História Cretino Irresistivel - Capítulo 19


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Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
Visualizações 89
Palavras 1.276
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!!!

Capítulo 19 - Cap 7 Parte 3


– Shhh... – sussurrei contra sua pele.

– Mais – ela disse. – De novo.

Eu a levantei e ela passou as pernas ao redor da minha cintura, juntando nossos corpos com mais firmeza. Libertei suas mãos e ela imediatamente agarrou meus cabelos e me puxou para mais perto. Eu adorava quando ela fazia isso. Eu a empurrei contra a porta, mas então percebi que havia roupas demais no caminho. Eu queria sentir o calor de sua pele contra a minha, queria me enterrar fundo dentro dela e a manter presa na parede até muito depois de todos já terem ido dormir.

Ela parecia ler a minha mente quando seus dedos se moveram e começaram a freneticamente arrancar minha camisa polo de dentro da calça, tirando-a por cima da minha cabeça.

O som de risadas subiu até o banheiro através da janela e pude sentir sua tensão.

Um longo momento passou antes que seus olhos se encontrassem com os meus.

Ela claramente estava tentando articular alguma coisa para dizer.

– Nós não deveríamos estar fazendo isso – ela disse finalmente, balançando a cabeça. – Ele está esperando por mim – ela tentou me afastar sem muito esforço, mas eu a mantive presa.

– Você realmente quer ele? – perguntei, sentindo uma onda de possessividade ferver dentro de mim. Ela continuou me encarando, mas não disse nada.

Eu a coloquei no chão e a puxei para a mesinha, parando quando fiquei exatamente atrás dela. De onde estávamos, tínhamos uma perfeita visão do jardim lá embaixo.

Puxei suas costas até meu peito e levei minha boca até sua orelha.

– Você consegue ver ele? – perguntei, com minhas mãos deslizando em seus seios. – Olhe para ele – desci as mãos até sua barriga, passando pela saia até chegar nas coxas. – Ele consegue fazer você se sentir assim? – meus dedos flutuaram acima das coxas e por baixo da calcinha. Um suspiro grave escapou da minha boca quando senti aquele calor e enfiei o dedo lá dentro. – Ele consegue te deixar molhada assim?

Ela gemeu e pressionou os quadris de volta em meu corpo.

– Não...

– Diga o que você quer – sussurrei em seu ombro.

– Eu... eu não sei.

– Olhe para ele – eu disse, com meus dedos entrando e saindo dela. – Você sabe o que quer.

– Quero sentir você dentro de mim – ela não precisava pedir duas vezes. Eu rapidamente abri e abaixei minhas calças, raspando meu corpo em sua bunda antes de subir sua saia e agarrar sua calcinha. – Rasgue – ela sussurrou.

Eu nunca fora capaz de ser tão primal e rude com ninguém antes, e com ela isso parecia tão certo. Puxei fortemente e a fina calcinha se rasgou com facilidade.

Joguei a peça no chão, passando minhas mãos em sua pele nua e deslizando meus dedos desde seus braços até as mãos, que agarrei e pressionei contra a mesa em frente. Ela era uma visão fenomenal: as costas arqueadas, a saia levantada até a cintura, a bunda arrebitada em plena exibição. 

Nós dois gememos quando me alinhei e enterrei fundo. Curvando-me, beijei seu ombro e soltei outro “shhh” em suas costas.

Mais risadas vieram lá de fora. Marcos estava lá embaixo. Marcos, que era um cara legal, mas que queria tirá-la de mim. A imagem era suficiente para me fazer estocar com mais intensidade.

Seus gemidos abafados me fizeram sorrir, e eu a recompensei aumentando o ritmo. Uma parte doentia de de mim sentia satisfação por deixar a srta. Zenere sem voz.

Ela estava sem ar, os dedos procurando apoio, e meu pau duro dentro dela, penetrando mais forte sempre que ela tentava produzir um som, mas não conseguia.

Falando gentilmente em seu ouvido, perguntei se ela queria ser fodida. Perguntei se ela gostava que eu falasse palavrões, se gostava de me ver safado daquele jeito, enfiando forte até deixá-la machucada. Ela balbuciou um sim e, quando eu mexi mais rápido e mais forte, ela implorou por mais. Os frascos de perfume em  cima da mesa estavam tremendo e derramando com a força de nossos movimentos, mas eu não conseguia achar forças para me importar. Agarrando seu cabelo, puxei-a para cima até suas costas se alinharem com meu peito.

– Você acha que ele pode fazer você se sentir assim?

Continuei entrando e saindo, forçando-a a olhar pela janela.

Eu sabia que estava me perdendo. As paredes que eu erguia para me proteger estavam desabando ao meu redor, mas eu não me importava. Eu precisava que ela lembrasse de mim quando fosse dormir. Queria que ela sentisse meu corpo quando fechasse os olhos e tocasse a si mesma, que pensasse na maneira como eu a fodia. Minha mão livre subiu ao lado de seu seio, tomando-o por inteiro e beliscando o mamilo.

– Não – ela gemeu. – Desse jeito não – deslizando minha mão novamente, segurei sua perna atrás do joelho e levantei até a mesa, abrindo-a ainda mais e permitindo que eu entrasse mais fundo.

– Você consegue sentir como se encaixa perfeitamente em mim? – grunhi em seu pescoço. – Você gosta tanto disso. Quando voltar lá para baixo, quero que lembre disso. Lembre do que faz comigo. A sensação estava ficando insustentável e eu sabia que eu estava quase lá. Estava mais do que desesperado.

Eu a desejava como se fosse uma droga, e a sensação consumia todos os meus  pensamentos. Tomando sua mão, entrelacei nossos dedos e os movi por seu corpo até o clitóris, com ambas as mãos mexendo e provocando. Gemi ao sentir meu pau indo e vindo.

– Você está sentindo isso? – sussurrei em seu ouvido, esticando nossos dedos para que caíssem nos dois lados de mim.

Ela girou a cabeça e abafou um gemido em meu pescoço. Mas não era suficiente, e eu precisava que ela não fizesse barulho. Tirando minha mão de seus cabelos, eu gentilmente cobri sua boca e plantei um beijo em seu rosto corado. Ela soltou um grito abafado, possivelmente o som do meu nome, quando seu corpo ficou tenso e me envolveu com mais força.

Depois que seus olhos se fecharam e os lábios relaxaram num suspiro de satisfação, comecei a tomar aquilo de que precisava: mais rápido agora, observando pelo espelho a maneira como os seios dela balançavam com minhas estocadas.

O clímax começou a rasgar através do meu corpo. Sua mão saiu dos meus cabelos e cobriu minha boca – fechei os olhos e deixei que a onda me tomasse.

Minhas últimas estocadas foram profundas e fortes, e eu me derramei dentro dela.

Abri os olhos e beijei sua mão antes de tirá-la da minha boca e deitar minha testa em seu ombro. As vozes lá embaixo, que não suspeitavam de nada, continuavam chegando até nós. Ela se deitou em mim e ficamos lá em silêncio por alguns instantes.

Lentamente, ela começou a se afastar, e eu não gostei da separação. Observei enquanto ela ajeitava a saia, recuperava o sutiã e tentava amarrar os laços do vestido. 

Quando me abaixei para subir as calças, peguei a calcinha rasgada e guardei no bolso. Ela ainda estava tendo dificuldade com o vestido, então me aproximei, afastei sua mão e amarrei os laços sem que nossos olhos se encontrassem.

De repente o banheiro se tornou muito pequeno, e olhamos um para o outro num silêncio constrangedor. Estiquei a mão até a maçaneta querendo dizer alguma coisa, qualquer coisa, para consertar a situação. Como eu poderia pedir que ela transasse comigo, e apenas comigo, e esperar que nada mais mudasse? Até mesmo eu sabia que pedir isso seria um provável convite para ela chutar minhas bolas. Mas as palavras para aquilo que senti quando eu a vi com Marcos não estavam se cristalizando com a velocidade necessária. Havia um branco em minha mente. Frustrado, abri a porta. E nós dois paramos imediatamente.

Ali, de pé no corredor, nos encarando com os braços cruzados e uma acusadora sobrancelha erguida, estava Estela.


Notas Finais


Wowwww!!!!

E agora?!!!!!


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