História Cresci! E agora? - Kim JungWoo - Capítulo 7


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Categorias (G)I-DLE, Blackpink, Neo Culture Technology (NCT), SHINee
Personagens Haechan, Hendery, Jaehyun, Jaemin, Jennie, Jinki Lee (Onew), Johnny, Jonghyun Kim, Jungwoo, KiBum "Key" Kim, Kun, Lucas, Mark, Minho Choi, Miyeon, Personagens Originais, Soojin, Taeil, Taemin Lee, Taeyong, Ten, XiaoJun, YangYang, Yuta
Tags Imagine, Jonghyun, Jungwoo, Key, Minho, Onew, Taeil, Taemin
Visualizações 13
Palavras 1.765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores!
Queria ter postado esse capítulo ontem, mas o Spirit tava muito lento, não queria abrir direito, então tive que esperar até hoje. Mas o importante é que eu tô aqui!
Boa leitura ❤

Capítulo 7 - Na moralzinha


Fanfic / Fanfiction Cresci! E agora? - Kim JungWoo - Capítulo 7 - Na moralzinha

Na moralzinha;

10:50, sábado, inverno

JungWoo

Era pra ser uma bela manhã de sábado, mas como a minha avó tá aqui, não vai ser um dia normal. Bem, neste momento me encontro agarradinho com meu crush no sofá. Ai que delícia cara!

– Chega pra lá, projeto de satanás. – amo o jeito que Ten é carinhoso comigo – Obrigado, neném. – bebeu um gole do café que levou pra sala – Vocês vão ficar se agarrando o dia inteiro e não vão me dar atenção? Vou já sair chutando a bunda seca do TaeIl pra fora. 

– Seu humor está ótimo hoje, Chittaphon. – TaeIl me largou e se ajeitou no sofá – Meus pais disseram que voltam depois de amanhã, mas só vou pra casa na terça. – se esticou. 

– Ótimo. – Ten largou a xícara na mesinha – Só não fica se agarrando demais no seu namorado, tá? Fica chato. – puxou uma lixa de unhas do bolso – E para de me olhar assim, JungWoo. 

– Mas ele não é meu namorado, Ten. Estamos...experimentando. – TaeIl disse. Mas eu queria namorar, pô – Se um dia a gente for namorar, a gente namora, uai. – deu de ombros – Para com isso, esse barulho me dá agonia! – acertou um tapa na mão do Ten, que lixava as unhas – Aish! – Chittaphon sentou em meu colo e mordou o lábio inferior com todos os dentes, começando a lixar as unhas com violência ao lado do ouvido de TaeIl – PARA FILHO DA PUTA! – e saíram correndo. É, realmente eu sou o mais maduro aqui. 

– JungWoo, por quê não me mostra seu quarto? – minha avó é uma pessoa estranha. Às vezes ela é legal, às vezes é um pé no saco, mas é até boazinha. E ela tem o sorriso bem medonho – Fique aqui, querido, volto logo. – meu avô também é estranho, ele sempre corta a gente quando falamos do Onew Hyung. 

– É por aqui, vovó... – ela odeia que a gente chame ela assim, mas fazer o quê? – Não tem nada demais, cama, escrivaninha, mesa de canto, closet.... – abri a porta e deixei ela entrar – Fique à vontade. – ela analisou cada detalhe, abriu cada gaveta e olhou roupa por roupa do closet – Desculpa perguntar, mas...a senhora está procurando algo? – voltou pro quarto e abriu a única gaveta que não tinha aberto, revirando e pegando meu passaporte e alguns outros documentos – O que a senhora quer com isso, vó? – tem um enorme ponto de interrogação na minha cabeça, flutuando igual prisma do The Sims. 

– Nós vamos viajar. – pegou uma mala no closet e abriu – Eu, você, seu avô e sua irmã. Vamos pra qualquer lugar longe daqui. – JungWoo encontra-se confuso.

– Mas...meu pai e minha mãe não vão? – ué – Não vovó, não quero ir, já temos uma viagem marcada pro final do ano, não posso! – confesso que ela começou a me assustar com essa história de viagem repentina – Para, vó! – puxei uma roupa que ela pegou do closet pra colocar na mala.

– Shhh! Não fale alto! – colocou a mão na minha boca – Nós vamos viajar sim, e já está tudo pronto pra isso, você não vai recusar. – NANI?? 

– JungWoo! Filho, tá tudo bem?? – caralho eu amo meu pai – JungWoo! – me soltei dela - mordi sua mão, aprendi com Ten - e corri pra porta, abrindo e me jogando no papi – O que aconteceu?? 

– Estávamos brincando, não é, Woo? – me olhou arregalando os olhos – Pode ir TaeMin, está tudo bem. – que sorriso falso da porra, na moralzinha. 

– Mas o menino está tremendo, mãe! O que a senhora fez pra ele? – eu realmente tô parecendo vara de bambu no vento – Me conta o que aconteceu, Woo...tá tudo bem, calma. – recebi um carinho bem gostosinho na cabeça. 

– Vovó disse que a gente vai viajar, mas quando eu disse que não queria, ela colocou a mão não minha boca... – parece criança de cinco anos – Mas eu não quero ir! E ela disse que você não vai! 

– Vai pro meu quarto, vai...sua mãe está lá, eu já vou. – me soltou de si e foi em direção à vovó, puxando meus documentos da mão dela – A senhora ia sequestrar o meu filho?? – ia, chama a polícia, pai – Qual o seu problema, mamãe?? Não vê que só sabe fazer confusão?! Sempre que vem aqui, a senhora arma todo tipo de barraco! 

– Cale a boca, TaeMin! Acha que eu vou deixar meu neto se envolver com o tipo de gente que rodeia a casa de vocês?? Aquele garoto, o tal de Ten, é uma péssima influência pro Woo! E ainda tem o filho do SongHo e o marido! Aah, e eu ouvi falar daquele filho deles, que é rebelde. Não vou deixar JungWoo no meio dessas pessoas. – jogou uma blusa minha na mala. 

– Chega. Não lhe interessa quem tem amizade com o JungWoo, conheço todos os amigos dele, e Ten é muito mais que um melhor amigo pro Woo, é como um irmão mais velho. 

– Não quero que cometa com ele o mesmo erro que eu cometi com você, TaeMin! Você era a criança mais doce e gentil que essa terra já viu, depois que eu te larguei, você virou um ogro! – começou o choro mais teatral que eu já vi. 

– Para de chorar e sai daqui, por favor. Eu sei que você só se importa com essa porcaria de status que dão pra nossa família. E para de se meter na minha família, ok? – apontou o dedo na cara dela e pegou a mala, levando pro closet – Se depender de mim, meu filho não vai a lugar nenhum com você, nem com o seu marido. – ela saiu do quarto batendo a porta. 

Mesmo depois da trégua nessa briga deles, os dois não pararam de ficar trocando farpas e se alfinetando pelas costas um do outro, então eles vivem brigando e ela tenta interferir na nossa crianção, sempre dizendo que não quer fazer o mesmo que fez com papai. Na moralzinha, acho isso uma bosta, quero mesmo é que parem com essa briga idiota. 

14:27, quarta-feira, inverno

JungWoo

Uma tarde fria, o trio mais uwu do mundo andando pelo parque e um rebelde que se diz machão, andando atrás deles. No caso, o machão seria JaeMin, mas ele tem medo de joaninhas, então acho que ele não é tão machão assim, ao menos na minha concepção. E Ten é a gazela saltitante, que gosta de perturbar o viadinho pululante e o uwu nacional, que no caso sou eu, claro.

– Para com isso, Ten! Que saco! – é tão legal ver TaeIl puto com o Ten –  Para de jogar neve em mim, caralho! – pegou um monte de neve e jogou no rosto de Ten, acho que doeu – Ih! Desculpa, Ten! – passou as luvas na cara dele, limpando a neve.

– Puta que pariu, TaeIl! Não tô enxergando porra nenhuma. – tirou os óculos e abriu os olhos – Tô enxergando, mas tá tudo borrado. – bicha míope é outra história – Tá, tá, sai. – empurrou TaeIl e limpou os óculos, os colocando de novo. 

– Ei, isso aqui tá um saco! Vamos fazer algo muito legal, venham. – vindo de JaeMin, é algo totalmente sem noção – Sai da frente, Woo! – me empurrou e jogou a bola de neve na janela da casa que paramos em frente – Uhul! Sua vez! 

– Vez dele o caralho. – Ten deu um tapa muito bem dado na nuca do mais novo – Vai lá pedir desculpas pro dono da casa, mal educado da porra. – empurrou ele – Seus pais vão ser os primeiros a saber, viu? Pensa bem antes de fazer essas merdas que você faz sozinho, comigo aqui, você anda na linha, bebê. – pegou o celular e começou a digitar alguma coisa – Tá certo? – virou a tela pra mim. 

– Aqui tá errado, é com T. – observe JaeMin indo atravessar a rua e escorregando com toda a força existente em seu corpo, batendo a bunda no chão. Karma imediato é uma delícia. 

– Ih ala, se fodeu o otário! – Ten riu, consertando o erro e enviou a mensagem – Anda, JaeMin, para de enrolar. – foi até ele e o levantou, puxando ele pra ir pedir desculpas ao dono da casa. 

– Amanhã eu vou viajar. – TaeIl acendeu a bomba e saiu correndo – Pode ir me deixar no aeroporto? – arrombado do caralho.

– Claro, claro que posso! – ficar todo bobo por “amor” é até legal – Pra onde vai? – nação uwu, ele me abraçou todo fofo, acho que vou explodir.

– Passar as festas de fim de ano na casa da minha avó, ela mora no Japão. Mas volto nas primeiras semanas de janeiro, não se preocupe. – quem disse que tô preocupado? Eu tô, muito – A gente se encontra no aeroporto às oito, acorde cedo. – sorriu. Caralho de sorriso lindo! 

– Sim senhor. – abracei mais forte. Tão pitico, grrr! – Me tragar presentes! 

– Com certeza! – se esticou e me deu um beijo. Seus lábios parecem marshmallow fofinhos, sua língua parece uma balinha de goma, bem macia, seu corpo não tão alto cabe perfeitamente em meus braços não tão fortes, e seu cheiro me deixa igual a uma pomba lesa. CARALHO, QUE ÓDIO! 

– Tava fofo, mas aí eu vi a língua do TaeIl e meu estômago embrulhou. – romântico – JaeMin, tem algum saco plástico ou eu posso vomitar no chão? – mas que cu. 

– Vai tomar no cu, Chittaphon. – TaeIl se separou de mim apenas pra dizer isso e me agarrou com mais força em seguida. Gente, esse garoto tem uma pegada, não sei nem como explicar. 

– JaeMin, me beija. 

– Quê? Eu não, sai pra lá. 

– Vai mesmo querer ficar de vela? – JaeMin pareceu pensar melhor e partiu pra cima de Ten. Foi maravilhoso, JaeMin até babou, por isso ganhou um belo empurrão – Porra, garoto! Cê não sabe beijar não?? – olha o circo pegando fogo – Agora eu sei porquê você não fica com ninguém, puta merda. – limpava a saliva de JaeMin nas mangas do casaco – Vou ali procurar alguém pra me beijar, licença. – enfiou as mãos nos bolsos e andou uns cinco passos, dando uma bela trombada em TaeYong. Essa eu quero ver.

– Oi. – “oi”? Porra TaeYong – Você tá bem? – arrumou os óculos no rosto do mais novo. 

– Tudo ótimo, queridinho. – já nem sei mais o que achar de tudo isso. 

– Quero conversar com você, vem aqui. – lá se foram os dois, o casal mais esquisito que já vi na vida. 

– Eles não vão voltar tão cedo, não é? – JaeMin disse enquanto observava eles se afastarem. 

– Não. – disse dando de ombros – Vamos tomar um café enquanto isso, melhor que ficar congelando aqui fora. – arrastei os dois até a cafeteria mais próxima, os dois estavam lá também, mas acho que não nos viram. TaeIl pegou minha mão e fez carinho, beijando ali em seguida. 

Mano, eu amo demais odiar esse garoto, na moralzinha.



Notas Finais


sai de mim, gripe, caralho.
Amores, até outro dia, amo vocês ❤
Fiquem bem!


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