História Cretino irresistível - Capítulo 11


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette
Visualizações 670
Palavras 858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Cap 11


-Estamos sem café –Ela disse, secamente. –Então, como sua secretária, vou descer até a cafetaria do 14° andar e trazer mais. Não podemos deixar o senhor ficar sem sua preciosa cafeína.

Como alguém tão gostosa podia ser tão metida? Alcancei-a no pavimento entre os andares e agarrei seu braço, empurrando-a contra a parede. Seus olhos se estreitaram de raiva e seus dentes se apertaram. Agitei o recibo na frente do seu rosto, encarando-a de volta.

-O que é isto?

Ela balançou a cabeça.

-Olha, para um sabe-tudo egocêntrico, você as vezes realmente é um filho da puta burro. O que isso parece? É um recibo.

-Disso eu sei –Grunhi, enquanto amassava a coisa no punho fechado. Então pressionei uma ponta do papel em sua pele delicada um pouco acima dos seios e senti meu pau se contrair quando ela perdeu o folego e seus olhos dilatarem. –Por que você está comprando roupas com o cartão da empresa?

-Porque um cretino rasgou minha blusa –Ela deu de ombros, inclinou o rosto para mais perto e sussurrou: -E a minha calcinha.

Bom, que merda.

Inspirei fundo pelo nariz e joguei o papel no chão. Então me inclinei para frente e pressionei meus lábios contra os dela, agarrando seus cabelos e apertando-a contra o peito. Meu pau pulsou contra a barriga dela quando senti sua mão agarrar meu cabelo também, puxando-o com força.

Subi o vestido dela pelas coxas e rosnei em em sua boca quando meus dedos encontraram mais uma vez o topo de sua meia. Ela fazia isso para me atormentar, tinha de ser isso. Senti sua língua percorrer meus lábios enquanto a ponta dos meus dedos massageava a parte molhada de sua calcinha. Agarrei o tecido e puxei com força.

-Então anote na sua agenda para comprar outra –Eu disse, depois pressionei minha língua entre seus lábios e para dentro de sua boca.

Ela gemeu profundamente quando enfiei dois dedos e ela parecia ainda mais molhada do que a noite passada, se é que isso era possível.

Estávamos criando uma situação realmente difícil. Ela se livrou dos meus lábios enquanto eu a fodia com os dedos, meu polegar esfregando seu clitóris

vigorosamente.

-Tire o pau para fora –Ela disse. –Preciso sentir você dentro de mim. Agora.

Apertei os olhos em sua direção, tentando esconder o efeito que as palavras dela tiveram sobre mim.

-Diga por favor, Srt.Cheng.

-Agora –Ela disse, com ainda mais urgência.

-Então você quer ser mandona agora?

Ela me lançou um olhar que encolheria o pau de qualquer homem menos cheio de sí, e eu ri da situação. A Srt.Dupain realmente tinha muita coragem.

-Ainda bem que estou me sentindo generoso hoje.

Tirei rapidamente o cinto e abaixei a calça, então ergui seu corpo e enfiei com força. Deus, ela era incrível. Melhor do que qualquer coisa. Isso ajudava a explicar por que eu não conseguia tirá-la da minha cabeça, e uma pequena voz disse que eu provavelmente nunca me cansaria disso.

-Caralho –Murmurei.

A Srt.Dupain-Cheng perdeu o fôlego e senti seus músculos se apertarem enquanto me envolviam. Ela mordeu o ombro do meu casaco e passou uma perna ao redor do meu corpo quando comecei a estocar mais rápido e mais forte, apertando-a contra a parede. Alguém poderia entrar na escada e me flagrar comendo ela, mas eu não estava nem aí. Eu precisava tirá-la do meu sistema.

Ela levantou a cabeça do meu ombro e foi me mordendo do pescoço até chegar ao meu lábio inferior.

-Quase –Ela gemeu enquanto apertava a perna no meu quadril pedindo para enfiar mais fundo. –Estou quase gozando.

Perfeito.

Enterrei meu rosto em seu pescoço e cabelos para abafar meu gemido, quando gozei forte e repentinamente dentro dela, apertando sua bunda com as mãos. Antes que ela pudesse continuar se esfregando em mim, eu tirei e a coloquei de pé em suas pernas bambas.

Ela me encarou com um olhar raivoso. A escadaria se encheu com um silêncio pesado.

-Você está brincando? –Ela disse, arfando alto.

Sua cabeça pendeu para trás e encostou na parede com um som abafado.

-Obrigado, isso foi fantástico –Puxei minhas calças, que estavam abaixadas até os joelhos.

-Você é um filho da puta.

-Você já disse isso antes –Murmurei, olhando para baixo enquanto puxava o zíper.

Obrigado, isso foi fantástico –Puxei minhas calças, que estavam abaixadas até os joelhos.

-Você é um filho da puta.

-Você já disse isso antes –Murmurei, olhando para baixo enquanto puxava o zíper.

Quando olhei de novo para cima. Ela tinha ajeitado o vestido, mas ainda parecia lindamente desarrumada, e parte de mim desejou esticar o braço para acaricia-la e fazê-la gozar. Mas uma parte maior se satisfazia ainda mais com a frustação raivosa em seu olhar.

-Faça para os outros aquilo que quer que façam para você.

-Pena que você é uma transa tão ruim –Ela respondeu calmamente. A Srt.Cheng se virou para continuar descendo as escadas, mas parou abruptamente e girou de volta. –E ainda bem que estou tomando pilula. Obrigada por perguntar.

Assisti enquanto ela desaparecia escada abaixo, e então voltei para minha sala. Joguei meu corpo na cadeira, passei as mãos no cabelo e tirei sua calcinha rasgada do bolso do meu casaco. Por um momento encarei o tecido de seda branco, segurando-o entre os dedos, então abri a gaveta e guardei a peça do lado da calcinha da noite passada.



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