História Cretino irresistível - Capítulo 5


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette
Visualizações 317
Palavras 663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Cap 5


Corri através dos corredores escuros do prédio, que já estava vazio, com o material da apresentação quase caindo debaixo do braço, e olhei para o relógio. Seis e vinte. Ele ia me comer viva. Eu estava vinte minutos atrasada e, como aprendera naquela manhã, ele odiava atrasos. "Atraso" era uma palavra que não existia no dicionário para cretinos de Adrien Agreste . Também não havia "coração", "bondade", "compaixão", "pausa para almoço", ou "obrigado".

Então, lá estava eu, apressada pelos corredores vazios, correndo com meus saltos gigantescos para encontrar o carrasco.

Respire, Mari. Ele pode sentir o cheiro do medo.

Quando me aproximei da sala de conferências, tentei acalmar minha respiração e diminui o passo até voltar a andar. Um rastro de luz brilhava debaixo da porta. Ele definitivamente estava lá, esperando. Com cuidado, tentei arrumar o cabelo e as roupas enquanto alinhava o maço de documentos nos meus braços. Respirando fundo, bati na porta.

-Entre.

Entrei no espaço bem iluminado. A sala de conferência era enorme. Ficava no 18° andar e uma das paredes era coberta por janelas que iam no chão ao teto, oferecendo uma visão espetacular da cidade. O anoitecer escurecia o céu lá fora, e arranha-céus pontuavam o horizonte com suas janelas iluminadas. No centro da sala ficava uma grande e pesada mesa de madeira e, na ponta mais distante, encarando na minha direção, estava o Sr.Agreste.

Estava sentado lá, com o casaco do terno pendurado no encosto da cadeira, a gravata solta, as mangas branquíssimas da camisa enrolada até o cotovelo, o queixo apoiado nas pontas dos dedos. Seus olhos pareciam penetrar os meus, mas ele permaneceu calado.

-Eu peço desculpas, Sr.Adrien –Eu disse, minha voz ainda ondulando por causa da respiração entrecortada. –A impressão levou... –Parei. Desculpas não iam ajudar nessa situação. Além disso, eu não deixaria ele me culpar por algo que estava fora do meu controle. Ele pode ir para o inferno. Com minha coragem recém-descoberta, ergui o queixo e caminhei até onde ele estava.

Sem olhar em seus olhos, eu arrumei meus papéis e coloquei uma cópia da apresentação diante dele na mesa.

-Posso começar?

Ele não respondeu, apenas ficou encarando minha postura, que tentava mostrar coragem. O que seria bem mais fácil se ele não fosse tão lindo. Em vez de dizer alguma coisa, ele fez um gesto de direção aos papéis, pedindo que eu continuasse.

Limpei a garganta e comecei a apresentação. Enquanto eu passava pelos diferentes aspectos da proposta, ele se manteve em silêncio, olhando fixamente para sua cópia do texto. Por que estava tão calmo: Eu sabia lidar com seu mau humor, mas aquele silêncio ensurdecedor? Aquilo estava me deixando nervosa.

Eu estava inclinada sobre a mesa, explicando um grupo de gráficos, quando aconteceu.

- O cronograma deles para o primeiro resultado é um pouco ambici... –Parei no meio da frase com meu ar preso na garganta. A mão dele pressionou gentilmente a parte de baixo das minhas costas e então começou a descer até parar na curva da minha bunda. Nos nove meses em que trabalhamos juntos, ele nunca havia me tocado intencionalmente. E naquele momento fora definitivamente intencional.

O calor de sua mão queimou através da minha saia e chegou até a pele. Cada músculo do meu corpo ficou tenso, e senti como se minha entranhas estivessem virando água. Que diabos ele estava fazendo? Meu cérebro gritou para eu tirar aquela mão dali e dizer para ele nunca mais me tocar de novo. Mas meu corpo tinha outras ideias. Meus mamilos endureceram, e apertei o queixo em resposta. Mamilos traidores.

Enquanto meu coração batia forte no peito, pelo menos meio minuto se passou, e nenhum de nós disse nada quando a mão dele se moveu para minha coxa e começou a acariciar. Nossas respirações e o barulho abafado da cidade lá embaixo eram os únicos que pairavam no ar da sala de conferência.

-Vire-se, Srt.Dupain–Sua voz calma quebrou o silêncio e eu ajeitei minhas costas, com os olhos grudados á frente. Vagarosamente, eu me virei, enquanto ele passava a mão pelo meu corpo. 



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