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História Crime Tie - Park Jimin - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


CONTEÚDO +18.

➡ Se você é de menor; "no caso, entre 11 e 12 anos" e sabe que não pode está lendo esse tipo de conteúdo; Saiba que é por sua conta. Estou lhe avisando.

➡ AQUI CONTÉM: Violência de todos os tipos; tanto fisicamente como psicologicamente.

➡ Aqui terá: linguajar de baixo escalão, humilhações, agressões e etc..

➡ E mais uma coisinha; eu não sou a favor do que estara ocorrendo nessa fanfic.

➡ CONTEÚDO TOTALMENTE FICTÍCIO!.

Boa leituraaa e me desculpem pelos erros 💜

Capítulo 10 - All dark


Fanfic / Fanfiction Crime Tie - Park Jimin - Capítulo 10 - All dark

S/n Park POV.

Londres - 10:02 AM.


- Você não ligou, nem mesmo mandou uma mensagem ontem. Eu e Lisa estávamos loucas aqui, nos perguntando por que diabos você sumiu!.- Rosé reclamou.

Minha irmã estava no telefone há mais de quinze minutos, tentando arrancar de mim o porquê do bendito irmão do meu marido estar na minha casa, sem que o mesmo estivesse aqui.

- Rosé, eu disse a você, nós conversamos e logo depois Jimin chegou e jantamos juntos. Esqueci de retornar ou mandar uma mensagem. E sobre Taehyung, você vai me chamar de maluca, mas não acho que ele seja tão ruim assim.- Minha irmã bufou, descrente.

- Não, ele não é tão ruim, ele deve ser pior. Por Deus, o cara é uma buceta ambulante!.- bufa.

- Não me diz respeito se ele é ou não, a única coisa que me importa é que ele foi, decente comigo.- Eu garanti, ocultando as incríveis indecências que Taehyung me disse durante toda a tarde do dia anterior.

- Tudo bem, não vou discutir. Sobre Jimin, vocês estão casados há dois dias, e nada ruim aconteceu?.- perguntou duvidosa, e eu entendia completamente seus medos, mas isso não significava que eu iria falar.

- Não irmã, nada de ruim. Ele tem sido cortês. Nós não conversamos muito, mas se comportou, eu diria, de forma aceitável.- menti, ignorando o caroço na garganta.

Porque eu não precisava que minhas irmãs e Jin ficassem em casa, se preocupando em me monitorar apenas por medo do que seria a próxima coisa que meu marido faria comigo. Eu tinha consciência que minha relação era um arranjo.

Não nos conhecíamos, e pelas informações que eu tinha, não foi escolha dele esse casamento. Precisava ter paciência e lutar para conquistar o mesmo. Enquanto ele apenas fosse rude com as palavras e sentimentos, eu conseguiria suportar. Ela demorou alguns segundos para responder, antes de finalmente declarar:

- Ok. Olha só, amanhã é o aniversário de Jennie Berlot. Vocês vão, certo? Papai disse que Jimin iria. Já comprou sua roupa? Talvez ele te deixe ir comigo e Lisa! Faz apenas dois dias, mas estou com saudades de nosso tempo juntas.- lamentou, e eu sorri.

- Irmã, estou com saudades também. Mas você e Lisa odeiam Jennie, por que tanta empolgação para ir à sua festa?.- pergunto.

- Bem, eu tenho meus interesses e não a odeio, você sabe disso. Mas se é para tomar um partido, que seja o da nossa priminha Lisa.- Ela riu.- E além do mais, você sabe que seria desrespeitoso rejeitar um convite da Famiglia.

- Tudo bem. Vou falar com Jimin.- Santo Deus, o medo que aquela simples frase me proporcionou quase me fez chorar. Eu estava com os meus sentimentos à flor da pele.

- Isso é bom. E podemos combinar a hora de sairmos de casa. Eu não quero ir sozinha com Lisa sem você lá para ajudar; ela provavelmente armará algum barraco e não conseguiríamos passar despercebidas de mais uma cena dela.- Dei risada, pensando em quão louca minha irmã poderia ser quando se tratava de Jennie.

- Irei falar com Jimin e aviso você.- Do lado de fora, ouvi o barulho de pneus passando pelos cascalhos e andei até a janela aberta para ver quem tinha chegado.

Assim que coloquei meus olhos no carro preto, avistei o braço direito de Jimin abrindo a porta de trás para ele. Meu coração pulou. Medo, angústia, ansiedade. Respirei fundo e tentei ficar tranquila.

- Irmã, ele está em casa, preciso ir.

- Sim. Bem, não esqueça de perguntar a ele se pode ir conosco!.- ela disse apressadamente.

- Perguntarei. Falo com você depois - sussurrei desligando e jogando o telefone no sofá.

Observei-o enquanto andava até a entrada da casa, e assim que passou pela porta eu corri para o espelho mais próximo para me ajeitar.

Olhos vermelhos do meu choro pela noite passada, rosto ligeiramente inchado e o cabelo perfeitamente em ondas. Ótimo. Eu estava um desastre, mas pelo menos o cabelo parecia bom.

Ouvi seus passos na escada, depois no corredor, e meu coração batia mais acelerado cada vez que o sentia mais próximo. Prendi a respiração quando o vi. Deus, por que tão bonito? Apesar disso, o temor ainda estava presente.

Ele passou pela porta e não me deu um segundo olhar quando seguiu pelo corredor até o seu escritório. Franzi a testa, confusa. Aquele homem era bipolar?

No dia anterior me tratara como se eu fosse uma das prostitutas de um de seus clubes, e daquela vez fingia que não existia? Fiquei por alguns segundos incerta sobre o que fazer, pensando nas escolhas que eu tinha.

Eu poderia fazer o mesmo e ignorar sua existência, enquanto ele queria assim, é claro. Ou eu podia enfrentá-lo. Colocando na balança, percebi o quão estúpido soava. Ontem eu não disse nem uma frase completa, e isso me causou tamanha humilhação.

E agora eu apenas queria perguntar por que ele não me olhava? Passados mais alguns minutos, eu comecei a pensar o que ele estaria fazendo; se estava trabalhando, planejando algum massacre ou apenas sentado, tomando uma bebida, enquanto pensava qual seria a próxima forma de me machucar.

Tirando coragem do inferno, levantei-me do sofá e caminhei até seu escritório. Puta decisão de merda, eu sabia, mas não parei. A porta estava aberta, e eu simplesmente entrei. Precisava mostrar a ele que não sentia medo. Falhei miseravelmente assim que minhas mãos tremeram e gaguejei ao falar.

- O..olá.- Dei-me um tapa mentalmente e me obriguei a mostrar coragem. Seja forte!.

Ele não tirou os olhos de seu computador. Eu poderia pensar que não tinha me ouvido, se não tivesse reparado como sua mandíbula apertou, e como naquele filme do exorcista, ele virou a cabeça para me olhar. Deus.

- Entre aqui sem bater mais uma vez e haverá consequências.- Eu fiquei muda por alguns segundos, não acreditando naquilo.

- Esta é minha casa também.- sussurrei descrente. Minha falha coragem indo embora como o diabo fogia da cruz. Ele parou o que estava fazendo e se levantou lentamente.

- Você acha que porque carrega meu nome tem direitos sobre minhas coisas? Os meus bens?.- Fiz menção de falar, mas ele bateu as duas mãos na mesa. Seus olhos pareciam atirar punhais em mim.- Se eu digo para não entrar, você não questiona, porra!.- Um soluço escapou, e eu gritei.

- Foda-se você e suas ordens ridículas! Só porque estamos casado não significa que eu sou tapete para ser pisado, Senhor grande Park Jimin! EU NÃO SOU UM DE SEUS SEGURANÇAS!.- Assim que terminei de falar, em apenas um piscar de olhos, Jimin diminuiu toda a distância entre nós e sua mão envolveu meu pescoço com um aperto firme.

Diante de tudo o que já tinha ouvido falar dele, todas as histórias e casos em que ele sempre foi o vilão, me perguntei se era naquele momento que tudo acabaria para mim.

Seus olhos azuis eram selvagens, me encarando com uma frieza sem igual, e eu não duvidava de que poderia me tornar mais um capítulo das histórias de terror que contavam sobre ele.

Em uma falha tentativa de impedi-lo, minhas mãos cobriram as dele, tentando afastá-lo, mas era inútil. Ele podia fazer o que quisesse comigo, e eu não poderia impedir.

- Jimin...- minha voz era apenas um sussurro rouco. Meus olhos estavam arregalados, e meu coração batia mais rápido do que em qualquer outro momento.

Jimin piscou; seus olhos firmes se estreitaram levemente, suas narinas se inflaram, e ele me encarava com tamanha intensidade que eu não sabia se realmente queria me matar ou se estava tentando se controlar, pensando se valia a pena fazer isso.

Como se a luta consigo mesmo tivesse sido resolvida, ele me soltou, apenas para virar-me e grudar minhas costas em seu peito.

- Coloque-se na porra do seu lugar.- rosnou em meu ouvido.- Você tem um cheio delicioso, S/n, isso me enlouquece.

Fui pega de surpresa quando ele levantou minha saia e quando suas mãos pressionaram minhas costas, debruçando-me contra a mesa.

Acabei de desequilibrando, tamanha a sua força. Só pude ver a rapidez com que que a madeira se aproximou do meu rosto. Um barulho alto se fez presente, em segundos fiquei zonza e minha vista escureceu, logo não tive forças nem para manter os olhos abertos.

E tudo ficou escuro.


Notas Finais


Genteeee postei!!.

Vocês sabem como era esse capítulo, mas tive que mudar porque não quero arriscar minha conta de novo. Enfimmm

Espero que tenham gostado dessa versão, mesmo que não tenha sido agressivo como da outra vez.

LEIA ATÉ O FINAL, POR FAVOR!.

Listinha de música:

Buttercup: Jack Stauber
Chanel: Frank Ocean
Love Shot: EXO
House Of Cards: BTS
Falling For U: Peachy!, mxmtoon
Bad Guy: Billie Eilish
Way Down We Go: KALEO

Gente, passei esses dias pensando; Que tal a próxima fanfic ser do Jeon Jungkook?... Vou falar bem por cima sobre.

A Bruxa e o "Detetive".
Fiz várias e várias histórias.. Mas essa, foi a que mais gostei.

Preciso muito de uma Beta e até mesmo de alguém que saiba fazer trailers. Se souberem, podem me falar?.

E pra quem não sabe oque é beta: São pessoas que editam e organizam suas Histórias.

E aí, oque me falam sobre essa fanfic que estou pensando em fazer?.

Preciso muito da opinião de vocês.
Bom, É isso gente, beijooos e até logo!!!.
Estou lendo os comentários💜


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