História Cretino Irresistivel - Capítulo 29


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Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
Visualizações 87
Palavras 1.758
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - Cap 13 Parte 1


Michael Ronda


Um milhão de pensamentos surgiram em minha mente naquele segundo. Nós não podíamos continuar fazendo isso. Ou isso continuaria ou tinha de acabar.

Agora. Estava interferindo no meu trabalho, no meu sono, na minha cabeça – na minha maldita vida.

Mas, por mais que tentasse mentir para mim mesmo, eu sabia muito bem o que queria. Eu não poderia deixá-la escapar.

Ela praticamente saiu correndo pelo corredor, mas eu fui atrás dela.

– Você não pode fazer uma coisa dessa e depois esperar que eu simplesmente deixe você ir embora!

– Posso sim! – ela gritou sobre os ombros. Quando chegou na frente do quarto, ela se atrapalhou com a chave antes de acertar a fechadura.

Alcancei-a justo quando conseguiu abrir, e nossos olhos se encontraram brevemente enquanto ela tentava fechar a porta com força. Joguei minha mão no vão e abri a porta tão violentamente que ela bateu na parede ao lado.

– Que merda você acha que está fazendo? – ela gritou, indo até o banheiro, na parede oposta, e se virando para me encarar.

– Quer parar de correr de mim? – eu a segui, minha voz ecoando pelo pequeno espaço. – Se isso for por causa da mulher lá embaixo...

Ela pareceu ficar ainda mais furiosa com minhas palavras e deu um passo na minha direção.

– Não se atreva a tocar nesse assunto. Eu nunca agi como uma namorada ciumenta – ela balançou a cabeça em desgosto antes de se virar para a pia e começar a revirar a bolsa.

Enquanto eu a observava, ela ficava mais e mais frustrada. Por que mais ela poderia estar assim? Eu estava completamente confuso. A essa altura, a raiva dela geralmente já teria arrancado minhas roupas e me pressionado contra uma parede. Mas agora ela parecia genuinamente brava.

– Você acha que eu me interessaria por uma mulher qualquer que me oferece a chave do quarto? Que tipo de homem você acha que eu sou?

Ela bateu uma escova de cabelo na pia e me olhou furiosa.

– Você está falando sério? Eu sei que você já fez isso antes. Apenas sexo, nada de compromisso... tenho certeza que você recebe chaves o tempo todo.

Para ser honesto, eu tivera sim relações que eram só sexo, mas essa coisa com a Valentina não era apenas sexo já fazia um tempo.

Comecei a responder, mas ela me interrompeu.

– Eu nunca fiz nada que fosse nem parecido com isso e não sei mais como agir –  ela disse, sua voz ficando mais alta a cada palavra. – Mas quando estou com você, é como se nada mais importasse. Isso... essa coisa – ela continuou, fazendo um gesto entre nós –, isso não sou eu! É como se eu me transformasse em outra pessoa quando estou com você, e eu odeio isso! Não posso continuar, Michael. Eu não gosto disso em que estou me transformando. Eu trabalho duro. Eu me importo com meu emprego. Sou inteligente. E nada disso importaria se as pessoas soubessem o que está acontecendo entre a gente. Vá encontrar outra pessoa.

– Eu já te falei, eu não estive com mais ninguém desde que começamos com isso.

– O que não significa que você não vá aceitar uma chave colocada em sua mão. O que você faria se eu não estivesse aqui?

Sem hesitar, eu disse:

– Eu devolveria.

Mas ela apenas riu, claramente não acreditando.

– Olha. Essa coisa toda me deixou exausta. Eu só quero tomar um banho e ir para a cama. 

Era quase impossível imaginar sair dali sem resolver essa questão, mas ela já tinha se afastado e estava abrindo o chuveiro. Quando cheguei na porta para sair, olhei mais uma vez para ela: já cercada pelo vapor do banho, olhando para mim enquanto eu deixava o quarto. E talvez ela nunca admitisse, mas seu rosto mostrava o mesmo conflito que eu sentia.

Sem pensar, atravessei o quarto, tomei seu rosto entre minhas mãos e a puxei para mim. Quando nossos lábios se encontraram, ela deixou escapar um gemido sufocado de entrega, imediatamente mergulhando as mãos em meus cabelos. Eu a beijei com mais força, tomando seus sons como meus, tomando seus lábios como meus, seu sabor como sendo minha propriedade.

– Vamos declarar trégua por uma noite – eu disse, e pressionei três pequenos beijos em seus lábios, um em cada lado e um mais longo no centro, no coração de sua boca. – Eu quero ter você inteira por uma noite, sem amarras, sem inibições. Por favor, Valentina, eu paro de te importunar depois disso, mas faz duas semanas que não te vejo e... só preciso de uma noite.

Ela me encarou por vários instantes dolorosos, claramente em conflito. E, então, com um breve som suplicante, esticou os braços e me puxou, ficando na ponta dos pés para chegar o mais perto que podia. Meus lábios exploraram os dela, ferozes e obstinados, mas ela não se afastou, pressionando suas curvas contra mim. Eu não pensava em mais nada além dela. Nós batemos contra a parede, contra a pia, a porta do chuveiro, agarrando e puxando em nosso desespero. O banheiro estava completamente coberto com vapor e nada mais parecia real. Eu podia sentir o cheiro, o sabor e a delicadeza de sua pele, mas nada disso parecia suficiente. Nossos beijos se tornaram mais profundos, nossos toques, mais selvagens. Agarrei sua bunda, suas coxas, subi as mãos até os seios, necessitando tomar todas as partes de seu corpo ao mesmo tempo. Ela me empurrou contra a parede e uma cascata de água quente se derramou sobre meus ombros e meu peito, arrancando-me de meu transe. Ainda vestidos, nós tínhamos entrado debaixo do chuveiro. Estávamos ficando ensopados. E não nos importávamos.

Suas mãos percorreram meu corpo freneticamente, puxando minha camisa de dentro da calça. Com mãos trêmulas, ela começou a desabotoar, arrancando alguns botões apressadamente antes de tirar o tecido molhado dos meus ombros e jogá-lo para fora do chuveiro.

A seda molhada do vestido dela se agarrou contra seu corpo, acentuando cada curva. Toquei o tecido ao longo dos seios, sentindo os mamilos endurecidos. Ela gemeu e pousou sua mão sobre a minha, guiando meus movimentos.

– Fale o que você quer – minha voz estava áspera por causa do desejo. – Diga o que você quer que eu faça com você.

– Eu não sei – ela sussurrou em minha boca. – Só quero ver você desmoronar. 

Eu queria dizer a ela que isso já estava acontecendo e, para ser honesto, ela vinha testemunhando isso há semanas, mas minhas palavras sumiram quando deslizei as mãos ao lado de seu corpo e por baixo do vestido. Nós mordemos e provocamos a boca um do outro, e o som do chuveiro abafava nossos gemidos.

Passei a mão para dentro de sua calcinha e senti seu calor em meus dedos.

Desejando ver mais dela, tirei os dedos e agarrei a barra do vestido. Com um único movimento, puxei-o por cima de sua cabeça e quase tive um infarto com a visão do que estava oculto. Meu Deus. Ela estava tentando me matar.

Dei um passo para trás e encostei na parede em busca de algum apoio. Ela estava na minha frente, molhada da cabeça aos pés, vestindo uma calcinha branca de renda com dois laços de cetim nas laterais. Seus mamilos estavam duros e visíveis por baixo do sutiã que combinava, e eu não pude impedir a mim mesmo de tocá-los.

– Merda, você é tão linda! – eu disse, correndo a ponta dos meus dedos ao longo dos seios. Um visível tremor surgiu em seu corpo e minha mão começou a subir, passando pelo peito, pelo pescoço e finalmente chegando no queixo.

Nós poderíamos transar ali mesmo, ensopados e escorregadios, no chão de ladrilho, e talvez mais tarde isso acontecesse, mas primeiro eu queria aproveitar o momento. Meu coração acelerou ao pensar que tínhamos uma noite inteira pela frente. Não era preciso ter pressa ou nos esconder. Nada de brigas ou culpa. Teríamos uma noite juntos e eu passaria o tempo todo com ela... em uma cama.

Estiquei o braço atrás dela e desliguei o chuveiro. Ela me abraçou de volta, apertando seu corpo ainda mais contra o meu. Tomei seu rosto com as mãos e a beijei demoradamente, deslizando minha língua contra a dela. Seus quadris rebolavam contra o meu corpo e eu abri a porta do chuveiro, conduzindo-a para fora. Eu não conseguia parar de tocar sua pele: em suas costas, na gentil curva da cintura e subindo de volta pelos lados até chegar nos seios. Eu precisava sentir e saborear cada centímetro dela.

Nosso beijo não parou enquanto saíamos do banheiro, tropeçando desajeitados e arrancando o que restava de nossas roupas. Andando de costas pelo quarto, chutei meus sapatos molhados e as mãos dela começaram a tirar meu cinto. Guiando-a, eu rapidamente fiquei sem calças e cueca. Com pressa, chutei os dois para o lado, onde caíram em uma pilha.

Passei os nós dos meus dedos por suas costelas antes de abrir o fecho do sutiã, praticamente arrancando-o de seu corpo. Puxando-a para mais perto, grunhi em sua boca quando os mamilos endurecidos rasparam em meu peito. As pontas de seus cabelos molhados roçaram em minhas mãos enquanto eu explorava as costas dela, e pude sentir uma eletricidade percorrendo minha pele.

O quarto estava escuro, a única iluminação vinha de uma pequena fresta de luz que escapava da porta do banheiro e da lua que pairava no céu noturno. A parte

de trás de seus joelhos encostou na cama e minhas mãos encontraram a última peça de roupa entre nós. Minha boca se moveu de seus lábios para o pescoço, dos seios até a barriga. Plantei beijinhos e mordidas ali até finalmente alcançar a renda branca que escondia o resto. Deslizando meus joelhos na frente dela, olhei para cima e encontrei seus olhos. Suas mãos estavam em meus cabelos, acariciando com os dedos através das mechas molhadas.

Levantei minha mão, peguei entre os dedos um dos delicados laços de cetim e puxei, observando o tecido deslizar de sua cintura. Uma expressão de confusão apareceu em seu rosto enquanto eu continuava percorrendo a calcinha com as mãos até o outro lado, onde fiz o mesmo. O tecido caiu inteiro de seu corpo e então ela estava completamente nua na minha frente. Posso não ter rasgado a calcinha, mas eu com certeza planejava levar essa preciosidade comigo.

Ela riu, como se tivesse ouvido meus pensamentos.

Eu a conduzi até sentar na ponta da cama e, ainda ajoelhado à sua frente, abri suas pernas. Passando minhas mãos ao longo de sua pele aveludada, beijei o interior das coxas e entre as pernas. Seu sabor deslizou por minha boca e invadiu minha mente, apagando qualquer vestígio do mundo lá fora. Deus, o que aquela mulher fazia comigo...



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