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História Crime Night - Capítulo 3


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Capítulo 3 - 2. Conclusões Precipitadas


Fanfic / Fanfiction Crime Night - Capítulo 3 - 2. Conclusões Precipitadas

Eu não preguei o olho a noite inteira.

Não conseguia nem pensar em dormir com toda essa situação em que do dia pra noite eu me meti e acabei passando a madrugada no sofá mesmo, olhando para as paredes e morrendo de medo de encontrar alguma outra pessoa nos corredores da minha casa. Afinal querendo ou não, é uma gangue! Vai saber se tudo que ela me disse é mesmo verdade? E se de repente alguma delas está me espionando agora, neste exato momento? Será que elas podem escutar meus pensamentos? SERÁ QUE TEM CÂMERAS NA MINHA CASA???

- Ai cala boca Eun Hwan Hee - me auto repreendi sacudindo a cabeça.

Eu precisava fazer alguma coisa ao invés de ficar sentado no sofá alimentando minhas paranoias.

Eu tinha que agir... só não sei como!

Voltei a me jogar no sofá afundando o rosto em uma das almofadas, quem eu queria enganar? Eu estava no fundo do poço pagando aluguel pra Samara e não fazia a menor ideia de como sair de lá de dentro.

Eu resmungava pra mim mesmo quando escutei o toque de meu celular em cima da mesa de centro que ainda estava toda bagunçada, estiquei um dos braços e peguei meu celular sem sequer erguer o rosto.

- Alô - atendi com a voz arrastada.

- Cara que voz é essa? Passou a madrugada bebendo?

A voz alegre e despreocupada entregou logo quem havia me ligado: Sung Hoon, meu amigo do colégio e uma das poucas pessoas que ainda me ligava.

- Quem me dera - me sentei no sofá e deslizei a mão por meu cabelo - passei no sofá mesmo, não dormi nada.

- Que barra, quer que eu passe aí com um energético? Tô cobrindo um horário aqui na loja de conveniência.

- Precisa não, eu mesmo passo aí, tô precisando tomar um ar.

- Okay então, te espero aqui - Ele desligou.

Coloquei o celular de volta na mesa e o encarei por alguns segundos. Pelo menos agora eu tenho um motivo pra levantar desse sofá.

Me arrastei até o banheiro - desviando dos espelhos pra evitar que eu me assustasse com a minha cara de zumbi - e tomei um banho gelado que deu conta de reenergizar 75% do meu corpo. Vesti uma camisa branca e uma calça jeans rasgada nos joelhos, sequer tive coragem de pôr as lentes de contato e fui com meus óculos redondos fundo de garrafa mesmo, o mundo teria que encarar o Eun Hwan Hee do colegial outra vez.

Antes de sair, chequei todas as janelas e trancas do apartamento, eu definitivamente não queria chegar em casa e encontrar outra mulher desconhecida andando pelos corredores ou bebendo whisky na mesa de centro. Se isso acontecer mais uma vez eu me mudo pra casa do Sung Hoon nem que seja pra dormir na casinha do cachorro.

Com chaves, celular e carteira nos bolsos, desci as escadas do prédio e fui para a Loja de Conveniência onde o Sung Hoon trabalha, não é muito longe, mas mesmo que fosse eu iria a pé já que pagar táxi está fora de cogitação.

Logo cheguei a loja e ao entrar - ao som dos sininhos da porta de entrada - avistei Sung Hoon abaixado ao pé de uma prateleira organizando as bebidas. Seu cabelo ondulado tingido de louro se destacava em meio ao colete azul desbotado da loja de conveniência. Ele estava com seus fones de ouvidos rotineiros e cantarolava uma música desconhecida.

Parei em pé ao seu lado até que ele notasse que eu estava lá.

Após não muito tempo, Sung Hoon olhou para meus pés a sua esquerda.

- Hwan Hee, você realmente chegou ráp- MEU DEUS! - o garoto pulou de susto ao ver o meu rosto, acho que fiz bem em não me olhar no espelho.

- Bom dia pra você também Hyung - Disse, Sung Hoon levantou-se com a caixa de bebidas - agora vazia - em mãos e apertou os lábios em uma feição preocupada.

- Se eu não te conhecesse diria que estou diante de um dublê de The Walking Dead, você tá mal mesmo!

- Acho que nunca estive pior - passei as mãos pelo rosto, eu estava me esforçando ao máximo pra não surtar de vez com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo.

- Vem, vou te arrumar um café - Sung Hoon acenou com a cabeça em direção a bancada da vitrine e foi indo em direção a cafeteira. O segui sem pestanejar e me sentei em um dos banquinhos da bancada.

Aquele lugar era bem conhecido por mim e Sung Hoon, sempre que podíamos nós nos encontrávamos lá pra comer lámen e observar as pessoas indo e vindo nas ruas de Seul, era um dos poucos momentos da minha vida que eu esquecia das tantas coisas que eu tinha pra resolver desde a morte do meu pai, e agora, eu tinha mais um problema que talvez nem o melhor lamén do mundo me faria esquecer.

- Estou vendo pela sua cara que alguma coisa aconteceu - Sung Hoon sentou-se ao meu lado me tirando do meu mar de pensamentos - a Senhora Kim piorou?

- Minha mãe continua na mesma, nem melhora e nem piora. Mas precisa dos remédios antes que sua condição se agrave ainda mais.

- Sinto muito amigo - Ele lamentou tocando meu ombro - mas ela tem chance de melhora?

O loiro empurrou o copo de café para perto de minha mão sobre a mesa.

- Tem mas são poucas, acho que devo começar a me acostumar com a ideia de perdê-la assim como... como o meu...

Eu não conseguia falar, não conseguia citar o meu pai sem lembrar daquela gangue, citá-lo automaticamente trazia a minha cabeça a voz daquela mulher da noite passada, da dívida, da garantia...

- Ei Hwan Hee não fala assim, qualquer porcentagem ainda é uma esperança.

Olhei para Sung Hoon que já me encarava com seu melhor olhar de Sherlock Holmes.

- Tenho a impressão de que tá acontecendo alguma coisa a mais com você além disso, a Senhora Kim já está mal assim há semanas mas durante todo esse tempo eu nunca te vi tão abatido! - Ele suspirou e franziu as sobrancelhas - tem mais alguma coisa acontecendo?

Era incrível como o Sung Hoon me conhecia bem, desde o colégio nada nunca passou despercebido do seu senso e olhos mais claros do que o comum para um coreano. Eu não sabia se podia contar algo a ele e minha garganta apertava de ansiedade, parecia que eu iria explodir se não contasse sobre a dívida pra alguém. Mas eu não deveria envolvê-lo nessa loucura nem se pudesse, eu não iria cometer o mesmo erro que o meu pai envolvendo alguém inocente aos meus próprios problemas, isso nunca.

- Obrigado pela preocupação Hyung, mas está tudo bem, passei o dia inteiro ontem procurando trabalho e só estou cansado, você sabe bem que te contaria caso tivesse acontecido algo mais grave - sorri de leve dando ainda mais ênfase pra minha mentira.

Sung Hoon me encarou por mais alguns segundos, ele parecia tentar ler minhas expressões ou algo assim, mas logo desistiu - ao que parece - e sorriu de volta brilhantemente.

- Bom, se você diz - ele encolheu os ombros - mas e aí? Vai só de café mesmo? O miojão é por minha conta!

- Lamén ás 9 da manhã Lee Sung Hoon? - Ri

- Nunca é cedo demais pra lotar o corpo de sódio e corante alimentício - Ele disse se levantando do banquinho e indo até uma prateleira ao fundo da loja irradiando pelo ambiente sua alegria e bom humor de 24 horas de duração.

Eu não queria ter mentido pro meu melhor amigo e aquilo era doloroso, mas se eu ainda prezava pela minha vida e pela vida da única pessoa que se importava comigo, era sem dúvida nenhuma o melhor a se fazer. Quem sabe quando tudo isso tiver resolvido - com fé, amanhã de manhã ou essa noite mesmo - eu não conte para ele como uma velha história engraçada da minha vidinha de merda? Se eu fizer umas mudanças, certeza que vai parecer menos uma história de terror e vai dar pra rir um pouquinho.

Passei o resto da manhã na loja de conveniência jogando conversa fora com meu amigo, acabamos deixando o lámen para um outro dia e ficamos só no café e kimbap, ele não tocou mais no assunto dos meus problemas e eu fiquei extremamente aliviado por isso, mentir mais uma vez pro Sung Hoon no mesmo dia com um intervalo de poucas horas seria demais pra mim. Mas não acho que ele tenha caído na história pra boi dormir do "cansaço", não deixava de ser um pouco verdade mas eu sabia bem que não era, na verdade, não chegava nem perto disso.

Voltei pra casa perto de 13:00, eu não queria, mas era o único lugar que eu tinha para ir que não fosse a loja de conveniência e o Hospital, e sinceramente eu não estava afim de receber mais notícias ruins até eu resolver essa história com as Pussycats.

Antes de qualquer coisa eu verifiquei cada canto da minha casa e graças aos céus não encontrei nada ou dei por falta de algo. Estava tudo bem no apartamento e isso já era um motivo de alívio.

Resolvi ir pro meu quarto, se eu voltasse pro sofá as paranoias iam inundar minha cabeça outra vez, mas creio eu que mudar de cômodo não iria fazer tanta diferença assim.

Coloquei os óculos em cima da escrivaninha e me joguei de bruços na minha cama que rangeu com o peso do meu corpo. O silêncio da casa era ensurdecedor, de me fazer sentir falta até das broncas que minha mãe me dava quando eu esquecia de pôr os sapatos na sapateira ou dos discursos de segurança extremamente extensos do meu pai. Era horrível ver minha família ruir desse jeito, minha mãe estava em coma há semanas e meu pai... meu pai não era o herói que eu pensava ser, quem eu tanto admirava por ser trabalhador e por pôr a família em primeiro lugar sempre, me pergunto quanto dinheiro ele recebeu pra ter a coragem de colocar o próprio filho numa lista da morte dessas, se ele se preocupava tanto comigo e com a minha mãe, porque fez tudo isso se haviam outras maneiras de se salvar de um desemprego sem precisar recorrer a uma gangue. Agora quem iria pagar o pato seria eu, um zé ninguém que mal consegue se sustentar e que nem sabe se vai estar vivo amanhã de manhã.

“Quem sabe nessa jogada você também não ganhe uma graninha, sei que sua mãe está precisando de alguns remédios”

Novamente, a voz daquela mulher ecoou em minha cabeça.

A minha mãe, o único motivo pelo qual eu ainda me levanto da cama todos os dias atrás de um emprego. Será que valeria aceitar isso tudo por dinheiro fácil? Será que aquela Pussycat tinha alguma certeza de que eu iria aceitar suas condições por desespero, desespero de perder a minha mãe pra leucemia?

Estremeci, não gostava nem de pensar na possibilidade, nas duas possibilidades.

Mesmo que eu precisasse espalhar currículo pro resto da minha vida, eu não iria ser comprado com dinheiro sujo, não iria dar esse gosto pra elas.

Fechei os olhos e tentei me concentrar em outras coisas por mais difícil que fosse. Tentei imaginar um futuro perfeito, numa casa grande com um quintal imenso cheio de flores e árvores, um Golden Retriever correndo na grama verde enquanto eu e minha mãe curtíamos o sol em um piquenique com tudo que mais gostávamos.

Estava no auge dos meus sonhos quando sinto meu rosto ir de encontro com o chão frio.

Abro os olhos meio desnorteado percebendo que meu quarto estava mais escuro que antes e que eu tinha rolado da cama e caído no chão da forma mais estúpida possível.

Me sentei no chão e olhei para o relógio digital na escrivaninha ao lado dos meus óculos.

Eram 20:43 da noite, acabei dormindo sem perceber e pelo visto, dormi 8 longas horas que pareciam ter passado em um piscar de olhos.

O quarto já estava um breu, iluminado apenas na parede da porta pela luz alaranjada de um poste em frente à janela de vidro do meu quarto.

Me levantei e sentei em minha cama encarando o nada até que eu terminasse de acordar. Foi quando eu tive um súbito entendimento e me lembrei que em cerca de 1 hora e meia eu tinha que ir ao encontro da mulher de ontem ou iria morrer.

Apoiei o rosto nas mãos e resmunguei, eu deveria ter ficado dormindo ou fingir que estou morto, ou qualquer outra coisa que pudesse tirar isso da minha cabeça de uma vez antes que eu pudesse relembrar e voltar a ficar mal.

Olhei para o relógio novamente e agora marcava 20:47. Suspirei bem fundo, eu tinha que resolver isso logo, só assim eu acho que teria um pouco de paz, isso se eu conseguisse resolver as coisas já que eu não estou tratando de uma coisa básica como um erro no banco ou um troco errado, quem dera fosse isso.

Me levantei da cama sem ânimo algum e fui ao banheiro ver se eu conseguia dar um jeito na minha cara de sono, embora eu não fizesse a mínima questão de ficar "apresentável" pra ir tirar meu nome da lista do capeta.

Lavei o rosto, escovei os dentes e dei uma última olhada no espelho pra ver se as olheiras debaixo dos meus olhos ainda estavam lá mesmo depois de 8 horas de sono, estavam, mas acredito que bem menos que hoje de manhã, mas de que adianta? Não ia melhorar a minha cara de desânimo.

Me arrastei de volta ao meu quarto, coloquei meus óculos novamente e vesti uma jaqueta jeans que estava pendurada no puxador do guarda roupa.

Antes de sair, vasculhei uma das gavetas do guarda roupa a procura do meu fiel companheiro de infância e adolescência que meu pai me obrigava a levar comigo todos os dias depois que fiz 13 anos: Um spray de pimenta de bolso.

Estava no fundo de uma gaveta cheia de outras tranqueiras que eu não via há anos, deixei de usar aquele spray quando estava no último ano do Ensino Médio depois que alguns "colegas" vasculharam a minha bolsa e o encontraram, é, foi um ano meio trágico.

Coloquei o spray junto as minhas chaves no bolso da minha calça e joguei meu celular em cima da cama, era uma atitude meio imprudente mas eu não tinha dinheiro pra comprar outro caso elas quisessem ficar com ele. E muito provavelmente eu seria morto se ligasse pra polícia.

Já com tudo pronto - menos meu coração que batia como louco - fui para a sala e andei de um lado para o outro encarando o relógio na parede de 5 em 5 segundos esperando que chegassem as 21:30 pra sair de casa.

Eu podia escutar todos os barulhos do prédio, o casal da frente brigando por uma barriga de porco, o morador de cima ouvindo Girls Generation (e aparentemente dançando junto pelos pisões no teto), o bebê da Senhora Jung chorando ao lado, e eu rodando de um lado para o outro na sala. Quando deram as 21:26 eu não aguentei e, nem que eu ficasse esperando o Mustang aparecer eu tinha que sair de dentro daquele apartamento ou morreria de claustrofobia.

Desci as escadas às pressas e em poucos segundos já estava na rua. Era o auge do movimento em Seul, eu costumava estar voltando pra casa nesse horário, não o contrário.

Os bares estavam todos abertos e os jovens dominavam as calçadas com risadas e bagunça, estava quente então as ruas estavam ainda mais lotadas que o normal.

O barzinho Neon não era muito longe do prédio, mais ou menos 10 minutos de caminhada, mas provavelmente eu chegaria lá em 5 de tão rápido que eu estava andando sem nem sequer perceber, me pergunto como eu daria conta de conversar com a chefe de uma gangue se mal tinha controle sobre minhas próprias pernas? Eu sou um homem morto.

Virei em um beco que dava em frente ao local de encontro, estava um breu, a pouca iluminação vinha das luzes azul e rosa do próprio bar que a cada passo ficava mais próximo de mim.

Quando me aproximei do fim do beco após desviar de alguns grupos de bêbados e tropeçar em várias garrafas de Soju, senti meu coração desenfrear e minhas mãos começarem a suar como se eu estivesse dentro de uma sauna. Estava começando a sentir o nervosismo me invadir outra vez e aquilo não era nada legal.

Eu não fazia ideia de que horas eram, mas assim que saí do beco escuro e cheguei ao bar neon do subúrbio de Seoul, avistei o Mustang azul, ou eu estava atrasado, ou elas estavam adiantadas. Prefiro confiar na segunda opção.

Parei em frente à entrada do bar e encarei os faróis amarelos se misturarem as luzes neon, respirei profundamente, era agora.

Comecei a caminhar em direção ao carro antigo, minhas mãos suavam cada vez mais e minha garganta estava seca, eu estava completamente apavorado!

Me aproximei da porta do carona e antes que eu pudesse abri-la, ela se abriu pra mim e eu dei um pequeno pulo de susto.

"Calma Hwan Hee, é só uma porta, calma" repeti para mim mesmo, sinto que depois dessa aventura indesejada vou acabar voltando a ter asma.

Abri a porta que fez um rangido baixo e entrei no veículo com meus músculos completamente petrificados de pavor e olhando sempre para frente. Fechei a porta fazendo um clic baixo, creio que as batidas do meu coração podiam ser ouvidas em alto e bom som.

A música do bar ficou abafada dentro do carro, como uma bolha que excluía o mundo lá fora.

- Você é pontual Senhor Eun - A voz da mulher sentada no banco do motorista soou.

Já não era a mesma voz daquela que invadiu meu apartamento na noite passada. Eu evitava a todo custo olhá-la, ainda tinha esperança de me livrar desse rolê sem levar um tiro.

- Pronto para um pequeno passeio? Espero que não tenha medo de velocidade - a voz jovial e despretensiosa da Pussycat preencheu todo o carro, engoli em seco.

 

Eu tô muito ferrado.


Notas Finais


Vocês não tem ideia do perrengue que foi pra postar esse capítulo haha

Gentee, queria pedir a opinião de vocês em um negócinho.

Acredito que muitos devem saber do rolê grave que aconteceu com a Jimin e a Mina do AOA, eu comecei essa fanfic algum tempo antes de toda essa polêmica, e fiquei bem insegura se deveria ou não continuar usando a figura da Jimin aqui na história, foi muito ruim ver tudo isso acontecer já que ela era minha personagem preferida. Gostaria de saber se devo continuar usando o nome e a imagem dela, já que a personagem não tem absolutamente nada haver com a Idol além do nome e aparência, ou se devo trocar a Idol e reformular a capa e algumas partes da história enquanto ainda estou no começo. Me digam nos comentários.

Obrigada por ler e até o próximo capítulo, fighting!


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