História Cretino Irresistivel - Capítulo 32


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Categorias Cretino Irresistível (Beautiful Bastard)
Tags Michaentina, Ronderista, Simbar, Zenerista
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Palavras 1.531
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 32 - Cap 14 Parte 2


– Você disse que não esteve com mais ninguém desde que nós... ficamos juntos – encarei seu peito para evitar seus olhos. – Isso é verdade?

Finalmente, olhei para cima.

Ele assentiu e deslizou os dedos debaixo da camiseta, passando as mãos lentamente na minha cintura e barriga.

– Por quê? – perguntei.

Ele fechou os olhos e balançou a cabeça uma vez.

– Eu não quis ficar com mais ninguém.

Eu não sabia como interpretar aquilo. Ele queria dizer que não encontrara ninguém que quisesse, mas que estava aberto a possibilidades?

– Você sempre escolhe a monogamia quando está ficando com alguém?

Ele deu de ombros.

– Se essa for a expectativa.

Michael beijou ao longo dos meus ombros, chegou ao peito e subiu pelo pescoço.

Estiquei o braço e peguei uma garrafa de água no criado mudo, tomei um gole e ofereci. Ele tomou o resto da água em alguns longos goles.

– Está com sede?

– Sim. E com um pouco de fome também.

– Não é surpresa, nós não comemos desde... – parei quando ele mexeu as sobrancelhas e sorriu com o canto da boca.

Revirei os olhos, mas tive de fechá-los quando ele se aproximou e me beijou docemente nos lábios.

– A expectativa aqui é a monogamia?(regime ou costume em que é imposto ao homem ou à mulher ter apenas um cônjuge, enquanto se mantiver vigente o seu casamento.) - eu perguntei.

– Despois do que aconteceu ontem à noite, acho que é você quem precisa me dizer. 

Eu não sabia como responder. Eu já não sabia se poderia ficar com ele dessa maneira, e sabia menos ainda no caso de monogamia. Pensar em como isso poderia funcionar fazia minha mente girar. Será que conseguiríamos ser... amigos? Será que ele diria “bom dia” de verdade? Será que ele se sentiria seguro para criticar meu trabalho?

Ele esticou os dedos sobre minhas costas, pressionando meu corpo ao seu lado e me arrancando dos meus pensamentos. 

– Nunca tire essa camiseta – ele sussurrou.

– Trato feito – eu me estiquei para trás, melhorando o acesso de sua boca ao meu pescoço. – Vou vestir isto e nada mais em nossa reunião mais tarde.

Sua risada foi grave e divertida.

– Nem pensar.

– Que horas são? – eu perguntei, tentando enxergar o relógio atrás dele.

– Dane-se o relógio – as pontas de seus dedos encontraram meus seios e ficaram brincando na pele macia da parte de baixo.

No processo de me esticar, eu acabara expondo a pele dele um pouco acima do quadril. Mas o quê...?

Aquilo era uma tatuagem?

– Isso aqui é...? – eu mal podia formar as palavras. Afastando-o levemente, olhei em seus olhos antes de voltar a encarar a marca. Logo abaixo da cintura havia uma linha de tinta preta, palavras escritas naquilo que eu achava ser francês.

Como diabos eu não tinha visto isso antes? Tentei lembrar de todas as vezes em que estivéramos juntos. Sempre fora de forma apressada, no escuro ou apenas seminus.

– É uma tatuagem – ele disse, confuso, afastando-se um pouco e passando os dedos por minha barriga.

– Eu sei que é uma tatuagem, mas... o que está escrito aí? – o sr. Eu-Não-Brinco- em-Serviço tem uma maldita tatuagem. Cai o outro pedaço do homem que eu achava conhecer.

– Está escrito Je ne regrette rien. (Nao me arrependo de nada)

Meus olhos dispararam na direção de seu rosto, e meu sangue ferveu ao som de sua voz se dissolvendo em uma perfeita pronúncia do francês.

– O que você disse?

 Ele soltou um sorriso no canto da boca.

– Je ne regrette rien – pronunciou as palavras lentamente, enfatizando cada sílaba. Era a coisa mais sexy que eu já tinha ouvido na vida.

Em meio a tudo isso – a tatuagem e sua completa nudez –, eu achei que entraria em combustão espontânea.

– Isso não é uma música?

– Sim, é de uma música – ele assentiu, e riu um pouco. – Você pode achar que eu me arrependo daquela noite, bêbado em Paris, milhares de quilômetros distante de casa, sem um único amigo na cidade, quando decidi fazer uma tatuagem. Mas não, nem mesmo disso eu me arrependo.

– Diga de novo – sussurrei.

Ele se aproximou, encaixando os quadris ainda mais em meu corpo, sua respiração quente em meu ouvido, e sussurrou novamente.

– Je ne regrette rien. Você entende?

Assenti.

– Diga mais alguma coisa.

Eu respirava com dificuldade, meus mamilos sensíveis raspando contra o algodão da camiseta. Inclinando-se ligeiramente, ele beijou minha orelha e disse:

– Je suis à toi (Eu sou seu) – sua voz estava ainda mais grave e quase falhando enquanto seu pau se mantinha erguido para mim, então eu acabei com nossa agonia e mergulhei nele com um gemido, novamente amando a profundidade daquela posição. Ele sussurrou uma única e profana sílaba em francês de novo e de novo, encarando meu rosto. Em vez de segurar meus quadris, suas mãos agarraram a camiseta nos dois lados do meu corpo. Aquilo era tão fácil, tão natural entre nós, que de alguma forma aumentava uma intranquilidade que eu não conseguia afastar. Em vez de pensar nisso, eu me concentrei em seus grunhidos abafados na minha boca. Concentrei-me na maneira como ele de repente nos colocou sentados e chupou meus seios por cima da camiseta, expondo a pele rosada que havia sob o tecido. Eu me perdi na urgência de seus dedos em minhas coxas e cintura, sua testa pressionada na base do meu pescoço quando ele se aproximou do clímax. Eu me perdi na sensação de suas coxas embaixo de mim, seus quadris se movendo cada vez mais rápido e com mais força para acompanhar meus movimentos.

Virando meu corpo, ele pousou a mão totalmente esticada sobre meu peito e seus quadris diminuíram a velocidade até parar.

– Seu coração está acelerado. Diga o quanto você está gostando disso.

Eu relaxei instintivamente ao olhar para seu sorriso convencido. Será que ele sabia que eu precisaria de ajuda para lembrar quem ele fora há menos de um dia?

– Você está falando daquele jeito de novo. Pare com isso.

Seu sorriso se alargou.

– Você adora quando eu falo assim. Principalmente quando meu pau está dentro de você. Eu revirei os olhos.

– O que foi que me denunciou? Os orgasmos? O jeito como eu imploro para você? Parabéns, você é praticamente um detetive.

Ele piscou, puxando meu pé para cima do seu ombro e beijando meu calcanhar.

– Você sempre foi desse jeito? – eu perguntei, puxando inutilmente seus quadris.

Odiava admitir, mas queria que ele continuasse mexendo. Quando ele parava, eu sentia a provocação, a ardência, a sensação de coisa incompleta. E quando se movia, eu apenas queria que o tempo parasse. – Eu tenho pena das mulheres cujos egos foram destroçados pelo caminho.

Michael balançou a cabeça, inclinando-se sobre mim e se apoiando nas mãos.

Graças aos céus, ele começou a se mover. Os quadris subiram, entrando profundamente em mim. Meus olhos se fecharam. Ele acertou o ponto perfeito de novo, de novo e de novo.

– Olhe para mim – ele sussurrou.

Olhei para cima, observei o suor em suas sobrancelhas e os lábios se separarem quando ele encarou minha boca. Os músculos dos ombros se apertavam com seus movimentos, seu torso brilhava com uma fina camada de suor. Pousei meu olhar onde ele se movia para dentro e para fora de mim. Não sei o que eu disse quando ele tirou quase tudo para fora e então enfiou com força de volta em mim, mas foi algum murmúrio sujo e instantaneamente esquecido enquanto ele estocava.

– Você me faz sentir convencido. É o jeito como você reage que me faz sentir um maldito deus. Como você pode não enxergar isso?

Eu não respondi e claramente ele não esperava que eu respondesse – seu olhar e os dedos de uma mão exploravam meu pescoço e seios. Ele encontrou um lugar especialmente sensível e eu ofeguei.

– Parece que alguém te deu uma mordida aqui – ele disse, esfregando o polegar na marca de seus dentes. – Você gostou?

Engoli em seco, juntando nossos corpos.

– Sim.

– Garota safada.

Minhas mãos deslizaram por seus ombros e desceram até o peito, passaram pela barriga e pelos músculos dos quadris. Meu polegar acariciou sua tatuagem.

– Eu gosto disso também.

Seus movimentos se tornaram mais selvagens e violentos.

– Oh, merda, Valentina... eu não consigo... não vou aguentar mais.

Ouvir sua voz tão desesperada e fora de controle apenas intensificou meu desejo por ele. Fechei os olhos, concentrando-me na deliciosa sensação que começava a se espalhar por meu corpo. Eu estava muito perto, quase lá. Abaixei a mão entre nós e meus dedos encontraram meu clitóris, que comecei a esfregar vagarosamente. Ele abaixou a cabeça, olhou para minha mão e praguejou.

– Oh, merda – sua voz estava desesperada, sua respiração saía com dificuldade.

– Vai, se toca, quero ver você se esfregando – suas palavras foram tudo o que eu precisava e, com uma última passada de dedos, senti o orgasmo me dominar.

Gozei com força, apertando-o ao meu redor, as unhas da minha mão livre se enterrando em suas costas. Ele gritou, e seu corpo se descontrolou quando também gozou dentro de mim. Meu corpo todo tremeu nos momentos seguintes, mesmo quando o orgasmo se dissipou. Agarrei seu corpo quando ele parou, afundando em cima de mim. Ele beijou meu ombro e meu pescoço antes de plantar um único beijo em meus lábios. Nossos olhos se encontraram brevemente, e então ele rolou para o lado



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