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História Criminal love - Jikook - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oiee, aproveitem o capítulo de hoje!❤️
Não esqueçam de favoritar e comentar!✨

Beijos e boa leitura 🦋

Capítulo 2 - Capítulo 2


Já estamos no dia seguinte. Assim que chegamos em uma casa grande, num sítio bem bonito, tomei um um banho e logo me deitei, estava bem cansado da viagem. 

Eu e meu colegas estávamos sentados em carteiras que nem de escola, esperando para que o professor chegasse.

Confesso que lembrei da minha mãe naquela situação, pois lembro quando ela me levava a escola e eu sempre torcia para o fim das aula, para encontrá-la de novo, mas, agora, tudo o que eu quero é focar no plano e esquecer o que ela fez.

- Bom dia.

O professor chegou na sala e nos cumprimenta.

- Bom dia.

Dissemos de volta, em uníssono. Confesso que estava muito ansioso para conhecer meus colegas e o plano em si.

- Me chamem de professor. Bom, vamos para as regras. São duas coisas que quero que prezem muito e respeitem. - Disse e todos olhamos com um olhar concentrado e ansioso ao mesmo tempo - Primeira regra: Sem nomes, vamos inventar apelidos, algo pra que possamos nos chamar, mas sem os nomes reais.

Todos olharam confusos, porém compreensivos. É como já diziam: misturar pessoal com profissional não dá certo.

- Tá, mas qual serão os apelidos? O que serão? - Disse um homem, que agora sei que é o Berlim, ao meu lado. Ele é muito bonito também, na verdade todos aqui são. Ele já roubou as maiores joalherias do mundo. 

- Que tal números? - Sugeri.

- Não vou conseguir decorar. - Denver disse. Um cara bem atraente. O maior brigão de todos. Já participou de muitas brigas de bar, se não de todas. E nem preciso dizer que ele ganhava todas, né? Ah, e tudo por causa de drogas e bebidas.

- Então, por que não nomes de cidades? - Disse Rio, meu ponto fraco. Ele é simplesmente lindo, sem contar que o mestre da tecnologia. Pode hackear o que for, faz isso desde seus seis anos de idade. Seu jeito inteligente é tão sexy. Pra computadores é um gênio, mas para outras coisas da vida, ainda não.

- Já é um bom começo. - Disse o professor. 

- Então, sou Nairóbi. - Disse, pela primeira vez, naquele dia, um homem muito lindo, com um sorriso quadrado perfeito no rosto. Já vendeu muita droga, pois tinha que sustentar sua família, pra ser mais exato, sua avó, que já não está mais entre nós.

- Tokyo. - Disse simplista. Bom, sobre mim: andei roubando e fugindo por aí com meu namorado que, hoje, está morto por causa de polícias e, principalmente por minha culpa, já que eu inventei de roubarmos naquele dia.

- Rio de Janeiro, mas podem me chamar de Rio. - Todos presentes ali riram com a fala dele.

- Berlim.

- Denver.

- Então, está decidido. Tokyo, Nairóbi, Rio, Berlim e Denver, vamos fazer desse assalto o maior de toda a história!

Concordamos com a cabeça, comemorando de leve, e o professor começou a explicar o plano.

- Segunda regra: nada de relacionamentos, nada de expor o pessoal aqui. Não quero relação, sem ficadas e namoros.

Todos concordamos, claro que teria essa regra. O professor continuou:

- Assaltaremos a casa da moeda.

- Mas como? Os policiais entrarão lá a qualquer momento e a gente vai morrer. - Disse Denver.

- Bom ponto. Vocês se trancarão com todos que estiverem lá dentro, os fazendo de reféns. Distribuiremos um macacão vermelho, uma máscara e armas falsas, assim como estarão vestidos, pois desse modo a polícia não vai poder entrar.

- Só por eles estarem como nós, a polícia não vai entrar? - Foi a vez de Rio, que fez uma pergunta retórica, já que isso não fazia muito sentido pra ele.

- Sim, pensem comigo. Com todo o tumulto, terão jornalistas, policiais, enfermeiros, de tudo nos cercando, fazendo com que todos tenham notícias ao vivo, acompanhando toda a situação. E, com isso, se eles entrarem com tudo, matarão reféns, o que faz com que a imprensa e as pessoas se revoltem, causando ainda mais alvoroço.

- Wow, não tinha pensado nisso. - Disse Nairóbi surpreso.

- Muito menos eu. - Foi a vez de Denver falar, ainda mais surpreso.

O professor é realmente muito inteligente. Confesso que quando ele disse que tinha um plano de invadir e assaltar a casa da moeda, eu achei maluquice, até porque é impossível, ou quase.

- Continuando. - Disse o professor com um tom sério. - Vocês entrarão por caminhões. Eles estarão entrando na casa da moeda para levar umas encomendas e, assim que chegarem, saiam com tudo, apontando as armas.

- Mas, onde estarão esse caminhões, como entraremos neles? - Perguntei.

- Ficarão tomando conta da rodovia, será bem cedo, antes das cinco estaremos de pé. Até que chegará vocês, vestidos de policiais e, preciso de dois voluntários, serão dois adolescentes que se prostituem por aí, num carro de muito luxo. - Demos risadas.

- Bom, eu não me importo de interpretar um prostituto, até porque é só atuação não é mesmo? - Disse Nairóbi num tom brincalhão porém sério.

- Eu também me candidato. - disse e todos voltarão a dar risadas. 

- Então estamos decididos, Tokyo e Nairóbi serão os adolescentes e Berlim, Rio e Denver serão os policiais. Bom, vocês vão parar os caminhões pra revistá-los, prendendo e botando os funcionários dentro da parte traseira do caminhão. Trocarão de roupa ficando com a mesma que a deles, para ficarem como transpordadores. Deixarão os próprios homens dirigirem, porém com uma arma discretamente apontada pra eles. Entrarão na casa da moeda e fecharão as portas.

- Mas e Tokyo e Nairóbi? - Perguntou Rio.

- Entrarão disfarçados pela porta da frente, para verem o movimento e ir nos informam.

Um tempo foi se passando, o professor continuou explicando, tirando dúvidas e reforçando aquela parte do plano, como em uma escola de verdade.

O almoço foi bem tranquilo, nos divertimos bastante, rimos muito, bebemos, brincamos, realmente nos divertimos, a nova etapa da minha vida está sendo bem interessante.

Agora, estou me arrumando em meu quarto, pois teremos uma festinha de chegada. Não é bem uma festa, só vamos dançar e beber um pouco.

Termino de me arrumar, me olho no espelho, mexo um pouco no meu cabelo e saio do quarto. Estou bem feliz e quero curtir muito essa festa.

Desço as escadas e vou até a sala. Avisto o tumulto, a festa, mas principalmente Rio. Ele está lindo. Com um terno, assim como todos os outros, inclusive eu. Combinamos de boa vestir mais formalmente.

Vou até ele, que me olha de cima abaixo, me aproximando em passos um tanto quanto apressados.

- Olá, gatinho. - Digo ficando de frente pra ele, com uma proximidade um tanto quanto grande.

- Olá, tudo bem?

- Tudo sim.

- Festa chata né?

- Não é uma festa né, é uma confraternização de boas vindas.

- Mas não deixa de estar chata.

- Verdade.

- Vamos nos divertir então?

- Claro!

- Sabe onde é meu quarto né?

- Sei sim.

- Daqui a cinco minutos me encontra lá. - deu uma piscadela e saiu.

Nossa, e que cinco minutos. Os mais longos de toda a minha vida. Depois de ter passado um tempinho, subi e abri a porta.

Rio estava sem camisa. Seu corpo escultural e completamente sexy me deixavam com água na boca. Seu abdômen exposto me fez quase perder o ar. Ele é perfeito.

- Gostou? - Disse ele se aproximando, ficando bem perto.

- Amei.

Nos olhamos por uma segundos e ele ataca meus lábios, num beijo quente e necessitado. Nossa línguas buscavam por espaço, num ritmo extremamente bom.

Ele me empurrou na cama e desceu os beijos para o meu pescoço. Foi dando de selares a chupões, eu arfava e dava leve gemidos.

Rio cessou os beijos, tirando meu terno, minha camisa, minha calça e meus sapatos, me deixando apenas com minha box preta.

- Você é gostoso pra caralho.

- Gostou? - Pergunto o provocando.

- Muito.

Ele ataca meus lábios novamente, cessa os beijos se despindo, ficando apenas de box.

O garoto volta para o meu pescoço, descendo para os meus mamilos, lambendo, chupando com tudo. Eu apenas arfava e gemia baixo.

Rio foi descendo mais ainda, dando alguns beijos pelo meu abdômen não tão definido, até que chega na barra da minha cueca e a tirou.

Agora, completamente nu, com minha ereção bem visível, troquei as posições, ficando por cima.

Dei um selinho nele e tirei sua cueca, queria sentir seu gosto, chupa-lo até o fazer gozar.

Comecei com as mãos, indo devagar e aumentando os movimentos. Logo depois fui com a boca sentindo seu gosto. Enfiem o que dava em minha boca, seu pau é tão grande que nem coube por completo em minha boca.

- Isso, porra. Tokyo, eu vo-

Antes de Rio terminar a frase, eu interrompo o boquete, recebendo um olhar de reprovação de volta.

- Agora é seu turno. - Digo e o garoto logo entendeu o recado. Me jogou na cama e foi até um armário pegar algo que imaginei ser uma camisinha. E era.

Ele abriu a embalagem, colocou em si mesmo e sussurrou em meu ouvido:

- O que você quer? Hum? É só pedir que eu faço.

- E-eu.

- Você?

- Eu quero que você me foda.

- Ah, e como você quer?

- Fundo e forte, por favor.

Antes de dizer qualquer coisa, Rio entrou com tudo em mim, fazendo com que eu arqueadas as coluna, em dor e prazer.

Um gemido alto não pode deixar de ser escapado. Em seguida, mais estocadas, nosso gemidos estavam cada vez mais alto, Rio metia com muita força.

O garoto atingia meu ponto G me proporcionando um prazer imenso. Eu já não mais gemia, e sim gritava. Não estávamos nos preocupando já que a música estava tocando na sala, onde os outros estavam.

Rio continuou mais um tempo com as estocadas, até que gozou. Ele saiu de dentro de mim e deitou ao meu lado, jogando a camisinha em qualquer canto.

- Eu amei. - Disse ele ofegante.

- Eu também.

Ficamos um pouco mais de tempo agarradinhos ali, até que vesti minha roupa, me despidi dele e fui até meu quarto.

Que dia, que noite, que transa!








Notas Finais


Heey, gostaram do capítulo de hoje?comentem o que acharam!✨

Hot meio ruim, mas tento melhorar!

Ps: mudei um pouco a história da Nairóbi da série, pra se encaixar mais na história aqui! E também porque não vai ser exatamente igual a trama original!🦋

Beijos❤️


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