História Crazy Stupid Silly Love - Capítulo 1


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Categorias NOW UNITED
Personagens Any Gabrielly, Bailey May, Diarra Sylla, Heyoon Jeong, Hina Yoshihara, Joalin Loukamaa, Josh Beauchamp, Krystian Wang, Noah Urrea, Personagens Originais, Sabina Hidalgo, Shivani Paliwal, Sina Deinert, Sofya Plotnikova
Tags Any, Bailey, Beauany, Diarra, Heyoon, Hina, Joalin, Josh, Krystian Noah, Krystoah, Sabina, Shivani, Shivley, Sina, Siyoon, Sofya
Visualizações 29
Palavras 669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooii, essa é minha primeira fanfic, espero que gostem <3

Capítulo 1 - Quando Tudo começou


Fanfic / Fanfiction Crazy Stupid Silly Love - Capítulo 1 - Quando Tudo começou

5 ANOS ATRÁS

Abro os olhos assustada com o barulho alto que ecoava pelo quarto. Estico o braço ainda, sem nem olhar e desligo o despertador. Sabia que eram exatamente 05:30 da manhã. Meus pais pediram para colocar o despertador para bem cedo, para não perdemos o vôo. Sim, hoje eu deixaria minha amada Índia para ir morar em um país totalmente desconhecido por mim chamado Estados Unidos da America, mas especificamente na Califórnia.


O quão cruel é mudar uma criança de País para que lá ela começasse outra vida? O quão traumático seria? Pois é, Eu, Shivani Paliwal de apenas 12 anos estou tendo que passar por esse trauma.

Estou feliz por meu pai ter conseguido um emprego melhor na Califórnia, nossa vida aqui na Índia não é ruim, mas também não é cheia de luxos. Papai disse que lá poderíamos ter uma vida melhor. Mas eu não quero mudar, eu amo a Índia, amo meus amigos da escola e amo fazer parte dessa cultura. Ter que aprender a conviver em outra cultura, com novas pessoas é simplesmente maldade.

Será que vou conseguir me adaptar nesse novo país?
Será que vou conseguir fazer amigos?

Ou serei apenas a garota indiana estranha?

Todas essas perguntas ficam girando e girando na minha mente desde que papai disse que mudaríamos para Califórnia há uma semana.
 

- SHIVANI, SE APRESSE QUERIDA OU VAMOS PERDER O VOO – a voz do meu pai me faz voltar à realidade e eu levanto rapidamente da minha cama, como eu desejava perder esse vôo.

- JÁ ESTOU INDO PAPAI – Respondo e pego a roupa que havia deixado separada antes de dormir, vou até o pequeno banheiro para tomar um banho e me trocar.

Saio do banheiro já pronta e guardo o pijama que usei dentro da minha mala - impressionante como toda minha vida coube dentro daquela única mala – caminho lentamente até a porta e abro lentamente, ainda receosa de deixar o lugar que por 12 anos foi meu porto seguro.

Viro-me e olho em volta do meu quarto, suspirando pesado. Tento decorar cada detalhe, minha cama com edredom rosa das meninas super poderosas, as paredes lilás, o piso de madeira, minha escrivaninha onde passei a maior parte do meu tempo e até esse guarda roupa gigante que eu sempre detestei.

- Espero que essa nova vida seja ainda melhor que essa e obrigado índia por ter me acolhido tão bem.

Fecho a porta e desço rapidamente as escadas, encontrando meus pais na sala. Eles me recebem com um sorriso e eu forço o meu melhor sorriso para mostrar que estou bem, mesmo não estando bem com a situação. Tenho maturidade o suficiente para saber que essa mudança é importante para os meus pais, não posso ser egoísta e pensar apenas em mim.

Minha mãe fecha a porta da nossa casa enquanto meu Pai colocava as bagagens na mala do carro, fico parada observando a nossa casa e com uma estranha sensação de estar esquecendo algo, mas o que será que estou esquecendo?

- SENHOR BIGODES – grito ao finalmente lembrar o que estava esquecendo. Antes que minha mãe passasse a chave na porta, corro e abro a mesma apreçada, subindo a escada até meu quarto. Abro a porta e suspiro aliviada quando encontro o pequeno coelho de pelúcia velho em cima da cama. Corro até ele e o pego, abraçando contra o peito. Senhor bigodes esteve comigo desde sempre. Não poderia mudar e recomeçar a vida em outro lugar sem ele ao meu lado.

Ao escutar meus pais me chamarem, me apresso para voltar e logo saio de casa, fechando a porta . Entro no taxi junto com a minha mãe no banco de trás e está me abraça carinhosamente, sorrindo para mim e sussurra no meu ouvido que tudo vai ficar bem. Apenas sorrio para ela e deito a cabeça em seu ombro, olhando para nossa casa uma ultima vez enquanto o carro se afastava aos poucos do meu antigo lar, com senhor bigodes em meu colo. 


Notas Finais


e aiiii, o que estão achando? posto o próximo ainda hoje.


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