História Cretino Irresistivel - Capítulo 30


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Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
Visualizações 98
Palavras 1.776
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 30 - Cap 13 Parte 2


Fiz um movimento para deitá-la de costas e então finalmente subi para me juntar a ela, correndo meus lábios e língua ao longo de seu corpo, com suas mãos ainda emaranhadas em meus cabelos, guiando-me para onde ela queria. Deslizei meu polegar para dentro de sua boca, desejando que ela me chupasse, desejando minha própria boca nos seios dela, nas costelas, no queixo.

Seus suspiros e gemidos preenchiam o quarto e se misturavam com os meus. Eu estava mais duro do que imaginava ser possível, e queria me enterrar nela de novo e de novo. Alcancei sua boca e arrastei meu polegar molhado através de seu rosto quando ela me puxou para baixo, alinhando cada centímetro de nossos corpos nus. Nos beijamos freneticamente, as mãos procurando e agarrando enquanto tentávamos nos aproximar o máximo possível. Nossos quadris se mexiam juntos, meu pau se esfregava nela, procurando seu calor. Cada passada em cima do clitóris causava um gemido nela. Com apenas um pequeno movimento, eu poderia entrar profundamente. E eu queria fazer isso mais do que qualquer coisa, mas primeiro precisava ouvir uma coisa dela. Quando ela disse meu nome lá embaixo no saguão, algo dentro de mim estalou. Eu ainda não tinha entendido direito, não sabia se estava pronto para entender, mas sabia que precisava que ela dissesse, precisava ouvir que era eu quem ela queria.

Precisava saber que naquela noite ela seria minha.

– Estou morrendo de vontade de entrar em você agora – sussurrei em seu ouvido.

Ela soluçou e um gemido profundo escapou de seus lábios. 

– É isso que você quer?

– Sim – ela gemeu, com a voz suplicante e os lábios erguidos procurando por mim. Minha ponta resvalou em sua entrada e eu apertei meu queixo, querendo prolongar aquele prazer. Os calcanhares dela subiam e desciam por minhas pernas até que finalmente agarraram minha cintura. Tomei suas mãos e as coloquei acima de sua cabeça, entrelaçando nossos dedos.

– Por favor, Michael – ela implorou. – Você está me enlouquecendo.

Abaixei minha cabeça até nossas testas se encontrarem, e então finalmente a penetrei.

– Oh, merda! – ela gemeu.

– Fale de novo – eu estava ficando sem ar quando comecei a entrar e sair. 

– Michael... merda.

Eu queria ouvir de novo e de novo. Ergui meu corpo e fiquei de joelhos, aumentando meu ritmo, com nossas mãos ainda entrelaçadas.

– Por favor, não pare! – eu estava chegando perto do clímax e precisava diminuir um pouco. Estive longe dela por tempo demais, e nenhuma das minhas fantasias chegava perto do que eu sentia agora.

– Quero você assim todos os dias – grunhi contra sua pele suada. – Desse jeito, e de quatro na minha mesa. E de joelhos, me chupando.

– Por quê? – ela disse entre os dentes cerrados. – Por que eu amo que você fale comigo desse jeito? Você é um grande cretino.

Eu me abaixei sobre ela e ri em seu pescoço.

Nós nos movíamos juntos sem esforço nenhum, nossas peles molhadas deslizando uma na outra. A cada estocada, ela levantava a cintura para me acomodar, com as pernas ao redor dos meus quadris puxando-me mais fundo.

Eu estava tão perdido dentro dela que o tempo parecia não existir. Nossas mãos ainda estavam fortemente unidas acima de sua cabeça, e ela começou a apertá- las ainda mais. Ela estava chegando perto, seus gritos se tornavam mais altos e meu nome escapava de sua boca de novo e de novo, me fazendo chegar perto do abismo também.

– Desista – minha voz estava rouca com o desespero que eu sentia. Eu estava tão  perto, mas queria esperar por ela. – Não resista, Valentina, goze comigo.

– Oh, Deus, Michael... – ela gemeu. – Diga mais alguma coisa – merda. Minha garota gosta de palavras sujas. – Por favor.

– Você está tão suada e gostosa. Quando está quase gozando – eu ofeguei –, sua pele fica toda corada e sua voz fica rouca. E não há nada mais perfeito do que o seu rosto quando você goza. 

Ela me apertou mais forte com as pernas e senti sua respiração falhar, senti seus músculos todos se apertarem ao meu redor.

– Essa sua boca inchada fica ainda mais macia e se abre para mim quando você fica ofegante, seus olhos imploram para eu te foder gostoso e, merda, nada é melhor do que o som que você faz quando está perto de gozar. 

Só foi preciso isso.

Estoquei mais fundo, praticamente levantando-a da cama com cada movimento.

Eu estava quase transbordando e, quando ela gritou meu nome, não pude mais segurar.

Ela abafou seus gritos em meu pescoço quando senti seu orgasmo apertando ferozmente debaixo de mim. Nada no mudo era tão bom quanto aquilo – deixar a onda se precipitar e nos atingir ao mesmo tempo – então eu também me entreguei.

Passados aqueles momentos intensos, eu movi meu rosto para mais perto dela, nossos narizes se tocaram e nossa respiração se encontrava, quente e rápida.

Minha boca estava seca, meus músculos doíam e eu estava exausto. Soltei as mãos dela e acariciei seus dedos gentilmente, tentando trazer a circulação de volta.

– Meu Deus! – eu disse. Tudo parecia diferente, mas completamente indefinido.

Saindo de cima dela, fechei meus olhos, tentando bloquear o emaranhado de pensamentos.

Ao meu lado, ela estremeceu.

– Está com frio? – perguntei.

– Não – ela respondeu, balançando a cabeça. – Apenas completamente exausta. 

Eu a puxei para mim e estiquei o braço para nos cobrir com o cobertor. Eu não queria ir embora, mas não sabia se ela queria que eu ficasse.

– Eu também.

O silêncio nos envolveu e os minutos passaram. Pensei que ela tinha adormecido.

Mudei levemente de posição e fui surpreendido por sua voz.

– Não vá – ela disse na escuridão. Eu me inclinei, beijei o topo de sua cabeça e respirei fundo, sentindo seu cheiro doce e familiar.

– Eu não vou a lugar nenhum.

Merda, isso foi bom.

Algo quente e molhado envolveu meu pau novamente e eu gemi alto. 

Melhor Sonho. Que já tive . 

A Valentina do meu sonho gemeu, enviando ao longo do meu pau uma vibração que percorreu meu corpo inteiro.

– Valentina – ouvi minha própria voz e mudei ligeiramente de posição. Eu já tinha sonhado com ela centenas de vezes, mas desta vez parecia tão real. O calor desapareceu e eu franzi a testa. Não acorde, Mike. Não se atreva a acordar.

– Diga de novo – uma voz macia invadiu minha consciência e forcei meus olhos a abrirem. O quarto estava escuro e eu estava deitado em uma cama estranha. O calor voltou, e meus olhos dispararam para minha cintura, onde uma linda loira se movia entre minhas pernas abertas. Ela colocou meu pau de volta em sua boca. De uma vez só, a lembrança da noite anterior surgiu em minha mente, e a névoa do sono começou a se dissipar depressa.

– Valentina? – de jeito nenhum eu seria sortudo o bastante para que isso fosse real.

Ela devia ter levantado durante a noite para apagar a luz do banheiro – o quarto estava tão escuro que eu mal podia enxergá-la. Minhas mãos procuraram por ela e meus dedos percorreram seus lábios ao redor do meu pau. Ela subia e descia com a boca, sua língua circulava e os dentes raspavam levemente contra meu pênis a cada movimento. Sua mão tocou minhas bolas e eu gemi alto quando ela  gentilmente acariciou usando toda extensão da palma de sua mão.

A sensação de ver meus sonhos e a realidade tornando-se uma coisa só foi tão intensa que eu não sabia se conseguiria aguentar por muito tempo. Ela se ajeitou e seus dedos tocaram um ponto logo abaixo, me fazendo soltar um gemido entre os dentes cerrados. Ninguém nunca tinha feito isso comigo. Eu quase quis fazer ela parar, mas a sensação foi tão incrível que eu simplesmente não conseguia me mexer. Enquanto meus olhos se ajustavam à escuridão, corri meus dedos por seus cabelos, rosto e queixo. Ela fechou os olhos e aumentou a sucção, deixando-me cada vez mais perto do abismo. A combinação de sua boca com meu pau e o dedo pressionando logo abaixo era incrível, mas eu a queria em cima de mim, aquela boca na minha, chupando meus lábios enquanto eu me enterrava nela.

Eu sentei na cama e puxei-a para meu colo, enlaçando meus quadris com suas pernas. Nossos peitos nus pressionaram um ao outro, tomei seu rosto nas mãos e a olhei nos olhos.

– Esse foi o melhor jeito de acordar de todos os tempos.

Ela riu um pouco, lambendo os lábios até mostrarem um brilho delicioso. Abaixei as mãos e coloquei meu pau em sua entrada, levantando-a levemente. Com um único movimento, entrei nela. Sua testa caiu em meu ombro e seus quadris se impulsionaram para frente, me fazendo penetrar ainda mais fundo. Estar com ela em uma cama parecia irreal. Ela começou a me cavalgar preguiçosamente, mexendo em pequenos movimentos. Beijou cada centímetro do meu pescoço, chupando e mordendo a pele. Breves frases permeavam cada movimento dos quadris.

– ... gosto de estar em cima de você – ela ofegava. – Você está indo tão fundo. Está sentindo?

– Sim.

– Quer mais rápido?

Balancei a cabeça, absolutamente perdido.

– Não. Deus, não.

Por um tempo, ela continuou devagar, em pequenos círculos, os dentes subindo e descendo em meu pescoço. Mas então, ela se aproximou ainda mais, sussurrando:

– Eu vou gozar, Michael – e, em vez de soltar uma lista de palavrões para  descrever o que aquilo me fazia sentir, eu mordi seu ombro e chupei até deixar a pele vermelha.

Mexendo mais rápido, ela começou a falar. Palavras que eu mal conseguia processar. Palavras sobre meu corpo dentro dela, a necessidade que sentia por mim. Palavras sobre meu sabor e o quanto ela estava molhada. Palavras sobre querer meu orgasmo, precisar do meu orgasmo.

Com cada passada de seus quadris, a pressão começou a aumentar. Eu a agarrei com força, temendo que fosse deixar marcas a cada movimento das minhas mãos, e aumentei as estocadas. Ela gemia e se contorcia em cima de mim e, justo quando eu achei que não conseguiria mais me segurar, ela gritou meu nome e senti seus espasmos. A intensidade de seu orgasmo desencadeou o meu, e enterrei meu rosto em seu pescoço, abafando um grunhido alto em sua pele.

Ela desabou em cima de mim e eu deitei nossos corpos na cama. Estávamos suados, ofegantes e completamente exaustos. A imagem dela era perfeita.

Puxei-a para mim, com suas costas contra meu peito, e envolvi meus braços ao seu redor, entrelaçando nossas pernas. Ela murmurou alguma coisa que eu não entendi, mas adormeceu antes que eu pudesse perguntar. Algo mudou nessa noite, e, quando meus olhos se fecharam, o meu último pensamento foi que teríamos muito tempo para conversar no dia seguinte.

Mas quando a luz matinal começou a invadir o quarto, tive uma sensação estranha, ao perceber que o amanhã já tinha chegado.



Notas Finais


Cada vez mais proximos!!!!

Lindos!!!

E finalmente nao estao se chamando pelos sobrenomes!!!


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