História Cretino irresistível (Adaptada) - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette
Visualizações 1.100
Palavras 344
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Cap 1


Meu pai sempre dizia que a melhor maneira para aprender uma profissão é passar cada segundo observando alguém a exercendo.

“Para conseguir chegar ao topo, você precisa começar lá de baixo”, ele me disse. “Seja a pessoa sem a qual o CEO não pode viver. Seja um braço direito. Aprenda tudo sobre seu mundo, e ele irá te contratar assim que você receber o diploma.”

Eu me tornei indispensável. E definitivamente me tornei o braço direito. Acontece que, neste caso, o braço direito frequentemente queria estrangular o pescoço daquele maldito.

Meu chefe, o Sr. Adrien Agreste. Um cretino irresistível.

Meu estômago se embrulha só de pensar nele: alto, bonitão e completamente cruel. Ele era o babaca mais egocêntrico e convencido que eu já tinha conhecido. Eu ouvia as outras mulheres do escritório fofocando sobre suas escapadinhas e ficava pensando se um rosto bonito era tudo que ele precisava. Mas meu pai também dizia: “Você vai perceber cedo na vida que beleza é apenas superficial, mas a feiura se estende até os ossos”. Eu tive minha quota de homens desagradáveis nos últimos anos, namorei alguns no colegial e na faculdade. Mas esse foi o campeão.

-Olá, Srt.Cheng! –O Sr. Agreste estava de pé ao lado da porta da minha sala, que servia de recepção para o escritório dele. Sua voz estava melosa, mas era uma doçura toda errada... como mel que foi congelado e que agora estava começando a rachar.

Depois de derramar água no meu celular, deixar cair meu par de brincos na lixeira, receber uma pancada na traseira do meu carro na via expressa e ter de esperar a polícia para ouvir aquilo que eu já sabia –que a culpa foi do outro motorista –a, última coisa que eu precisava naquela manhã era aguentar o humor do Sr. Adrien.

Pena que ele não tem outro tipo de humor.

Eu respondi o “Bom dia, Sr. Agteste” de sempre, esperando que ele respondesse com seu habitual aceno de cabeça.

Mas, quando eu tentei passar, ele murmurou:

-Bom dia? Será que você não quer dizer “boa tarde”, Srt. Cheng? Que horas são nesse seu mundinho?



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