História Cretino Irresistivel - Capítulo 22


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Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
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Palavras 1.501
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Cap 8 Parte 3


Olhei novamente para o sr. Ronda, que estava falando e rindo com a loira. Eu não conseguia tirar os olhos daquela cena. Ele parecia ainda mais atraente naquele clima casual: sorrindo, com os olhos dançando quando ria. 

Cretino!

Como se pudesse ouvir meus pensamentos, ele levantou a cabeça e nossos olhos se encontraram. Apertei meu queixo e olhei para o outro lado, jogando o guardanapo na mesa. Eu tinha de sair dali.

– Eu já volto, Gio!.

Ela assentiu e acenou distraída, sem parar sua conversa. Fiquei de pé e rapidamente passei pela mesa onde ele estava, evitando olhar em seu rosto. Eu tinha acabado de virar no corredor e encontrado a segurança do banheiro feminino quando senti uma mão forte agarrar meu braço.

– Espere.

Aquela voz enviou um choque elétrico através do meu corpo.

Certo, Valentina, você consegue fazer isso. Apenas se vire, olhe no rosto dele e mande ele ir se foder. Ele é um filho da puta que chamou você de “erro” na noite passada e que agora apareceu com uma loira biscate qualquer.

Endireitando meus ombros, eu me virei para encará-lo. Merda. Ele parecia ainda mais bonito de perto. Eu nunca o vi sem estar perfeitamente arrumado, mas ele obviamente não tinha se barbeado pela manhã e eu queria desesperadamente sentir o raspar de sua barba em meu rosto.

Ou nas minhas coxas.

– Que merda você quer? – eu disse com raiva, soltando meu braço de sua mão.

Sem o benefício dos meus saltos, eu senti ele se agigantar sobre mim. Pude enxergar olheiras sob seus olhos. Ele parecia cansado. Ótimo. Se a noite dele foi tão ruim quanto a minha, então eu estava feliz.

Passando as mãos no cabelo, ele olhou ao redor, constrangido.

– Eu queria conversar com você. Para explicar a noite passada.

– O que tem para explicar? – perguntei, acenando com a cabeça para a mesa onde a loira esperava. Meu peito doeu novamente. – Mudança de ares. Eu entendi. Na verdade, estou contente em ver você aqui dessa maneira... ajuda a me lembrar por que essa coisa entre nós é uma péssima ideia. Eu não quero ficar indiretamente fodendo com todas as suas outras mulheres.

– Do que você está falando? – ele perguntou, me encarando de volta. – Está falando da Chiara ?

– Esse é o nome dela? Bom, que você e a Chiara tenham um bom almoço, sr. Ronda – eu me virei para ir embora, mas ele agarrou meu braço novamente. – Me. Solte.

– Por que você se importa?

Nossa discussão começou a atrair atenção dos garçons que passavam. Após uma rápida olhada ao redor, ele me puxou para o banheiro feminino e trancou a porta.

Fantástico, outro banheiro.

Eu o afastei.

– O que você acha que está fazendo? E o que quer dizer perguntando se eu me importo? Você me fodeu na noite passada, perguntou como eu poderia sair com o Marcos, e agora está aqui com outra mulher? Eu sempre me esqueço que você é um grande galinha. O seu comportamento é completamente esperado. É comigo mesma que estou brava – eu estava com tanta raiva que minhas unhas estavam praticamente cortando as palmas das minhas mãos.

– Você acha que estou aqui num encontro romântico ? – ele respirou fundo, balançando a cabeça. – Isso é inacreditável. A Chiara é uma amiga. Ela cuida de uma organização de caridade que a Romda Media apoia. É só isso. Eu precisava me encontrar com ela na segunda-feira para assinar alguns papéis, mas ela teve uma mudança de última hora em seu voo e vai sair do país hoje à tarde. Eu não estive com mais ninguém desde o dia da jane... – ele parou para repensar as palavras. – Desde que nós... você sabe... – ele concluiu, fazendo um rápido gesto entre nós dois.

O quê?

Ficamos ali parados, encarando um ao outro enquanto eu tentava digerir suas palavras. Ele não tinha dormido com mais ninguém. Será que isso era possível?

Eu sabia por experiência própria que ele era um galinha. Eu tinha testemunhado pessoalmente como ele expandia sua coleção de “troféus” em eventos do trabalho, sem mencionar as histórias que circulavam pelos corredores do escritório. E, mesmo que fosse verdade, nada disso mudava o fato de ele ser meu chefe, e essa coisa toda era errada demais.

– Todas aquelas mulheres se jogando aos seus pés e você não pegou nenhuma? Oh, estou emocionada – dei um passo até a porta.

– Não é tão difícil de acreditar – ele grunhiu, e eu pude sentir seus olhos queimando minhas costas.

– Quer saber? Não importa. Foi só um erro, não é mesmo?

– Olha, é sobre isso que eu queria falar.

Ele se aproximou e eu senti seu perfume me envolvendo – cheirava a mel e ervas. De repente, senti como se estivesse presa e não houvesse oxigênio suficiente naquele pequeno banheiro. Eu precisava sair, imediatamente. O que foi que a Giovanna tinha dito há alguns minutos? Que eu precisava manter distância? Bom conselho. 

Eu gostava da calcinha que estava usando e realmente não queria que ela acabasse em farrapos dentro do bolso dele. Certo, isso foi uma mentira.

– Você vai encontrar o Marcos de novo? – ele perguntou atrás de mim. Minha mão já estava na maçaneta. Tudo que precisava fazer era girar e estaria livre. Mas eu congelei e fiquei encarando a porta por uma eternidade.

– Isso importa?

– Achei que tinha deixado claro na noite passada – ele disse, e eu sentia sua respiração quente em meus cabelos.

– Pois é, muitas coisas foram ditas ontem à noite.

Seus dedos se moveram subindo pelo meu braço e deslizaram a alça da minha camiseta regata para o lado.

– Eu não quis dizer que tudo foi um erro – ele sussurrou contra minha pele. – Eu apenas entrei em pânico.

– Isso não significa que não seja verdade – meu corpo instintivamente se inclinou procurando o dele e minha cabeça pendeu ligeiramente, facilitando seu acesso. – Nós dois sabemos disso.

– Mesmo assim, eu não deveria ter falado aquilo – ele moveu meu rabo de cavalo para cima do ombro e seus lábios macios passearam pelas minhas costas.

– Vire agora.

Duas palavras. Como era possível que duas simples palavras pudessem me fazer questionar tudo? Uma coisa era ele me apertar contra a parede e me agarrar, mas agora ele estava deixando toda a decisão para mim. Mordendo meu lábio com força, tentei me forçar a girar a maçaneta. Minha mão até tremeu, antes de cair para o lado, derrotada.

Virei-me e encontrei seus olhos.

Sua mão pousou em meu rosto, seu polegar acariciou meus lábios. Nossos olhares grudaram um no outro e, justo quando pensei que não aguentaria esperar mais um segundo, ele me puxou e me beijou. Meu corpo desistiu de lutar e eu me entreguei por completo. Minha bolsa caiu no chão e minhas mãos mergulharam em seus cabelos, puxando-o para ainda mais perto. Ele me empurrou até a parede e passou as mãos por meu corpo, levantando-me ligeiramente. As mãos entraram dentro da minha calça de ginástica e ele apertou minha bunda.

– Merda. O que você está usando? – ele grunhiu em meu pescoço e suas palmas deslizavam para cima e para baixo no cetim rosa da calcinha. Levantando-me por inteira, ele envolveu sua cintura com minhas pernas e me apertou ainda mais contra a parede. Ele gemeu quando eu mordi sua orelha.

Puxando um lado da regata para baixo, ele tomou um dos meus mamilos em sua boca. Minha cabeça caiu para trás e atingiu a parede quando senti o raspar de sua barba mal feita em meu peito. Um som agudo me tirou daquele transe e ouvi ele xingar. Era meu celular. Colocando-me no chão, ele se afastou e seu rosto voltou a mostrar a irritação de sempre. Eu rapidamente arrumei minha roupa e peguei a bolsa, rangendo os dentes quando vi a foto na tela do celular.

– Giovanna – atendi, completamente sem fôlego.

– Valentina, por acaso você está no banheiro trepando com aquele pedaço de mau caminho?

– Eu volto em um segundo, tá? – desliguei e joguei o celular de volta na bolsa.

Olhei em seu rosto, sentindo meu lado racional voltar ao lugar após um breve momento fora do ar. – É melhor eu ir.

– Olha, eu... – ele foi interrompido pelo meu celular novamente.

Eu atendi sem sequer me dar o trabalho de olhar para a tela.

– Deus, Giovanna! Eu não estou aqui trepando com o pedaço de mau caminho!

– Valentina? – ouvi a voz confusa do Marcos do outro lado da linha.

– Ah... oi – merda. 

Aquilo não podia estar acontecendo comigo.

– Bom, estou aliviado por saber que você não está... trepando... com um mau caminho? – Marcos disse, rindo ligeiramente.

– Quem é? – grunhiu o sr. Ronda

Pressionei minha mão em seus lábios e lhe lancei o olhar mais raivoso que eu conseguia.

– Olha, eu não posso falar muito agora.

– Pois é, desculpa te incomodar num domingo, mas eu não conseguia parar de pensar em você. E não quero trazer problemas para ninguém, mas quando você foi embora, eu chequei meus e-mails e havia uma confirmação da entrega das flores.

– É mesmo? – perguntei, fingindo interesse. Meus olhos estavam presos no srRonda.

– Bom, parece que quem assinou o recebimento foi Michael Ronda


Notas Finais


Woww!! Que capitulo heim!!!

Vou assistir sou luna!!

Bye!!!


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