História Crazy(Sciles) - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Brett Talbot, Derek Hale, Erica Reyes, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Kira Yukimura, Lydia Martin, Personagens Originais, Scott McCall, Stiles Stilinski, Theo Raeken, Vernon Boyd
Tags Allydia, Jessica Madsen, Sciles
Visualizações 44
Palavras 1.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Lemon, Orange, Romance e Novela, Slash, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Um Caminho Para o Fim - Part 2


Fanfic / Fanfiction Crazy(Sciles) - Capítulo 9 - Um Caminho Para o Fim - Part 2

Seguramos Scott pelos braços e começamos arrasta-ló até dentro do hospital, estávamos tão distraídos que não percebemos que Scott estava pesado demais, o olhei e percebi o motivo de ele esta pesando tanto.


— Stiles o Scott não esta respirando.




Lydia Pov.


Já fazia duas horas que Scott estava trancado em uma sala com Melissa que pediu para que todos nós esperasse-mos do lado de fora, Stiles e Clarice estavam aflitos andando de um lado pro outro toda hora sem parar um segundo e isso já estava me irritando, Parrish podia voltar a qualquer momento e essa cirurgia não acabava, quando eu estava prestes a começar a andar também Clarice veio na minha direção me colocando contra a parede 


— Olha só, quer dizer então que toda inocente Lydia Martin é na verdade uma trambiqueira desvairada, isso só melhora né? Stiles se apaixona pelo médico deformado, eu atiro na cabeça da minha melhor amiga, meu tio tá voltando pra nos capturar, Parrish que é um porco desgraçado quer atirar em mim por causa de uma gaVadia patética e você é na verdade uma infiltrada que nos passa informações dá polícia como esse mundo é pequeno né? Vem cá, o que mais você é? É do governo, é uma refugiada, é uma espécie de mutante ainda não catalogado?


— Por que você não me deixa em paz?  


— Porque eu não quero, porque eu adoro ver você irritada e puta da vida.


— Você não pode ter o mínimo de respeito? O Scott tá morrendo e você tá se divertindo com isso.


— Scott não é meu parente ou amigo e porque eu deveria me importar? Ele tentou fugir e o Brett fez o que achava certo pra nós, esse idiota poderia nos denunciar e voltaríamos pra eichen e pra ser franca eu não quero envelhecer naquele buraco.


— Você é um monstro.


— Não, eu sou apenas uma garota que não tem respeito por ninguém e você, bom você é que um monstro, enganando o trouxa do Parrish desse jeito logo ele que sempre foi tão gentil com você.


Melissa saí da sala e avisa que Scott estava mais ou menos bem, Stiles ficou um pouco feliz já Clarice ficou resmungando igual há uma velha.


— Ótimo agora que ele está bem vamos pegar ele e dá o fora daqui. — Falou Clarice.


— O quê? Não, meu filho estava correndo perigo de vida ele não está bem para sair daqui.


— Esculta aqui velha, você irá sair da nossa frente ou eu arrebento sua cabeça.


— Então terá que me matar pra ter que tirar meu filho daqui.


— Hummmm, okay. — Clarice pega Melissa pelo braço a lançando contra a parede e logo depois quebra seu pescoço, Melissa escorrega pela parede e vai ao chão. — Velha patética, acha mesmo que pode comigo.


— Sua louca você matou ela sua vadia. — Gritei. Sem perceber Clarice arranca o extintor da parede e acerta minha cabeça com força e não demorou muito para eu acabar desmaiando.   




Stiles pov.


Clarice entrou na sala para pegar Scott que ainda estava descordado, não dava para carrega-lo ou arrasta-lo por isso tivemos que bolar um plano.


— Agora ferrou temos que tirar ele daqui. — Falei.— Você tinha que matar a mãe dele ou acertar a Lydia? Precisava-mos dá ajuda delas.


— A Lydia com certeza faria alguma besteira e a mãe dele jamais deixaria nós sairmos daqui com ele, e a polícia tá chegando aqui a qualquer momento nós não temos plano nenhum Stiles nós só temos uma escolha deixamos ele aqui e vamos embora ou tentamos leva-lo e seremos presos de novo pela polícia mas dessa vez não seremos colocados na eichen, seremos mandado para a cadeia porque em alguns dias você vai fazer dezoito anos e eu também, provavelmente seu namoradinho irá dividir a cela com você porque ele tem vinte e seis anos. 


— Não podemos deixa-lo aqui.


— Eu sei que você ama esse cara mas é ficar com ele e prisão ou fugir para o mais longe daqui e o que você escolhe? Por que não só irá pra prisão como também irá morrer lá pois o Parrish quer nós dois mortos por causa daquela vadia seca.


— Eu não quero morrer, mas também não quero deixa-lo.


— Se você ficar aqui saiba que eu não ficarei do seu lado dessa vez, eu irei embora e não olharei pra trás.


— Se eu deixa-lo aqui o que ele sentirá por mim?


— Provavelmente muita raiva por termos matado a mãe dele e porque deixamos ele com a falsiane do cabelo de fogo.


— Você não tá ajudando muito.


— Stiles pelo amor de deus escolhe de uma vez antes que seu pai apareça com a polícia.


— ... Vamos sair daqui. — Olhei para Scott uma última vez. — Eu sinto muito Scott.


Assim que saímos da sala vimos o elevador se abrir e vimos meu pai, Parrish, Braeden e mais alguns policias saírem de dentro.


— Eles estão ali. — ouvimos Braeden gritar e começamos a correr pelo corredor até a escada que levava ao andar de cima. Corríamos o mais rápido que podíamos ouvimos eles dispararem contra nós, mas nenhuma bala nos acertava. Meu pai corria que nem louco, pobre coitado não percebia que seu melhor amigo iria meter uma bala na sua cabeça e na minha apenas para se vingar pela morte da garota que amava, outro pobre coitado que mal sabia que sua adorada noiva estava apenas interessada em seu dinheiro e que tinha um caso com seu irmão que fingia ser gay apenas para a família odia-lo e para poder ficar na casa de Parrish enquanto o mesmo trabalhava o irmão transava com noiva em todos os cômodos da casa... Loucura né? 

É uma verdadeira irônia do destino. Quando escutei mais um disparo senti uma das balas acertando minha perna mas mesmo assim continuei correndo, Clarice queria me ajudar mas eu a empurrei a jogando dentro de um elevador que rapidamente fechou as portas. 


— Parado Stiles. — Falou a porra chata chamada Parrish. — Acabou pra você. 


— Nossa, sempre me disseram essa frase milhares e milhares de vezes mas nunca acabou então por que acabaria agora? Justo agora que estamos no começo. 


— Não esse já é o seu epílogo. 


— Olha, ele virou poetinha. Você é patético Parrish, Clarice sempre tinha razão em uma coisa você tenta se dar bem na vida mas é tão patético que a vida sempre fode você. 


— Mas dessa vez a vida está ao meu a favor, porque você está aqui e é exatamente o que eu queria, depois eu acho a Clarice eu pretendo acabar com vocês dois assim como vocês dois acabaram com a minha vida. 


— Já acabou Jéssica? Ou ainda pretende continuar com o showzinho. A propósito, eai pai tudo bem? Parece que tá ótimo mesmo, sabe o Parrish ele planeja dá um tiro na sua cabeça e depois dá um na minha e por último na dá Clarice porque eu e ela matamos duas pessoas importantes pra ele. Meu pai olhou pro Parrish com uma cara de que não estava feliz. 


— Eles merecem isso, eles destruíram minha vida e eu sinto muito. — Parrish sacou a arma de disparou contra seus colegas e contra meu pai, a única coisa que pude fazer era ficar observando porque de alguma forma comecei a me sentir excitado com aquilo... Foco Stiles, foco Stiles... Ai Scott... Puta merda foco. Parrish se virou pra mim. — Agora sua vez. — Apontou a arma pra minha cabeça. 


— Por favor, me perdoa não me mate eu sinto muito. — Comecei a rir da minha péssima atuação. — Você é muito babaca Parrish e deixa eu te contar a melhor parte, sua adorada noiva traía você com seu irmão e os dois planejavam roubar seu dinheiro. 


— Essa é sua jogada? Me colocar contra minha noiva. 


— Escuta, você vai me matar de qualquer jeito então é melhor você saber da verdade logo de uma vez. 


— Por que eu acreditaria em você? 


— Porque eu nunca minto, então acredite se quiser porque você é o corno e chifrudo da situação. 


— Eu vou matar você por tudo que me fez passar. 


— E ela vai matar você. — Parrish olhou pra trás e Clarice acertou um extintor de incêndio no seu rosto fortemente que o fez cair no chão desmaiado. 


— Eu como sempre salvando a pátria. 


— Pode apostar, eu te daria um beijo se curtisse garotas. 


— E eu recusaria porque você não faz meu tipo, agora vamos sair daqui o Scott acordou. 


Corremos pelo corredor até a sala onde Scott estava, eles estava tentando se sentar na maca mas estava com dificuldade. 


— Hey. — Levantei seu rosto. — Como se sente voltando dos mortos? 


— Horrível, parece que um caminhão passou por cima de mim.


— A Clarice te colou em um porta-malas cheio de pedras e mais algumas coisas e o carro foi batendo pelo caminho. 


— Típico, Clarice como sempre sendo Clarice. 


— Desculpa atrapalhar o momento de vocês mas temos que sair daqui antes que os outros polícias apareçam. 


— Consegue andar? — Perguntei. 

— Mais ou menos. 


— Ótimo isso já é o suficiente, porque se não estivesse conseguindo teríamos que te arrastar de novo. 


— Pelo amor de deus gente querem andar logo!!!! 


Scott começou a andar, tivemos que tapar seus olhos para não ver o corpo de sua mãe, depois que entramos no carro e dirigimos sem saber pra onde íamos. Tudo estava calmo Scott tinha voltado a dormir, na rádio tocava Angel do Fifth Harmony, ah! Como eu amo essa música, quando a música estava chegando na melhor parte escutamos barulho de tiros, olhamos pra trás vimos que era Alisson em um carro com uma arma e mais atrás dois carros de polícia, provavelmente era o puto do Parrish esse cara é um karma  como dizem O Karma é Uma Vadia mas esse karma esta mais pra um porco fudido. Allison passou a nossa frente, saiu do carro e começou a disparar contra o nosso carro. 


— Passa o carro por cima dessa vagabunda. 


— Você vai precisar ser rápido. 


— Como assim? 


— Preciso que pegue aquela arma que tá nas mãos dela depois que eu der cabo dela. 


— Promete que eu não vou morrer. 


— Não posso prometer nada. — Clarice acelerou o mais rápido que pôde, Allison continuava atirando mas começou a correr assim que percebeu que pretendíamos atropela-lá, quando se preparou para atirar mais uma vez Clarice passou o carro por cima e para garantir que tinha morrido deu ré no carro e passou outra vez por cima,  digamos que foi umas quatro vezes até eu descer pra pegar arma. Assim que peguei voltei pro carro e Clarice tinha uma caixa de fósforos nas mãos. 


— O que pretende fazer? 


— Quer ver fogos de artifício? 


Clarice pegou a arma atirou no carro onde Allison estava a disparou contra o tanque de gasolina que começou a vazar, demorou um tempo mas percebi o que pretendia, quando os dois carros de polícia estavam passando por cima da gasolina Clarice acendeu quatro fósforos e soltou sobre a gasolina, depois eu entendi os fogos de artifício. Assim que chegou sobre os carros BUM vimos tudo explodir e pedaços dos carros voando pra qualquer parte. 


— Comparado ao natal e ao ano novo isso foi muito mais emocionante e épico. 


Notas Finais


OLHA QUEM APARECEU, DESCULPA POR NÃO TER POSTADO QUINTA-FEIRA PASSADA O CAPÍTULO NÃO ESTAVA TERMINADO E SÓ TERMINEI AGORA... EU NÃO SEI SE TERÁ CAPÍTULO NESSA QUINTA OU SÓ NA PRÓXIMA, SE EU CONSEGUIR TERMINAR DE ESCREVER EU POSTO.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...