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História Creepypastas em ação - Capítulo 18


Escrita por: e AikoAiami


Capítulo 18 - Escolhas


Entre clarões e estrondo uma luta intensa acontece do lado de fora, Nina mesmo aparentando ser mais nova possui habilidades perigosamente boas graças a sua vida repleta de crimes, porem para a sua desvantagem Keith lida com isso todos os dias

Socos são travados, ambas estão surpreendentemente em empate em relação a defesa ou ataque, até que a loira em uma pequena brecha acertou um soco certeiro em suas pequenas costelas fazendo Nina cair sobre o chão em agonia tossindo sangue.

O que foi? – Keith limpa o nariz persistente em sangrar devido a um soco antes dado – Não vai levar a minha cabeça para o seu mestre de merda? – pergunta ao levanta-la pelos cabelos a fim de encarar aquele rostinho todo manchado de vermelho

Vai... a merda – uma pequena faca estava escondida pegando a loira desprevenida ao acerta-la com a lamina em sua perna – acha mesmo que alguém como eu joga limpo? – pergunta sorrindo de modo que a sua cicatriz repuxasse

Enquanto isso no lado de dentro no segundo andar...

Mantemos a calma – o capitão se detém no lugar tentando pensar com mais calma – a sala de arquivo esta em chamas precisamos de bombeiros – imediatamente Toby começa a fazer ligações contatando um caso de emergência que necessitaria de apoio de outros serviços – Samy preciso que cuide do liu – antes que a mulher pudesse questionar acrescentou – irei atrás do Jeff então apenas me escute e faça como estou pedindo – entrega o liu assim seguindo para as escadas do departamento um uma arma carregada em mãos

Acabei de contatar todos as chamadas de emergências possíveis, agora só precisamos achar um lugar – imediatamente é interrompido quando a moça atira na cabeça de um cara e uma mulher usando trajes de detentos – caralho essa foi quase – arregala os olhos para os dois cadáveres com armas em mãos que antes apontara em sua direção

Vamos para a cozinha – aponta logo a frente – podemos usar os balcões como meio de defesa, porque sinceramente podemos levar um tiro por uma dessas vidraças – o detetive apenas concorda em os dois vão para local

Lado de dentro no primeiro andar...

Eu não aguento mais isso – choraminga a policial que acerta com um extintor a cabeça de uma homem todo tatuado – porque detentos resmunga chutando a cabeça de uma mulher suja de sangue quase deslocando seu pescoço

A cabeça do nosso assassino deve pensar de uma forma bem peculiar – segura o braço de uma pessoa que tentou acerta-la com o estofado do sofá – porém sinto informa-lo mas somos treinados para lidar com coisas desse tipo – desloca o osso da pessoa

Precisamos sair logo daqui – Dimitri pede tossindo com a fumaça que se acumula no teto chutando um dos detentos que tenta segura-lo – se continuar assim seremos defumados – grita pegando alguém pelas pernas o tacando contra um grupo que se aproximava

Academia em dia? – a ruiva pergunta quebrando o abajur que antes era decoração no escritório o transformando em arma com o ferro afiado – escuta aqui se não quiserem virar espeto de churrasco acho bom saírem da minha frente ameaça aqueles que ousam confronta-la

Gente mas que merda esta acontecendo – o legista chega apontando uma cerra usada para abrir o tórax ou ossos nas autópsias – do lado de fora esta um caus – as pessoas de afastam dele com medo

Apenas vamos sair logo daqui  - Dimitri pega pelo braço as meninas levando-as em direção a saída enquanto o novato abre caminho com um badana sobre o rosto a fim de não se afetar pela fumaça

No terraço o capitão segue sigilosamente buscando pela voz do Jeff que ria sem parar, o que ele não esperava era ser acertado com algo rígido como um pedaço de cano na perna quase a quebrando com o impacto

Burrice vir sozinho – murmura Jeff aproximando seu rosto dele – é decepcionante ver o chefe do departamento ficando com as costas expostas assim – sorri friamente pegando o homem pelo pescoço – só não te mato porque tenho planos que te envolvem mais tarde, estou aqui atrás do meu irmão, o viu por ai? – pergunta com um tom sarcástico o largando.

Desiste não vamos entrega-lo – se levanta com dificuldade, se desviando rapidamente de outro golpe forte – não nos subestime  - assim que tenta dar um soco eliot saca a arma em direção ao peito do cara mais perigoso de Welles 

Atira – os olhos daquele psicopata desafiavam um dos melhores policiais já aposentados na cidade, mas isso não parece incomoda-lo nem um pouco – se tem uma coisa que não tenho é medo de morrer – levanta uma sobrancelha apontando a cabeça para a arma que se dispara em seu ombro o fazendo dar alguns passos para trás

Não vou mata-lo, sim deixa-lo confinado em quatro paredes para o resto da vida – quando o chefe vai em direção ao Jeff sente o ferro da arma próximo a sua nuca, olhando de relance para trás viu ser o Liu que estava sujo de sangue

Sei que é falta de respeito se meter na briga dos outros mas estou sem paciência -  atira fazendo sangue jorrar para todos os lado deixando a cidade ecoar aquele som rouco de disparo decretando o fim de tudo  



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