História Cretino irresistível - Capítulo 7


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette
Visualizações 748
Palavras 677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


( ̄▽ ̄)/

Capítulo 7 - Cap 7


Ele pegou minhas coxas com força, colocando meu corpo em cima da mesa fria e abrindo minhas pernas na sua frente. Soltei um gemido involuntário quando os dedos dele voltaram, escorregando por entre minhas pernas e me penetrando novamente. Eu desprezava aquele homem com todas as minhas forças, mas meu corpo me traía -Eu desejava que ele continuasse. Eu odiava admitir, mas ele era muito bom naquilo. Seu toque não era aquela coisa gentil e amorosa que eu estava acostumada. Ali estava um homem habituado a conseguir o que queria e, acontece que, naquele momento, o que ele queria era eu. Minha cabeça pendeu para o lado quando me apoiei nos cotovelos, sentindo um orgasmo iminente se aproximando a todo vapor.

Para meu completo horror, soltei um sussurro implorando:

-Oh, por favor.

Ele parou de mexer, puxou os dedos de volta e manteve o punho fechado na frente do rosto. Eu me sentei, agarrando sua gravata de seda e puxando sua boca com força contra a minha. Seus lábios eram tão perfeitos quando pareciam, firmes e suaves. Eu nunca tinha sido beijada por alguém que claramente conhecia cada ângulo e movimento provocante capaz de me deixar quase completamente louca.

Mordi meu lábio inferior enquanto minhas mãos rapidamente baixavam até o cós da sua calça, onde abri a fivela e tirei o cinto por inteiro.

-É melhor você terminar o que começou.

Ele soltou um grunhido raivoso do fundo da garganta e tomou minha blusa com as mãos, rasgando-a até abrir, fazendo os botões prateados se esparramarem pela mesa.

Então, deslizou as mãos pelas minhas costelas e sobre meus seios, apertando com os polegares em meus mamilos endurecidos, com seu olhar sombrio fixado na minha expressão durante todo o tempo. Suas mãos eram grandes e tão ásperas que quase me machucavam, mas, em vez de reclamar ou me afastar, eu pressionei o corpo contra suas palmas, querendo ainda mais, e mais forte.

Ele rosnou e apertou ainda mais com os dedos. Passou pela minha mente que eu poderia ficar toda machucada e, por um instante de insensatez, eu desejei que ficasse. Eu queria uma lembrança dessa sensação, de estar completamente certa do que meu corpo queria, inteiramente liberada.

Ele se inclinou o bastante para morder meu ombro e então sussurrou:

-Você é uma putinha que gosta de provocar, não é?

Sem conseguir me aproximar mais, eu me apressei com o seu zíper, tirando e jogando suas calças e cueca no chão. Então apertei forte seu pau, sentindo-o pulsar em minha mão.

A maneira como ele sussurrou meu sobrenome naquele momento -"Cheng" –Deveria enviar uma onda de fúria para dentro de mim, mas eu sentia apenas uma coisa: uma pura e embriagante luxúria. Ele forçou minha saía acima das coxas e me empurrou para trás sobre a mesa de conferência.

Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ele segurou meus calcanhares, agarrou seu pau e deu um passo para frente, penetrando fundo dentro de mim.

Eu nem pude ficar horrorizada pelo gemido alto que soltei –Aquilo era melhor do que qualquer coisa.

-O que foi? –Ele sussurrou entre os dentes cerrados enquanto seus quadris batiam contra minhas coxas, colocando-o fundo e mais fundo. –Nunca foi fodida dessa maneira antes, não é? Você não ficaria provocando tanto se não estivesse sendo fodida direito.

Quem ele pensa que era? E por que diabos o fado de ele estar certo me excitava tanto? Eu nunca tinha transado em nenhum lugar além da cama, e nunca tinha me sentido daquela maneira.

-Já tive melhores –Provoquei.

Ele riu, uma risada quieta e debochada.

-Olhe para mim.

-Não.

Ele tirou bem quando eu estava preste a gozar. Por um instante, achei que iria me deixar ali daquele jeito, mas não ele agarrou meus braços e me puxou para fora da mesa, pressionando lábios e língua contra minha boca.

-Olhe para mim –Repetiu. E, finalmente, como ele já não estava mais dentro de mim, eu consegui olhar. Ele piscou uma vez, vagarosamente, com os longos e escuros cílios fechando e abrindo, e então disse: -Peça pra eu te fazer gozar.

Seu tom de voz parecia certo. Parecia quase uma pergunta. Mas suas palavras eram iguais a ele: todas distorcidas. 


Notas Finais


Parte 2 será postada amanhã borboletinhas😙


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