História Cretino Irresistivel - Capítulo 31


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Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
Visualizações 99
Palavras 1.011
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 31 - Cap 14 Parte 1


Valentina Zenere


A consciência bateu à porta da minha mente adormecida, mas tentei mantê-la longe. Eu não queria acordar. Estava contente, confortável e aquecida.

Visões vagas do meu sonho passeavam atrás dos meus olhos fechados. O cobertor que eu abraçava era o mais quente e cheiroso com o qual já tivera o prazer de dormir – pois ele abraçava de volta. Algo quente se apertou contra mim. Meus olhos se abriram e focaram mechas de cabelos familiarmente desarrumados a apenas alguns centímetros do meu rosto. Centenas de lembranças surgiram naquele segundo, quando a realidade da noite passada desabou sobre meu cérebro confuso.

Merda.

Era real.

Meu coração acelerou quando levantei a cabeça para ver aquele lindo homem abraçado ao meu corpo. Sua cabeça estava deitada em meu peito, sua boca perfeita, levemente aberta, deixando escapar lufadas de ar quente em meus seios nus. Seu longo corpo estava deitado ao meu lado, nossas pernas se entrelaçavam e seus braços fortes envolviam meu torso com força.

Ele ficou.

A intimidade de nossa posição me atingiu com tanta força que eu até perdi o fôlego. Ele não apenas ficara, ele se agarrara em mim.

Tive dificuldade para voltar a respirar e para evitar entrar em pânico. Eu estava muito ciente de cada centímetro onde nossas peles se tocavam. Podia sentir a batida poderosa de seu coração contra meu peito. Seu pênis estava pressionado contra minha coxa, semiereto em seu sono. Meus dedos ardiam com a vontade de tocá-lo. Meus lábios desejavam beijar seus cabelos. Aquilo era muito para mim. Ele era muito. 

Algo mudara na noite anterior e eu não sabia se estava pronta para lidar com isso. Também não sabia o que era essa mudança, mas ela tinha acontecido. A cada movimento, a cada toque, a cada palavra e a cada beijo daquela noite, nós estivéramos juntos. Ninguém nunca me fez sentir assim, como se meu corpo fosse feito para encaixar em outro.

Eu já estivera com outros homens, mas com ele eu sentia como se estivesse sendo arrastada por uma maré invisível, completamente incapaz de mudar a direção. Fechei os olhos, tentando dominar a crescente sensação de pânico. Eu não me arrependia do que acontecera. Tudo fora – como sempre – intenso e definitivamente o melhor sexo que já tivera. Eu apenas precisava de alguns minutos sozinha antes de poder encará-lo. Pousando uma mão em seus cabelos e a outra nas costas, eu consegui tirá-lo de cima de mim. Ele começou a se remexer e eu congelei. Abracei-o de volta e tentei impedi-lo de acordar. Ele murmurou meu nome antes de sua respiração voltar a se acalmar, então eu deslizei para fora.

Fiquei observando-o dormir por um momento, sentindo meu pânico retroceder um pouco, e mais uma vez fiquei admirada por sua beleza. Em seu sono, sua expressão era tranquila e pacífica, muito diferente do que costumava mostrar na minha presença. Uma mecha de cabelo estava caída sobre sua testa e meus dedos desejavam arrumála. Cílios longos, rosto perfeito, lábios macios e um queixo coberto com uma barba por fazer. Meu Deus, ele é bonito.

Comecei a andar até o banheiro, mas vi de relance meu próprio reflexo no espelho do quarto e parei. Uau. A imagem de quem acabou de transar. 

Definitivamente, era assim que eu parecia. Eu me aproximei e examinei as pequenas marcas vermelhas espalhadas em meu pescoço, ombros, seios e  barriga. Uma pequena mordida estava visível debaixo do meu seio esquerdo, além de uma vermelhidão em meu ombro. Olhando para baixo, corri os dedos pelas marcas vermelhas na parte interna das minhas coxas. Meus mamilos endureceram quando lembrei a sensação de sua barba mal feita raspando contra minha pele. Meu cabelo estava todo desgrenhado, e mordi o lábio quando lembrei de suas mãos mergulhadas nele. A maneira como ele me puxara primeiro para um beijo e depois para seu pau...

Isso não está ajudando.

Fui retirada dos meus pensamentos por uma voz grave e sonolenta.

– Já está de pé e se estressando?

Eu me virei e tive uma rápida visão de seu corpo nu quando ele se ajeitou nos lençóis antes de sentar e cobrir-se, deixando apenas o torso à mostra. Eu nunca me cansaria de ver – e sentir – seu peito largo e musculoso, seu abdômen malhado e aquele caminho da felicidade, que levava para o mais gloriosamente bem dotado homem que eu já conhecera. Quando meus olhos finalmente alcançaram seu rosto, eu franzi a testa ao ver seu sorriso maroto.

– Peguei você olhando – ele murmurou, esfregando a mão no queixo.

Eu não sabia se deveria sorrir ou revirar os olhos. Vê-lo daquele jeito, vulnerável e semiacordado, era desconcertante. Não tínhamos fechado as cortinas na véspera, e agora o sol da manhã emitia seus raios brilhantes contra o emaranhado de lençóis. Ele parecia tão diferente – ainda era meu chefe cretino, mas também parecia outra pessoa: um homem, em minha cama, parecendo pronto para a... quarta? Quinta rodada? Eu já tinha perdido a conta.

Quando seus olhos percorreram cada parte do meu corpo, eu me lembrei que também estava completamente nua. Nesse momento, sua expressão parecia tão intensa quanto seus toques. Pensei brevemente que, se ele continuasse com aquele olhar, minha pele entraria em combustão. Será que aquilo poderia ter sobre mim o mesmo efeito que seu toque?

Mudei minha expressão para esconder o fato de que eu estava mentalmente catalogando cada centímetro de sua pele, então me abaixei para pegar sua camiseta branca no chão. Ela ficara a noite inteira na frente do arcondicionado e por causa disso estava um pouco fria, mas, graças a Deus, estava praticamente seca. Quando passei o tecido de algodão pela minha cabeça, senti o perfume de ervas da pele dele, então reemergi e encontrei seu olhar sombrio colado em mim.

Ele molhou seus lábios com a língua e grunhiu baixinho:

– Venha aqui.

Eu me aproximei da cama com a intenção de sentar ao seu lado, mas ele me puxou para o colo e disse:

– Diga o que você está pensando.

Ele queria que eu resumisse um milhão de pensamentos em uma única frase? Aquele homem estava maluco. Então, abri a boca e soltei o primeiro pensamento que surgiu....


Notas Finais


Aahhhhhhh!!!!! Fofos!!! Ksksks

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