1. Spirit Fanfics >
  2. Creepy: Uma Históra Arrepiante >
  3. Massacre

História Creepy: Uma Históra Arrepiante - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Olá pessoas com insônia.
Estou aqui nesse madrugada para trazer o último capítulo dessa história maravilinda.
Me desculpem se tiver algum erro gramatical, tô com muito sono pra perceber.
E me desculpe se for meio vago.

Capítulo 7 - Massacre


Fanfic / Fanfiction Creepy: Uma Históra Arrepiante - Capítulo 7 - Massacre

(Uma criança de uns 5 anos acha um filhote de gato machucado e decide ajuda-lo dando um pouco de leite. Quando repentinamente chega um homem.)

Homem: O que você pensa que está fazendo, garoto?

Garoto: N-Nada, é que eu o achei com fome e decidi ajuda-lo.

Homem: Decidiu ajuda-lo?! Para com essa bosta!

(O homem pega o gato e o joga na caçamba de lixo, o matando.)

Homem: Não precisamos de mais uma boca para alimentar, seu garoto de merda. Que isso lhe sirva de aviso.

(O garoto começa a chorar.)

(...)

(Um som de tapa é ouvido.)

Mulher: Isso não é para você!

Garoto: M-Más eu só peguei um. Por que o meu irmão pode e eu não?

Mulher: Você não merece nada. Você não passa de um peso morto para a família.

(. . .)

- (Por que?................. Eu não merecia isso. Eu sempre fui privado de coisas fofas e doces............... Por que fizeram isso comigo?........... No elevador, quando eles me chutaram, estavam tão felizes, e a única coisa que eu mais queria na quele momento, era a morte deles. E por sorte, eu consegui).

(Quando ele viu as barras de ferro caírem sobre suas cabeças, ele não demonstrou reação alguma.... Era para ele morrer com a queda do elevador, ele só não morreu pois estava determinado a não morrer, ele estava cheio de raiva acumulada.)

(Ele começa a se lembrar de todas as pessoas que o fizeram mal. Desde a infância, até agora. Ele só sofreu em toda a sua vida. E quando surgiu uma única faísca de conforto e amor, ela se apaga. Ele desejava viver 12 anos atrás. Seu espírito, sua alma e seu coração se interligaram para conseguir seu objetivo. Alguma coisa nele não o deixava morrer. Seu espírito é de puro ódio e vingança, seu coração estava desmoronado, e sua alma conturbada, sem conseguir morrer, nem sentir dor alguma, e uma força sobre-humana.)

(Ele olha para a escuridão do fundo do rio, parecia não ter fim. É o que dizem, quando você olha para a escuridão, ela olha de volta para você.)

(Ele sai do rio, ofegante e molhado, sua pele estava mais branca do que o normal. Ele sai da água e percebe que não estava mais usando a sua roupa. Ao invés de roupas normais e uma blusa de frio, ele estava usando um sobretudo preto que ia até o final da canela que possuía um capuz que não dava para ver o rosto, uma calça preta e botas pretas. Suas mãos estavam cobertas de faixas. Do bolso, ele retira sua carteira e pega a foto. Algumas lágrimas saem de seus olhos, ele coloca a foto de volta na carteira que coloca em seu bolso. Tocando em seu sobretudo, ele sente algo volumoso.)

Himura: (Espera, o que?).

(Era a máscara Kitsune que ele havia comprado para Hiyoko. Ele coloca a máscara, e ela escurece, todo o branco que havia na máscara fica preto, e os olhos da máscara ficam com um desenho parecendo que ela está chorando, e um sorriso largo desenhado com vermelho (é uma boca fechada mostrando dentes serrilhados simples, são apenas riscos vermelhos, os dentes não são preenchidos de vermelho). Aquela máscara que representava a pureza, foi colocada em algo sombrio ao ponto de chorar e sorrir ao mesmo tempo.)

(Ele ainda consegue ouvir a algazarra do festival, ainda estava de noite. Ele percebe que em seu sobretudo estavam guardadas diferentes facas: Uma faca takamura fina com escritas japonesas que estavam escrito: “raiva”, uma faca militar com um desenho de uma caveira, facas de arremesso com o símbolo ômega desenhado, um cutelo com a escrita: "dor" em japonês, e um facão de combate com desenho de dragão. E eu acho que só.)

Himura: (A hora de vocês vai chegar! Me aguardem!).

*De manhã*

(Elizabeth Grimssom e David Smith estavam trabalhando como sempre.)

Grimssom: David, você falou onde fica a casa daquele assassino que matamos ontem à noite?

Smith: Elizabeth, más notícias!

Grimssom: O que foi?

Smith: A casa.... A casa dele pegou fogo!

Grimssom: Quando os policiais chegaram lá para pegar mais provas, ela estava apenas em cinzas.

(Os dois vão para o local. Tudo havia sido consumido pelo fogo. Não havia nada além de cinzas.)

Grimssom: O que foi que aconteceu aqui?

Smith: Os vizinhos disseram que não viram pois estavam todos no festival.

Grimssom: Como pode ter acontecido isso? Não sobrou nada.

Smith: Más ainda temos as provas que precisamos na autópsia.

Grimssom: Tem razão, más eu ainda não entendo. Ele morreu.

Smith: Sim, levou muita bala. Sem brincadeira, ele parecia um queijo suíço. Ninguém sobrevive a tantos tiros simultâneos.

Grimssom: É, verdade. Provavelmente foi algum tipo de vazamento de gás.

Smith: É o que os bombeiros supõem.

Grimssom: Certo. Vamos ver então os resultados das autópsias.

Smith: Esse é o espírito.

*...*

(É horário escolar, e os alunos começam a conversar sobre o festival.)

-E o festival?

-Cara, aquilo foi loucura pura.

(...)

-E como foi o seu festival, miga?

-Eu fiquei com alguns caras, e você?

-A mesma coisa.

-Eu adoro ver o rosto de virgens naquela hora.

-É tão fofo.

(...)

-Eu lucrei bastante, roubei a grana de uns moleques de outras escolas.

-Eu também, bate aqui.

(Quando repentinamente, tudo fica silencioso e todos ficam com frio na espinha. Passos podem ser ouvidos vindo do lado de fora das salas, chegando cada vez mais perto. Quando a porta abre, todos veem alguém com um sobretudo com capuz, uma máscara kitsune preta chorando e rindo, e um facão na mão. Todos congelam e não conseguem sair de seus lugares de tanto medo. Ele vai até o professor e o mata em um piscar de olhos. Todos tentam correr, más já era tarde. Todos acabam morrendo. Ele vai para outra sala, e assim por diante. Matando a todos. Ninguém escapa. Nem alunos, nem professores. Ele corta, perfura, joga facas de arremesso que reaparecem em seu sobretudo, e retalha. Ele pinta tudo de vermelho.)

*...*

Smith: O que temos aqui?

Médica Legista: Bom, realmente, cinco deles possuíam o mesmo estilo de assassinato.

Grimssom: Más não eram seis?

Legista: Sim, más essa aqui não foi morta por ele.

Grimssom: Então como ela morreu?

Legista: Tem alguns sinais de pancadas, e nada mais. Ela possuía uma doença bem rara, seu corpo era muito frágil. Eu encontrei essa foto na roupa dela.

Smith: Esse é o.

Grimssom: É a mesma roupa que ele estava. Sem dúvida, é ele mesmo.

Smith: Provavelmente eles eram namorados.

Grimssom: Eles parecem tão felizes nessa foto, o garoto tenta esconder, más não consegue.

Smith: Ele deve ter protegido ela, e como ela era frágil não aguentou as pancadas dos bullyings.

Grimssom: Boa dedução.

*Algumas Horas Depois*

Smith: Elizabeth! Você recebeu a mensagem?!

Grimssom: Sim, vamos pra lá agora.

(Eles vão para a escola e veem a cena. Dezenas de corpos espalhados pelos corredores e nas salas.)

Smith: Meu Deus!

Grimssom: Isso está pior do que antes.

Smith: Como eles morreram?

Perícia: Do mesmo jeito daquele galpão.

Grimssom: Essa escola tem câmeras!

Smith: Devem ficar na sala do diretor. Vamos lá.

(Eles veem a gravação das câmeras. Não dava para ver seu rosto, más os dois sabiam que era ele. Os dois ficam sem palavras.)

Grimssom: Não é possível.

Smith: E-Ele morreu! Não pode ser que-

(Na Escola Sakura Nagasaki mais de 286 alunos e professores morreram. Ninguém sobreviveu para contar a história.)

Grimssom: Precisamos ir, e reportar ao Capitão.

(Eles saem pelo portão da escola e há vários jornalistas, e policias os segurando.)

Jornalista: O que aconteceu?

Jornalista: Todos morreram?

Jornalista: Foram terroristas?

Smith: Saiam da frente.

(Eles passam, entram no carro e vão embora.)

(Se vocês estão se perguntando: “Nossa, más ele deve ter matado muitos inocentes também”. Mas não se preocupem, ele não mata pessoas inocentes. Ele saber quem é bom e quem é mau.)

*Alguns Dias Depois*

Grimssom: Não conseguimos encontrar ele de jeito nenhum, é como se ele fosse algum tipo de...... Eu não sei o que.

Smith: Ei, Elizabeth. Olha só essa creepypasta.

Grimsssom: David, você e essas suas creepypastas.

Smith: Escuta. Agora que eu descobri uma coisa. Existe uma pessoa que faz todas essas creepypastas.

Grimssom: Como?

Smith: O nome é Zalgo. Más como ele pode saber tanto sobre os assassinatos? Existem certas partes que nós não divulgamos com a mídia, e mesmo assim ele sabe.

Grimssom: Isso tudo é meio bizarro.

Smith: E olha só essa nova creepypasta. Ele é exatamente como o serial killer Saichi Himura que supostamente matamos.

Grimssom: As equipes de busca foram chamadas, más não encontraram nenhum corpo no rio.

Smith: Exatamente.

Grimssom: Me fala mais sobre a creepypasta.

Smith: Ele usa um sobretudo com capuz, se veste todo de preto, botas, e uma máscara kitsune preta chorando com um sorriso. Seu nome é Creepy O Retalhador.

 

*...*

(Uma flor é colocada sobre um túmulo com o nome Hiyoko Tsumiki, por uma mão com faixas.)

 

 

 

 

 

Fim.


Notas Finais


Espera um pouco aí!
Eu tenho algo importante para dizer.

Comenta aí, por favor, isso me ajuda muito a produzir mais conteúdo.
Gradecido.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...