História Crazy in Love - Jeon Jungkook - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Crazy In Love, Jungkook, Orgulho
Visualizações 144
Palavras 1.646
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drabs, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi beberes, vim um pouco mais cedo, era para ser no domingo, mas estou preparando para postar no domingo também, então espero que gostem... perdoem os erros.. era para ter saído a muito tempo esse cap♥

Outra coisa, estou me esforçando bastante para fazer algo dinâmico. Então, toda vez que tiver uma palavra com * esse símbolo, procurem o significado, pois eles ajudarão nas supostas teorias e nas supostas personalidades de ambos os personagens. Boa leitura.

Beijos da Kookita.

Capítulo 3 - Clima oposto.


Fanfic / Fanfiction Crazy in Love - Jeon Jungkook - Capítulo 3 - Clima oposto.

- Sehun?

Ele me olha e sua expressão continua calma, sua lingua sai de sua cavidade e ele umedece os lábios. 

- Vocês se conhecem? - Jungkook para entre nós dois e arqueia a sobrancelha. Não pretendo dizer que o encontrei toda molhada no quintal. 

- Hum?- Pisco rapidamente - Oh, não. Eu vi seu nome no crachá e resolvi falar. Vai que é um doido que roubou o uniforme de algum funcionário sem ao menos ver o nome.

Olho discretamente para Sehun e ele sorri ladino com minha sentença. Jungkook da um peteleco em minha teste e sorri.

- Maluca. - Ele volta a caminhar em nossa frente e Sehun caminha ao meu lado. - Sehun, auxilie a Eun nos relatórios, na maneira adequada para mandar os email e principal de tudo, nas visitas às ADRAS*

- Sim chefia.

- Ainda estamos na empresa Sehun. - Jungkook repreende. - Depois nos visite. Faz tempo que você não leva Soo Bo ra para visitar Lily.

- Posso até aceitar seu convite para um jantar. Mas não estou com Bo ra. - Ele sorri educado. 

Paramos frente a uma porta branca. Após Jeon abrir, entramos num cumbico quadrado, e só depois de fechar a primeira porta, abrimos a outra.

- O que houve dessa vez? - Jungkook ri irônico. 

- Você sabe que tenho problemas com brats* - Sehun morde o lábio, abrindo os botões da gola de sua camisa branca.

Nem vejo quando os dois começaram outro assunto, pois estava perdida de mais, observando o setor, que suponho ser de almoxarifado, onde tenho certeza, que guardam os pedidos feitos. Os funcionários desse setor possui vestimenta brancas, um macacão grande cobrindo todo o corpo. Os homens utilizam as máquinas gigantes, levantando uma mercadoria inteira para o alto de uma das  tantas prateleiras. As mulheres, creio que por serem organizadas, ficam sentadas frente a maquina de entrega, recebendo mercadorias soltas, as colocando em caixas separadas.

- Eun? - Olho novamente para minha frente, onde Sehun e Jungkook já estavam parados frente a uma porta.

- Sim? - Me aproximo.

- Viu? - Jeon ri - Mundo da lua.

- Não seja tão chato. - Digo manhosa e sorrio.

- Vem. Vou te mostrar sua sala. - Ele abre a porta branca, e assim como no começo, entramos num cumbico, para então abrir outra porta, revelando um corredor amplo e extenso, com uma porta metálica para o elevador, e corrimão que levam a escadaria.

Entramos no elevador, e eu fico entre os dois, que não param de falar.

- Eun? - Jungkook novamente me chama - Esta pensativa.

- Eu vou trabalhar com ele? - Aponto para Sehun. Arrumo minha postura, alinho meus cabelos. Sehun observa minhas ações e sorri.

- Vai sim. Causei algum encomodo? - Sehun pergunta com as mãos nos bolsos. Estalo a língua no céu da boca, recebendo sua risada e um olhar repreensívo de Jeon.

- Não, não. - Sorrio - Esse elevador não vai abrir, não? - Pergunto impaciente - Tenho claustrofobia.

- Você vai ter trabalho com ela. - Jeon sorri, caminhando fora do retângulo metálico.  

- Estou vendo. 

- Confio em você. Bom Eun, vou deixar você com Sehun, ele irá te explicar tudo que precisa. 

- Obrigada... Eu acho. 

- Ah, vamos almoçar por aqui, tudo bem? - Assinto - Creio que a noite teremos o carro limpo. 

Ele se curva ao nos deixar frente a uma porta alta de madeira, vejo - o caminhar para as inúmeras portas desse setor e se enfiar dentro da última sala da área. Respiro fundo, olho para Sehun. Este estava escorado na porta de madeira, possui um sorriso leve, não passa de um espremer de labios, deixando suas bochechas um pouco gordinhas. Sorrio com a cena.

- Se você não fosse assustador, eu te chamaria de fofo. - Empurro seus ombros para olho lado e abro a porta. Por dentro é algo simples, mas bonito. Possui duas mesas de madeira fina, logo atrás de ambas, prateleiras da mesma madeira, coberta por carradas de livros, tanto clássicos, como adaptações. Muitos reconheço por serem obras antigas, narrando e estudando,  a mente e o comportamento humano. Utilizo muito na faculdade. Acima de cada uma das mesas há papéis alinhados em montes, etiquetados pelos nomes de suas respectivas denominações.

- Não sei como é sua rotina de leitura, mas, terá que colocar em primeiro plano em sua vida. - Sehun fecha a porta atrás de si, retirando o paletó de seus ombros, abre três dos sete botões de sua camisa e senta relaxadamente em sua cadeira de couro. 

- Eu leio muito. Tanto por prazer próprio, como para aprendizados. - Rebato. Atravesso o cômodo, parando ao birô apoiando minhas mãos. Respiro fundo. São muitos papéis.

- Já cansou? - Sehun sorri se levantando novamente. 

- Não enche. 

- Impressionante que desde a primeira vez que nos falamos, nenhuma cordialidade, ou bons modos da sua parte foram proferidos. - Ele pega o controle do ar - condicionado e diminui o número, esfriando mais a temperatura.

- Você tá com fogo no rabo? - Aperto o blaser contra o corpo e sento na cadeira, buscando no couro, calor para minhas pernas nuas.


Sehun P.O.V


Seu cheiro, sua pele, seus cabelos roxeados, seu mal jeito de falar, a forma como caminha elegantemente, mas como puxa grosseiramente a camisa para dentro da saia, o blaser para cobrir seu busto, ou até a calcinha mal alinhada, a faz um ser uma espécie única de mulher.  Sempre odiei ser desafiado, e eu realmente levo isso a sério. Nunca me dei bem com brats, não gosto que sintam prazer em me desrespeitar, exijo respeito, exijo exclusividade.

Nunca blefei em toda minha vida, tudo que falo, faço. Em todos os meus relacionamentos eu já entro sabendo que não dará certo, talvez por isso não dar. Sou de uma lógica racional, é sim sim, não não,  meio termo comigo nunca foi uma opção.  

As regras para mim sempre foram o auge para minha postura, entretanto, como tudo o pode ser fácil de ser levado, sou constatimente barrado por opostos de meu ser. Sempre fui de avisar; minhas regras, suas consequências. E em todos os meus relacionamentos sou levado pelo "Ele não deve ser assim, deve ser só cena", e acredite, já finalizei um namoro de oito meses por um beijo que minha namorada permitiu que outro homem desse em seu rosto. Não me levem a mal, não sou opressor, se a pessoa se considera minha, por que permite que outros beijem o lugar que eu deveria beijar? Minha lógica sempre  foi diferente de todos.

Estive longe de todos os relacionamentos que já demonstram de início, provocação,  ou desafio. Ela é diferente. Sua pele sensível a qualquer estímulo, seja verbal, seja natural como o vento. A maneira como me desafia, me instiga a querer mais e a fazer liberar esse mais, dentro dela e dentro de mim. 

- Eu estou com calor. - Digo por fim, deixo o controle sobre a pequena geladeira onde há algumas bebidas. Abro a portinha, pegando uma lata de Coca. 

- Pois cala a boca, vai que esse calor só está no fogo que seu dragao libera. - Ela rebate impaciente mas nem me importo, minha mente entrou em alienação por seu corpo, por suas ações, a maneira como ela  se retrai toda vez que uma rajada a atinge, logo depois de sair do ar - condicionado. Sorrio ladino e arqueio a sobrancelha. Ela tem uma áurea de controle, como ao mesmo tempo de inocência. Ela nem percebe que a observo.

- Bom, para começar, esta vendo esses papéis etiquetados? - Ela assente  - Leia - os e ao lado tem os relatórios feitos tanto do dia da visita, quanto de término do projeto de entrega. Veja exatamente como esta organizado, como são feitas os pedidos, e logo depois faça um resumo de suas próprias pesquisas. 

Eu a loto de afazeres, me recosto na cadeira de couro e analiso suas próximas ações. Ele pega o elástico preto de um dos bolsos escondidos no blaser, amarrando seus cabelos roxos num rabo de cavalo, deixando a mostra seu pescoço e parte de sua clavícula. Aperto os olhos e meu ser ruge dentro de mim, ela sente frio, mas ao saber de suas obrigações, a afligem de uma maneira que  se energética. Queria provar essa energia.

Durante toda a manhã ela manteve - se concentrada nas análises,  o que de certa forma atiçou minha irracionalidade; a quero concentrada em me obedecer. 

Aproveitando de sua concentração apenas nos papéis,  sorrateiramente diminuo o número do clima da sala, e me divirto. Dobro as mangas de minha camisa e me abano, sinto calor, por mais que o ar esteja ligado, impossivelmente terei frio com ela aqui. Por um longo tempo eu a observei. Suas pernas prensadas uma na outra buscando calor, seus cabelos novamente solto cobrindo seu pescoço,  seus dedos vermelhos pela baixa pressão e incontáveis vezes batendo nas teclas do computador, seus lábios já não possuem batom, pois foram amordaçados por ela mesma, na busca de reprimir gemidos sôfregos de frio. Isso me atiça, quero avançar nela.

Levanto da cadeira lentamente e me posiciono atrás de seu corpo, seus ombros estão encolhidos e ela está inquieta. E então a porta é aberta. Jeon entra na sala e logo o vejo retirar o paletó, ele aproxima do ar - condicionado e logo percebe o quanto esta no mínimo. Seus olhos andam pela sala, passa por Eun e caem em mim. Ele me olha repreensívo, novamente olha a Eun e sua feição endurece ao vê - lá se retrai bruscamente pelo frio.

- Eun? - Sua voz está rouca.

- Oi...- Ela diz fraco.

- Vamos almoçar. - Ele se aproxima e a ajuda, guardando os papéis. Eun levanta cambaleando sobre os saltos e acompanha Jeon até a porta.

Após o barulho da porta sendo fechada, corro ao controle do ar - condicionado ao sentir meu corpo arrepiar, por sentir pela primeira vez no dia, o frio nada natural de um aparelho. 

Droga.


Notas Finais


Gostaram?


Kookita♡


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