História Cretino Irresistivel - Capítulo 18


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Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
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Palavras 1.802
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 18 - Cap 7 Parte 2


Quando a srta. Zenere passou por mim, virei a cabeça e falei numa voz baixa o bastante para que apenas ela ouvisse:

– Teve uma boa tarde de compras ontem?

Seus olhos encontraram os meus, com aquele mesmo sorriso angelical de antes.

– Você adoraria saber, não é? – ela passou por mim e eu senti meu corpo inteiro enrijecer. – E, por falar nisso, uma nova linha de cintas-liga chegou ontem – ela sussurrou antes de seguir os outros para o jardim. Parei e meu queixo caiu enquanto eu me lembrava de nossa escapadinha no provador da La Perla. 

Na minha frente, Marcos se inclinou para perto dela.

– Espero que você não tenha se incomodado com as flores que enviei para seu escritório ontem. Admito que foi um pouco demais, mas eu estava mesmo animado para te conhecer – senti um nó na barriga quando as palavras do Marcos me arrancaram daquele meu devaneio safado.

Ela virou para trás e me olhou.

– Flores? Eu recebi flores?

Dei de ombros e balancei a cabeça.

– Eu saí mais cedo, lembra? – comecei a caminhar para o jardim e fui preparar um drinque, um gimlet com vodca Belvedere.

Ao longo da noite, eu não pude evitar seguir cada movimento da srta. Zenere com o  canto dos olhos. Quando o jantar finalmente chegou, estava aparente que as coisas iam relativamente bem entre os dois. Ela até estava flertando com ele.

– Então, Valentina, o senhor e a senhora Ronda me contaram que você nasceu em Dakota do Norte? – a voz de Marcos interrompeu outra de minhas fantasias (que desta vez era do meu punho acertando a cara dele). Olhei e o vi sorrindo para ela.

– É isso mesmo. Meu pai é dentista em Bismarck. Nunca fui uma garota de cidade grande. Até mesmo a cidade de Fargo parecia gigante para mim – uma pequena risada abafada escapou da minha boca, e os olhos dela dispararam em minha direção. – Achou isso engraçado, sr. Ronda?

Sorri com o canto dos lábios enquanto tomava um gole do meu drinque, observando-a por cima da taça.

– Desculpe, srta. Zenere. Só acho fascinante você não gostar de cidade grande, mas mesmo assim escolher a terceira maior cidade dos Estados Unidos para cursar a faculdade e... fazer tudo o mais. A expressão em seus olhos dizia que, se a circunstância fosse outra, eu agora estaria pelado em cima dela – ou deitado em uma poça do meu próprio sangue.

– Na verdade, sr. Ronda – ela começou, voltando a mostrar um sorriso –, meu pai se casou novamente e, já que minha mãe nasceu aqui, decidi morar em Chicago para passar mais tempo com ela. Isso foi antes de ela falecer – a srta. Zenere me encarou por um momento e admito que senti uma pontada de culpa em meu peito. Mas essa pontada sumiu rapidamente quando ela voltou a olhar para Marcos, mordendo o lábio de um jeito inocente que apenas ela conseguia fazer parecer tão sexy .

Pare de flertar com ele.

Apertei os punhos enquanto eles continuavam conversando. Mas, alguns minutos mais tarde, eu congelei. Será que eu senti...? Soltei um sorriso enquanto tomava um gole do meu drinque. Sim, definitivamente o que eu estava sentindo era o pé dela subindo pela minha perna debaixo da mesa. Maldita garota atrevida, se insinuando para mim enquanto conversava com um cara que, como nós dois sabíamos, não conseguiria satisfazê-la. 

Observei seus lábios enquanto se abriam para receber o garfo e meu pau endureceu quando vi sua língua lentamente lamber o resto de molho deixado pelo peixe.

– Uau, entre os primeiros da sua classe na Northwestern? Impressionante – disse Marcos, que então se virou e olhou para mim. – Aposto que você está contente em ter uma pessoa tão maravilhosa trabalhando duro para te satisfazer, não é?

Ela engasgou, levantando o guardanapo para cobrir a boca. Eu sorri e olhei ligeiramente para ela e depois de volta para Marcoa

– Sim, é absolutamente incrível ter a srta. Zenere trabalhando duro para mim. Ela sempre faz um ótimo trabalho em todas as posições.

– Ah, Michael. Isso é gentileza sua – interveio minha mãe, e fiquei assistindo o rosto da srta. Zenere se tornar vermelho. Meu sorriso se desfez quando senti seu pé se aproximar do meio das minhas pernas. Então, com delicadeza, ela pressionou minha ereção. 

Caralho. 

Foi minha vez de engasgar com meu drinque.

– Você está bem, sr. Ronda? – ela perguntou com uma preocupação fingida e eu  assenti, olhando com raiva em sua direção. Ela deu de ombros e então voltou a olhar para Marcos. 

– Então, e quanto a você? Sempre morou em Chicago? 

Com a ponta do sapato, ela continuou esfregando gentilmente o meu pau e eu tentei manter a respiração controlada e a expressão neutra. Quando Marcos começou a contar sobre sua infância e nosso período na escola, para depois finalmente contar sua história de sucesso na profissão, eu fiquei observando a expressão dela mudar de um interesse falso para uma curiosidade genuína.

Ah, não, nem pensar.

Estiquei minha mão esquerda debaixo da toalha de mesa e encontrei a pele de seu calcanhar. Observei o pequeno sobressalto que ela teve quando a toquei.

Movi os dedos em pequenos círculos, corri o polegar ao longo da curva de seu pé, sentindo-me mais presunçoso a cada vez que ela precisava pedir que Marcos repetisse o que tinha dito. Mas então ele mencionou que gostaria de almoçar com ela em algum dia da semana. Minha mão cobriu o pé inteiro e pressionei ainda mais firme contra meu pau.

Ela sorriu com o canto da boca.

– Você pode me emprestá-la para um almoço, não é Michael? – perguntou Marcos com um sorriso alegre. Seu braço estava pousado atrás da cadeira dela. Tive de  me controlar muito para não pular em cima da mesa e arrancar aquele braço dele.

– Ah, e por falar em almoços, Michael– interrompeu Estela, batendo em meu braço com sua mão –, você se lembra da minha amiga, a Ana Jara? Você a conheceu no mês passado na minha casa. Vinte poucos anos, com a minha altura, ruiva. Enfim, ela pediu seu telefone. Você está interessado?

Olhei rapidamente para Valentin quando senti o tendão de seu pé ficar tenso, e vi que ela praticamente parou de respirar esperando a resposta.

– É claro. Você sabe que prefiro as ruivas. Pode ser uma boa mudança de ares para mim. Tive de abafar um grito quando ela apertou o salto do sapato contra minhas bolas. Continuou a apertar por um momento enquanto levava o guardanapo até a boca e passava no canto dos lábios.

– Com licença, preciso ir ao banheiro – ela disse.

Assim que ela entrou na casa, minha família inteira se voltou contra mim.

– Michael– meu pai disse secamente –, já conversamos sobre isso.

Peguei meu drinque e levei até a boca. 

– Não sei do que você está falando.

– Michael– acrescentou minha mãe –, eu acho que você deveria ir se desculpar.

– Pelo quê? – perguntei, colocando o drinque na mesa com um pouco de força demais.

– Mike! – meu pai disse com firmeza, deixando claro que aquilo era uma ordem.

Joguei o guardanapo na mesa e me levantei. Andei com passos duros pela casa, procurando pelos banheiros, até finalmente chegar ao terceiro andar, onde a porta do banheiro estava fechada.

De pé do lado de fora, com minha mão pousada na maçaneta, comecei um debate em minha mente. Se entrasse lá, o que aconteceria? Havia apenas uma coisa na qual eu estava interessado, e com certeza não era pedir desculpas.

Pensei em bater na porta, mas tinha certeza que ela não iria me convidar para entrar. Tentei ouvir os sons lá dentro, procurando por qualquer sinal de movimento. 

Nada.

 Finalmente, virei a maçaneta, e me surpreendi por não estar trancada.

Eu entrara naquele banheiro poucas vezes desde que minha mãe o reformara.

Era um espaço moderno muito bonito, com um balcão de mármore feito sob medida e um grande espelho que cobria uma parede. Acima de uma mesinha, ficava uma pequena janela que dava para o jardim lá embaixo. Ela estava sentada no banco em frente à mesa, olhando para o céu.

– Veio para continuar sendo um idiota? – ela perguntou. Então tirou a tampa de um batom e o aplicou cuidadosamente nos lábios.

– Eles me enviaram para ver como estão os seus tão delicados sentimentos – estiquei o braço para trás e tranquei a porta. O clique ecoou no silêncio do banheiro.

Ela riu e olhou em meus olhos pelo espelho. A srta. Zenere parecia completamente calma, mas eu podia enxergar o subir e descer de seu peito; ela na verdade estava tão nervosa quanto eu.

– Posso garantir que estou muito bem – colocou a tampa de volta no batom e o guardou na bolsa. Então levantou e começou a andar até a porta. – Estou acostumada com você agindo como um idiota. Mas o Marcos parece legal. É melhor eu descer.

Coloquei a mão na porta e me inclinei, aproximando-me de seu rosto.

– Eu acho que não – meus lábios rasparam levemente em sua orelha, e ela estremeceu com o contato. – Veja bem, ele quer uma coisa que é minha, e ele não pode ter isso.

Ela me encarou.

– Por acaso estamos no século passado? Me deixe passar. Eu não sou sua.

– Você pode até pensar assim – sussurrei, com meus lábios pairando sobre a base de seu pescoço –, mas seu corpo – eu disse, passando minhas mãos debaixo de sua saia e pressionando contra a renda molhada entre suas pernas – pensa de outro jeito.

Seus olhos se fecharam e ela soltou um gemido quando meus dedos se moveram em lentos círculos sobre seu clitóris.

– Vá se foder.

– É só você pedir – eu disse em seu pescoço.

Ela soltou uma risada trêmula, e eu a empurrei contra a porta do banheiro.

Agarrando suas duas mãos, eu as levantei sobre sua cabeça, segurando-as firmemente e me inclinando para beijá-la. Senti sua resistência e balancei a cabeça, apertando ainda mais.

– Vamos, é só pedir – eu repeti, pressionando meu pau duro em sua barriga.

– Oh, Deus... – ela disse quando baixou a cabeça para o lado, permitindo acesso a seu pescoço. – Não podemos fazer isso aqui.

Corri meus lábios por seu peito e ombros. Segurando seus dois pulsos com uma mão, levantei meu outro braço e lentamente puxei um dos laços que prendiam a parte de cima do vestido, beijando a pele exposta. Passando para o outro lado, repeti a ação e fui recompensado quando o tecido caiu, revelando um sutiã de renda branca sem alça. Merda. Será que essa mulher não tinha nenhuma peça de roupa que não me fizesse quase gozar nas calças imediatamente? 

Passei a boca até seus seios enquanto minha mão livre abria o fecho do sutiã. Desta vez eu não deixaria de ter uma visão daqueles seios nus. O sutiã abriu fácil e o tecido caiu, revelando a imagem que preenchia cada uma das minhas fantasias mais safadas.

Quando tomei um mamilo rosa com a boca, ela gemeu e seus joelhos dobraram-se levemente.




Notas Finais


...
Só comentem ksksksm!!!!


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