História Criminal Innocence - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Álcool, Chaz Somers, Christian Beadles, Criminal, Drama, Novela, Romance, Ryan Butler, Trafico
Visualizações 853
Palavras 1.360
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Pow of View Catrina Mireya 

Hospital local de Atlanta 14:50a.m

Abri os olhos lentamente e percebi que está sobre uma superfície macia, mas assim que reparei melhor a minha volta, vi que não estava no meu quarto, as paredes que deveriam ser rosa, eram na verdade brancas.

De repente veio uma pontada na minha cabeça e tudo veio á minha mente novamente. Foi inevitável controlar as lágrimas que já caiam sem permissão.

-Papai- chamei-o em um sussurro e logo depois vieram os soluços.

Passaram-se breves minutos até o meu pai passar pela porta e vir até mim.

-Ei bebê, eu estou aqui- veio até a ponta da cama e enxugou minhas lágrimas- Não chora.

-Quero ir para casa- disse em meio a um soluço.

-Nós já iremos para casa, prometo- sorriu de lado e me deu um beijo na testa.

-Cadê a maa... Clarie?- me corrigi antes mesmo de terminar a palavra e  assim que disse seu nome um calafrio me correu o corpo todo 

Meu pai suspirou e se aproximou mais de mim.

-Ela não vai mais te fazer nenhum mal, eu prometo. Foi um erro deixar ela ficar perto de você, mas eu achei que com o tempo ela pudesse mudar e começaria a te amar- Ele suspirou mais uma vez.

Eu Assenti de leve. Meu corpo inteiro estava reclamando de dor, acho que a qualquer movimento eu poderia gritar de dor.

-Oh, vejo que a mocinha já acordou- o médico sorriu de leve- Eu irei recomendar repouso durante alguns dias, remédios e algumas pomadas. Também peço que tomem mais cuidado, senhor Correon- o médico lhe lançou um olhar reprovador e meu pai lhe devolveu com um ameaçador- Com licença- seu tom desceu alguns níveis e logo ele saiu.

-Eu já volto bebê, tenho que assinar sua alta- ele me deu um beijo na testa e saiu.

Encostei a cabeça no travesseiro e tentei relaxar um pouco o meu corpo, mas tudo doía fortemente.

-Hey, bebê, vamos para casa- meu pai sorriu.

Ele me ajudou a vestir uma roupa e nós saímos dali. Ao chegar no estacionamento seguimos até a sua BMW branca e ele me ajudou a sentar direito no banco de trás.

-E a escola, papai?- perguntei assim que ele ligou o carro.

-Você só irá na semana que vem- suspirou- Seus machucados são recentes e eu preciso cuidar de você.

-E o seu trabalho?

-Vou tirar essa semana para ficar com você- sorriu me olhando por cima dos ombros.

-Sério?- ele assentiu me fazendo sorri largamente. Eu amo passar um tempo com o meu pai, ele sempre será o meu herói.

O caminho todo papai foi me distraindo e quando chegamos em casa Maria nos esperava com um bolo de chocolate, meu favorito. Ela estava louca de preocupação e eu não vi mamãe pela casa, acho que papai mandou ela embora. Mesmo ela sendo ruim eu sempre esperei que ela gostasse um pouco de mim, mas parece que isso nunca vai acontecer.

-Vamos assistir desenho, bebê?- meu pai sorriu e estendeu sua mão para mim.

-Claro papai- segurei sua mão e seguimos para sala.

Passamos a tarde vendo filmes e comendo besteiras.

(...)

Meu pai me ajudou a tomar um banho e agora estou vestindo minha roupa, que é composta por uma blusa de frio branca e um shorts jeans. Meus braços estão roxos e algumas partes das minhas pernas também, mas não são tantas quanto às dos braços. Tenho que passar pomada em alguns cortes na bochecha e testa, tomar remédio para dor e uma pomada para as manchas. Calcei o meu all star preto e penteei o meu cabelo. Me olhei uma última vez no espelho, vendo minha boca inchada e um corte perto da sombrancelha.

Dei de ombros e sai dali, o que mais quero agora é me divertir com o meu pai.

-PAPAIIIII- desci correndo, enquanto o chamava.

-Catrina cuidado com a escada, filha- meu pai me alertou.

Ele estava na sala com um homem e um garoto. O homem era alto forte e tinha uma cara de mau, com várias tatuagens pelo corpo e ele era loiro. O garoto tinha o seu cabelo para o lado e um ar sério, ele era loiro com um par de belos olhos caramelos, quase iguais aos do homem ao seu lado.

-Catrina, esses são Jeremy e Justin Bieber- ele os apresentou, mas não parecia estar bem na presença deles.

-Olá- sorri tímida e caminhei até o lado do meu pai, com a atenção de todos sobre mim.

-Então essa é a pequena Catrina- o mais velho, Jeremy, se dirigiu a mim- Pensei que fosse mais velha, quantos anos tem? Quatro?

-Ela tem 7- meu pai respondeu antes de mim e seu tom não era nada amigável.

-Oh, uma bela menininha- sorriu de um jeito estranho em minha direção.

Segurei na mão de papai e a apertei de leve.

-Sim, uma bela menininha- repetiu sua fala em um tom medonho.

-Ela entrará para os negócios? Facilitará muito para o meu filho- bateu no ombro do garoto, que parecia alheio a qualquer coisa naquela conversa.

-Ela não precisa saber disso agora e não, ela não entrará para os negócios- suspirou- Pelo menos não agora, ainda está muito nova.

-Justin começou a treinar com essa idade- ele deu de ombros.

-O garoto não teve escolhas- meu pai falava como se o garoto não estivesse ali.

-Mas enfim, viemos aqui tratar de negócios e não sobre os nossos herdeiros.

Meu pai suspirou novamente e se agachou a minha frente.

-Bebê, eu vou resolver alguns assuntos e depois nós vamos passear, tudo bem?- sorriu

Assenti sorrindo e lhe dei um beijo na bochecha.

-Sigam-me- meu pai disse autoritário.

-Não, apenas eu vou- o homem avisou.

O garoto o olhou indignado.

-O que?- se pronunciou pela primeira vez e sua voz era tão aveludada, me deu vontade de ouvi-lo falar por horas.

-Não irei demorar- ele lhe lançou um olhar sério e seguiu meu pai até o seu escritório.

E nós ficamos ali parados por alguns minutos, então eu segui até o sofá e sentei pegando o controle para assistir algo na TV.

-Que assistir comigo?- sorri para o garoto, que apenas deu de ombros e se jogou do meu lado.

Procurei um desenho qualquer e coloquei para assistirmos.

-Você ainda assisti desenho animado?- ele me olhou engraçado e eu soltei um riso- Por que está rindo?

-Você fez uma cara engraçada- disse ainda rindo.

Ele me olhou confuso e depois sorriu de lado.

-Você é doida garota- Ele soltou um riso nasal.

-Ah, nem me apresentei, sou Catrina Mireya Correon- estendi a mão e sorri de lado esperando que ele apertasse a mesma.

-Justin- ignorou a minha mão e continuou olhando para um ponto fixo.

-Não vai apertar a minha mão?

-Porque faria isso?- me olhou.

-Por educação- sorri.

Ele olhou para minha mão e bufou apertando a mesma.

-Satisfeita?- Assenti.

Quando iria me pronunciar novamente ouvimos a porta do escritório do meu pai ser aberta com brutalidade e de lá saiu o pai de Justin com uma feição raivosa.

-Vamos embora, Justin- ele disse rápido.

O garoto apenas assentiu e saiu sem nem se despedir. Eles saíram porta a fora com feições sérias. Levantei dali e fui até o escritório do meu pai.

-Papai?- bati na porta e entrei sem esperar resposta.

Ele estava sentado em sua cadeira com o rosto entre as mãos. Parecia preocupado.

-Papai?- chamei-o de novo e ele me olhou sorrindo de canto.

-Vem aqui, bebê- sorri e segui até o outro lado da sua mesa.

Ele me sentou no seu colo e me abraçou forte.

-Eu te amo e queria me desculpar por tudo que você passou esses anos comigo e com a sua mãe, mas é por que nossa história é muito complicada meu amor e eu queria ter tempo para te explicar um dia- Ele suspirou e me olhou nos olhos enquanto eu o encarava confusa- Um dia você irá entender tudo, eu prometo.

Ele sorriu e eu o encarei confusa.

-Por que está dizendo isso, papai?

-Um dia você irá saber.

Ele sorriu e me abraçou mais uma vez. 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...