História Cretino Irresistivel - Capítulo 24


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Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
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Palavras 1.678
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Cap 9 Parte 2


Abaixei sua calça até as coxas, sentindo ela se arrepiar com o toque dos meus dedos. Suas mãos me agarraram pelos cabelos e puxaram forte, provocando um grunhido em minha garganta enquanto eu a olhava de volta. Percorri a borda do cetim delicado de sua calcinha até chegar na fina alça em seus quadris.

– Essa é quase bonita demais para rasgar – eu disse, agarrando cada alça com uma das mãos. – Quase – com um rápido puxão, o tecido se rasgou facilmente, permitindo que eu arrancasse a calcinha rosa e a guardasse no bolso. Uma sensação de urgência tomou conta de mim e eu rapidamente libertei uma de suas pernas, colocando-a sobre meu ombro e beijando a pele macia no interior das coxas.

– Oh, merda – ela disse suspirando, passando as mãos em meus cabelos. – Oh, merda, por favor. 

Quando eu primeiro raspei a ponta do nariz e depois lambi lentamente seu clitóris, ela puxou meus cabelos e moveu os quadris contra minha boca. Palavras ininteligíveis saíram de seus lábios em uma voz rouca. Observá-la se perder daquela maneira me fez entender que ela estava tão indefesa contra isso quanto eu. Ela estava com raiva de mim, tão brava que parte dela provavelmente queria enganchar a perna no meu pescoço e me estrangular, mas pelo menos estava me deixando lhe dar algo que era, de muitas maneiras, muito mais íntimo do que uma simples transa. Eu estava de joelhos, mas era ela quem estava vulnerável e desprotegida. Estava também quente e molhada, e seu sabor era tão doce quanto sua beleza.

– Eu poderia te comer inteira – sussurrei, e me afastei apenas o suficiente para observar sua expressão. Beijando sua cintura, murmurei: – Isso seria muito melhor se eu pudesse deitar você em algum lugar. Uma mesa de sala de conferência, por exemplo.

Ela puxou meus cabelos novamente, apertando meu rosto contra sua pele enquanto sorria.

– Para mim está bom demais. Não se atreva a parar.

Eu quase admiti em voz alta que não conseguiria, e estava começando a abominar o pensamento de apenas tentar, mas logo eu me perdi em sua pele novamente. Eu queria memorizar cada palavrão e súplica que escapava de sua boca e queria saber que eu era a causa. Gemi contra suas coxas, fazendo-a gritar enquanto torcia o corpo para chegar ainda mais perto. Deslizei dois dedos dentro dela e puxei seus quadris com a outra mão, incentivando-a a se mover no mesmo ritmo. Ela começou a circular os quadris, devagar a princípio, pressionando contra minha boca, e depois mais rápido. Pude sentir sua tensão: as pernas, a barriga, as mãos.

– Tão perto... – ela arfou, os movimentos começando a falhar, quebrando o ritmo e tornando-se selvagens, e isso também me fez sentir descontrolado. Eu queria morder e chupar, enterrar os dedos fundo e consumi-la completamente. Fiquei preocupado por talvez estar sendo duro demais, mas sua respiração se transformou em suspiros curtos e depois em repetidas súplicas. 

Torci meu pulso, enterrando ainda mais fundo. Ela gritou novamente e suas pernas tremeram quando o clímax tomava conta de seu corpo. Acariciando sua cintura, eu lentamente abaixei sua perna e fiquei prestando atenção em seu pé, só para o caso de ela decidir que queria me chutar. Corri um dedo sobre meus lábios e observei seus olhos retomando o foco. Ela me afastou e rapidamente ajeitou as roupas, me olhando ajoelhado à sua frente. A realidade ressurgiu com o som das pessoas almoçando do outro lado da porta, misturado à nossa respiração pesada.

– Você não está perdoado – ela disse. Então pegou sua bolsa, destrancou a porta e saiu do banheiro sem dizer mais nenhuma palavra.

Levantei devagar e observei a porta se fechando atrás dela, tentando entender o que tinha acabado de acontecer. Eu deveria estar furioso. Mas senti o canto da minha boca se levantar num sorriso, e quase ri ante o absurdo da situação.

A maldita srta. Zenere conseguira novamente. Ela estava me derrotando no meu  próprio jogo. Minha noite foi um inferno. Eu mal dormi ou comi, e sofri com uma ereção praticamente constante desde que saíra daquele restaurante. 

Em meu caminho para o trabalho, eu já sabia o que teria de aguentar. Ela faria tudo o que pudesse para me torturar e punir por ter mentido – mas acontece que... eu até queria que ela fizesse isso. Fui surpreendido com sua mesa vazia quando cheguei. Estranho, pensei, ela quase nunca se atrasava. Entrei em minha sala e comecei a arrumar as coisas para o dia. Quinze minutos depois, eu estava distraído com um telefonema quando ouvi a porta da frente bater. Bom, com certeza ela não iria me desapontar: eu podia ouvir as gavetas sendo fechadas com raiva e sabia que o resto do dia seria interessante. Às dez e quinze, fui interrompido pelo interfone.

– Sr. Ronda– sua voz calma preencheu minha sala e, apesar de sua óbvia irritação, soltei um sorriso ao apertar o botão para responder.

– Sim, srta. Zenere? – respondi, ouvindo a presunção refletida no meu tom de voz.

– Precisamos estar na sala de conferência em quinze minutos. Você vai precisar sair ao meio-dia para sua reunião com o presidente da Kelly Industries. O Stuart estará esperando na garagem.

– Você não vai me acompanhar? – imaginei se ela estaria evitando ficar sozinha comigo. E não sabia como me sentiria se isso acontecesse.

– Não, senhor. Apenas pessoal da diretoria – ouvi o farfalhar de papéis enquanto ela continuava a falar. – Além disso, eu tenho de cuidar dos preparativos para San Diego.

– Vou sair num minuto – deixei meu dedo deslizar do botão, fiquei de pé e ajeitei a gravata e o terno. Quando saí da minha sala, meus olhos imediatamente pousaram nela. Qualquer dúvida que eu ainda tivesse sobre ela querer me torturar desapareceu. Ela estava inclinada sobre a mesa usando um vestido de  seda azul que exibia perfeitamente suas longas pernas. O cabelo estava preso para cima e, quando ela se virou em minha direção, vi que estava usando óculos. Como eu poderia falar coerentemente, com ela sentada ao meu lado?

– Você está pronto, sr. Ronda? – sem esperar por uma resposta, ela juntou suas coisas e começou a andar pelo corredor. Parecia haver um balanço extra em seus quadris. A safada estava mesmo querendo me provocar. 

No elevador lotado, nossos corpos ficaram espremidos um no outro e eu precisei sufocar um murmúrio. Podia ser minha imaginação, mas pensei ter visto a insinuação de um sorriso quando ela “acidentalmente” se esfregou em meu pau semiereto. Duas vezes.

Nas duas horas seguintes, eu vivi um inferno pessoal. Sempre que eu a olhava, ela estava fazendo algo para me deixar louco: olhares insinuantes, mordidas nos lábios, cruzar e descruzar de pernas, mechas de cabelo enroladas nos dedos. Em certo momento, ela deixou cair a caneta e casualmente pousou a mão na minha coxa quando se abaixou para pegá-la debaixo da mesa.

Na reunião do almoço que se seguiu, fiquei ao mesmo tempo aliviado por escapar de seu tormento e desesperado para voltar. Assenti e falei nos momentos apropriados, mas eu estava muito longe dali. É claro que meu pai percebeu cada segundo do meu péssimo e quieto humor. Na viagem de volta para o escritório, ele começou a falar.

– Você e a Valentina vão ficar juntos em San Diego por três dias, sem as paredes do escritório, e não vai ter ninguém para interferir. Eu espero que você a trate com o máximo respeito. E, antes que você fique todo defensivo – ele acrescentou, levantando a mão como se sentisse minha resposta iminente –, eu já conversei com a Valentina sobre isso.

Meus olhos se arregalaram e dispararam na direção de seu rosto. Ele tinha conversado com a srta. Zenere sobre a minha conduta profissional?!

– Sim, estou ciente de que a culpa não é só sua – ele disse, enquanto entrávamos no elevador vazio. – Ela me assegurou que revida sempre à altura. Por que acha que eu sugeri você como mentor dela no programa de estágio? 

Na minha mente, não havia nenhuma dúvida de que ela conseguiria lidar com você. 

Kevin estava de pé em silêncio ao meu lado, com um sorriso de satisfação escancarado em seu rosto. 

Maldito

Franzi a testa ligeiramente quando percebi uma coisa: ela tinha me defendido. A srta. Zenere poderia facilmente me fazer soar como um tirano, mas em vez disso ela aceitou um pouco da culpa.

– Pai, eu admito que minha relação com ela não é convencional – comecei a falar, rezando para ninguém entender o real significado daquela afirmação. – Mas, eu te asseguro, isso não interfere de maneira nenhuma em nossa habilidade de conduzir os negócios. Não há nada para se preocupar.

– Ótimo! – disse ele quando chegamos em meu andar.

Entramos no escritório e encontramos a srta. Zenere ao telefone, falando num tom quase inaudível.

– Bom, preciso desligar, papai. Tenho de cuidar de umas coisas e eu te respondo assim que puder. Você precisa dormir um pouco, certo? – ela disse suavemente.

Após uma breve pausa, ela riu, mas então passou mais um momento sem dizer nada. Eu e os dois homens ao meu lado não nos atrevemos a dizer qualquer coisa.

– Eu também te amo, papai.

Meu estômago se embrulhou com aquelas palavras e com a maneira como a voz dela falhou ao pronunciar aquela frase. Quando se virou na cadeira, ela teve um sobressalto ao nos encontrar de pé à porta. Começou então a rapidamente juntar os papéis em sua mesa.

– Como foi a reunião?

– Foi tudo bem, como sempre – meu pai disse. – Você e a Malena realmente fazem  um ótimo trabalho cuidando de tudo. Não sei o que meus filhos fariam sem vocês duas.

A sobrancelha dela se ergueu levemente e eu pude ver o quanto se controlou para não mostrar a satisfação que sentia em ouvir aquilo. Mas então seu rosto se transformou em uma expressão enigmática, e percebi que o tempo todo eu estava sorrindo maliciosamente para ela, esperando ver um pouco de sua ousadia costumeira. Vesti a melhor carranca que eu tinha e entrei na minha sala. Foi só quando fechei a porta que percebi que, desde que voltamos e a ouvimos no telefone, eu não tinha visto ela sorrir nenhuma vez.


Notas Finais


Eita que a Valentina se aproveita do Michael heim kskskks .

E o que será que se passa com ela e seu pai??

Comentem!!!


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