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História Crazy Stupid Silly Love - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


EU SEEEEEI QUE VOCÊS QUEREM SHIVLEY, NÃO SE PREOCUPEM QUE A PARTIR DO PRÓXIMO CAPÍTULO AS EMOÇÕES DOS NOSSOS PAPAIS SHIVLEY COMEÇAM, OK? Mas eu também amo Beauany e fui escrevendo escrevendo, quando vi já tinha esse capítulo pronto rsrs Espero que gostem e desculpem os erros ;)

Capítulo 11 - Any e Josh


Fanfic / Fanfiction Crazy Stupid Silly Love - Capítulo 11 - Any e Josh

POV ANY

- Tchau, Josh. Até domingo – um dos garçons fala enquanto vai embora junto a outros funcionários.

Josh aparentemente estava sozinho no restaurante. Entro, fechando a porta devagar e o vejo com uma enorme bacia recolhendo as louças sujas das mesas. Ele não nota minha presença, pois usava um fone de ouvido. Pego alguns pratos sujos e caminho até ele, colocando a louça na bacia, enfim chamando a atenção do loiro que me olha surpreso e tira os fones de ouvido.

- O que ainda faz aqui, Any? – fico feliz que finalmente ele disse meu nome por vontade própria. Josh aparentava estar extremamente cansado.

- Quatro mãos trabalham melhor que duas – respondo com um leve sorriso e pego a bacia de suas mãos indo pegar o resto dos pratos sujos nas outras mesas, sentindo o olhar de Josh em mim todo o tempo.

- Esse é o meu trabalho, garota. Por que não vai para casa e conversamos segunda na escola?

- Porque eu não quero conversar na segunda, quero conversar agora – sim, eu sei ser bem teimosa quando quero.

O loiro solta um suspiro como se tivesse perdido uma batalha e entra numa porta, que imagino ser a cozinha, voltando um minuto depois com uma vassoura.

- Você ganhou, fale o que quer tanto conversar – ele diz enquanto começava a varrer o salão que ficava as mesas. Eu não consigo evitar um sorriso vitorioso, colocando a bacia cheia de pratos sujos em cima de uma mesa.

- Há alguns dias, quando perguntei o porquê de você trabalhar aqui, você disse que não é todo mundo que tem a sorte de ter um pai ou uma mãe que te paga tudo. Insinuando que eu era uma mimadinha filhinha da mamãe e aquilo me ofendeu muito – pauso um pouco para respirar – Porque você não me conhece para falar algo desse tipo.

Finalmente consigo tirar todo o peso que carregava durante esses dias e suspiro de alivio. Josh parou de varrer e me olhava com descrença.

- Era isso? Arriscou sua vida vindo até aqui tão tarde da noite apenas por causa disso? – Agora ele parecia um pouco irritado.

- Não é só “isso” – faço aspas com os dedos – Você não deveria sair falando coisas sobre alguém que não conhece.

- Ótimo - Josh larga a vassoura e se aproxima de mim, ainda parecendo irritado. Essa aproximação me deixou completamente desestabilizada, pois o loiro estava a centímetros do meu corpo – Então me diz, Any. Quem é você?

A essa altura eu já estava furiosa com a atitude do loiro que fazia descaso do que tinha acontecido e sequer pediu desculpas. Ainda por cima me fazia perguntas difíceis que eu não sabia como responder.

- Eu... Eu – estava nervosa, parte pelo corpo do loiro tão próximo ao meu e parte por não saber o que dizer – Eu sou Any Gabrielly Soares, nasci no Brasil. Onde minha mãe trabalhava duro para poder me dar uma vida digna. Eu sou uma garota que por muito tempo não tive nada mais do que o mínimo para sobreviver, a garota que chegou a passar fome, a garota que teve que morar com a avó porque a mãe não tinha condições de sustentá-la.

Enquanto eu falava, contando todo o meu passado para o loiro a expressão dele havia ficado seria e ele apenas me observava calado. Nunca tinha falado isso a ninguém, nem mesmo aos meus amigos. Não faço a mínima ideia do porque estou falando tudo isso ao Josh.

- As coisas melhoraram quando minha mãe conheceu o pai da minha irmã e enfim conseguirmos ser uma família, até que ele faleceu. Minha mãe resolveu mudar para Los Angeles para tentar nos dar uma boa vida e sempre ralou muito para isso. Eu, Josh... Eu sou a garota que a cada dia desiste do próprio sonho de ser cantora para poder ajudar minha mãe e a minha irmã.

Termino de falar ofegante, pois tinha despejado tudo de uma vez. Um silêncio incomodo se instalou e me surpreendo quando sinto a mão do loiro em meu rosto e ele limpava uma lagrima em minha bochecha com o polegar. Só então percebi que estava chorando, eu tinha sido fraca e chorei na frente de Josh Beauchamp.

- Me desculpe, Any. Eu não imaginava que você tivesse passado por uma vida tão difícil. Eu fui egoísta, me desculpa – ele fala com sinceridade na voz e me puxa para um abraço apertado, me pegando novamente de surpresa. Meu corpo todo estava arrepiado com o toque do loiro e eu retribuo seu abraço, entrelaçando os braços em sua cintura e escondendo o rosto em seu pescoço que apesar de estar suado, tinha um cheiro maravilhoso. Tentava parar de chorar enquanto sentia o carinho que Josh fazia em meus cachos.

- Tu....tudo bem, sem ressentimentos – falo baixinho, após conseguir parar de chorar. Mas sem conseguir soltá-lo e Josh, surpreendentemente, também não tinha se afastado. Ficamos naquele abraço por mais alguns minutos e eu me assustei com o quanto meu coração estava acelerado.

- E..eu acho que agora vou pra casa – falo gaguejando e me amaldiçoou mentalmente por isso. Sentia minhas bochechas queimarem de vergonha enquanto com muito esforço me afastava de Josh.

- Há essa hora e sozinha? – ele pergunta, parecendo um pouco vermelho também, talvez pelo momento que tivemos - Não vai mesmo, espera aqui que eu vou ajeitar as coisas lá dentro e te deixo em casa.  

Antes que eu pudesse protestar, Josh pega a bacia com os pratos sujos e entra pela porta da cozinha, me deixando sozinha no enorme salão. Olho em envolta me sentindo um pouco assustada, aquele lugar era lindo, mas assustador quando estava vazio. Pela grande janela, percebo que havia uma praça em frente ao restaurante, com alguns brinquedos infantis.

Resolvo esperar por Josh lá, já que a praça estava um pouco movimentada com alguns casais namorando e amigos conversando. Atravesso a rua e vou até o balanço, me sentando no mesmo. Sorrio ao lembrar o meu tempo de criança, eu amava me balançar. Principalmente quando minha mãe ia me buscar na casa da minha avó para passarmos um tempo juntas. Ela sempre me levava ao parque e passávamos a tarde inteira brincando, ela me balançava e eu achava que poderia tocar no céu.

- Ei, você me assustou. Achei que tivesse ido embora – A voz de Josh me faz voltar à realidade e eu o encaro. Ele parecia ter tomado banho, mas usava a mesma roupa que estava na escola hoje ou no dia anterior, levando em consideração que já eram uma da manhã.

- Achei aqui mais confortável para te esperar, desculpa – falo e bato no balanço ao meu lado, como se o convidasse para se sentar. Ele sorrir e senta, se balançando devagar. Um silêncio se instala novamente, mas dessa vez era confortável. Até que me lembro das diversas curiosidades que tinha sobre ele e resolvo perguntar.

- Por quê? – pergunto, chamando a atenção de Josh, que me olha com curiosidade – Por que trabalha de garçom?

Fico com medo de receber outra resposta grossa como da primeira vez, mas o loiro apenas suspira e volta a olhar para frente, para um casal que ria e conversava distraidamente. Quando já tinha aceitado o fato de que ele não responderia, sua voz me surpreende e toma toda minha atenção.

- Você disse que o seu maior sonho é ser cantora? – Ele pergunta e eu afirmo com a cabeça – Eu também tenho um sonho, eu quero dançar profissionalmente. Eu sempre gostei de dançar desde criança, sofri muito preconceito por isso, um garoto que gosta de dançar, inclusive do meu próprio pai. Diferente dos meus amigos, minha família não tem muito dinheiro e o pouco que meu pai tem ele disse que nunca me ajudaria a ser um dançarino. Então é por isso que eu trabalho, para correr atrás do meu próprio sonho. Com o dinheiro que eu ganho no restaurante consigo pagar o aluguel de uma sala no Studio de dança e posso treinar e criar minhas coreografias.

Ele termina de falar e eu me sentia cada vez mais extasiada. Eu olhava para o garoto ao meu lado com admiração, aquele não era o Josh jogador de futebol que todos conheciam, aquele era Josh o dançarino que batalhava pelo seu sonho e eu sentia orgulho dele. Sem nem perceber, seguro a mão do loiro e ele me olha surpreso, mas não afasta o toque.

- Você é um excelente dançarino, Josh. Acredito que você vai conseguir tudo que deseja – falo sincera e acaricio sua mão com o meu polegar. Ele sorrir, acho que o sorriso mais lindo e sincero que já vi em seu rosto.

- E você tem uma voz maravilhosa, Any. Me promete que jamais vai desistir do seu sonho? – ele pergunta, me deixando sem palavras novamente naquela noite.

- Eu prometo, Josh. Vou batalhar pelo meu sonho com todas as minhas forças – falo emocionada, já sentindo uma lagrima escorrer pela minha bochecha. De todas as formas que eu imaginei aquela conversa com o loiro eu nunca imaginei que chegaríamos a esse ponto. Enxugo rapidamente a lagrima para que Josh não visse.

De repete o loiro sorri e me olha com um olhar travesso, como se fosse aprontar algo.

- Quem conseguir pular mais longe ganha, quem perder tem que pagar um soverte – ele fala animado e começa a se balançar. Ele queria pular do balanço? Ai meu deus, faz muito tempo que não faço isso. Mas meu espírito de competitiva me moveu e começo a me balançar o mais alto que consigo.

- No três ok? – ele pergunta com um largo sorriso no rosto enquanto me olhava e segura minha mão – 1,2, 3.

- VOCÊ É LOUCO JOSHH – grito enquanto solto o balanço e pulava com o loiro, apertando forte sua mão.  Fecho os olhos sentindo o vento frio no meu rosto, por alguns segundos tive a impressão de estar voando e me sentia livre capaz de qualquer coisa. Mas o choque do meu corpo contra a areia me faz voltar à realidade e eu abro os olhos, encarando o loiro que gargalhava como uma criança caído no chão um pouco abaixo de mim. Não consigo evitar e acabo gargalhando junto.

- Parece que me deve um sorvete, Beauchamp – comento um pouco ofegante pela crise de gargalhadas e vejo o loiro rastejar na areia até ficar do meu lado.

- Aposta é aposta, Gabrielly – ele fala e caímos na risada novamente. Com Josh eu me sentia feliz, tranquila e uma criança novamente. Me viro na areia para olhá-lo, ignorando o fato de que meu cabelo estava coberto de areia e noto que ele me olhava, ainda com uma sobra de um sorriso no canto dos seus lábios finos.

De repente é como se o mundo parasse e tudo o que eu conseguisse enxergar e sentir fosse Josh Beauchamp, ele estava por toda parte. Nossos olhares prenderam um no outro e meu coração acelerava dentro do peito, acho que ele pode sair pela boca a qualquer momento.

Josh se aproxima mais de mim, deixando seu rosto a centímetros do meu ao ponto dos nossos narizes roçarem me causando leves arrepios na nunca. Em seu olhar eu podia ver o que ele queria e surpreendentemente era o que eu queria também. Fecho meus olhos deixando meus lábios entreabertos e apenas espero ansiosamente pelo que estava por vir.

Os lábios de Josh tocam os meus gentilmente, seus lábios finos eram macios e quentes. Sua mão quente sobe pelo meu pescoço até minha nuca, me causando borboletas no estômago. Sinto o toque macio da língua do loiro em meu lábio inferior, pedindo passagem e cedo sem nem pensar duas vezes. Arfo baixinho entre o beijo quando sinto nossas línguas se tocarem, começando uma dança lenta e perfeita. Levo minha mão até a nuca do loiro, acariciando seu cabelo raspado aproveitando a sensação maravilhosa daquele beijo. Nossas bocas se encaixaram perfeitamente como se tivessem sido desenhadas uma para outra.

A falta de ar apareceu, me deixando um pouco triste, pois não queria acabar com aquele beijo e voltar à realidade. Com um selinho demorado, Josh encerra o beijo e abro meus olhos, encontrando o loiro sorrindo e com os lábios levemente inchados. Estávamos ofegantes e envergonhados.

- Então além de ser uma cantora maravilhosa, Any Gabrielly beija bem – Josh fala divertido para quebrar o gelo e o constrangimento – Uma garota cheia de talentos.

- Então além de ser um excelente dançarino, Josh Beauchamp também beija muito bem – falo imitando suas palavras e nós rimos novamente. Ele se levanta e oferece a mão para me ajudar a levantar.

- Por mais que eu esteja adorando estar aqui com você, brasileira. São duas da manhã e preciso te levar pra casa – ele fala divertido e eu me assusto quando ele diz a hora. Meu deus, nem vi o tempo passar, espero que minha mãe não tenha acordado.

- Meu deus, não notei que já era tão tarde. Minha mãe coloca até o FBI atrás de mim se acordar e não me encontrar em casa – falo divertida e ele solta uma gargalhada, entrelaçando seus dedos aos meus, gesto que me deixou surpresa.

Voltamos para frente do restaurante e Josh tira uma chave do bolso de seu jeans. Arregalo os olhos quando vejo que se tratava da chave de uma moto vermelha, aquelas motos estilo MotoCross.

- Eu nunca andei numa moto antes – falo um pouco assustada.

- Não tem mistério, Any – ele fala divertido – eu piloto com cuidado.

Ele pega o único capacete e me entrega, subindo na moto em seguida.

- Eu não esperava companhia hoje, então só trouxe um capacete. Vem, sobe – ele oferece a mão para me ajudar e eu aceito, subindo na moto meio desajeitada, arrancando risadas do loiro.

- Josh, não tem graça – bato de leve em seu ombro e coloco o capacete na cabeça, procurando um lugar para segurar e não encontrando nada, o que me deixou nervosa.

- Segura em mim, brasileira – Josh fala e pega meus braços os entrelaçando em sua cintura e eu aperto inconscientemente.

O canadense tira o descanso e logo dar partida na moto, causando um som ensurdecedor ecoando pela rua, agora vazia. Encosto a cabeça nas costas de Josh, sentindo um pouco de medo, pois o loiro acelerava cada vez mais e eu mal podia ver o que passava por nós.

Aos poucos sinto que a velocidade diminuía e quando abro meus olhos vejo minha casa ao lado, o que me faz suspirar por estar viva. As luzes estavam apagadas, o que era bom. Sinal que minha mãe ainda dormia.

- Você quase nos matou, Beauchamp – falo enquanto descia da moto, tirando o capacete e batendo com ele no braço do loiro, que fingiu uma careta de dor e caiu na gargalhada.

- Eu pilotei direitinho, Any – ele fala revirando os olhos e pega o capacete das minhas mãos, antes que eu usasse para o bater novamente. Então lembro que ainda tinha algumas coisas para perguntar a ele e não poderia esperar até outro dia, até porque eu não sei se vai ter outro dia como esse. Pensar nisso me deixa assustadoramente triste.

- Josh, eu tenho mais duas perguntas – falo o olhando e ele sorrir levemente, descendo da moto e se encostando à mesma, puxando meu corpo para mais perto, colando ao dele. O que me fez arrepiar e quase esquecer o que eu tinha para perguntar.

- Você é bem curiosa não é? – ele pergunta divertido ainda com as mãos em volta da minha cintura – Pergunte.

- Sou muito curiosa mesmo – falo divertida, tentando ignorar o arrepio pelo meu corpo e o coração acelerado – Por que joga futebol se você dança tão bem?

- Futebol é o meu plano B, caso eu não consiga virar um dançarino profissional. Posso tentar conseguir uma bolsa em alguma faculdade – ele responde calmamente e tudo começa a fazer sentido para mim, agora só tinha mais uma coisa e provavelmente a que mais me deixava curiosa.

- É um bom plano. A segunda pergunta é, por que esconde dos seus amigos o seu trabalho? – se eu estava sendo evasiva demais? Provavelmente sim, mas minha curiosidade era maior que a minha fome. O loiro suspira lentamente e eu quase me arrependi por ter perguntando, levanto o meu olhar e encontro sua expressão um pouco mais seria.

- Como eu disse antes, comparado aos meus amigos, eu não tenho uma condição financeira muito boa e acho que escondo por sentir vergonha, talvez... ou por não querer que ninguém sinta pena de mim – ele responde com sinceridade e eu faço carinho em seu rosto, sorrio quando o vejo fechar os olhos e suspirar como se aproveitasse o meu toque.

- Não acho que o Noah ou o Bailey sentiriam pena de alguém esforçado como você. Eu sinto admiração – falo e ele abre os olhos, me olhando como se penetrasse minha alma, logo sorrindo e me dando um selinho que eu retribuo de imediato, mesmo tendo sido pega de surpresa.

- Eles eu sei que não teriam, mas o resto da escola? Aquilo é uma arena onde todos competem para ver quem é o melhor – ele fala e eu sou obrigada a concordar, por isso me sinto confortável com os meus amigos, no nosso pequeno grupinho ninguém tenta ser melhor do que ninguém.

- Você precisa entrar agora, antes que sua mãe acorde – ele fala divertido e eu saio dos meus pensamentos o olhando e sorrio concordando com um aceno de cabeça.

- Verdade, ela mata nós dois se pega a gente aqui fora e com uma moto – falo e solto uma gargalhada baixinha quando Josh arregala os olhos. Juntando toda a coragem que eu tinha, seguro o rosto do canadense entre minhas mãos e roubo um selinho bem demorado que ele retribui no mesmo segundo. Tento gravar todas as sensações que os lábios dele me passavam.

Acho que eu me tornei viciada no beijo de Josh Beauchamp.

Finalizo o beijo e sorrimos ainda abraçados. Desejo boa noite e com toda a força que consegui reunir, me afasto do corpo de Josh, já sentindo falta no mesmo segundo e me viro caminhando até a porta da frente.

- ANY – Josh fala com a voz um pouco alterada, mas sem gritar e eu o olho curiosa, esperando que ele continue – Amanhã, digo, Hoje é meu dia de folga e vai ter uma festa na casa do Lamar,  à noite. Se você quiser ir...

- Ir com você? – pergunto, tentando conter a vontade de gritar e dançar que nem uma louca. Sorrio quando vejo as bochechas pálidas dele ganharem um tom avermelhado.

- Si...sim, comigo – ele fala gaguejando um pouco e eu tenho que me segurar para não correr de volta para os seus braços.

- Eu adoraria ir com você, Beauchamp – falo transbordando de felicidade por dentro.

- Então a gente se ver amanhã, brasileira – ele fala e pisca. Coloca o capacete e sobe na moto, dando partida e logo desaparecendo na rua escura, me deixando com um sorriso enorme no rosto.

Eu, Any Gabrielly tenho um encontro com Josh Beauchamp, o garoto que até algumas horas atrás queria espancar... O mundo realmente dar voltas


Notas Finais


E ai, gostaram?

ESSA FESTA PROMETE MUITA CONFUSÃO ;)


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