História Creepy Mansion - Interativa - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Jeff The Killer, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Personagens Originais
Visualizações 26
Palavras 1.344
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, FemmeSlash, Hentai, Lemon, Luta, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Terror e Horror, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá a todos.
Todos que leram as notas de ontem ficaram sabendo da notícia da morte da minha irmãzinha, vim atualizar ela.
Minha irmã não morreu.
Ela tinha tido que operar uma hérnia na barriga, e as chances de dar errado eram mínimas.
O médico que a operou (não vou dizer o nome agora, explico depois) a ESTUPROU enquanto estava anestesiada, lembrando que estamos falando de uma criança de cinco anos e depois injetou uma espécie de calmante ou sei lá o que e fingiu a morte dela.
ALÉM DE ESTUPRAR MINHA IRMÃZINHA ESSE FILHO DA PUTA AINDA TENTOU FAZER COM QUE ELA FOSSE ENTERRADA VIVA.
O azar desse desgraçado foi ter errado a dose e ela ter acordado no meio do velório.
Ele desapareceu, e quando fomos checar o nome, não existia ninguém com o nome!
Todos aí, fiquem atentos com essa caralha.
Eu nunca esperava que isso fosse acontecer, e eu preferia mil vezes que tivesse acontecido comigo do que com ela.
Acabei escrevendo isso no hospital, enquanto esperava notícias.

Capítulo 34 - Atenção



         "Por que as folhas que caem no outono são vermelhas?

Por que flores murcham?

Por que o branco é o bom e o preto é o mal sendo que o branco é a neve congelante e o preto as terras férteis?

Por trás dessa máscara em pedaços ainda há uma pessoa, tão triste e assustada quanto todas as outras.

Por que insistem em dizer que é diferente?

Eu sou o branco impuro, eu sou o preto puro."

Anotações do caderno de Eliza, página 29.


Eliza estava em seu quarto ensinando Beast a tocar harpa.

"Ele é puro e inocente, por que gosta de de uma impura indecente?"

Os dedos dela passavam suavemente pelas cordas, fazendo um som agradável. Beast era desajeitado, tocava as cordas nas ordens erradas e desritmadamente, fazendo-o se irritar.

-Não consigo Eliza! -ele disse emburrado.

-Vamos com calma pequeno, é difícil no começo -a voz dela era muito gentil.

Segurou as mãos do garoto começou a tocar. Ele sentia o jeito que ela tocava, era lento e ela não usava muita força.

Tentou sozinho novamente, mesmo ainda desritmado, estava muito melhor.

-Viu pequeno? -disse Eliza acariciando os cabelos dele.

Mitsu dormia nos pés dos dois. Eliza começou a tocar enquanto o menino acariciava a tigresa.

-Eliza?

-Sim pequeno? -ela ainda tocava.

-Posso te chamar de mamãe?

Ela parou. Estava estática.

-Como?

-Eu gosto muito de você, você está sempre cuidando de mim e me ensinando as coisas. Não é isso que é ser mãe?

Ela estava pasma olhando o pequeno. O garoto era inocente a tal ponto?

-Pequeno, se sentiria feliz me chamando assim?

-Muito -ele abre um sorriso.

Eliza abriu um pequeno sorriso. Ela odiava que a fizessem mostrar seus sentimentos, mas ela simplesmente não conseguia odiá-lo.

-Então está bem pequeno -ela acaricia os cabelos dele.

Ele sorri inocentemente para a mulher, que apenas volta a tocar. Ele não sabia, se dependesse dela nunca saberia, o que tem que acontecer para uma mulher tornar-se mãe. Mas Eliza sabia no fundo que ele logo logo descobriria.


Mirror estava deitada no quarto. Tinha tomado um porre com as notícias do dia.

Eyeless é filho da Dama da Noite, Vibe está perto de se tornar sua cunhada. Qual é a próxima? Ela na verdade é um gato chamado Amatsuki?

A menina precisava pensar e para isso tocar.

Seus dedos deslizavam pelo piano, mas a mente dela estava longe dali. Tuddo aquilo faziam sentido, mas tinha algo sem sentido, sem ligação. Algo estava solto.

Mas o que seria?

Era a quinta música que tocava, ou seja, as coisas não faziam sentido. Ela estava com dor de cabeça de tanto pensar no assunto. Acabou por abandonar o piano e tentar pintar.

Ela geralmente pintava coisas aleatórias que faziam sentido no final, mas nem isso conseguia. Ela precisava ver Eyeless, mas estava nervosa com a mulher junto a ele. Resolveu por fim tomar um banho demorado. Entrou no banheiro e despiu-se sem pressa. Pegou uma xícara com um bom chá e abriu a torneira esperando a banheira encher. Encarava-se no espelho enquanto isso.


"Você sempre saberá quem está olhando para o espelho, mas você nunca saberá quem está olhando de volta dentro dele.

Isso te assusta? Espere até o anoitecer..."

Diário de Mirror, página 37.


No caso pelo menos Mirror sabia que não tinha ninguém a olhando. Ela e o espelho eram grandes amigos ligados.

Quando a banheira encheu, entrou na água quente tentando acalmar-se. Era difícil entender tudo o que se passava naquele momento, então ela queria apenas esvaziar a mente.

Alguém bate na porta.

-Quem é?

-Mirror, sou eu -a voz de Eyeless era reconhecível.

-Estou tomando banho querido.

-E daí?

-Não quero que sua mãe fique me perguntando coisas sobre o que provavelmente faremos.

-Amor, eu só quero ficar com você, não fazer nada.

Mirror cerrou os olhos, levantou-se e destravou a porta. O garoto esperou ouvir barulho de água novamente para entrar. Lá estava ela. Com os curtos fios acima da água, ela estava deitada de olhos fechados aproveitando o calor. O garoto despiu-se e entrou na água junto a ela, fazendo-a se assustar.

-Eyeless!

-O que?

-Sua mãe!

-Fodas ela Mirror.

Ele se deitou sobre a menina, que apenas ficou em silêncio meio surpresa.

-Antes de eu saber que ela era minha mãe você era minha, e eu saber isso agora não vai mudar nada.

Mirror apenas sorriu de canto e começou a acariciar o menino.

-Muita informação para um só dia né?

-Com certeza -ele suspirou- agora vamos só ficar aqui juntos, assim está bom.

Ela concordou e ambos apenas ficaram deitados juntos dentro da banheira.


"Não adianta ser a mais linda de todas as rosas se é cheia de espinhos, ninguém vai se aproximar de você ."

Anotações das margens de um livro em língua desconhecida, feitas por Zer0 na página 476.


Zer0 estava sentada no quarto desenhando runas em folhas no chão. Ela estava amargurada com as possibilidades do futuro.

Se ele estava atrás dela, isso não era coisa boa. Ele a matou por ela não corresponder ao seu amor doentio.

E se tudo que ela sabia estava certo, eles esperariam um momento específico, um momento de enorme fragilidade.

Ela torcia para que esse momento demorasse muito.


"Somos todos bouquets de flores podres, tão acostumados com essa podridão que estranham uma pessoa ainda não contamida."

Rolos de papiros de Akami, número 3.

Akami estava sentada olhando Fake colocar fogo na água. Ela não dizia nada, apenas analisava os comportamentos piromaniácos do garoto.

-Você vai colocar fogo na casa desse jeito -disse ela tomando o sódio dele.

-Devolve -ele tentou tomar o material dela, mas ela se esquivou.

-Com uma condição.

-Qual?

-Você viu a mente da Mirror, não é?

Ele ficou em silêncio por alguns e apenas assentiu com a cabeça.

-Não conte a ninguém sobre nós, Mirror tem que contar.

Ele olhou pela janela.

-Ela vai contar logo?

-Provavelmente sim.

Eles ficaram em silêncio por alguns segundos.

-Não ponha fogo na casa.

Ela devolve a substância para o garoto.


"Ter a mania de substituir tudo por metal imortal faz você perder o melhor de ser mortal: a ansiedade para aproveitar o máximo antes do final."

Relatório n°5784 de Vibe.

Estava com Hiro, tinha o convencido a sair com ela para um passeio. Eles estavam numa cachoeira muito bonita.

-Uau... -ele estava maravilhado.

-Anda, vamos nadar!

Ela joga o vestido longe revelando o biquíni que mal cobria seu corpo.

-O q-que? -ele estava tão vermelho que parecia que ia explodir.

-Para de viadagem e vamos logo -ela pula da queda até o lago.

O garoto tira a camisa vermelho e fica apenas de bermudas e pula logo atrás dela.

Eles se encontraram e foram para a parte mais rasa aonde conseguiam ficar sentados. Começaram a conversar, até que a sem noção começa.

-Você sabe se tem um campo magnético diferente do normal?

-Ahn? Por que?

-Acho que você causa interferência nos meus sistemas, eu começo a suar e não saber o que falar, o coração acelera e a respiração fica pesada. Mas mesmo assim quero ficar perto...

Ela chega o rosto perto dele o analisando.

-O que será que tem? Alguma eletronegatividade que modifica meus sistemas?

Ele estava vermelho. Ela não percebeu que se declarava, esse é o cúmulo da lerdeza.

-Podemos testar.

-Uh -ela parecia confusa- como?

Ele junta toda a pouquíssima coragem que não tem e beija ela.

Agora sim ela está uma bagunça! Seus batimentos sobem muito, ela perde o raciocínio, a razão, o lançador de abacates, tudo!

Estava com a mente extremamente bagunçada até corresponder. Virou tudo uma calmaria sem sentido, aonde os abacaxis vampiros diziam para ela não parar isso por nada.

Por que ela fez um abacaxi vampiro mesmo?

Eles param ofegantes com as testas ainda encostadas.

-Gostei... desse teste...

-Também... -responde ofegando.

-Quer... testar... mais?

-Com... certeza...

Eles voltaram a se beijar naquela cachoeira. De longe, a Dama da Lua apenas observa.

-Pois bem, preciso agora arrumar alguém para Akami, Eliza e Zer0.

Ela dá as costas e desaparece num canto escuro.


Notas Finais


Sério, eu estou surtando.
Se minha vida parecia uma novela, agora piorou ainda mais!
Puta que pariu eu feri minha mão de tanto socar a parede.
Boa noite e tomem muito cuidado porque tem um louco com nome falso estuprando crianças sedadas e tentando fazer a familia enterrá-las vivas!


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