História Crazy In Love - Klaroline - Capítulo 11


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Aurora de Martel, Bill Forbes, Bonnie Bennett, Camille O'Connell, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Liz" Forbes, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Hayley Marshall, Joshua "Josh" Rosza, Klaus Mikaelson, Malachai "Kai" Parker, Marcellus "Marcel" Gerard, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Delena, Klaroline
Visualizações 150
Palavras 3.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


GENTEEEEE eu só aguentei, e resolvi postar logo hoje! Eu fiz esse capítulo com tanto amor e eu gostei tanto dele. Acho que nenhum outro capítulo – até mesmo os futuros – serão melhores que esse. Esse com toda certeza é o meu capítulo favorito de Crazy In Love. Eu sei que vocês estavam aguardando por capítulo amanhã, mas nada melhor que um adiantamento básico né 😍

Capítulo anterior:

• Cami faz a Care, passar um verdadeiro micão.

• Elena e Hayley viaja para Nova Orleans.

• Caroline teve sua primeira reunião chata de escola.

• Rebekah e Caroline estão se dando bem.

• Klaus dá uma bronca na Caroline.

• Klaus mais uma vez interrompe e atrapalha os planos de Caroline e Cami, chamando-a para uma conversa só os dois na sala de reuniões. (Quem aí tá gostando dessa amizade?)

"literalmente contra a parede"

Capítulo 11 - "literally apposed the wall"


Fanfic / Fanfiction Crazy In Love - Klaroline - Capítulo 11 - "literally apposed the wall"

Estou a caminho agora não desista de mim

E ninguém sabe o quê

O que o amanhã traz

Estes olhos cansados nunca vão descansar

Até eles olharem nos seus novamente

Eu estou no meu caminho agora eu ainda acredito

Eric Arjes – Find My Way Back

Sentei-me na mesma cadeira que eu estava durante toda e reunião. Não era a primeira vez que Klaus atrapalhava meus planos, ou seja, era melhor eu me acostumar.

Talvez ele quisesse conversar sobre o meu crime de ficar olhando pro celular na hora da aula dele, ou queria novamente envolver o nosso – não sei se posso chamar assim – pessoal. Era evidente que não estávamos nos entendendo bem, nem como amigos. E provavelmente para a nossa relação na escola isso seria uma catástrofe.

Observei os movimentos de Klaus e ele antes de vir falar comigo, despedia-se das pessoas que estavam ainda por sair e pude observar que uma delas era a maldita ruiva diaba. Ela não parecia nem um pouco contente em me ver ali, e ainda mais sabendo que eu iria ficar sozinha na mesma sala que ele. Ela com toda certeza ficaria do outro lado da porta.

Ouvi um barulho grosso e pude perceber que Klaus fechava a porta e caminhava na direção da mesa onde eu estava. Ele sentou-se literalmente na mesa e juntou as mãos olhando fixamente pra mim. Eu não sabia o que aquilo estava significando, mas que eu estava confusa, disso eu não tinha dúvida.

Só de olhar seus olhos caídos, era evidente que ele não estava dormindo bem ultimamente. Aurora deveria estar fazendo um estrago com ele. E talvez, aliás, eu sentia uma culpa nisso. Não que eu estivesse me gabando ou algo do tipo dando créditos a mim mesma, que ele pensa em mim. Mas eu estava totalmente destruída por causa dele, e se fosse recíproco ele também estaria.

– Então, sobre o que quer falar? – perguntei.

Só então me dei conta de que era a milésima vez que eu perguntava isso. Que é a milésima vez que estamos sozinhos em um cômodo grande e que muito possivelmente iríamos brigar.

Mais Klaus fez diferente. Ou pelo menos tentou fazer. Ele sorriu da forma mais simples que conseguia – e mais fofa – e coçou a cabeça.

Ah, isso era tão, mais tão sexy!

– Minha intenção ao te chamar aqui foi... – então ele respirou fundo e segundos depois deixou os seus ombros grandes caírem. – Queria te pedir desculpas. – disse por fim. – Eu sempre erro com você. Talvez possamos fazer diferente, o que me diz?

Ele arqueou as sobrancelhas e sorriu de canto. Eu me senti totalmente rendida ao seu suborno e sua cara de cão arrependido.

Klaus conseguia ser o diabo totalmente disfarçado. Se uma mulher não fosse esperta demais, iria ao inferno com ele. E eu estava sendo esperta, mas me fingi de idiota e dei o sorriso mais verdadeiro que eu já tinha dado durante aqueles dias triste por causa dele.

– Acho que também já reparei nisso. Eu também tenho que te pedir desculpas. Foi erro meu querer ser entrometida na sua vida, ainda mais comprometido como você é, uma mulher não gostaria nada de outra na vida de um homem sem pensar...

–Espera. O quê? – interrompeu ele. Klaus franziu o cenho e me incentivou a continuar, e responder sua pergunta ao mesmo tempo.

– Você e Aurora. – falei por fim.

Klaus simplesmente contorceu o corpo para trás e gargalhou. Eu estranhei e me levantei ficando de frente pra ele. O que estava errado? Ele estava ficando maluco?

– Eu e Aurora? – repetiu ele e continuou a rir.

Então percebeu meu incômodo e parou de gargalhar e se dirigir a mim.

– O que há de errado? – continuou. – Olha eu e Aurora só somos um caso difícil. Camille deve ter te falado demais. – falou ele só que dessa vez mais sério. – Ei, – e pegou em meus ombros. O calor de suas mãos em minha pele pareceu um choque. – Aurora e eu somos apenas colegas de trabalho. E mesmo se fôssemos mais que isso, a nossa amizade não seria problema.

– Sério? – perguntei mas logo me arrependi. Como que alguém poderia ser tão afobada como eu?

Ele abaixou a cabeça e riu em seguida olhando pra mim. Foi totalmente inevitável não olhar pra ele e rir junto. Klaus era uma mistura do sexo, com proibido e a combinação dos dois era maravilhosa.

– Klaus, pra que exatamente me chamou aqui? – falei cortando todo o clima. Eu sempre fazia isso. Ele desceu da mesa e ficou perto de mim.

Perto demais.

Minha respiração logo se apressou em ficar ofegante. Eu esperava muito que ele não percebesse o meu nervosismo quando ficava ao seu lado.

Klaus piscava instantaneamente fazendo um flash com seus olhos azuis esverdeados em minha mente. Ele comprimiu seus lábios e os mordeu com a pontinha dos dentes.

Minha boca estava seca, então molhei-a com a língua trazendo uma sensação e um ar sexy no momento.

Klaus segurou meus olhos e olhou em meus olhos.

– Podemos começar de um jeito se quiser. Aceita jantar comigo hoje? – perguntou ele.

Eu sorri vencida.

Lembrei-me do que ouvi da conversa de Aurora e Klaus e ela queria que ele fosse jantar na casa dela e depois de fazê-lo ficar bêbado, ter uma noite de sexo quente que ele provavelmente não lembraria amanhã.

Seria um prazer jantar com Niklaus. Claro, tirando a parte do sexo bêbado, talvez seria muito prazeroso.

Caroline você está bem? Perguntei a mim mesma.

– Tudo bem. Se é pra começar de um jeito amigável, que seja com um jantar amigável. – falei. Então sorri e peguei minha bolsa. – Que horas? – perguntei por fim.

Klaus colocou a mão na barba rala e clara e pareceu pensativo.

– As 20:00 está bom pra você? – perguntou.

Eu assenti, sem nem pensar. Qualquer horário no caso estava bom pra mim. Eu não tinha nada pra fazer a não ser ligar pra Elena, pensar no que fazer amanhã na aula e escolher que roupa eu usaria pra sair com ele hoje.

– Claro. – e sai em direção a porta.

Meu Deus! Eu iria sair com Klaus Mikaelson. Apenas eu e ele.

Ok, Caroline você parece uma garota de colegial que está gostando de um garotão popular. Vamos parar.

Minha mente parecia querer fazer no contrário do que meu corpo, e isso me deixava arrepiada.

Quando peguei no trinco da porta, ouvi a voz rouca de Klaus chamando pelo meu nome e em seguidas seus passos largos.

– Caroline!

Quando me virei, Klaus me prendeu contra a parede e colou minha testa na sua.

Foi algo tão rápido que eu me senti em um filme de ação.

Novamente, quando eu estava perto dele minha respiração ficava ofegante e eu engolia em seco. Era sempre assim. Deus! Aquele homem era capaz de deixar qualquer mulher molhada por baixo.

Então ele finalmente abriu seus olhos que estavam fechados e olhou nos meus.

Nós estávamos tão perto, que eu comecei a sentir seu peito que subia e descia próximo do meu busto. Klaus era alto, comparado a mim.

– Sr.Mikaelson? – uma voz ecoou atrás da porta atrapalhando aquela bolha de paixão e desejo. Talvez não paixão, mas desejo era certo.

– Te vejo, as 20:00? – perguntou ele ainda na mesma posição que estávamos.

Eu não conseguia falar. Estava com a boca entreaberta é só consegui assentir e pular pra fora da jaula de seus braços.

Ele abriu a porta e eu dei de cara com uma mulher de cabelos loiros e curtos. Tinha um sorriso na boca e quando me viu arregalou os olhos e arqueou as sobrancelhas.

– Olá. – disse ela.

– Freya! – disse Klaus ao ver a mulher. Ela sorriu e correu para abraça-lo. Eu fiquei ali vendo ele tirá-la do chão e beijar seu bochecha. – Que saudades!

– Eu também estava, seu diabo loiro. Quem é essa? – perguntou se referindo a mim.

– Essa é Caroline Forbes, professora de Ciências Humanas, nova aqui na escola. Está ocupando o lugar do papai, já que ele foi pra Londres se aposentar. – disse ele olhando pra mim.

– Ah, você é Caroline. Prazer. – disse estendendo a mão pra mim. – Sou Freya Mikaelson.

Eu franzi o cenho. Klaus não disse dela quando me chamou para conversar aquele dia.

– Ela é minha prima. – disse quando percebeu minha dúvida. Eu então aliviei minha expressão e sorri.

– Oh. Eu sou a Caroline, como ele disse. Foi um prazer conhecer você, Freya. Espero que sejamos boas amigas. – falei. E era verdade. Freya parecia ser uma boa pessoa e era simpática.

– Freya mora na Croácia, Caroline. Não será possível, a não ser que se mude pra lá. – falou ele com humor. Eu sorri e comprimi os lábios.

– Na verdade, não ligue pro Klaus querida. Ele não sabe nem o que vim fazer aqui. – disse olhando pra ele depois virando-se para mim. – Espero vê-la pelos corredores dessa escola, Forbes.

– Espera, o que? – perguntou Klaus perplexo.

– Anda. – disse ela empurrando-o para a sala dele.

Freya com certeza era a melhor pessoa.

...

– Onde você está? – perguntei pra Camille por telefone.

Liguei para ela assim que sai da escola, mas ela não atendeu então deixei para tentar quando chegasse em casa, e finalmente ela atendeu depois de três chamadas.

Uma boa parte de mim ficou preocupada com ela. Cami era sempre animada e não demorava pra atender o telefone. Mas dessa vez sua voz, e sua demora me deixaram preocupada.

– Care. – disse ela com uma voz triste. – Eu tenho que ir pra Itália. – falou ela me alarmando.

– Itália? Pra que? O que aconteceu? Cami, onde você está agora...

– A minha mãe, ela adoeceu. – falou ela. Sua voz estava trêmula e estava quase a chorar. – Ela está com uma pneumonia das bravas e não está nada bem. Caroline, é pneumonia! – era perceptível o quando minha amiga estava nervosa.

– Ei, calma. Onde você está? – perguntei com mais calma.

– Em casa. Depois que Klaus praticamente me expulsou da sala de reuniões eu resolvi descansar. Minutos depois meu tio me ligou, e disse que mamãe estava mal. Muito mal. Care se minha mãe morrer...

– Ela não vai morrer, Camille. Sua mãe tem que ser como você! Forte e corajosa. Fica calma! Olha, já resolveu alguma coisa com o Klaus?

Ela negou e me pediu para que eu cuidasse disso. Eu lógico, me dispôs a cuidar de tudo.

No dia seguinte, Camille já iria embarcar no primeiro vôo para a Itália.

– Quer carona pro aeroporto? – perguntei.

– E atrapalhar a sua manhã? Eu me viro, Car. Pode deixar que todos os dias eu vou te ligar. – foi a última coisa que ela disse antes de desligar.

...

Às sete e quarenta e cinco, da noite chegaram voando. Elena mandou mensagem dizendo que viria amanhã pela tarde, o que me deixou aliviada.

Optei por usar essa noite um vestido branco que tinha um decore não tão sexy demais, porém deixava meus seios fartos. Ele tinha uns detalhes na parte da barriga, que eram transparentes. Eu achava aquilo tão lindo. Não era logo demais, ele acabava em cima do joelho, e era rodado. Usei uma sapatilha branca e uma maquiagem leve como sempre. Meus cabelos estavam soltos e eu também usava brincos curtos – de bolinha, – que era meu favorito.

Escovei os dentes, retoquei o batom e olhei minhas unhas que estavam – graças aos céus – bem feitas. Sentei-me no sofá e esperei por Klaus.

Um turbilhão de coisas se juntaram na minha cabeça no segundo que eu me joguei no sofá.

Eu estava preocupada com minha amiga naquela situação, seu desespero por casa da mãe era de querer ajudá-la. Eu queria ir a Itália com ela só pra poder acompanhá-la e dizer que tudo ficaria bem.

Eu também não estava simplesmente de acordo com esse negócio do Klaus mandar Elena pra Nova Orleans sem mais nem menos, e ela nem ter me avisado pessoalmente. Bom, talvez a culpa tivesse sido dele. Mas enfim, Klaus.

O que falar de Klaus? Tudo?!

Como se soubesse que eu estava pensando nele, a campainha tocou e eu toda sorridente fui abrir. Antes deu uma conferida no meu cabelo, no espelho ao lado da porta e mostrei o sorriso mais natural que eu tinha ao abrir.

Mas ele logo se desmanchou ao ver quem estava na porta.

– Caroline! Uou, você está linda. – disse.

Revirei os olhos. Nossa!

– O que você quer Matt? – perguntei, com uma cara de tédio.

– Posso entrar? Ou você vai sair?

Eu suspirei.

– Não, e sim. Fala logo o que você quer, como já viu eu vou sair.

Matt soltou o ar que parecia estar preso. Não nos víamos desde a briga que ele arrumou, e desde o dia que ele tentou bater na minha melhor amiga.

– Eu queria pedir desculpas. – falou o que eu achei que falaria. – Eu, estava alterado, bêbado talvez e eu queria atrapalhar sua vida. Mas o que você não sabe, é que eu não vivo sem você. – disse ele me fazendo gargalhar.

Sua expressão era de confusão e seu cenho estava franzido.

– Qual a próxima piada? Vai, conta outra porque tá muito engraçado. – falei tentando me conter.

Matt pareceu furioso com minha reação, mas eu não liguei.

– Caroline, não é piada. É um fato. – falou ele, me fazendo semi-cerrar os olhos.

– É piada sim! – me apressei e falei em cima de sua fala. – Cara, vê se me esquece! – abri os braços. – A gente terminou, eu fiquei muito triste no início, claro eu fui chifrada mais pô, eu consegui superar e todos os dias eu acordo e vejo, uau minha vida mudou! – falei gesticulando com as mãos. – Eu moro agora com a minha melhor amiga, depois de ter namorado com um cara há anos, trocado de país com ele, o cara que eu acho que fosse o amor da minha vida e no outro dia vê-lo com uma vagabunda! Matt... – suspirei. – Eu não posso mais. Não consigo mais, olhar pro seu rosto e lembrar do que vivemos, não consigo mais lembrar que te amei porque... Eu estou tentando amar de novo. – falei com os lábios tremidos. Eu não ia chorar, consegui me controlar.

Ele assentiu e comprimiu os lábios.

Ficamos alguns segundos olhando para o rosto do outro sem expressão alguma.

– Bom, – começou ele – se é isso, se você não consegue mais, se você não é mais a mesma, que culpa eu tenho. – falou dando de ombros me fazendo escancarar a boca. – Você é você. Muda quando e por quem quiser. – falou já descendo as escadas.

Engoli em seco quando vi Klaus e ele se encarando, mas graças a Deus eles simplesmente ficaram na troca de olhares e Klaus veio até mim.

Eu me encostei na porta, e fechei os olhos para não chorar. Suspirei e respirei fundo. Eu não iria chorar por ter dito algumas – ou todas – as verdades pro meu ex-namorado grudento.

Abri os olhos e dei de cara com Klaus, com uma cara preocupada. Eu sorri e fechei a porta de casa apagando a luz antes.

– Está tudo bem? – perguntei. Ele sorriu amarelo.

– Eu queria te trazer flores, mas minha floricultura favorita se mudou e eu acabei não pegando o endereço.

Eu não pude deixar de sorrir. Apenas ele mesmo pra me fazer sorrir numa hora dessas.

– Então vamos lá, – perguntei descendo as escadas junto com ele. – qual a flor que você iria me trazer? – perguntei sorrindo.

Ele sem pensar respondeu.

– Essa é fácil. Quando penso em flores, me lembro de pessoas bonitas, alegres, vibrantes e doces ao mesmo tempo. Você tem isso tudo. Você é uma florzinha Caroline Forbes! – disse por fim.

Eu sorri e senti minhas bochechas corarem.

– Bonita? – perguntei enquanto ele abria a porta do carro pra mim.

– Muito bonita. – disse me encarando e fechando a porta do carro.

Três segundos depois ele chegou na parte do motorista e deu partida no carro.

– Você ainda não respondeu as flores que iria me dar. – lembrei-me.

– Não é óbvio? Margaridas!

Eu sorri, só que dessa vez com um som fofo.

Klaus falava e olhava fixamente pra frente.

– Margaridas são minhas flores favoritas, sinta-se agradecida. – disse ele sorrindo.

– Nossa. – coloquei a mão no peito e fingi estar muito chocada.

Ele gargalhou e continuou dirigindo.

– Eu não sabia que você gostava de flores. – confessei.

– Há muito que você ainda não sabe sobre mim, Caroline. Pretendo mudar isso, tanto de minha parte e da sua. – falou ele.

Senti um arrepio tomar de conta da minha espinha.

– Então... Qual sua cor favorita?

– Azul.

– Seu irmão favorito?

– Rebekah.

– Seu programa de TV?

– Geordie Shore.

– Pizza?

– Portuguesa.

– Filme?

– Todos da franquia "Tubarão".

– Melhor amigo?

– Damon.

– Dessa eu não sabia. – falei como se fosse mudar algo. – Sua comida favorita?

– Chinesa, e é pra onde estamos indo. – disse ele. – Gosta de comida chinesa não é? – sorri da sua preocupação.

– Amo. – então ele pareceu mais aliviado.

– Então porque não me responde as mesmas perguntas que você me fez? – sugeriu ele.

Eu aceitei e então comecei a falar.

– Eu amo verde, não tenho irmão e se tenho não sei, meu programa de TV favorito é uma série no caso, que seria CSI, a pizza que eu gosto é Catupiry, filme eu tenho certeza que é a franquia dos Velozes e Furiosos, minha melhor amiga é a Elena e a Cami, e minha comida favorita é chinesa também, não vou mentir.

– Sua invejosa. – disse ele.

– Invejosa? Ata! – falei sendo irônica.

– Porque disse que não sabe se tem irmãos?

– Porque não vivo com meus pais, e vive pouco tempo com eles. Morei uma boa parte da minha vida com meus tios.

– Eles não ligam pra você? – perguntou ele com a maior intimidade do mundo.

– Ligam até demais. Eu só não gosto muito de viver com eles. Eu desde adolescente gostava de ser independente. – dei de ombros.

Klaus assentiu e tratou de mudar de assunto.

– Advinha só, Freya gostou de você. Disse que pretende que vocês virem amigas mesmo. – falou ele me fazendo rir.

– Sério? Fico feliz que eu tenha causando uma boa impressão. Gostei dela.

– É, ela vai morar aqui agora. Deixou os pais na Croácia para um sossego e veio dar trabalho por aqui.

– Freya vai trabalhar conosco? – perguntei.

– Infelizmente não. Mas sabe a advocacia na frente da escola?

– Uou. Aquele prédio altíssimo e belíssimo? Não brinca que ela vai trabalhar ali. – Arregalei os olhos.

– Pois é. – confessou ele parando o carro.


Notas Finais


Próximo capítulo: 18/02 🌼

Espero que tenham gostado!

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