História Crazy Stupid Love - Capítulo 1


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Categorias 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você, Bangtan Boys (BTS), Friends, Got7, Qual Seu Número?
Personagens Park Jimin (Jimin)
Tags Comedia, Jimin, Romance
Visualizações 179
Palavras 1.275
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeee!

Espero de coração que gostem desse nenêm, que eu estou amaaaando escrever.

agradecimentos e recadinhos nas notas finais.

Contém inspiração dos filmes: Qual seu número?, A verdade nua e crua e 10 coisas que odeio em você.

Boa leitura, vem comigo <3

Capítulo 1 - Entre príncipes e sapos


Fanfic / Fanfiction Crazy Stupid Love - Capítulo 1 - Entre príncipes e sapos


Despertei com o barulho da porta e, antes mesmo de abrir os olhos, já senti a cabeça latejar. O que diabos aconteceu ontem? Quando finalmente parei de rolar na cama, e tomei coragem de encarar as consequências da noite anterior, percebi duas coisas:
Primeiramente, esse não é meu quarto. Ok, eu meio que já esperava isso, mas vale mencionar que essa suíte deve ser três vezes o tamanho do meu apartamento.
E, surpreendentemente, a minha segunda observação era que eu estava sozinha.
Não posso dizer que fiquei decepcionada, na verdade, senti certo alívio de não precisar ter aquela conversinha estranha, encarar um homem que eu mal conheço, com a cara toda amassada e a maquiagem da noite anterior me fazendo parecer um panda.
Caminhei até o frigobar, procurando qualquer bebida não alcoólica pra matar a sede absurda que eu sentia no momento, e encontrei um Tylenol e um bilhete em cima da mesa:


“Luísa,
Espero que tenha gostado da noite de ontem tanto quanto eu.
Me desculpe por não poder ficar, houve um imprevisto e precisei voltar para o escritório.
Fiz a reserva até às 13:00, e tomei a liberdade de pedir seu almoço, espero que goste de frutos do mar.
Com carinho, 
Jackson W.”


Isso, senhoras e senhores, é um verdadeiro cavalheiro. 
Tomei o remédio, bebi cerca de três garrafas d'água e tomei um banho de espuma na banheira exageradamente grande do hotel, que eu percebi ser o Four Seasons — um dos hotéis mais caros de Toronto, diga-se de passagem —, para só então os fragmentos da noite anterior começarem a voltar.
Depois de alguns drinques com a Bella e o namorado dela no centro da cidade, despedi-me deles e acabei indo para um pub que eu sequer lembro o nome e conheci o tal de Jackson lá. Loiro, alto, lindo, sedutor… E, aqui estamos. Quem disse que eu não sabia escolher homem, tia Ana? Aparentemente, depois de errar, muitas e muitas vezes, eu estou finalmente aprendendo com as burradas e correndo dos problemas, não em direção a eles. 
Conforme o combinado, o almoço chegou ao meio-dia e estava realmente fazendo jus à fama do hotel. Aproveitei para procurar o príncipe nas redes sociais, que, depois de muito esforço, consegui lembrar do sobrenome: Wang.
E, mais uma vez, a realidade veio à tona. Em toda a conversa maravilhosa da noite anterior, ele acabou deixando um detalhezinho importante de fora. Jackson Wang, além de cavalheiro, loiro, alto, lindo e sedutor, era casado. CASADO.
Imediatamente, eu quis sair daquele lugar. Coloquei o bilhete do desgraçado no bolso do meu casaco e liguei para a Isabella vir me buscar. Apesar da surpresa, nada discreta, por sinal, quando eu disse o endereço onde estava, ela não me perguntou nada.
Uma das vantagens de ter uma amiga há mais de dez anos é que ela sabe exatamente o que deve, ou não, falar, só pelo tom da sua voz. Sabe aquela pessoa que você chamaria para enterrar o corpo de alguém que matou e que, antes de querer saber o que aconteceu, iria apenas perguntar onde está a pá? Essa pessoa para mim, sem dúvidas, é a Bella. Vale mencionar que, se eu sumir, lembrem-se que ela sabe enterrar um corpo.
Percebendo a aura negra de mau humor que devia estar quase palpável ao meu redor, ela me levou até o meu apartamento sem falar uma palavra. Contudo, foi só eu girar a maçaneta e colocar os pés no meu tapete de entrada — composto de um gato mostrando o dedo no meio e escrito “go away”, eu sei, bem amável — que a minha paz terminou.
— E aí, maninha, saiu com o príncipe e acordou com o sapo de novo? — provocou o moreno.
Eu juro que, se Jeon Jungkook não fosse praticamente da família, eu quebrava aqueles dentinhos de coelho dele. Ele é o agregado do grupinho que a Bella namora há uns cinco anos e que, desde então, se tornou um irmão mais novo/praga que parece ter como objetivo de vida caçoar da minha falta de sorte com o sexo oposto.
— Aparentemente, o príncipe já tinha uma princesa, que fez questão de omitir do conto de fadas — expliquei, tentando colocar um fim à história e evitar o questionário interminável que normalmente acontecia após os fracassos que eu costumava chamar de encontros.
Eu admito que, apesar de Jungkook pegar no meu pé mais do que o necessário, eu adoro a companhia dos dois. No auge dos meus vinte e três anos, já tive crushes em todo tipo de homem, mas a verdade é que nunca me apaixonei, e o fato de ver esses dois tão felizes me faz, sim, acreditar que o amor pode dar certo, e é exatamente isso que me faz não perder a esperança.
— Bom, então, ele não servia para a nossa rainha. Tem chá pronto, e eu trouxe um sanduíche para ti, caso ainda não tenha almoçado. Preciso voltar para a oficina, já acabou meu intervalo. — Ele levantou e foi para o lado da Bella, que assistia a cena enquanto tentava domar os cabelos crespos e loiros em um coque. — Precisa de carona, amor?
— Sim, tenho que pegar uns documentos no fórum. — Ela se despediu de mim com um abraço forte e um olhar preocupado. — Você vai ficar bem?
— Claro que sim, não é como se fosse a primeira vez. Pelo menos, aproveitei um hotel cinco estrelas. — Pisquei para minha cúmplice.
— Ótimo, qualquer coisa me liga, Lu. Te vejo amanhã.
Assim que a porta do apartamento se fechou, e eu fiquei sozinha, tirei o vestido justo e os saltos da noite anterior, coloquei uma camiseta e meu short exageradamente curto, porém, confortável, que usava apenas para ficar em casa. É o tipo de roupa perfeita para se empanturrar de pipoca e maratonar “Friends” pela enésima vez, e era exatamente o que eu pretendia fazer.
Quando eu estava no terceiro episódio, escuto alguém tocando a campainha. Puta merda. Fazer alguém levantar debaixo das cobertas no meio de uma série chega a ser um crime.
Com muita má vontade, fui ver quem era o infeliz que estava insistentemente tocando o botão, como se fosse um brinquedo. Eu ouvi da primeira vez, desgraça. Deve ser o síndico, um gordinho que faz questão de aparecer toda semana para ter certeza que eu não coloquei fogo no apartamento e li o mural de avisos da portaria do prédio.
Quando eu abri a porta, surpresa! Definitivamente, não era o síndico. Na minha frente, estava um homem — e que homem — de uns vinte e poucos anos, apenas de calção, com os cabelos pretos bagunçados, e um sorriso enorme, que fazia seus olhos parecerem apenas dois risquinhos.
Eu, sinceramente, não sabia se olhava para o rosto angelical do garoto, ou para o tronco despido que, devo adicionar, era um absurdo. Tudo bem, eu estava olhando só para o corpo dele, me julguem.
— Oi, vizinha! Tive um problema com a chave do meu apartamento, se importa se eu usar seu telefone? — Antes que eu tivesse a chance de responder, ele se esgueirou, entrando no apartamento e sentou no meu sofá.
Gostoso! Quer dizer, abusado! Antes de fechar a porta, consigo ver uma mulher saindo do apartamento da frente, parecendo perdida, e, adivinhem, com maquiagem de panda. Exatamente o mesmo olhar confuso que eu tinha há algumas horas, típico.
— Por um acaso, seu problema tem algo a ver com a ruiva do outro lado do corredor?
Ele coçou a nuca e deu um sorriso torto, sem o mínimo de vergonha. Nem ao menos se deu o trabalho de negar o óbvio, apenas levantou e chegou mais perto de mim, estendendo a mão.
— Prazer, sou Park Jimin.
 


Notas Finais


AAAAAAAAAAAA finalmente saiu, jurei que ia ficar só lendo a vida inteira, mas decidi me arriscar e colocar um pouco do meu amor por filmes, comédia, romance e pelos boys do bangtan no "papel".

Bom, eu tive MUITA ajuda e incentivo para começar a escrever, e posso sinceramente que sem a Bella, Thamy e a Ana, eu nunca estaria postando, e queria agradecer imensamente a elas!
A Thamy fez esse banner maravilhooooso, e tem toda a paciência do mundo comigo pra explicar minhas milhões de dúvidas, ler e reler os caps e falar comigo na madrugada, pirando com o Yoongi e o Jimin. A Ana (unnie maravilhosa) tem uma imaginação absuuuurda, que sempre está dando novas ideias e me dando os melhores feedbacks e mandando audios enormes - que eu amo, por sinal - pra comentar cada pedacinho e pirar comigo.

E, obviamente, meu nenê! Bella, tu sabe o quanto tu é importante pra mim. Eu nunca teria escrito uma frase se você não tivesse insistido. Tu foi a maior surpresa do meu ano, me atura TODOS os dias, o dia TODO, fica no telefone e no free fire falando comigo por HORAS, e quando eu acho que ta tudo uma bosta vem "me liga, vamo arrumar isso ai". Eu já te disse que eu te amo? EU TE AMO.

Muito obrigada também a Lari, que fez essa capa maravilinda pra mim. Tu arraza!

Essa fic é dedicada para essas divas maravilhosas, e para TODA A MULHERADA DA GHOST GANG! Vocês são demais, e eu fico super honrada de fazer parte dessa família. Cada uma de vocês tem um espaço especial no meu coração <3 TUDO MEU

OBRIGADA A TODOS QUE LERAM!
2 bj


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