História Cretino irresistível (Adaptada) - Capítulo 9


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette
Visualizações 890
Palavras 673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obs: o Adrien-Maravilha tá narrando

Capítulo 9 - Cap 9


Droga estou fodido.

Eu estava encarando o teto desde que acordara, meia hora antes. Cabeça: uma bagunça. Pau: duro.

Bom, duro de novo.

Fiz uma careta para o teto. Não importava quantas vezes eu batesse uma.

Depois que ela me deixara na noite anterior, parecia que a ereção nunca terminava. E, embora eu não achasse que fosse possível, estava pior do que as cenas de outras vezes que eu tinha acordado nesse estado. Pois desta vez eu sabia que estava perdendo. E ela nem tinha me deixado gozar.

Nove meses. Nove meses de ereção matinal, masturbação e infinitas fantasias sobre a pessoa que eu nem queria. Bom, isso não é completamente verdade. Eu a queria mais do que qualquer outra mulher. O grande problema era que eu também a odiava. Em todos os meus 31 anos, nunca conhecera alguém que se irritasse tanto quanto a Srt. Dupain-Cheng.

Apenas seu nome já era o suficiente para fazer meu pau acordar. Maldito traidor. Olhei para baixo onde o lençol formava uma verdadeira barraca. Esse membro estúpido era o culpado por me colocar naquela confusão.

Esfreguei o rosto e sentei.

Por que eu simplesmente não consigo manter minha cabeça no lugar? Fizera isso por quase um ano inteiro. Tudo estava funcionando. Mantive distância, dei ordens a torto e a direito...inferno, até eu devo admitir que fui um cretino. Mas então, simplesmente joguei tudo para o alto. Foi preciso apenas um instante, sentado naquela sala quieta, com seu perfume me envolvendo, aquela maldita saia e seu traseiro na minha cara. Eu enlouqueci.

Antes eu tinha certeza que, se a possuísse pelo menos uma vez, seria algo decepcionante e meu desejo acabaria. Finalmente teria um pouco de paz. Mas aqui estava eu, na minha cama, duro, como se meu último orgasmo tivesse sido há semanas. Olhei para o relógio: fora há apenas quatro horas.

Tomei um banho rápido, esfregando com força como se pudesse remover qualquer traço dela que permanecera em mim desde a noite anterior. Isso iria parar, isso tinha de parar. Adrien Agreste não age como um adolescente excitado qualquer e, certamente não brinca com trabalho. A última coisa que precisava era de mulher carente para estragar tudo. Eu não podia permitir que a Str.Cheng tivesse esse tipo de controle sobre mim. Mas tudo estava tão melhor antes de saber o que eu estava perdendo. Por mais desagradável que as coisas estivessem, agora estavam milhões de vezes piores.

Eu estava caminhando para o meu escritório quando ela entrou. Por causa da maneira como ela tinha ido embora na noite passada –Praticamente correndo para a porta -Eu imaginei que havia dois cenários possíveis á minha espera. Ou ela ficaria jogando olhares para mim, pensando que a noite passada significava alguma coisa, que nós juntos significávamos alguma coisa. Ou ela iria me foder completamente. Se as pessoas soubessem o que nós tínhamos feito sexo, eu não apenas perderia meu emprego, mas perderia tudo o que conquistei. Mas, por mais que a odiasse, eu não conseguiria imaginar ela fazendo algo desse tipo. Se tinha uma coisa que aprendera sobre ela, era que a Srt. Dupain era confiável e leal. Ela podia ser uma megera odiosa, mas eu não achava que ela poderia me jogar aos leões. Ela trabalhava para a Agreste Media Group desde a faculdade e havia motivos para a empresa valoriza-la. Agora, faltavam poucos meses para ela tirar seu MBA, e depois poderia ter o emprego que quisesse. Ela não iria arriscar isso de jeito nenhum.

Mas não é que ela me ignorou completamente? Entrou vestindo um casaco que ia até os joelhos –A coisa cobria tudo o que estava por baixo, mas fazia um ótimo trabalho mostrando aquelas pernas incríveis.

Ah, merda...se ela estava usando aqueles sapatos, então havia uma boa chance de...Não, não aquele vestido. Por favor, pelo amor de Deus, não aquele vestido. Eu sabia muito bem que não teria força de vontade para resistir a isso naquele dia. Olhei para seu rosto enquanto ela pendurava o casaco no armário e sentava em sua mesa.

Bom, agora fodeu tudo de vez, aquela menina realmente sabia como provocar.



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