História Criminal - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Death Note
Personagens Beyond Birthday, L Lawliet, Matt, Mihael "Mello" Keehl, Nate "Near" River, Watari
Tags Bbxnear, Beyond Birthday, Drama, Lemon, Nate River, Near, Yaoi
Visualizações 217
Palavras 1.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O que dizer? EU ESTOU MUITO APAIXONADA PELO NEAR, E POR SHIPPS COM ELE <3 EU AMO ESSE CARNEIRO.
Pensei nessa história após ler umas fics com esse shipp, terminar de ler o livro sobre o BB e ficar um tempo sem internet. Essa fic já tem uns capítulos prontos então talvez seja atualizada mais rápido (a menos que eu fique sem net outra vez ;-;).

Boa leitura e desculpe qualquer erro <3

Capítulo 1 - Capítulo um


Branco era sem dúvidas a cor de Near. E isso não é uma brincadeira sobre seu tom de pele! Uma cor tão representativa, nos traz calma, nos lembra da pureza, da inocência. Sem dúvidas uma bela cor. Mas ao mesmo tempo também é inexpressiva. 

"O branco significa ausência da cor."

Muitas vezes utilizado para representar o vazio. O branco é uma cor tão pura, mas que também pode ser facilmente machada por outra cor mais escura e vibrante.

Essa era realmente a mais fiel definição de Near. Um garoto calmo, uma mente tão pura e inocente, que não demonstrava suas emoções com facilidade, com um vazio que, mais tarde, seria preenchido no momento em que uma cor contrastante colidisse com ele.

O albino caminhava calmamente pelos corredores da Wammy's House, o orfanato no qual ele havia vivido dês de muito pequeno. Dirigia-se à um lugar isolado das outras crianças, não era muito aceito por elas. O pequeno garoto dono de uma mente brilhante era considerado irritante por grande parte de seus colegas. Talvez fosse por sua inexpressividade, sua mania de enrolar as madeixas nos dedos, seu jeito e comentários frios ou somente pelo fato de ter sido selecionado para entrar na linha de sucessão sem precisar se esforçar muito? Ele não sabia, mas também estava indiferente sobre isso. Estava indiferente sobre o mundo dês de que se entendia por gente.

Chegou ao sótão, o lugar repleto de caixas com brinquedos quebrados, decorações natalinas e mais um monte de coisas que não mereciam sua atenção. Arrastou um caixote até que ficasse no lugar que queria e subiu no mesmo, começando a passar as mãos pelo teto empoeirado e sujo até achar o que queria; um pequeno relevo. Era como uma tábua solta. Puxou aquilo com cuidado para não fazer barulho e abriu um alçapão com uma escada dobrável já bem velha e um pouco enferrujada. Nessas horas ele agradecia por ser leve e magro. Se fosse pesado, a escada provavelmente cederia e cairia com ele. Subiu a escada tomado cuidado para fazer silêncio e não acabar se machucando, não seria agradável pegar tétano logo agora. 

Finalmente se viu em seu lugar favorito, o telhado do orfanato. Era lá onde o pequeno Near gostava de ficar sozinho montando seus quebra-cabeças, ou as vezes apenas olhando as nuvens -as vezes acabava até ficando lá por mais tempo e via as estrelas, embora isso fosse raro, já que sempre o procuravam se ele não aparecia para jantar- enquanto pensava em várias coisas, coisas essas que eu jamais saberei quais eram. Sentou-se em uma pequena mesa feita de concreto com um tabuleiro quadriculado no tampo e algumas peças de xadrez e damas espalhadas pela mesma. O terraço do orfanato deveria servir como uma área de lazer, provavelmente, mas parecia ter sido esquecido por todos. Talvez fosse pelo seu difícil acesso visto que a passagem para lá era estreita -mais um motivo para o albino gostar de seu corpo- e era fácil cair de lá de cima, visto que o lugar não possuía qualquer tipo de grades de proteção. Mesmo assim ainda haviam algumas coisas por ali, como pinturas no chão -já bem desgastadas- para as crianças pularem amarelinha, outra mesa, esta com um tabuleiro e peças para jogar jogo da velha e a própria mesa na qual Near passava seus dias debruçado em cima.

Ainda sentado em um dos bancos de concreto que havia ao redor da mesa, Near se debruçou sobre ela e passou a sentir a brisa bagunçando seus cabelos, tão semelhantes a chumaços de algodão, e o sol fraco lhe esquentar. Não sentia aquele calor insuportável, mas um clima gosto e acolhedor do começo do outono. Fechou seus olhos planejando tirar uma pequena soneca ali antes de suas aulas começarem, mas algo lhe incomodou. Ele não sentia mais o sol lhe aquecendo, era como se uma nuvem o tivesse tampado. O albino levantou lentamente sua cabeça e abriu os olhos vendo finalmente o que impedia os raios de sol de tocarem seu corpo. Na verdade, não era "o que" e sim "quem".

Near se deparou com um homem moreno, pálido, magro e alto. Ele vestia uma camisa de mangas curtas preta, uma calça jeans azul escuro surrada e tênis pretos, embora o garoto não conseguisse ver seus pés devido ao ângulo em que se olhavam. O homem possuía uma semelhança gritante com L, seu ídolo e maior inspiração, exceto pelos olhos escarlate extremamente intimidadores. Ele olhava para Near parecendo bem confuso. O garoto por sua vez se assustou ao ver o moreno ali. Seus instintos o mandavam se afastar, indicavam perigo. Aquele homem parecia carregar o peso de várias vidas em suas costas, mas Near não conseguia se mover. Estava paralisado e aqueles olhos vermelhos chegavam a ser hipnóticos.

_Quem... Quem é você? - Perguntou em um sussurro, porém alto o suficiente para que o homem o ouvisse.

O moreno pareceu sair de algum tipo de transe e desviou seu olhar do garoto para a faca que segurava com sua mão direita, Near seguiu seu olhar e sentiu um calafrio percorrer sua espinha ao ver aquilo. Mesmo assim ele não saiu de onde estava. Embora tudo lhe dissesse para fugir, algo o mandava ficar. Algo naquele desconhecido o prendia como uma corrente extremamente forte.

Esperava ansiosamente por uma resposta para sua pergunta, mas o desconhecido parecia não querer responder. Minutos que pareciam horas em um silêncio sepulcral se seguiram até que o maior resolvesse em fim falar algo.

_B. - A voz rouca e grossa fez Near se arrepiar, embora ele a tenha achado bonita.

_B? - Repetiu em tom de pergunta enquanto franzia a testa e o olhava curioso.

_Sim, B. Sou eu, eu sou B. - Falou um pouco nervoso voltando a fitar o menor e se perder nos olhos cinzentos de Near.

Voltaram à estaca zero. Não se sabe quanto tempo ficaram assim, tudo o que sei é que ambos só pararam de encarrar os olhos um do outro, quando Near ouviu seu nome ser chamado aos berros por um de seus colegas. Lá no pátio do orfanato, em meio a tantas crianças brincando animadas, Mello procurava impacientemente pelo garoto. Provavelmente para lhe irritar ou descontar sua irritação por alguma coisa. O garoto olhou na direção do pátio, depois de volta para o moreno e em fim falou;

_Eu... Eu preciso ir... - Se levantou do banco de concreto e passou pelo homem que se autodenominava B, passou bem ao lado de sua faca.

B poderia tê-lo esfaqueado ali mesmo e escondido seu corpo, não era como se nunca tivesse feito isso com alguém antes, mas algo o disse para não o fazer. Near empurrou o alçapão e desceu para o sótão. Saiu de lá ainda bem atordoado pelo ocorrido e implorando para que aquele homem ainda estivesse lá quando ele voltasse. Aquele estranho havia despertado sua curiosidade e Near precisava saciá-la.


Notas Finais


Irá Beyond manchar nosso carneirinho? e.e

Sayonara, minna-san <3


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