História Crazy in Love - Jeon Jungkook - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7, Jay Park
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Jackson, Jay Park, JB, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jinyoung, Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Lu Han, Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Sehun, Youngjae, Yugyeom
Tags Abo, Bts, Bts Imagine, Crazy In Love, Imagine Bts, Imagine Jeon, Imagine Jungkook, Imagine Kookie, Jeon Jungkook, Jeongkuuk, Jungkook, Jungkook Casamento, Jungkook Hot, Orgulho, Suga
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Palavras 2.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Famí­lia, Fantasia, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoas, o que era para ser domingo, se passou duas semanas hahahah me desculpem por isso :(

A escola está me sobracarregando de mais.
O cap tá pequeno mas é do meu core♥

Mas não vou escrever muito aqui não, boa leitura♥

(Pergunta nas notas finais)

Capítulo 3 - Sim, nova amiga.


Fanfic / Fanfiction Crazy in Love - Jeon Jungkook - Capítulo 3 - Sim, nova amiga.

Eun Ro P.O.V


- Maria? 

Ouço a voz de Lily atrás de mim e viro meu rosto minimamente para trás. Ela já está trajaexatamentua roupa de dormir, seus dedos fecham mais o casaco fino prateado que cobre as partes debaixo, seus cabelos estão presos em um coque e seu rosto lavado sem qualquer maquiagem. Ela caminha e se posiciona atrás da garota chamada Maria, colocando as mãos em seus ombros, sorrindo acolhedora. 

- Conhece ela? - Arqueio a sobrancelha e passo meu peso para uma das pernas.

- Claro Eun, ela é filha da nossa cozinheira. Infelizmente elas estão com problemas na obtenção de sua casa, então cedi a nossa para elas ficarem. É até melhor para Bina trabalhar perto da filha. - Lily sorri calmamente, afagando os ombros da garota. - Não foi uma idéia legal?

- A casa é sua Lily. - Não posso evitar o desconforto na voz, até porque, também estou aqui a favor. - Espero que melhore para todos. Mas porque ela mesma não respondeu?

- Ah, tem esse pequeno detalhe. - Me escoro na parede. - Ela é muda, então é provável que não entenda muita coisa. Tenha paciência com ela.

Lily olha com súplicas a mim e não posso negar isso a ela, a casa é sua e não posso fazer desfeita com os seus convidados, assim como não gostaria que fizesse com os meus. Ainda estou exausta do dia cheio, minha cabeça ainda dói,  não comi nada, então prefiro acabar logo com esse assunto. 

- Tudo bem.. - Sorrio para o garota a frente de Lily. - Mas agora estou bem cansada, preciso de um banho, e comer. Se me dão licença, amanhã fazemos apresentações mais específicas.

Deixando as duas de lado, retiro meus saltos logo depois de abrir a porta de meu quarto,  aliviando meus pés de toda pressão acumulada em uma só posição. Arrasto o terço de coragem que ainda tenho para retirar toda a ouça que me cobre, porque caso contrário me jogaria na banheira com toda minha vestimenta.

Completamente nua, sento na pequena poltrona ar frente da penteadera com o espelho médio. Recolho umas bolas de algodão e uma loção específica para retirada da maquiagem. Livro meus poros de toda sujeira para mais fácil a lavagem e caminho vagarosamente ao banheiro.

A temperatura diferente faz com que minha pele se arrepie e minha nudez castigada pelo frio do banheiro. Ligo o registro de água quente, para só então regular com a fria. Já depois de cheia, e certificada que deixei quente o bastante para meus poros serem abertos, adentro a banheira e gema de alívio ao sentir meu corpo agradecer por tal  ato.

Passo uns bons minutos na banheira e aproveito para repensar em meu dia. Foi exaustante, não desejo a ninguém, mas claro, tudo isso é porque ainda não sou acostumada, meu organismo ainda não segurou a rotina, que mal começou já me cansa. Penso na surpresa de encontrar Sehun, não de encontra é claro, até porque ele trabalha para Jeon. Mas surpresa ao saber que será meu chefe, que estará comigo em toda minha carga horária de trabalho. Ainda não peguei ranço, claro que não, mas tenho meio que assim, medo. 

Não me considere medrosa, não tenho medo dele ser um estuprador, ou um assassino, mas tenho medo do olhar dele. É, realmente é para rir mesmo, mas ele me olha, estranho... Parece exatamente aquelas crianças que te olham como se soubessem seus pecados. Desde a primeira vez que o vi, foi suas feições que me deram medo, ele tinha rosto de mal... Mas não temos muito contato, e muito menos muita intimidade, então não posso dar uma sentença a alguém. 

Já percebendo minha pele enrugar, saio da banheira me enrolando no roupão. Mesmo descalça, arrasto meus pés novamente para o quarto, pego meus cremes hidratantes os jogando sobre a cama e meu secador de cabelo. A porta do quarto se abre e Jeon entra por ela com uma bandeja nas mãos, ele a posiciona sobre o criado mudo e vem em minha direção. 

- Cansada? - Ele ri de minha careta.

- Muito. - Choramingo manhosa me sentando na cama. Ligo o secador e acabo me atrapalhando toda com a velocidade. - Merda!

- Me dá. - Jeon ri mais. - Come, e passa esses cremes fedorentos, vou secar seu cabelo.

- Agradeço. - Com pequenas espátulas, seguro uma pequena porção de creme e espalho por meu rosto, fazendo movimentos circulares. Depois de espalhar todo o creme, seguro a bandeja a colocando em minhas coxas. As mãos de Jungkook em meus cabelos mas faz querer dormir, são leves, mesmo aparentando um grande peso. 

Seguro a colher dentro da grande taça* com sopa, há algumas folhas de tempero ao lado, por isso as jogo todas dentro do caldo. Sempre gostei de coisas apimentadas. Tomo bastante do caldo e respiro fundo quando a ardência, juntamente com a temperatura da sopa, adormeceram minha boca.

- O que achou do Sehun? - Jeon corta o silêncio terminando seu trabalho com meu cabelo. Ele desconecta da tomada e pousa o equipamento sobre o criado mudo da direita. Jungkook se senta a minha frente e como de costume, limpa os cantos da minha boca com seu polegar.

- Normal, eu acho. - Digo de boca cheia.

- Ya! - Ele ergue o guardanapo em meu rosto. - Ele tentou algo?

- Ele é um tarado? Um maníaco do parquímetro? Tem antecedentes criminais? Por que tentaria algo? Senhor Jeon!

- Calma sua doida. - Ele sorri - Sehun é de minha confiança, ele só é muito brincalhão.

- Não acredito, aquela cara de deboche dele não nega, é um rico esnobe. 

- Eun, não seja assim. Não é porque desconhece a pessoa que ela seja ruim. - Ele repreende. - Come logo, vou pegar uma roupa pra você. 

Sem reclamar, e achando fofo a intimidade que criamos, continuo comendo minha sopa perdendo visão de Jeon que se perdeu em minhas roupas. 

Poucos minutos depois ele voltou com um short preto e uma camisa gigante branca, nem sabendo ele que era de Marcelo, nosso motorista geral, que acabamos tendo um rolo. Sorrio de minha cara de pau e recolho de sua mão a roupa escolhida por ele.

- Agora sai. - Ordeno.

- O cheiro do Marcelo ainda ele esta aqui,  deveria lavar melhor Eun. - Ele gargalha e eu bato em seu ombro.

- Saí daqui, e dá um beijo na Lily por mim.

- Até mil. - Ele gargalha e sai correndo.

- Idiota...- Xingo baixinho e olho as roupas em minhas mãos. - Como...?


[...]


O pior erro que implantam na cabeça das crianças, é que elas são dependentes e que sempre haverá um ser, na qual ela poderá se parasitar.

Realmente nós quando crianças, somos dependentes e precisamos de cuidados. Porém, além de criar um laço forte com nossa genitora materna, essa dependência gera unitilidade e fraqueza quando, em alguma circunstância da vida, não tivermos o ser em quem nós depositamos nossas responsabilidades.

E foi isso que aconteceu comigo ao perder a minha mãe. Ninguém nunca aceitará a morte, muito menos quando é de alguém tão próximo como a mãe. Ao perdermos aquele em quem temos como base, perdemos a nossa própria.

A mãe não é a nossa base, ela nos ajuda a criarmos a nossa própria base, e quando a que temos exemplo se vai, como vamo criar nossa própria? Seremos como memórias póstumas de Brás cubas? De Machado de Assis?

Será que a minha morte será o começo da minha vida? O começo de meu livro? Do livro da minha vida? A minha vida é como a de Moisés, destinada a morrer?

Os questionamentos são diversos, oprimem nosso ser, imerge nossas ações no mar negro da solidão e cria barreiras inimagináveis com o que é bom Criando assim, uma pessoa medrosa, insegura, e totalmente exposta. Sei que pessoas inseguras, tem a capacidade de se esconder bem mais, pode ser um paradoxo colocar exposta nesse contexto, não comigo.

Com toda a minha dificuldade em expressar verdadeiramente minha melhor versão, acaba deixando visível para que qualquer um veja, a minha fraqueza, a minha necessidade de ter alguém que me entenda.

Admiro quem tenta, ou até quem consegue me entender, como é o caso da Lily.

A Lily entrou na minha vida como um anjo, e sempre vou agradecer imensamente aos céus, ou a qualquer outra força que tenha colocado esse anjo no meu caminho. Não é à toa que em todas as minhas falácias, sempre há um agradecimento a ela, até porque não é por menos que hoje habito em sua casa.

Maria deve ser mais uma abençoada pelo anjo Lily, talvez seja mais uma desabrigada como eu. Mesmo com um país tão rico como a Coréia, existem sim, muitas pessoas que vivem na extrema pobreza. Não digo isso para que fazer de vítima, muito pelo contrário, sempre odiei o papel da mocinha. Para mim, os grandes protagonistas são os vilões.

Os vilões geram a trama toda, sem eles, ficará algo metódico, monótono, mero script. Geralmente os mocinhos são ricos, o grande amor de alguém, ou até alguém querendo subir na vida. Certo que realmente, eles conseguem dignamente seus objetivos, porém, recebem todos os seus créditos. Não defendo os vilões por conseguirem tudo da forma mais fácil, mas porque eu os vejo de uma forma diferente. Acho que o filme Malévola representa bem o meu pensamento. 

Imersa em pensamentos, nublada por decisões ainda nem tomadas, acordo com um sorriso radiante. Não sei o porque pelo qual estou feliz, mas sei que não tenho motivos para tristeza, por isso acordo plena.

Empurro a manta branca da cama para o lado, espriguicando-me lentamente. O quarto ainda está escuro e isso ajuda meus olhos. As cortinas, juntamente com a porta da pequena varanda estão fechadas, a porta do banheiro entreaberta e a do closet fechada. Em meu relógio ao lado alerta 6:15 da manhã, tenho tempo o suficiente para um bom banho, nunca acordo esse horário.

Levanto demoradamente até o banheiro, para só então me despi para me lavar. Minutos depois de terminado, caminho até o secador, deixado por Jeon no criado mudo, o ligando na tomada. As pontas roxeadas de meu cabelo estão ressecadas, e mais do que nunca devo trocar de cor, mas sei que não terei tempo.

Corro até o banheiro novamente e coloco a camisa de Marcelo no fundo do cesto de roupas sujas, volto ao meu closet e separo uma saia secretaria azul claro, minha blusa social branca, e um blaser da mesma cor da saia. Se não for pra causar, nem vou.

Já arrumada, com maquiagem leve, desço as poucas escadas que levam a divisão de sala americana com a cozinha e o escritório. Sem camisa, apenas de calça social, Jeon bate alguma frutas no liquidificador.

- Não temos cozinheira? - Sento na mesa, colocando meu rosto sobre as mãos, e os braços apoiados.

- Caiu da cama? - Perguntou ainda sem me olhar. - Temos sim, mas quis fazer um suco natural para Lily, ela está meio enjoada. Passou a noite vomitando.

- Humm, vou ter sobrinhos? - Brinco e me levanto. Seguro o aparelho e o afasto da bancada, coloco mais umas frutas ainda com algumas cascas e volto a bater.

- Falta adoçar sua louca. - Ele puxa minha cintura para trás, mas retorno ao o meu posto.

- Fica quieto. As frutas já possuem açúcar natural, se Lily estiver com algum problema estomacal é melhor que ao consuma coisas industrializadas.

- Pensei que só sabia dois mais dois. - Ele brinca e senta no banco perto do balcão. - Mas gostaria que fosse um filho, mas creio que não.

- Vocês são jovens, tem muito tempo. - Experimento o sabor já preparado e despejo um pouco no copo. - Não deveria se preocupar muito com isso por agora.

- Esta bom? - Ele bebe um pouco e repreende sua ação com uma careta. - Eca... - Sorrio. - Mas e você? Não pensa em namorar, casar, ter filhos?

- Pensar eu penso, só não tenho certeza se quero assumir uma grande responsabilidade. Foi duro demais perder minha mãe.

- Entendo. Mas agora você tem Lily e eu. E se precisar de um irmão mais velho para brigar com qualquer um que chegar a sua janela, aqui estou eu. - Gargalho alto e sento ao seu lado. - Do que está rindo?

- Não sou mais criança, não preciso disso.

- Nunca se sabe quando terá um qualquer dentro do seu quarto.

- Insinua alguma coisa Jeon? - Estreito o olhar e mordo os lábios sem malícia, ele capta meus movimentos e sorri de lado.

- Talvez, mas não insinuo sem que haja motivos. - Ele pisca e da um peteleco em minha testa. - Acordou cedo, o que houve?

- Sonhei com minha mãe, de alguma forma acordei feliz.

- Entendo. De qualquer forma, não vou poder leva-la a empresa, ficarei com Lily, mas Sehun irá orienta-la. Tudo bem? - Assinto devagar e ele sorri, levantando se pronto a caminhar. - Estarei pela tarde, a noite voltaremos para jantar com Maria e Lily.

Seu corpo se perde nos corredores que ligam aos quartos, e definitivamente me encontro sozinha no cômodo. Disposta a não perder mais tempo, cozinho um pouco de arroz e frito um pedaço de peixe, me alimento e me dirijo a garagem.

O carro de Lily está ao lado direito da garagem, e a ele rumo meus passos. Abro a porta traseira para recolher meus pertences, deixados na noite passada, e procuro o motorista oficial da casa para que me leve a empresa.

[...]


Notas Finais


Taças* bom, são tipo caçarola, só que bem menores. Espero que dê de imaginar.



A pergunta, sabemos que temos nossa prota, Eun Ro, mas vocês gostariam da fic ser interativa? Com os traço ________? Ou deixa como esta?


Beijos da Kookita♥


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