História Cretino Irresistivel - Capítulo 23


Escrita por:

Postado
Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
Visualizações 142
Palavras 1.195
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 23 - Cap 9 Parte 1


Michael Ronda


Diversas expressões passaram pelo rosto da srta. Zenere: constrangimento, irritação e... curiosidade? Eu podia escutar vagamente uma voz masculina do outro lado da linha, e comecei a sentir o homem das cavernas dentro de mim acordar. 

Quem diabos estava ligando para ela?

De repente, os olhos dela se estreitaram, e uma pequena voz na minha cabeça me disse que eu deveria ficar nervoso.

– Bom, obrigada por me contar sobre isso. Sim. Sim, pode deixar. Certo. Sim, eu te ligo quando decidir. Obrigada por ligar, Marcos.

Marcos? O maldito Depietri?

Ela desligou e guardou vagarosamente o celular na bolsa. Olhando para baixo, ela balançou a cabeça e soltou uma leve risada antes de um pequeno sorriso diabólico surgir no canto de sua boca.

– Você tem alguma coisa para me contar, sr. Ronda? – ela perguntou docemente, e, por alguma razão, isso me deixou ainda mais ansioso. Quebrei a cabeça, mas não consegui pensar em nada. Do que ela estava falando?

– Acabei de ter uma conversa muito estranha. Parece que o Marcos recebeu um e-  mail confirmando a entrega das minhas flores. Você nem imagina o que tinha nessa confirmação.

Ela deu um passo em minha direção, e eu instintivamente dei um passo para trás.

Não estava gostando de onde isso estava indo.

– Acontece que alguém assinou a entrega.

Ah, merda.

– O nome no recibo era Michael Ronda.

Meeerda. Por que diabos fui assinar com meu nome? Tentei pensar em algo paradizer, mas minha mente estava em branco. Obviamente, meu silêncio disse tudoque ela precisava saber.

– Seu filho da puta! Você assinou o recibo e depois mentiu para mim? – elaempurrou meu peito com força, e senti um instinto repentino de proteger minhasbolas. – Por que você fez isso? – minhas costas estavam agora encostadas na parede e eu procurava freneticamente uma saída.

– Eu... o quê? – gaguejei. Parecia que meu coração ia sair pela boca.

– É sério! Você está maluco?

Eu precisava de uma resposta e precisava rapidamente. Passando as mãos pelos cabelos pela centésima vez nos últimos cinco minutos, decidi que era melhor simplesmente dizer a verdade. Mas era difícil. 

– Eu não sei, tá? – gritei de volta. – Eu só... merda!

Ela pegou o celular e começou a digitar uma mensagem para alguém.

– O que você está fazendo? – perguntei.

– Não que seja da sua conta, mas estou dizendo para a Giovanna continuar sem mim. Eu não vou sair daqui até que você me diga a verdade – ela me encarou e eu podia sentir sua raiva emanando em ondas. Brevemente considerei ir me explicar com a Chiara , mas ela me viu seguindo a Valentina: com certeza já tinha percebido o que estava acontecendo. 

– Então?

Encontrei seu olhar e soltei um longo suspiro. Não havia absolutamente nenhum jeito para explicar aquilo sem parecer um maluco.

– Certo, sim, eu assinei o recibo.

Ela me encarou. Seu peito subia e descia rapidamente e os punhos estavam tão apertados que a pele estava ficando branca.

– E?

– E... joguei as flores fora – enquanto a olhava, percebi que eu merecia cada gota de raiva que ela sentia. Eu estava sendo injusto. Não ofereci nada a ela, mas estava me colocando no caminho de alguém que possivelmente poderia fazê-la feliz.

– Você é inacreditável – ela disse, através dos dentes cerrados. Eu sabia que ela  estava se esforçando para não pular em cima de mim e me esganar. – Explique por que você faria uma coisa dessas. Essa era a parte que eu não sabia responder.

– Porque... – cocei atrás da cabeça. Odiava estar naquela situação. – Porque eu não quero que você saia com o Marcos.

– Mas que idiotice. Quem você pensa que é? Só porque transamos não significa que você pode tomar decisões sobre a minha vida. Nós não somos um casal, não estamos namorando. Inferno, nós nem gostamos um do outro! – ela gritou.

– Você acha que eu não sei disso? Sei que não faz sentido. Mas, quando vi aquelas flores... vamos lá, eram rosas, caramba!

Ela me encarou como se estivesse pronta para me internar em um sanatório.

– Por acaso você esqueceu de tomar seu remédio? O que tem a ver o fato de serem rosas?

– Você odeia rosas! – quando eu disse isso, seu rosto perdeu a expressão indignada. Continuei: – Eu só vi as flores e reagi. Não parei para pensar. Só de pensar nele tocando você... – apertei meus punhos e minha voz sumiu enquanto eu tentava me recompor. A cada segundo eu ficava com mais raiva: comigo mesmo, por ser fraco e deixar minhas emoções se descontrolarem de novo, e com ela, por ter essa inexplicável força sobre mim.

– Certo, olha – ela disse, respirando fundo –, não estou dizendo que concordo com o que você fez. Mas eu até entendo... de certa maneira.

Meus olhos disparam na direção de seu rosto.

– Eu estaria mentindo se dissesse que não tenho me sentido possessiva ultimamente – ela disse com relutância. 

Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Ela estava realmente admitindo que também se sentia assim?

– Mas isso não muda o fato de que você mentiu para mim. Você mentiu na minha cara. Eu posso até achar que você é um cretino na maior parte do tempo, mas sempre considerei que seria honesto comigo. Eu estremeci. Ela estava certa.

– Sinto muito – meu pedido de desculpas pairou no ar, e não sei qual de nós dois ficou mais surpreso.

– Prove – ela me olhou tão calmamente, não havia um pingo de emoção em seu rosto. O que queria dizer com aquilo? Mas então eu entendi. Prove. Nós não conseguíamos conversar com palavras, pois as palavras apenas levavam a mais problemas. Mas isso? Isso é o que nós éramos, e se ela me desse uma chance para consertar as coisas, eu com certeza faria.

Eu a odiei tanto naquele momento. Odiei saber que ela estava certa e que eu estava errado, e odiei ela estar me forçando a tomar uma decisão. Mas, acima de tudo, odiei o quanto eu a queria. Diminuí a distância entre nós, pousando minha mão na parte de trás de seu pescoço. Eu a puxei para mais perto, olhando-  a nos olhos enquanto nossas bocas se aproximavam. Havia um desafio implícito ali. Nenhum de nós iria recuar ou admitir que isso – seja lá o que isso fosse – estava fora de nosso controle. Ou talvez tivéssemos acabado de admitir.

No momento em que nossos lábios se tocaram, uma eletricidade familiar percorreu meu corpo. Minhas mãos mergulharam fundo em seus cabelos, forçando sua cabeça para trás para que ela recebesse tudo que eu tinha para dar.

Isto seria para ela, mas eu com certeza iria tomar o controle. Pressionando meu corpo no seu, grunhi ao sentir a maneira como cada curva dela se encaixava em mim. Eu queria acabar com essa necessidade, ficar satisfeito e seguir em frente, mas cada vez que a sentia, ela parecia melhor do que eu lembrava. Eu me ajoelhei, agarrei seus quadris e a puxei para mais perto, enquanto movia os lábios por sua calça. Levantei a camisa regata e beijei cada centímetro da pele nua, sentindo seus músculos flexionarem enquanto eu explorava. Olhei para seu rosto, agarrando com os dedos a cintura da calça. Seus olhos estavam fechados e ela mordia os lábios. Senti meu pau endurecer em antecipação ao que eu pretendia fazer.


Notas Finais


Mds!!! Esses dois nao sabem conversar como gente normal ksksks. Tudo acaba nisso ksks

Iai???

Comentem!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...