História Cretino irresistível (Adaptada) - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette
Visualizações 860
Palavras 952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse é bem grandinho em

Capítulo 8 - Cap 8


Eu queria sim que ele me fizesse gozar. Mais do que qualquer coisa. Mas ele estava sonhando se achava que eu lhe pediria.

Abaixei a voz e olhei em seus olhos.

-Você é um filho da puta, Sr.Agreste .

O sorriso dele mostrou que, seja lá o que ele queria de mim, conseguiu. Eu quis dar uma joelhada no meio de suas pernas, mas, se fizesse isso, não teria mais daquilo que eu realmente desejava.

-Peça por favor, Srt. Cheng.

-Por favor vá se foder.

A próxima coisa que senti foi o frio da janela contra meu peito, e gemi por causa do contraste da temperatura entre o vidro e a pele. Eu estava ardendo, cada parte de mim queria sentir o toque rude dele.

-Pelo menos você é consistente –Ele disse em meu ouvido antes de morder meu ombro. Então, chutou meus pés. –Abra as pernas.

Separei as pernas e, sem hesitação, ele puxou meus quadris para trás e se aproximou mais, antes de enfiar tudo dentro de mim novamente.

-Você gosta do frio?

-Sim.

-Sua garota safada. Você gosta de se exibir, não é? –Ele murmurou, tomando minha orelha com os dentes. –Você adora saber que toda Chicago pode olhar para cima e assistir você sendo fodida, e está adorando cada minuto disso.

-Pare de falar, você está estragando o clima –Eu respondi, embora ele não estivesse. Nem um pouco. Sua voz grave estava me levando á loucura.

Ele apenas riu no meu ouvido, provavelmente percebendo como eu me arrepiava com suas palavras.

-Você quer que eles assistam você gozar?

Eu gemi em resposta, incapaz de formar palavras com cada estocada me pressionando cada vez mais contra a janela.

-Diga. Você quer gozar, Srt.Cheng? Se não responder eu vou parar e fazer você me chupar - Ele disse, penetrando ainda mais fundo com cada estocada.

A parte de mim que o odiava estava se dissolvendo como açúcar na língua, e a parte que o desejava estava crescendo, fogosa e exigente.

-Apenas diga –Ele se inclinou para frente, chupou minha orelha e depois mordeu com força. –E eu prometo que vou fazer você gozar.

-Por favor –Eu disse, fechando os olhos para apagar todo o resto e apenas senti-lo. –Por favor. Sim, eu quero.

Ele esticou o braço e moveu as pontas dos dedos por cima do meu clitóris, exercendo a pressão perfeita, no ritmo perfeito. Eu podia sentir seu sorriso pressionado em minha nuca e, quando ele abriu a boca e mordeu minha pele, ei gozei. Um calor se espalhou por minhas costas, ao redor dor quadris e entre as pernas, me jogando de volta contra ele. Minhas mãos bateram no vidro e meu corpo inteiro tremeu com o orgasmo que se espalhou em mim, me deixando sem ar. Quando finalmente acabou, ele saiu de dentro e me virou, mergulhando a cabeça para chupar meu pescoço, meu queixo, meus lábios.

-Diga obrigado –Ele murmurou.

Afundei minhas mãos em seu cabelo e puxei com força, esperando por alguma reação dele, querendo saber se ainda estava consciente ou se tinha perdido a cabeça. O que é que nós estamos fazendo?

Ele grunhiu, inclinando-se em minhas mãos e beijando meu pescoço de cima a baixo, enquanto pressionava a ereção em minha barriga.

-Agora é sua vez de me fazer sentir bem.

Soltei uma mão, alcancei seu pau e comecei a mexer. Ele era pesado, longo, e perfeito em minha mão. Eu queria dizer isso, mas nem em mil anos eu o deixaria saber o quão incrível ele era. Em vez disso, eu me afastei de seus lábios e lancei-lhe um olhar provocante.

-Vou fazer você gozar tão forte que vai até se esquecer que é o maior filho da puta do planeta –Grunhi, abaixando pelo vidro. Lentamente, coloquei seu pau inteiro na minha boca até encostar na garganta. Ele apertou os músculos e soltou um gemido profundo. Olhei para cima: ele está com a testa e as palmas pressionadas contra o vidro, os olhos fechados com força. Ele parecia vulnerável, e ficou lindo naquele abandono.

Mas não estava vulnerável. Ele era o maior cretino do planeta e estava de joelhos na frente dele. Isso não poderia ficar assim.

Então, em vez de dar o que ele queria, eu me levantei, puxei minha saia de volta no lugar e o encarei. Foi mais fácil dessa vez, sem as mãos dele me tocando me fazendo sentir coisas que não eram do assunto dele.

Os segundos passaram sem que nenhum dos dois desviasse o olhar.

-Que merda você acha que está fazendo? –Ele disse. –Ajoelhe-se e abra a boca.

-Sem chance.

Ajeitei minha blusa e saí da sala, peguei minha bolsa e joguei o casaco nos ombros, tentando desesperadamente abotoá-lo com meus dedos que também tremiam. O Sr. Agreste ainda não tinha saído, e torci para que o elevador chegasse antes que eu tivesse de vê-lo novamente.

Eu não me permiti sequer pensar no que havia acontecido, não até sair de lá. Eu tinha deixado ele me foder, me proporcionar o orgasmo mais incrível da minha vida, e então o deixar com as calças abaixadas na sala de conferência da empresa, com o pior caso de saco roxo que um cara poderia ter. Se fosse a vida de outra pessoa, eu estaria comemorando e rindo muito. Pena que não era.

Merda.

As portas do elevador se abriram e eu entrei, rapidamente apertando o botão e assistindo enquanto cada andar passava diante dos meus olhos.

Assim que cheguei no térreo, corri, atravessando a recepção. Ouvi o segurança dizer alguma coisa sobre trabalhar até tarde, mas apenas acenei e passei por ele com pressa.

A cada passo, a dor no meio das minha pernas me lembrava dos eventos da última hora. Quando cheguei no meu carro, destranquei-o com o controle, abri a porta e me joguei no banco de couro. Olhei para cima e enxerguei a mim mesma no espelho retrovisor.

Mas que merda foi aquela?



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