História Crime e Justiça - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Personagens Originais, Plagg, Tikki
Tags Miraculous, Mistério, Romance
Visualizações 132
Palavras 569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente estou muito animada pois cada vez mais vocês estão gostando e agradeço de coração.

Capítulo 4 - Roubo em ação.


Todo já estava preparado, eles iriam entrar, pegar o broche e sair. O plano teria que funcionar perfeitamente se não além de serem pagos, ainda teria que lidar com uma chefe poderosa e extremamente sombria,irritada

Pronto, a Cholé já está dentro - disse a joaninha que via a mensagem que a infiltrada tinha lhe mandado.

- Ótimo, let's go! - por algum motivo a raposa estava feliz.

- todo bem o que tá rolando? - perguntou a Ladybug cruzando os braços com uma sobrancelha erguida.

- Nada - respondeu rapidamente desviando o olhar.

- Estamos perdendo tempo, vamo logo - Carapece parecia um pouco nervoso. 

"Mas que porra tá acontecendo com eles?" - pensou a joaninha - Você tem razão - disse desconfiada - sin bora.


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Cholé conversava com a senhora Agreste, ela tinha acabado de enviar uma mensagem dizendo que eles podiam agir. Agora era só enrolar a dona da casa.

- Bom onde está o Gabriel?

- Ah querida, ele está viajando.

- Nossa! Novamente?

- Sim, infelizmente sua profissão o cobra muito.

- E uma pena.

- É sim, Nathalie? - chamou com a voz meia alta.

- Sim? - disse entrando rápido no cômodo.

- Poderia providenciar um... chá, suco ou café?  - perguntou olhando para a loira.

- Um suco seria ótimo!

- Um suco, por favor.

- Claro senhora - disse se retirando.

- Bom querida, você não me visita a algum tempo, por que veio só agora?.

- Ah bom, Saudades - respondeu com um sorriso adorável.


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Adrein já estava deitado, mas ainda eram 06:30, se sentia sufocado, novamente não tinha conseguido deter a Ladybug, sua mãe havia começado de novo com o assunto de sua profissão e sua coxa estava fodida. Estava tudo uma maravilha.

- Olá.

Aquela voz. O que ela fazia aqui?

- Não vai me cumprimentar? que feio, gatinho mal.

Ele se sentou na cama rapidamente olhando para a sirueta que estava perto da porta.

- O que faz aqui?! - perguntou surpreso.

- Vim ver como sua coxa está, acho que deveria atirando em outro lugar - disse chegando perto da cama, agora ele a conseguia ver claramente.

- Preferia que não tivesse atirado - falou virando o rosto.

- Vai ficar com raiva de mim agora? - ela se aproximava até que ficou de joelho na cama olhando para ele.

- E m-melhor você sair, nem devia está aqui! - ele estava um pouco rubro, isso sempre acontecia quando ela chegava perto demais.

Ela percebendo chegou mais perto ainda.

- Vamos brincar? - perguntou manhosa.

- O que?!

- Eu quero brincar com você - ela agora só estava pouco centímetros longe do rosto dele, até que ela quebrou totalmente essa pequena distância. Ela o beijou suavemente, e ele sentindo a maciez dos lábios dela que a tanto tempo não sentia não aguentou e respondeu o beijo, começaram devagar, depois foram aumentando a intensidade. Suas línguas passeavam ferozmente pela as bocas um dos outros. Como eles sentiram falta um do outro, quando a coisa estava ficando ainda mais quente, alguém os interrompeu.

- Desculpe atrapalhar, já atrapalhando, mas já conseguimos.

- Agrr... tô indo Rena - falou bufando.

- O quê? Rena?! - ele não estava entendo nada.

- Iai gostosão.

- você me enganou de novo!? - perguntou confuso e enfurecido olhando a joaninha - porra de novo!

- Eu! Eu não enganei ninguém! - exclamou se defendendo.

- Vamos logo!

Com o último chamado ela foi, quando chegou na porta se virou para vê-lo, mas não gostou do que viu. Pois em seus olhos havia tristeza e nos dela também,  e com isso foi embora.



Notas Finais


Gostei muito desse capítulo, espero que ocês também tenha gostado.

Um cheiro no cancote.


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