História Criminal - Justin bieber - Capítulo 53


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 53 - Capítulo 53


Fanfic / Fanfiction Criminal - Justin bieber - Capítulo 53 - Capítulo 53

Eu preferia os machucados de quando eu era criança,

porque eles aconteciam enquanto eu me divertia



Depois que chegamos a mansão do Chaz, que é linda demais, ele me deu uma camisa dele e me levou para o quarto de hospedes que havia, e me deixou tomar um banho.

Eu preferi não demorar no banho, estava me sentindo fraca em todos os sentidos possíveis, ao terminar o meu banho eu vesti a camisa de Chaz e fui até quarto, onde Demi estava sentada na cama e ela jogou uma lingerie em mim.


- Cait trouxe pra você, tem mais coisas depois se quiser se vestir.

- Não, só quero dormir.

- E comer e ir ao Dr. harries, foram quatro dias no escuro e sem comida.

- Pode ser amanhã, por favor? - Peguei a calcinha em mãos e a vesti e me sentei ao lado da Demi.


Cait e os meninos entraram no quarto no mesmo momento e Chris tinha em mãos uma bandeja com várias coisas pra comer, então minha barriga deu sinal de vida.


- Você está bem Ale? - Ryan perguntou.

- Eu espero que sim. - Falei baixinho, eu havia gritado por horas seguidas, minha voz não resistiu.

- Você precisa comer, então.


Chris largou a bandeja no centro da cama e eles se sentaram ali e ficaram me encarando, eu sabia que eles iriam começar a falar de Justin então me ajeitei em frente a bandeja e comecei a comer as frutas que haviam ali.


- Por que o Justin está sendo um idiota? Eu quero socar a cara dele, estou com muita raiva. - Chaz reclamou cruzando os braços.

- Ele é amigo a muito tempo de vocês, não sei como não ficaram ao lado dele.

- Sabemos do que Cailin é capaz. - Chris fala cruzando os braços e Demi foi até ele e se sentou em seu colo.


Todos ficaram me encarando, enquanto eu encarava a comida e mastigava. Eu não sabia o que sentir, não sabia o que pensar mais de Justin e o nome dele me causava arrepios.


- Não me sinto bem ao falar dele, não consigo raciocinar direito eu estou frustrada. - Falei sem encarar ninguém e baixinho. - Preciso inverter todos os meus sentimentos, preciso voltar a ser a garota problemática.

- Mas agora não tem como fazer isso Ale. - Demi falou e eu a encarei, apenas uma troca de olhares e ela entendeu que eu estava pensando em medidas drásticas sobre gravides. - Não.

- Parece que estão falando em códigos! - Caitlin falou.


Fiquem em silencio e Demi deu uma risada leve tentando disfarçar.


-Mal chegamos e acho que vamos ter que voltar. - Chris falou.

- O que aconteceu? - Ryan o questionou.

- Bieber mandou mensagem, Cailin está passando mal e ele não sabe o que fazer.

- Coisas de grávida. - Cait falou e se levantou. - Acho melhor irmos, se não somos mortos. - Eu não vou hoje, não quero ver a cara de Justin por um bom tempo.


Chaz estava visivelmente irritado, eu acabei criando uma discórdia entre amigos. Chris, Caitlin e o restante não parecem tão abalados, mas estão se sentindo culpados, dá para ver no jeito que eles me olham.


- Eu também não vou. - Demi avisou. - Cailin colocou na cabeça de Justin que participo de algo que nem deve estar acontecendo.

- Ale? - Caitlin m encarou.

- Ele me mostrou um gravador com uma mensagem de voz entre mim e Travor, que é falsa e eu vi um bilhete muito rápido, não consegui ler, vi apenas uma inicial que eu já esqueci.

- Preciso analisar isso, para tomar qualquer decisão antes. - Chris falou se levantando.


Chaz e o pessoal saíram do quarto, menos Demi que ficou me observando comer.


- Quer que eu te deixe sozinha? Sei que não está pra conversa. - Demi falou e eu apenas fiquei em silencio.

- Obrigada por se preocupar comigo.

- Você foi um anjo na minha vida, então porque não posso ser um na sua?

- Anjo não existem, Demi.

- Isso é o que você acha, vou deixar você comer e depois eu volto para te ver, ok?


Assenti e ela se levantou vindo até mim, deu um beijo no topo da minha testa e saiu do quarto me deixando sozinha.

Estava sem ânimo para pensar em alguma coisa direito, então coloquei a bandeja ao lado da cama e me deitei abraçando o travesseiro, querendo que tudo aquilo passa-se logo. Com o passar dos segundos, minhas pálpebras foram pesando e eu acabei pegando no sono, só vi Demi entrar no quarto, se deitar ao meu lado e fazer carinho no meu cabelo por alguns minutos.

Ao acordar Demi estava ao meu lado me encarando, então me aproximei dela e a abracei.


- Você dormiu bem?

- Um pouco, a parte de sonhar com as lembranças de tudo que aconteceu foi o pior. - Falei baixo e a voz saiu fraca, por estar super grudada a Demi.

- Isso tudo vai passar Ale.

- Já deveria ter passado.

- Chaz está me pedindo explicações sobre o que não se devemos contar para Justin.


Levantei minha cabeça e encarei Demi desconfiada.


- Você não contou né, Demi?

- Disse que não é meu dever falar nada e sim seu.

- Vou tomar um banho e depois vou comer, estou morrendo de fome.


Passei por cima de Demi a fazendo rir e eu ri junto, fui em direção ao banheiro e tranquei a porta, fechando o sorriso que tinha no rosto e me escorrei na parede indo para o chão e abracei minhas pernas. Eu estava fazendo de novo, estava fingindo ser forte e por dentro chorando, eu estou mal e todos sabem, que olhar para mim vai saber.

Toda garota sabe ser forte, mas algumas disfarçam melhor. Umas preferem sofrer e pedir ajuda, outras escondem essa agonia dentro de si e tentam resolver o problema sozinha.

As vezes queria ser uma garota normal, poderia até ser aquelas garotas patricinhas que correm para atrás do pai rico para se esconder dos problemas. Travor devia ter me matado junto com meu pai, com certeza não faria muita diferença.

Me despi e entrei no box do banheiro, liguei o registro do chuveiro que estava em uma temperatura morna, descer sobre meu rosto e corpo. Eu poderia ficar horas em baixo do chuveiro, mas eu precisava comer algo e com certeza Demi iria me levar para o médico, o tão conhecido Dr. Harries.

Ao sair do banho, enrolei a toalha de banho em volta do meu corpo e fui par o quarto, que estava vazio, não havia sinal nenhum de Demi por ali, apenas uma mochila, minha por sinal, lembrava de ter a visto... hm... Na mansão do Justin.

Sinto meu corpo vibrar ao pensar em Justin, não em um sentido positivo, mas sim em um negativo. Ficar trancada e ver que ele realmente não se importou, mexeu um pouco comigo. Mas quem deveria não se importar mais com isso sou eu.

Suspirei afastando meus pensamentos e andei até a mochila e a abri, vendo pesas de roupas e joias, com certeza Caitlin que organizou essa mochila.

Vesti a calça preta com alguns cortes, uma camisa branca com a parte do ombro preta e a estampa "Girl Gang".

Coloquei as pulseiras, um anel de cruz e um colar, além de brincos.


Me sentei na cama e baguncei meu cabelo para o lado, pegando uma touca preta e a arrumei, calcei meu tênis preto com detalhes em ouro.


Deitei na cama, colocando meu braço sobre meu rosto e tentei manter a calma.

Estava tentando esconder algo que logo ficaria bem visível, mas porque eu estou fugindo? Por que eu odeio tanto a mim quanto odeio o restante das pessoas que me rodeiam.

Preciso levar esse pensamento mais a sério.

Me levantei da cama e sai do quarto, iria para sala onde Chaz e Demi deviam estar.

Assim que entrei na sala Demi e Chaz me encarram e ficaram em silêncio, Chaz encarou Demi que se levantou e veio até mim e deu um beijo na minha bochecha e foi para a cozinha, andei até o sofá e me sentei de frente para Chaz.


- Demi me deixou mais curioso, parece que você pode morrer por qualquer coisa e eu acho um exagero, por que eu sempre vi o quanto você pode combater qualquer coisa. - Chaz falou e eu ri fraco. - Sabe que é verdade o que estou dizendo.

- Eu não posso te contar o que está acontecendo Chaz.

- Por que não? Você e Travor realmente estavam armando alguma coisa?

- Não! Eu te falo Chaz, mas assim como Demi e Travor, você precisa manter segredo.

- Segredo do que? Alexia, você me deixa cada vez mais... - Interrompi Chaz.

- Eu estou gravida.


Chaz ficou em silêncio com a boca aberta e eu fiquei o encarando ter alguma reação.


- Eu...

- Não sabe o que falar, não sabe o que fazer? Nem eu sei.

- Você não pode esconder isso.

- Acha que eu vou chegar no Justin e dizer "Nossa Justin, Cailin gravida e olha, eu também me sinto muito gravida e estupida, quer mandar ela me trancar de novo em algum lugar escuro?" Ele não se importa comigo e nem vai se importar, já não deixou bem claro isso?

- Ele se importa com você, mas por um lado eu devo concordar com você, Justin já está louco com Cailin grávida e agora você se afastou e depois de tudo o que aconteceu... Eu mantenho seu segredo, mas não por muito tempo, porém, o quem vai contar vai ser você.


Demi entrou na sala novamente e se sentou perto de Chaz.


- Eu não vou contar, estou pensando coisas loucas para fazer com isso.

- Acha mesmo que eu vou deixar você fazer loucuras Alexia? - Demi falou e eu a encarei.

- Você não tem escolhas Demi, essa criança vai prejudicar minha vida e eu não tenho muitas escolhas. - Meus pensamentos estavam mais confusos do que as coisas que eu estava falando. - No meu pensamento passam muitas coisas e eu não sei o que fazer, abortar ou simplesmente fugir.

- Eu sei que você não faria um aborto Alexia. - Chaz falou convicto e eu suspirei por saber que ele tinha razão.

- Eu sei, não sei o que fazer, só quero manter isso longe dos meus pensamentos e longe dos Biebers.

- A culpa que é para ser do Justin está em mim, me sinto um monstro.


Chaz passou a mão no rosto e se levantou vindo em minha direção e eu me levantei o abraçando.


- Na minha próxima vida eu vou engravidar de você, sei que não vou me machucar.

- Teve a chance nessa, não aproveitou porque não quis.


Demi riu e se juntou a nós dois no abraço.


- Sua consulta é daqui a pouco. - Demi avisou entre o abraço e eu a empurrei.

- Sai, você não é digna do meu abraço.

- Nossa Ale... Cadê meu celular, preciso ligar pro Justin e contar... - Demi falou e eu a puxei de volta.

- Vamos logo pro maldito Dr. Harries.


Demi pegou minha mão e a de Chaz e começou a nos arrastar para fora da mansão, notei alguns seguranças fazendo ronda.


- Não tinha visto seguranças ontem.

- Você é retardada? - Chaz perguntou. - Nem você fica sem, por que eu vou?

- Pergunta idiota, não faço mais.


Fomos até o carro de Chaz e eu entrei no banco do passageiro, enquanto Demi foi no banco de trás. Fomos direto para o consultório, mas antes fomos em um mercado comprar doces, eu estava precisando e dentro do carro ficamos escutando música.

Ao chegar no consultório eu não precisei esperar, Dr. Harries iria me chamar bem no instante e Chaz foi comigo para a sala dele.


- Que bom te ver por aqui dona Collins.

- Não consigo retribuir isso. - Falei me sentando e Chaz riu baixinho ao meu lado.

- O que você fez desta vez dona Alexia? Acha que são gêmeos agora?

- Pior, fiquei quatros dias trancada em um porão escuro, até Chaz voltar de viagem e me achar.


Dr. Harries abriu a boca espantado e eu me afundei na cadeira o encarando.


- Vou fazer uma série de exames em você, só digo uma coisa mocinha, se seu filho ou filha sobreviveu, essa gravidez será de riscos além disso a criança pode vir a ter algum problema.


Problema? Eu já não passei pelo capeta em pessoa? agora uma criança que não fez nada vai...


- Não...


Escorrei meus braços na mesa e tapei meu rosto com a palma da mão, Chaz passou uma de suas mãos nas minhas costas tentando fazer com que eu ficasse mais calma.


- Talvez Alexia, não é nada certo, você precisa apenas se cuidar a partir de agora, manter uma alimentação saudável e se manter calma.

- Se soubesse o inferno que eu ando vivendo, não me pediria calma. - Falei voltando a encara-lo.

- Espero que tudo se resolva na sua vida... Bom, vamos fazer alguns exames e você pode ir para casa.

- Tudo bem.


Foram alguns exames que me deixaram em um tédio grande, Chaz me deixou sozinha fazendo aquela porra e foi para a recepção dar em cima da mulherzinha que atende essa bosta de lugar.

Depois de alguns minutos fazendo exames, eu voltei para a sala do Dr. Harries e fiquei perto da porta de pé, estava com fome e os doces no carro iriam cair bem em um momento desses.


-  Já poderia ter ido não é mesmo dona Alexia? 

- Sim, mas o que importa para mim é se eu ainda estou gravida e preciso saber disso por você.

- Está Alexia, apenas seus enjoos vão aumentar um pouco e se cuide a partir de agora.


Meu coração se acelerou por saber que o meu mini mini serzinho ainda está dentro de mim.


- Obrigada e tchau, preciso comer.


Abri a porta do consultório e fui em passos rápidos até a sala de espera onde Chaz e Demi estavam e me encararam e se levantaram me seguindo para o lado de fora.


- Chaz me contou o que o médico falou para você. -Demi disse me abraçando de lado e eu sorri falso.

- O que ele te falou?

- Eu só preciso me manter mais calma e cuidar bem do meu lindo mini mini ser.

- Mini mini ser? Que porra é isso? - Chaz perguntou e eu bati nele.

- Meu filho, porra do Biebe... - Demi tapou minha boca me fazendo rir, quase babando em sua mão.

- Cadela, você ia babar na minha mão.


Fomos até o carro do Chaz, entrei no carro e coloquei o cinto de segurança, jogando um pacote grande de doritos entre minhas pernas e mais alguns chocolates.


- Vamos de volta para casa do Chaz, nos enchermos de chocolate. - Demi falou e u a encarei.

- Eu vou comer e vocês olha, certo? Certo.

- Realmente, você está gravida para querer comer. 


Chaz ligou o rádio e fomos indo por um caminho contrário ao que viemos.


- Por que um caminho diferente? - Perguntei.

- Preciso pegar algumas coisas na mansão e vou voltar para minha em seguida, você não precisa sair do carro.

- Acho que já te incomodei demais, me leve para a mansão do Travor em seguida, fica no caminho.

- Alexia, não...

- Sim, preciso ver algumas coisas com Travor e ele vai desconfiar por ter ficado tanto tempo fora.

- Ok, se quer assim.


Sorri para Chaz e ele e Demi ficaram em silêncio e eu me entupia cada vez mais de chocolate e doritos.

Quando chegamos na rua da mansão, pude notar Demi me encarando e eu me virei a olhando com carinha de cachorro sem dono. 

O portão estava aberto e Chaz deixou o carro no pátio e saiu indo em direção a porta que foi aberta e Justin saiu e pude notar ele tentar falar com Chaz que o ignorou entrando.

Quando ele me olhou, pude notar meu corpo enrijecer e um certo medo me dominar, desviei meu olhar do dele, fechando a janela ao meu lado que estava aberta.


- Você está bem? - Demi me questionou e eu fiz que não com a cabeça.


- Estou começando a ter medo, medo do que ele pode causar em mim. - Encarei a janela e Justin continuava lá. - Se pode ser pior do que ele já está causando.


Demi ficou em silêncio, ela não teria a resposta para a minha pergunta, ninguém nunca tem a resposta para as coisas que se rodeiam minha mente.

A música que tocava no radio me deixava mais enjoada do que estava acontecendo, por talvez combinar um pouco com que eu sentia, Sia - Eye of The Needle, eu encarei Justin novamente, meus olhos queriam ver os dele, mas meu coração quer o dele batendo perto, mas meu corpo e minha mente querem correr para longe e evitar mais sofrimento.


- Por que doí amar? - Demi perguntou para mim. - Sofri muito quando vi o meu noivo morrer e não poder fazer nada, mas agora com Chris, tenho medo de ver tudo se repetir.

- Se alguém for matar ele, vai ser eu, se te fizer alguma coisa. - Sorri me virando para Demi e tentando esquecer que ele estava lá, me olhando.

- Você sorri mesmo triste, parece que você é um robozinho.

- Eu não tenho sentimentos ou tento demonstrar que eles não existem.

- Só que você mesma sabe que tem.

- Esse papo me dá ânsia, quero vomitar o chocolate de volta.

- Comeu demais.


Voltei a me sentar normal e fiquei fazendo o caminho das veias e marcas nos meus braços, ria ao lembrar o quanto dramática fui ao me cortar no dia em que Justin me trancou no closet. Dramática não, mas poderia ter evitado me cortar.

Encarei a porta da mansão e Chaz estava vindo, porem meu estomago se embrulhou ao ver Cailin abraçando Justin por trás e mesmo assim seus olhos estavam em mim.


- Podia vomitar agora né Alexia, mas vomita na cara da vagabunda na porta. - Chaz falou entrando no carro e jogando uma mochila no banco de trás.

- Eu realmente estou com vontade de vomitar, comi de mais. - Falei sorrindo de lado.

- Seu sorriso falso não engana nem ao Justin na porta e por conhecer bem ele, o arrependimento está batendo nele com um martelo agora. - Chaz falou e eu mordi o canto da boca.

- Justin Bieber não se arrepende de nada.  - Demi falou por mim e eu ri baixinho concordando.


Chaz não falou nada enquanto saiamos do pátio da mansão e voltávamos para a rua.


- Ai vocês se enganam e Alexia sabe que Justin se arrepende de algumas coisas, coisas do tipo, ter dormido com Cailin e ela ter ficado gravida e ainda por cima ter visto você sair chorando da mansão.

- Realmente, ele podia ter engravidado apenas Ale.

- Podemos trocar de assunto, eu só lembro do escuro que tinha naquele maldito porão e isso me da ódio.


Chaz e Demi trocaram de assunto e começaram a falar de músicas, durante o caminho para a mansão a Travor eu falei apenas sim e não, mais nada.

Ao chegarmos na mansão do Travor me despedi dando um beijo na bochecha de cada um e eles seguiram caminho para mansão de Chaz, onde o Chris iria daqui algumas horas para não deixar Demi sozinha.

Fui em uma lentidão tremenda para a mansão e não havia ninguém, então subi direto para o meu quarto, na verdade, para o banheiro do meu quarto já que eu precisava vomitar.

Travor, com certeza me encheria de perguntas e mais perguntas e eu teria que responder todas.


Obrigada a minha mãe, seja lá que puta for, por ter me colocado no mundo.





















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CONTINUA

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