela não quer admitir. Ela sabe que precisa de terapia — Bennett disse.

— Sabe que eu acho que nunca demos a atenção merecida para ela? — Alina disse — Ainda mais depois que o Max morreu, sempre fomos ausentes na vida da Melissa, a gente se preocupava tanto com as confusões do Max e esquecia dela.

— Você tem razão! — Bennett respondeu — Por acharmos que Melissa sempre foi muito mais madura, acreditamos que ela não merecia atenção.

Melissa chegou e seus pais deram atenção a chegada dela na casa do pai de Melissa.

— Eu não sabia que vocês iam estar juntos — Melissa disse — Se for para falar dos problemas que estão acontecendo ultimamente, melhor nem falar.

— Vimos no jornal sobre a sua cliente, é sério que você sabia aonde ela estava? Isso é meio que fora da lei — Alina comentou.

— Mamãe, eu nunca precisei que você se metesse em minha vida e não vai ser agora que isso vai acontecer. Então por favor não venha fingir que se importa — Melissa disse com as sobrancelhas arqueadas — Vocês nunca fizeram questão, sempre deram mais atenção ao Max, era tudo Max.

— A gente errou na sua criação e agora estamos querendo se redimir — Bennett respondeu.

— Se redimir? Vocês estão apenas querendo fazer papel de ótimos pais, agora não adianta mais porquê eu não sou a menininha manipulável, eu não vou aceitar um presente para tampar o buraco de uma dor que vocês me causaram — Melissa rosnou — Melissa era forte demais para receber atenção? Receber carinho? Eu, mesmo forte tinha meus dias difíceis, mas sempre fiz de tudo para agradar vocês e tudo que vocês sabiam dar atenção era ao Max.

— Você sempre foi uma estudante brilhante, Max era um garoto problema. Não que ele merecesse mais atenção por isso, mas a gente queria que ele fosse igual a você, uma boa pessoa, Melissa — Alina secou as lágrimas.

— Chega! Isso não é desculpa, vocês sempre pararam para dar mais atenção a ele — Melissa exclamou — Tudo era ele, nem na minha formatura vocês apareceram, porque estavam na delegacia resolvendo mais um dos problemas do Max.

— Erramos muito com você, mas a gente quer uma segunda chance — Bennett suspirou.

— Por que isso justamente agora, meus queridos pais prodígios?! Vocês tem medo que eu me torne uma garota problema agora? — Melissa sorriu debochada — Tarde demais.

Melissa subiu correndo para o antigo quarto de Max antes que seus pais pudessem falar mais alguma coisa. O quarto ainda estava do jeito que ele deixou de última vez antes de morrer no seu último aniversário, ela entrou e fechou a porta, ela olhou a foto em cima da mesinha ao lado da cama e admirou seu irmão gêmeo. Max sempre foi o oposto dela. Mas agora ela estava se tornando o que ele sempre foi. Ela pegou um baú embaixo da cama e tirou uma arma pequena, que Max tinha escondido de seus pais. Melissa colocou a arma na cintura e desceu com uma mochila nas costas, seus pais tentaram falar com ela novamente, mas não deu muito certo porque ela atravessou a porta sem dar ouvidos.

Sem aviso prévio, a advogada jogou sua mochila pela janela e entrou dentro do seu carro, depois começou a dirigir para longe ouvindo rap pesado, aquilo lembrava Sarah. Melissa nunca pensou que se sentiria atraída por garotas alguma vez na vida, mas ela amava Sarah e faria de tudo para protegê-la. Após dirigir até a cidade onde ela estava com Sarah, ela chegou até o galpão.

— Melissa, o que quê você está fazendo aqui essas horas da noite? — McCoy perguntou se aproximando — Fiquei sabendo que a Sarah tá presa.

— Eu estou só de passagem mesmo, eu só passei para pegar algumas coisas da Sarah que não vai ficar por muito tempo na cadeia, logo ela estará livre de novo e isso é mais que uma promessa — Melissa respondeu — Você tem maconha aí?

McCoy apenas pegou um pacotinho e deu a Melissa, ela deu o dinheiro a ele e saiu sem falar mais nada. Melissa voltou para o carro e depois dirigiu até o apartamento de Agatha, ela ouviu Sarah e McCoy comentando sobre onde ela estava morando. Agatha estava fazendo suas malas.

Melissa deixou seu carro estacionado do outro lado da rua e subiu para o apartamento de Agatha sem avisar o porteiro do interfone. Ela apenas disse que era uma amiga que queria fazer uma surpresa para a megera, pediu para que ele não ligasse e até deu uns dólares para ele ficar de boca calada. Ela pegou o elevador e subiu até o número do apartamento de Agatha e tocou a campainha. Agatha bufou enfurecida deixando as malas em cima da cama e foi abrir a porta, e quando a loira que fez mudanças de visual para fugir da cidade por saber que Sarah poderia ir atrás dela, abriu a porta, a advogada estava ali com uma arma apontada para ela. Agatha ficou um tanto assustada com aquilo, pois ela não esperava ver logo Melissa, Melissa puxou ela pelo braço e elas foram para o elevador.

— O que você quer de mim? Como que você sabia que eu morava aqui? — Agatha perguntou.

— Cala boca, vagabunda. Eu não quero ouvir nenhuma palavra da sua boca, nem nada que você tem a dizer. Agora anda logo e não me testa — Melissa empurrou Agatha para fora do elevador e as duas caminharam até o carro de Melissa.

— O que você vai fazer comigo? — Agatha perguntou.

— Vamos dar um passeio, eu garanto que você vai amar. É só um passeio que cheira a morte — Melissa entrou no carro e começou a dirigir.

— Se você tá me sequestrando e acha que eu entreguei a Sarah para polícia, você... — Agatha não pode terminar porquê Melissa interrompeu.

— Eu não acho, eu tenho certeza disso, Sarah e eu estávamos muito bem antes de qualquer coisa. Até você entrar no nosso caminho, você é mesmo sem noção — Melissa respondeu com as sobrancelhas arqueadas — Eu senti sua inveja quando ela me apresentou para os amigos dela.

— Você é patética mesmo, né? Deve nem saber como que funciona esse mundo da Sarah. Você também só vai ser mais uma nas mãos da Sarah igual eu fui, igual todas foram — Agatha rosnou.

— É o que vamos ver, talvez eu ainda não conheça, mas eu estou conhecendo aos poucos. E eu posso te dizer que eu estou cada vez mais gostando disso, é como viver um romance perigoso, a gente nunca sabe o que vai realmente acontecer com a gente — Melissa estacionou o carro em uma estrada de terra e puxou Agatha de dentro do carro.

— Por favor, não faz isso comigo — Agatha suplicou — Eu te dou a grana da recompensar.

— Você se vendeu por alguns dólares? Você é mesmo uma vendida fácil demais, Agatha — Melissa sorriu puxando todos os dólares do bolso de Agatha.

— Melissa, você não é assim... essa dai não é você — Agatha disse com os olhos marejados.

— Você não me conhece, vadia — Melissa apertou o gatilho e deu um tiro na cabeça de Agatha.

Após matar Agatha, Melissa acendeu um cigarro de maconha e fumou, e depois jogou gasolina no dinheiro e no corpo de Agatha. Por fim, jogou seu último pedaço de cigarro em cima da gasolina causando uma chama no corpo da falecida.



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