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História Crazy Love (Baixathentic, Mitw, Cellps, Jvtista...) - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Reviewing The Brother.


Felipe Zaghetti

No momento, eu estava resolvendo algumas coisas para Marco. Pelo fato dele estar muito ocupado com outras coisas, o mesmo acabou me contratando para ajuda-lo. Sou praticamente abaixo do cargo dele, mas eu acabo não me considerando. Estou aqui a quase um mês e posso dizer que cheguei em uma boa hora. Tudo aqui está começando a dar certo e esse local não duraria muito tempo. Acho certo o que Febatista, filho do próprio dono disso tudo, está fazendo. Nem todos tem a mesma coragem que a dele, ainda mais porque um dia antes, ele iria envenenar seu pai. Não sei o que ele fará depois, porque a polícia com certeza virá atrás de nós, ou não, até porque, alguns vão morrer aqui, sendo quase a maioria, então acho que não desconfiaram muito. Ouço alguém bater na porta e sem delongas, grito um “entre”. Meus olhos vão de cara com um loiro de olhos azuis, bem lindo por sinal. Qualquer um consegue ficar hipnotizado por sua beleza, pois é muita.

— Boa tarde, desculpa o incomodo — Ele sorriu, e que sorriso.

— Boa tarde, sem problemas, o que precisa? — Pergunto educado, dando toda a atenção para ele.

— Eu vim ver o meu irmão, acho que você conhece: O Pac, Tarik, como vocês estão acostumados a dizer por aqui — Ele parecia a vontade comigo, isso era bom.

— Ah, conheço sim. Na verdade, eu nem sabia que ele tinha um irmão — Vejo no computador qual era o número do quarto de Pac.

— Ninguém sabia, pois eu nunca vim aqui, era menor de idade e meu pai nunca autorizava — Ele se senta no sofá que havia ali — Mas agora que completei dezoito anos, eu posso vim, com ou sem a autorização dele.

— Não entendo porque ela fez isso com o Pac, ele é tão ativo, na minha opinião, ele não tem nenhum problema psicológico.

— E ele realmente não tem. O motivo pelo meu pai ter feito isso, foi o fato da nossa mãe ter morrido supostamente em um acidente, e como o Pac e nem eu acreditamos nessa historia, ele começou a investigar sobre, pois achávamos, na verdade, sempre tivemos certeza, que isso tudo foi um homicídio — Ele suspira — Então, começamos a procurar provas, pistas, qualquer coisa que comprovasse que aquilo tudo foi armado, mas era incrível, nós nunca conseguimos nada. Até chegar uma hora, que eu desisti dessa ideia, mas ele continuou, e persistiu até nosso pai o mandar para cá, dizendo que estava virando um louco, compulsivo — Sua feição muda para triste.

— Deve ter sido horrível para você, imagino que vocês eram bem próximos um do outro — Eu estava sem o que dizer, minha vontade era de abraça-lo naquele momento.

— Com certeza foi, mas...agora isso já passou. Fiquei sabendo do incêndio que vai ter aqui, e pode ficar tranquilo, quem me contou foi Marco — Ele diz, ao perceber que me assustei — Enfim, vim aqui para saber onde é o quarto dele?

— É no 53, ele está com um colega que entrou recentemente, o nome dele é Cauê e passou pela mesma coisa que Pac, só que a diferença, é que o outro, perdeu seu pai.

— É muito bom saber que ele tem alguém que pensa da mesma forma que ele. Bem, eu vou lá, mas antes, posso saber seu nome? — Ele pergunta corando um pouco.

— Felipe, mas pode me chamar de Felps, e o seu?

— Rafael, mas prefiro que me chame de Cellbit. Enfim até logo — Ele sorri, se despedindo de mim.

E então, ele sai pelo mesmo lugar que entrou. Aquele garoto era perfeito, de todas as formas possíveis. O mesmo era encantador. Tudo nele era perfeito: Seu sorriso, voz, corpo, cabelo, olhos, rosto. Eu nunca reparei tanto em alguém, como nele. Só não quero me apaixonar e perceber que era apenas uma cilada. Rafael, esse era seu nome, o nome de quem eu provavelmente irei me apaixonar.

Rafael Lange

Saio da sala onde estava junto com Felipe e sigo aqueles corredores, sem pressa alguma, pois sabia que iria me perder alguma hora. Amei conhecer aquele moreno, ainda mais por saber que existem pessoas boas por aqui. Eu não queria me apaixonar agora, ainda mais pelo fato de ter saido de um relacionamento recentemente. Eu ainda não estou 100% bem, e muito menos com o coração bom para poder amar e confiar em outra pessoa. Mas talvez, ele fosse a solução para meus problemas? Talvez, ele poderia curar meu coração que está totalmente machucado? Todas essas perguntas ainda irão ter respostas, eu tenho quase certeza disso. Saio dos meus pensamentos quando chego na sala que Felipe disse. Suspiro e bato na porta, logo sendo recebido pelo meu irmão. Nós ficamos paralisados por segundos, depois de um ano sem nos ver, e está ali com ele de novo, pude perceber quanto tempo fiquei longe do mesmo.

— Cellbit, que saudades — Ele diz, me abraçando em seguida.

Retribuo aquele gesto tão sincero. Era apertado e transmitia todos nossos sentimentos que estávamos sentindo naquele momento. Tanto tempo que não recebia um abraço tão bom desta forma, até porque, nenhum que eu recebia, era dele...

— Eu senti tanto a sua falta, você nem faz ideia, mas infelizmente eu só consegui vir agora — Separo o abraço, encarando seu rosto, tão lindo, parecia bastante com a nossa mãe.

— Achei que tinha me abandonado e esquecido de mim — Ele diz em tom triste.

— Jamais, você é meu irmão, nunca te esqueceria. Nosso pai que não deixava eu vir, mas agora que completei dezoito anos, eu pude — Sorrio e ele retribui.

— Vem, entre, temos muitas coisas para conversar, não é? — Ele me pega pelo braço e me puxa para dentro de seu quarto.

E logo me permito olhar aquele local. Era bem grande por sinal, mas não estava em uma boa condição, e me partia o coração saber que meu irmão estava naquela condição a um ano já. Olho para o lado e vejo um menino, que logo chuto ser o Cauê.

— Olá, você é o Cauê, né? — Pergunto e ele assenti meio receoso — Prazer, sou Cellbit, irmão de Pac — Estendo minha mão para ele.

— O prazer é todo meu — Ele aperta minha mão — Agora eu estou de saída, vou encontrar Marco — O mesmo diz isso, e Pac sorri de modo malicioso para ele, que cora e sai bem apressado dali.

Não sabia ao certo se os dois eram namorados, estavam tendo um caso ou até mesmo, só se gostavam, mas uma coisa tinha ai no meio, porém de qualquer forma, vou apoiar os dois sempre. Aliás, se é amigo do meu irmão, também é meu. 



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