1. Spirit Fanfics >
  2. Cretina Irresistível >
  3. Capítulo Dois

História Cretina Irresistível - Capítulo 2


Escrita por: e norminahmine


Capítulo 2 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction Cretina Irresistível - Capítulo 2 - Capítulo Dois

Resumo Capítulo Anterior

No que está pensando? – ela sussurrou, com os olhos ao mesmo tempo zombando e mostrando ansiedade.

– Ainda estou tentando descobrir...

Capítulo Atual

Dinah jane

Com aqueles olhos ainda presos aos meus, ela começou a deslizar a mão mais para baixo. Seus dedos percorreram minha coxa até a barra da saia. Então começou a subir a ponta do dedo, traçando  a alça da minha cinta-liga, esbarrando na renda que sustentava a meia. Um longo dedo deslizou por baixo do tecido fino e o puxou levemente para baixo. Eu soltei um suspiro entrecortado, de repente me sentindo como se estivesse derretendo por dentro. Como eu poderia deixar meu corpo reagir daquela maneira? Ainda queria lhe dar um tapa, mas agora, mais do que isso, eu queria que ela continuasse. Um desejo angustiado estava se concentrando entre as minhas pernas. Ela alcançou o topo da minha calcinha e deslizou os dedos debaixo do tecido. Senti sua carícia contra minha pele e o relar em meu clitóris antes dela enfiar o dedo lá dentro, e então mordi os lábios, tentando, sem sucesso, abafar meu gemido. Quando olhei para baixo, gotas de suor estavam se formando em sua testa. Estaria ela nervosa?

–Merda –ela sussurrou silenciosamente. – Você está molhada Dinah – seus olhos se fecharam e ela parecia lutar a mesma batalha interna que eu enfrentava.

Olhei para seu colo e pude ver sua tentativa falha de se manter firme. Sem abrir os olhos, ela tirou o dedo e agarrou a renda fina da minha calcinha. Ela estava tremendo quando olhou para mim com uma expressão furiosa. Com um movimento rápido, rasgou a calcinha, e o som do tecido sendo partido ecoou pelo silêncio da sala vazia. Ela puxou minhas coxas com força, colocando meu corpo em cima da mesa fria e abrindo minhas pernas na sua frente. Soltei um gemido involuntário quando os dedos dela voltaram, escorregando por entre minhas pernas e me penetrando novamente. Eu desprezava aquela mulher com todas as minhas forças, mas meu corpo me traía, eu desejava que ela continuasse. Eu odiava admitir, mas ela era muito boa naquilo. Seu toque não era aquela coisa gentil e amorosa a que eu estava acostumada. Ali estava uma mulher habituada a conseguir o que queria, e acontece que, naquele momento, o que ela queria era me foder. Minha cabeça pendeu para o lado quando me apoiei nos cotovelos, sentindo um orgasmo iminente se aproximando a todo vapor. Para meu completo horror, soltei um sussurro implorando:

– Oh, por favor Normani... - Ela parou de mexer, puxou os dedos de volta e manteve o punho fechado na frente do rosto.

Eu me sentei, agarrando-a pelo vestido e puxando sua boca com força contra a minha. Seus lábios eram tão perfeitos quanto pareciam, firmes e suaves. Eu nunca tinha sido beijada por alguém que claramente conhecia cada ângulo e movimento provocante capaz de me deixar quase completamente louca. Mordi seu lábio inferior enquanto minhas mãos rapidamente baixavam até a barra de seu vestido.

– É melhor você estar pronta para terminar o que começou. -Ela soltou um grunhido raivoso do fundo da garganta e tomou minha blusa com as mãos, rasgando-a até abrir, fazendo os botões prateados se esparramarem pela mesa.

Então, deslizou as mãos pelas minhas costelas e sobre meus seios, apertando com os polegares meus mamilos endurecidos, com seu olhar sombrio fixado na minha expressão durante todo o tempo. Suas mãos foram agressivas que quase me machucavam, mas, em vez de reclamar ou me afastar, eu pressionei o corpo contra suas palmas, querendo ainda mais, e mais forte. Ela rosnou e apertou ainda mais. Passou pela minha mente que eu poderia ficar toda machucada e, por um instante de insensatez, eu desejei que ficasse. Eu queria uma lembrança dessa sensação, de estar completamente certa do que meu corpo queria, inteiramente liberada. Ela se inclinou o bastante para morder meu ombro e então sussurrou:  

- Você é uma putinha que gosta de provocar, não é Hansen?

Sem conseguir me aproximar mais, eu me apressei com zíper do seu vestido, tirando e jogando no chão. Então fui descendo minhas mãos e apertei  forte sua bunda sentindo-a arfar.

A maneira como ela sussurrou meu sobrenome naquele momento – “Hansen” – deveria enviar uma onda de fúria para dentro de mim, mas eu sentia apenas uma coisa: uma pura e embriagante luxúria. Ela forçou minha saia acima das coxas e me empurrou para trás sobre a mesa de conferência. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ela segurou meus calcanhares, e deu um passo a frente agarrando meus seios com força logo em seguida descendo suas mãos pelo meu abdômen até sentir seus dedos me penetrarem. Eu nem pude ficar horrorizada pelo gemido alto que soltei – aquilo era melhor do que qualquer coisa.

– O que foi? – ela sussurrou entre os dentes cerrados enquanto seus dedos faziam um vai e vem lento e excitante penetrando cada vez mais fundo.

– Nunca foi fodida dessa maneira antes, não é? Você não ficaria provocando tanto se estivesse sendo fodida direito.

Quem ela pensava que era? E por que diabos o fato de ela estar certa me excitava tanto? Eu nunca tinha transado em nenhum outro lugar além da cama, e nunca tinha me sentido daquela maneira.

– Já tive melhores – provoquei.

Ela riu, uma risada quieta e debochada.

– Olhe para mim.

– Não.

Ela tirou seus dedos bem quando eu estava prestes a gozar. Por um instante, achei que iria me deixar ali daquele jeito, mas então ela agarrou meus braços e me puxou para fora da mesa, pressionando lábios e língua contra minha boca.

– Olhe para mim – repetiu. E, finalmente, como ela já não estava mais dentro de mim, eu consegui olhar. Normani piscou uma vez, vagarosamente, com os longos e escuros cílios fechando e abrindo, e então disse:

– Peça para eu te fazer gozar.

Seu tom de voz não parecia certo. Parecia quase uma pergunta. Mas suas palavras eram iguais a ela: todas distorcidas. Eu queria sim que ela me fizesse gozar. Mais do que qualquer coisa. Mas ela estava sonhando se achava que eu lhe pediria.

Baixei a voz e olhei em seus olhos.

– Você é uma filha da puta, Normani Kordei.

O sorriso dela mostrou que, seja lá o que ela queria de mim, conseguiu. Eu novamente senti aquele desejo incontrolável de lhe dar um tapa, um não, vários, mas, se fizesse isso, não teria mais daquilo que eu realmente desejava.

– Peça por favor, Hansen.

– Por favor, vá se foder.

A próxima coisa que senti foi o frio da janela contra meu peito, e gemi por causa do contraste de temperatura entre o vidro e a pele. Eu estava ardendo, cada parte de mim queria sentir o toque rude dela.

– Pelo menos você é consistente – ela disse em meu ouvido antes de morder meu ombro. Então, chutou meus pés.

– Abra as pernas.

Separei as pernas e, sem hesitação, ela puxou meus quadris para trás e se aproximou mais, ficando atrás de mim colando seu corpo no meu antes de enfiar seus dedos em mim novamente de uma vez.

– Você gosta do frio?

– Sim.

– Sua garota safada. Você gosta de se exibir, não é? – ela murmurou, tomando minha orelha com os dentes:

- Você adora saber que toda Chicago pode olhar para cima e assistir você sendo fodida, e você está adorando cada minuto disso com seus peitinhos pressionados contra o vidro.

– Pare de falar, você está estragando o clima – eu respondi, embora ela não estivesse. Sua voz estava me levando à loucura. Ela apenas riu no meu ouvido, provavelmente percebendo como eu me arrepiava com suas palavras.

– Você quer que eles assistam você gozar?

Eu gemi em resposta, rebolando nos dedos dela incapaz de formar palavras com cada estocada me pressionando cada vez mais contra ela e a janela.

– Diga. Você quer gozar, Hansen? Responda ou vou parar e fazer você me foder – ela disse, penetrando ainda mais fundo com cada estocada.

A parte de mim que a odiava estava se dissolvendo como açúcar na língua, e a parte que a desejava estava crescendo, fogosa e exigente.

– Apenas diga – ela se inclinou para frente, chupou minha orelha e depois mordeu com força. – E eu prometo que vou fazer você gozar.

– Por favor – eu disse, fechando os olhos para apagar todo o resto e apenas sentila.

– Por favor. Sim, eu quero. - Ela esticou o braço e moveu as ponta do dedo por cima do meu clitóris, e enfiando dois deles bem fundo, exercendo a pressão perfeita, no ritmo perfeito. Eu podia sentir seu sorriso pressionado contra minha nuca e, quando ela segurou meus seios, os apertando com força, abriu a boca e mordeu minha pele, eu gozei. Um calor se espalhou por minhas costas, ao redor dos quadris e entre as pernas, me jogando de volta contra ela. Minhas mãos bateram no vidro e meu corpo inteiro tremeu com o orgasmo que se espalhou em mim, me deixando sem ar. Quando finalmente acabou, ela tirou seus dedos de dentro de mim e me virou, mergulhando a cabeça para chupar meu pescoço, meu queixo, meus lábios.

– Diga obrigada – ela sussurrou.

Afundei minhas mãos em seus cachos perfeitos e puxei com força, esperando tirar alguma reação dela, querendo saber se ainda estava consciente ou se tinha perdido a cabeça. O que é que nós estamos fazendo?


Notas Finais


Vou te falar já já o que vocês estão fazendo Dinah 😂

Tudo bem por aí galerinha? 😏

Comentem e favoritem, preciso saber o que estão achando pra continuar...ou não.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...