História Crazy in Love - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Austin Mahone, Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ausmila, Austin Mahone, Camaustin, Camila Cabello, Romance
Visualizações 27
Palavras 1.093
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura bb ❤

Capítulo 8 - 8 Capítulo


Miami Beach, Flórida

07:32am

P. O. V. Camila

Eu: Pois é, estou doente e não posso trabalhar hoje.

Elena: Tem atestado médico?

Eu: Não!

Elena: Então será descontado esse dia do seu salário.

Eu: Tudo bem.

Desligo a ligação sem nem querer ouvir mais nada. A verdade é que não estou doente. Estou sofrendo. Sofrendo pelo Austin, nos afastamos e eu odeio isso. Jurei que não iria chorar, mas é impossível. Dinah apareceu na sala arrumando o seu decote e me olhou.

Dinah: O quê foi, Mila? Estamos quase atrasadas e você ainda está assim?

Eu: Eu não vou ir! - limpo meu nariz na manga do meu blusão.

Dinah: Que nojo, menina! - negou com a cabeça. - Me conte o quê houve. Mani falou que você saiu com o Austin da festa anteontem.

Eu: Sim, saí... A gente transou, achei que estávamos bem novamente, mas não, ele me disse que era melhor nos afastarmos. - volto a chorar e Dinah corre para me abraçar.

Ela se senta melhor do meu lado e me abraça mais apertado.

Dinah: Eu sei que está sofrendo, pode não admitir para mim, mas eu sei que sim e também sei que se importa com ele. Já tentou ligar para ele? Talvez tenha sido um momento péssimo para conversas.

Eu: Tentei ligar, mas ele desliga.

Dinah: Mensagens?

Eu: Ele me bloqueou no whatsapp. Acho que realmente ele quer me esquecer. - mordo meu lábio inferior e fecho os meus olhos.

Dinah: Já pensou em ir pessoalmente falar com ele?

Eu: Acha que vai funcionar? E o que eu falaria?

Dinah: Que sente falta dele.

Eu: É, talvez eu faça isso. - ela se separa de mim.

Dinah: Ficará bem sem mim?

Eu: Sim, bom trabalho!

Dinah: Obrigada, bebê. - beijou minha testa e se levantou. Pegou sua bolsa e saiu do nosso apartamento.

Me deito no sofá e tento controlar as lágrimas, mas muitas lembranças me vêem a mente. Lembranças boas. Pode não parecer, mas foram quatro meses intensos, ficamos e nos apegamos um ao outro. Decido voltar para o meu quarto, me deito em minha cama e ponho a cabeça por baixo do travesseiro. "O choro é livre, bebê!" - diz minha consciência. Obedeço-a.

(…)

Tento me lembrar o número do apartamento de Austin, geralmente quando entravamos nele, estávamos nos beijando e isso me fazia perder a noção de onde estava. Vejo "306 AM", obviamente é o do Austin. Bato umas quatro vezes e nada, olho para o relógio em meu pulso e percebo que cheguei muito cedo, ele deve estar arrecém saindo de seu trabalho a essa hora. Ótimo. Me sento no tapete da porta e relaxo, respiro fundo e penso no que vou dizer quando ele chegar. Fiquei mais ou menos vinte minutos ali, até perceber a presença de alguém se aproximando, olho para cima e vejo Austin com as chaves em sua mão esquerda. Me levanto e fico de frente para ele.

Eu: Podemos conversar?

Austin: Acho que não é o melhor momento.

Eu: Por favor! - ele me empurra gentilmente e destranca a porta, ele entra e eu o sigo. - Estou com saudades. - digo e escuto seu riso baixo.

Austin: Não encontrou ninguém para ficar no meu lugar? - ele me olhou com um sorriso sarcástico nos lábios.

Eu: Não procurei, é só você que me interessa.

Austin: Não acredito nisso, se fosse, não seria assim comigo, seríamos namorados e você não iria preferir outro ou outra. - ele me fuzila com os olhos.

Eu: Eu sei... - suspiro. - Mas tente me entender, eu não me sinto preparada para namorar alguém. Não sou como as outras mulheres, não sinto a necessidade de ter alguém e muito menos quero ter alguém, mas... - fecho os meus olhos, respiro fundo e abro os meus olhos novamente. - Eu gosto de você. - ele arqueia suas sobrancelhas.

Austin: Gosta?

Eu: Acredite, é muito difícil ouvir isso de mim.

Austin: E com isso acha que vou lhe entender e aceitar como estávamos? Só porquê você disse que gosta de mim, da boca para fora, devo dizer. - negou com a cabeça.

Eu: Não foi da boca para fora! Eu disse a verdade! - digo de imediato.

Austin: Me prove, porquê eu não acredito em mais nada que você diga.

Eu: Como devo lhe provar? - ele cruzou seus braços e encolheu seus ombros.

Austin: Você deve saber como, afinal, é só mais uma mentira sua.

Eu: Eu juro que não é! E se pense que estou apaixonada e vou correr atrás de você, está muito enganado! - digo sorrindo.

Austin: Viu, do quê adianta vir aqui, dizer que gosta de mim, sendo que continua com as mesmas atitudes. Age do mesmo jeito. Acho que você precisa amadurecer antes de vir falar comigo.

Eu: Amadurecer? - me aproximo dele. - Não é isso quê você falava pra mim, lembra? - ponho a mão em seu ombro. - Dizia que eu era madura, diversificada. Para onde foi tudo isso?

Austin: Me faço essa mesma pergunta. - retirou minha mão de seu ombro. - Se era só isso pode indo, tenho muitas coisas para fazer. - falou grosseiramente.

Eu: É sério? Não quer que eu fique? - abraço-o pela cintura. - Posso lhe ajudar nesses afazeres.

Austin: Sexo não é tudo, Camila! E não, não quero que fique, tenha uma boa noite! - novamente ele me afasta de si.

Eu: Ok, fique sozinho então!

Austin: Acredite Camila, não sigo mais as suas regras. - não olho para trás, sigo meu caminho até a porta e não sou interrompida por ele, isso me incomoda um pouco, saio de seu apartamento o mais depressa que posso.

Pego o primeiro ônibus que vejo, não entendo porquê sinto tanta vontade de chorar, isso me machucou, essa situação me machucou. Não esperava por isso, Austin foi duro comigo. Não esperava por isso, achava que ele estaria arrependido e voltaria correndo até mim. Ao chegar em casa vejo Dinah e Ally assistindo algum filme.

Ally: O quê houve, Camz?

Eu: Não sei, eu só não consigo parar... - me atiro no meio delas e volto a chorar.

Dinah: Austin! - disse como estivesse explicando algo.

Normani: O quê perdi? Oh, Mila chegou! - sorriu e se aproximou com uma grande bacia de pipoca e a pôs na mesa de centro.

Dinah: Acho melhor termos uma noite de meninas, afinal, quando uma não está bem...

Normani: Todas não estão bem! - completou.

Sempre participei destas "noites de meninas", mas nunca foi pra mim, sempre era para as meninas. Nunca pensei que esse dia chegaria. Para me animar, elas colocaram apenas filmes de comédia para rirmos, comemos besteiras, conversamos sobre vários assuntos. No final todas fizemos uma cama gigante no chão da sala e dormimos juntas. O lado bom disso tudo foi quê pude esquecer os últimos ocorridos com o Austin.


Notas Finais


Comentem e beijinhos ❤💋


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