História Cretino irresistível - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette
Visualizações 296
Palavras 474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Cap 4


-Não, tudo bem.

Ele sorriu e saiu. Eu tinha acabado de terminar meu café quando me inclinei e percebi que minha meia tinha rasgado.

-E ainda por cima –comecei a falar quando ouvi ele voltando -, consegui rasgar a meia. Na verdade, se tiver chocolate no restaurante, você pode me trazer uns vinte quilos para eu poder aliviar minha tensão?

Olhei para cima e vi que não era Nathaniel parado ali na minha frente. Meu rosto ficou vermelho e abaixei a saia de volta no lugar.

-Desculpa,eu...

-Srt. Marrinette , já que você e as outras secretarias tem tanto tempo para discutir suas lingeries problemáticas, além de preparar a apresentação da Papadakis, preciso que você também vá até a sala do Wills e me traga a análise de mercado e segmentação da Beaumont –Ele ajeitou a gravata, olhando para seu reflexo na minha janela. –Você acha que consegue fazer isso?

Será que eu estava ouvindo direito? Ele tinha acabado de me chamar de "secretária"? É verdade que parte do meu estagio era fazer um pouco do trabalho básico de um auxiliar, mas ele sábia muito bem que eu tinha bolsa da JT Levy na Nethwestern University. Agora, faltavam apenas quatro meses para eu conseguir meu diploma em administração.

Quatro meses para pegar meu diploma e dar o fora daqui, pensei. Olhei para cima para encontrar seus olhos.

-Pode deixar, vou pedir para a Alya trazer...

-Isso não foi uma sugestão –Ele me interrompeu. –Quero que você vá para pegar os documentos –Ele olhou para mim por um instante com o queixo apertado antes de se virar e voltar para sua sala, batendo a porta atrás de si.

Qual é a merda do problema dele? Era realmente necessário bater a porta como uma adolescente temperamental? Peguei meu casaco e comecei a andar até o escritório adjunto, que ficava em outro prédio.

Quando voltei, bati à porta dele, mas ninguém respondeu. Tentei girar a maçaneta. Estava trancada. Ele estava provavelmente dando uma rapidinha com alguma princesa da diretoria enquanto eu corria por Paris que nem uma louca. Enfiei o envelope pardo na abertura do correio, esperando que os papéis se espalhassem por toda a parte e ele tivesse de se abaixar para arrumar tudo. Seria merecido. Até gostei dessa imagem dele de quatro no chão, juntando os documentos. Por outro lado, conhecendo a pessoa, ele provavelmente iria me chamar naquele buraco estéril para limpar a bagunça, enquanto ele assistia.

Quatro horas mais tarde, eu tinha terminado a atualização das contas, meus slides estavam praticamente em ordem e eu estava quase rindo historicamente pensando no quão terrível o dia tinha sido. Mas tive se passar um tempo planejando o assassinato sangrento do garoto do xerox. Um trabalho simples, foi tudo que pedi. Faça umas cópias, encaderne umas folhas. Era pra ter sido uma coisa fácil. Entrar e sair. Mas não. Levou duas horas. E agora eu estava atrasada!



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