História Crazy Love - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.997
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa pelo os erros de português._.)

Capítulo 2 - O ser mascarado de capuz


Fanfic / Fanfiction Crazy Love - Capítulo 2 - O ser mascarado de capuz

Ao ver Jéssica ir embora. Karla põe a mão direita no ombro de Steve.

-Você acha que ela quem matou a própria mulher?

-Talvez. Steve analisa o corpo de Emilly, o peito dela, está todo esfaqueado. 

-Talvez, ela tenha pago alguém para matar. Diz Karla, ao observar o corpo.

-Exato. Jéssica Green, é a nossa suspeita.

-Tem o cara de casaco preto.

-O morador de rua estava drogado, Karla. 

Steve analisa o local de crime, nencontra nenhuma pista. 

2 de agosto, 06:00 AM.

-Nick! Sua mãe, Maya. Grita pra que ele acorde.  - Nick, Nick, acorde meu filho. O café está na mesa. Sua mãe grita mais uma vez.

-Ah.. já vou. Diz ele meio sonolento. Nick se senta em sua cama, limpa os olhos, estica os seus braços para cima, para baixo, para os lados, boceja. Nick é um adolescente de 17anos, cabelo curto, preto e liso. Olhos castanhos. Sua pele macia como lã. 

Sua mãe grita. 

-Nick, meu amor. O café vai esfriar.

-Já vou.. Nick responde, descendo as escadas correndo. 

-Aí, está você. Onde você ontem a noite, Nick?

Nick da uma indagada. Logo em seguida responde.

-Eu estava na casa do James.

-ah, menos mal. Greenville, não está mais segura, meu filho.

-Por que?

-Você não soube?

-Não. O que aconteceu, mãe?

-Mataram a prefeita. Tá em todos os jornais, filho.

Nick fica em silêncio. -Nossa.. e já pegaram o assassino? Sabem quem foi?

-Não. Os policiais não tem pistas, um morador de rua disse que viu um "cara de casaco preto e capuz." Mas, parece que ele estava drogado.

-Entendo. Nick acaba de comer e se levanta. Da um beijo na testa de sua mãe, anda até a porta que leva pra fora de casa.

Sua mãe o observa calada.

-Tem vejo mais tarde, mãe.

-Nick.. pra onde você vai?

-Pra escola, ué.

-De pijama? 

-Puts.. 

Sua mãe sorrir ao ver que o seu filho esqueceu de trocar de roupa.

-Vaí se trocar, filho. Cuidado pra não se atrasar, garoto.

Nick corre para o seu quarto, pega o seu uniforme. Veste-se. Corre até o banheiro, escova os dentes. Ele olha pro chão e vê que esqueceu de por os sapatos. 

-Puta que pariu..

Nick pega os seus sapatos, calça-os. Corre até a escada, tropeça em um dos seus cadaços, quase caí.

-Cuidado, meu filho. Sua mãe ri, ao vê o a pressa do filho.

-Eu sempre tomo, mãe. A-agora eu vou indo, não posso perder o ônibus escolar. Ele responde ofagante.

-Tchau, meu bebê.

-Mãe, eu já tenho 17. Não me trata como criança, poxa.

-Desculpa, filho..

Nick corre ao avistar o ônibus pela janela da cozinha...

Nick entra no ônibus e vê as pessoas sussurrando, mas, ele não sabe o que. Ele vê o seu melhor amigo, James. Um negro, alto, forte. Parecia um jogador de futebol. James levanta sua mão para sinalizar a onde está sentando Nick, olhou, caminhou até lá e sentou-se ao lado dele.

-James, você sabe o que todos estão sussurrando?

-Você não soube Nick?

-Do que?

-Mataram a prefeita, cara. E também a sua vizinha gostosa, a que acabou de chegar, a Sara.

-Ah, sim. Minha mãe comentou sobre a prefeita. Vizinha? Sara?

-Meu Deus, Nick! Você deveria sair mais daquele quarto. Você não soube? Nem a viu? Sua mãe não comentou?

- Não.

James olha seriamente pra Nick. A vontade dele era de dar um soco na cara de Nick.

-James, são que horas? O ônibus ainda está parado.

-São 06:50, Nick. O motorista está esperando a sua vizinha, a Sara, idiota.

-Ah, sim. A Sara...

James está preocupado. Percebeu que seu amigo, estava agindo estranho. Meio esquecido das coisas, avoado talvez.

-Nick, você está bem?

Nick fica olhando fixamente pra fora pela janela, ele fica em silêncio por um tempo. James o cutuca várias as vezes até que consegue fazer ele falar.

-Ah, sim. Eu estou bem.

Sara, sobe dentro do ônibus. O motorista reclama da demora, ela se justifica. Nick olha pra frente ao, ver Sara caminhar. Os olhos de Nick e Sara, se encontram. Nick fica admirando o cabelo dela, que é como mel, o seus olhos da cor do mar do céu e o seu sorriso que brilha como as estrelas. Nick sussurra.

-Ela é bonita, é perfeita..

James rir ao ouvir aquilo. Mas ele fica chateado, mas, ele sente algo por Nick. Mais do que amizade.

-É..

Sara diz um "oi" pra eles, ao perceber que Nick a secava. Ela estava sem graça. Ela vai pra dois assentos atrás dele. O ônibus começa a andar.

EEPG, 07:30 AM.

Nick, já está em sala. A primeira aula é de história, a professora Rachel entra na sala.

-Bom dia, alunos. Temos uma aluna nova, Sara Bekham. Por favor, entre.

Sara entra na sala, fica parada de frente para os alunos, que encara como se ela fosse um anjo. Ela sorri timidamente, um sorriso meigo e fofo.

-Oi..

-Sara, você pode sentar na carteira vazia ao lado de Nicky?

-P-posso..

Sara anda até o seu assento, obviamente ela senta. James observa logo atrás dela.

-Bom, na aula de hoje, vamos aprender sobre ...(conhecimento sobre história), (conhecimento sobre história). 

Nick, viaja ao ficar encarando o cabelo de Sara. 

-Minha aula acabou, até semana que vem turma, e não esqueçam de fazer a lição de casa.

A professora sai da sala. James cutuca Sara. Ela vira o rosto para trás assustada.

-Oi, meu nome é James e esse ao seu lado é o Nicky.

-Mas, pode chamá-lo de Nick.

-Prazer em conhecê-los, como vocês já sabem meu nome é Sara.

Nick não tira os olhos dela, ele fica admirando-a cada vez mais. 

-fala alguma coisa Nick. James olha pra Sara. -Desculpa, ele está meio estranho hoje.

-tudo bem. Sara ri.

Sexta feira, 19:00 PM.

Steve estava na delegacia, analisando o corpo de Emilly. Ao todo ela levou 47 facadas. A agente Karla, entra na sala, junto com o médico.

-Bom, além de ter 47 facadas espalhada pelo peito, abdômen e pelas pernas. Ela tem marca de enforcamento. Diz o médico, apontando para o corpo de Emilly.

-Talvez, Jéssica tenha agredido a esposa. Alegou Steve.

-Não. Disse Karla.  -Procurei no sistema da polícia, pelo nome de "Emilly Green" e encontrei BO que Emilly Green, fez contra o seu ex marido. O Willian.

-E você doutor, o que o senhor acha?

-Bom, posso dizer que como profissional. A marca de enforcamento no pescoço da vítima. Foi feita por um homem.

Karla, encara esteve e pede pra que o doutor deixem-os asós.

-Steve, por que culpa a Jéssica?

-Nada.

-Porra! Como assim "nada"?

-Não é nada, detive. Steve a encara de volta. Olhando-a seriamente.

-Steve, você ainda está com raiva do que ela fez no passado com você, eu sei. Mas, você deveria esquecer, essa porra, caralho!

-Ela me traiu! Ela me traiu, Karla. Você sabe o como é difícil? Me traiu com Jéssica.

Karla se alcama. Põe a mão direita no ombro de Steve.

-É... De fato. Não sei como é ser traído. Mas, isso não é motivo pra que você a incrimine sem provas.

Steve sai da sala e bate a porta. Steve anda até o seu carro. O mesmo começa a dirigir. Steve abre o porta luvas e pega uma foto, em que está dando um beijo na barriga de Emilly ela estava grávida. Steve começa a fica com os olhos marejados, ele não consegue se conter e chora.

-Emilly, porra! Por que teve que me deixar? Por que teve que me trair? Eu te amava! A filha da puta da Jéssica fez com que você abortasse o nosso filho, só porque ela não gosta de crianças.. eu...

Steve dirigi até a casa onde Emilly morava. O mesmo enxuga suas lágrimas. Ele está furioso, a raiva o controla. Ele para o carro, pega a sua arma e grita.

-Jéssica, sua filha da puta. Você vai morrer hoje, por toda dor que me fez passar!

Jéssica olha pela janela e corre pra rua e tenta acalma e Steve que está apontando seu revólver para ela.

-Steve, não me culpe. Ela não queria nada com você. Ela não te amava.

-Cala a porra da sua boca, sua puta! Ela me amava, nós estávamos esperando um filho, um filho...

-É, mas, eu detesto criança e disse a ela pra abortar.

-Ela não queria, porra!

-Ela não queria era ter um filho com você. Você era um perdedor, um fracassado.

-Cala a sua boca! 

Jéssica, observa um ser com uma faca na mão, caminhando atrás de Steve cautelosamente.

Steve escuta os passos e se vira, ele não teve tempo de reagir. Steve é esfaqueado bem no olho esquerdo, em seguida sua garganta foi cortada. Insatisfeito com a morte rápida do pobre Steve, o assassino, da várias facadas no peito do rapaz e crava a sua faca lá. 

Jéssica encara o assassino, e vê que ele usa uma máscara, pra esconder seu rosto e está de casaco com o capuz na cabeça.

O assassino foge.

Sábado, 05:20 AM.

Karla, está na cena do crime. A área está interditada, com aquelas fitas pretas e amarelas. Ao aproximar da vítima, Karla chora ao ver o corpo do amigo no chão morto, cruel mente assassinado. Karla é amparada pelos companheiros de trabalho. Jéssica, vai até Karla.

-Eu sinto muito, pela morte do seu amigo.

-Obrigada. Mas, o que ele veio fazer na sua casa ontem?

-Me matar, provavelmente. Nunca nos damos bem, sabe. Diz Jéssica.

-Por que será? Retrucou Karla.

-Olha, talvez você ache que eu tenha sido uma pessoa filha da puta. Mas, Emilly, não sentia mais nada por ele. Eu também amava ela e está sendo difícil viver sem ela agora, acredite.

-E por que  "o ser mascarado de capuz" veio até sua casa também?

-Eu não sei, detetive.

-Certo. E por quê não chamou a polícia? 

Jéssica ficou em silêncio. Ela responde.

-Eu não sei. Medo, talvez...

Karla a encara fixadamente pra Jéssica. Karla está desconfiada. Karla observa que o assassino, deixou a arma do crime, a faca para trás, cravada no peito de Steve.

-Puta que pariu, Steve. O que fizeram com você? Seu idiota, por quê você veio até aqui? Você é tão cabeça dura... Karla diz, deixando suas lágrimas caírem pelo corpo de Steve.

Quarta feira, 17:30 PM.

Karla, invade a casa de Steve, a procura de seus documentos. Ela vasculha, a sala não encontra nada. Karla caminha até o quarto, na cômoda está um porta-retrato. É ele e Emilly.

-Você parecia feliz com ele.. por quê o largou?

Karla pergunta a si mesma, ao ver a foto. Eles estavam felizes. Ela põe o porta-retrato de volta no lugar. Ela abre o guarda-roupa, e vê umas caixas com as coisas dele, umas de Emilly. Ela pega uma caixa que está escrito "do papai para Arthur, momentos felizes ao lado de sua mãe." Karla deixa umas lágrimas escaparem. São CDs. Karla anda até a sala com a caixa, liga a TV e o DVD e põe um CD.

Reprodução do CD que Karla colocou no DVD.

Emilly está em pé pintando a parede do quarto do bebê de azul. Steve abraçaça ela por trás, dando um beijo em seu pescoço.

-Steve... Temos que pintar isso, antes que o  nosso pequeno Arthur venha.

Emilly o agarra e o beija. Steve retribui o beijo, abraçando-a. 

-Eu te amo, minha prefeita. Steve fala entre os beijos.

-Eu te amo, meu detetive. Diz Emilly entre os beijos.

Emilly para o beijo, sujando seu nariz com tinta.

-Temos que pintar o quarto, detetive. Diz Emilly sorrindo, olhando pro rosto de Steve.

-Ah, poxa. Amor, será que se fizermos sexo o Arthur, vai ver o "meu gigante" Steve sorrir, enquanto começa a pintar a parede.

-Steve, meu amor. Não diga idiotices.

Steve sorri pra Emilly.

-E seu pau não é tão grande assim. Emilly rir, ao ver a cara de tristeza que o marido faz.

-Ah, é. Steve suja Emilly de tinta abraça novamente.

O vídeo acaba.

Karla estava chorando. Ela enxuga suas lágrimas.

-Steve.. ela te amava... Mas, por que ela te largou..?













Notas Finais


Espero que gostem,_,) é isso.


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