1. Spirit Fanfics >
  2. Criminal Love - Kris Wu and SuHo. >
  3. Nineteen - Overdose.

História Criminal Love - Kris Wu and SuHo. - Capítulo 20


Escrita por: e ZhangBee


Notas do Autor


Hello My Potato Sheeps!


Mais um capítulo para vocês, muito obrigado por todos os favoritos e comentários, então não se esqueçam de comentar pois é muito importante para mim! ♥️♥️


Boa Leitura! 💋💋

Capítulo 20 - Nineteen - Overdose.


Fanfic / Fanfiction Criminal Love - Kris Wu and SuHo. - Capítulo 20 - Nineteen - Overdose.





AUTORA.




Na madrugada, o completo silêncio fazia Kris prestar ainda mais atenção em seus pensamentos, ele estava desnorteado, irritado, e principalmente muito magoado.



Ele sentia dentro de si que era errado sentir aquilo, afinal, quando seu amigo ficou com S/N, ela não tinha mais nada com ele, e Yixing… Bem, ele era o Yixing e ele fazia seu trabalho muito bem, e era só isso que Kris exigia dele, excelência e nada mais.



Mas, ele não não seguia tirar o sentimento de traição de dentro de si, era inevitável, e doloroso.



Poderia até mesmo cometer uma loucura, mas precisava tirar essa história a limpo, não sossegaria enquanto não fizesse o que seu coração estava pedindo.



Com a chave do carro em mãos, saiu sem que ninguém percebesse, pegou o carro estacionado na garagem e em silêncio saiu. A estrada estava deserta, silenciosa e ele afobado e nervoso, esperando chegar ao destino desejado.




S/N durante a tarde ajudou Zitao, mais conhecido por ela e por todos da agência como Taozi, a posar para algumas fotos, tinha saído para almoçar com ele e Richard em um restaurante próximo ao trabalho.



Os dois homens olhavam a modelo comer despreocupada o prato de comida.




— Por que estão me olhando?



— Nada. — Huang desviou o olhar, olhando para sei prato que tinha somente folhas e peixe. Na verdade ele tava com inveja, pois sua vontade era de comer aquela montanha de comida no prato de S/N.




— Você vai gastar todas essas calorias na academia depois não é?



— Não? — Ri, olhando para o chefe que estava boquiaberto. — Olha para minha cara de quem faz exercícios, Rich.



— Você deveria agradecer mais a sua família, porque se não fosse pela boa genética você já estaria fora da agência a muito tempo.



— Quando se tem tantos problemas como eu, só resta descontar em uma coisa. — Dá de ombros, não se importando muito com o que falavam.




— Ainda está faltando alguma coisa… — O fotógrafo olhava as fotos no computador a medida que ia tirando fotos de Taozi. — Não é você meu jovem, mas… Precisa de algo a mais.



— S/N, você que tem mais experiência do que eu, me ajuda.



— Pode ir. — Assente assim que o fotógrafo lhe dá permissão.



Algumas novas poses foram feitas, mais intimista, ela não se importava, mas Zitao não achou que ficaria tão sem jeito com a proximidade da mulher.



— Estão ótimas, já deu por hoje. — Diz o homem fazendo ela sorrir e sair do estúdio.




A noite caiu, e ela ficou para ajudar a selecionar fotos dos novos modelos, Richard achou que tinha pouca presença masculina na agência, e ela como seu braço direito ficou para ajudar. Zitao já tinha ido embora, junto dos fotógrafos, maquiadores e cabeleireiros que estavam a trabalhar.



— Hoje eu vim de carro, não se preocupe. Vou passar na empresa, preciso falar com JunMyeon e meu irmão. — Dizia ela enquanto descia com Richard as escadas para saírem do prédio onde ficava o local de trabalho.



— Tudo bem, vai lá ver seu boy. — Os carros dos dois eram os únicos no estacionamento, e estavam lado a lado. — Você nunca me apresentou seu irmão.



— Faço isso qualquer dia desses. Você vai gostar dele!



— Ele é gay? — Questionou em tom esperançoso, Richard estava quase recorrendo a outros meios para conseguir arranjar alguém.



— Não que eu saiba.



— Então eu dispenso, já basta minha paixonite pelo novo modelo. — Reclamou já adentrando seu veículo, chateado. — Boa noite.



— Boa noite, chefinho. — Adentra seu carro já dando partida, para a estrada contrária de Richard.




Precisava falar com Nicolas sobre a noite que tinha ido para o racha, sentia que estava se sufocando naquela mentira e nada melhor do que dizer ao seu irmão e único confidente, tinha medo do que JunMyeon poderia pensar caso soubesse.



Ela não tinha ido para ver Kris, muito menos para ver algum dos outros caras que trabalhavam para ele, somente queria relaxar um pouco, e sentia falta de ver os rachas, mesmo que dá última vez que foi em um, acabou transando com Yixing, braço direito do Kris, que ainda estava responsável por vigia-la e dizer tudo que fazia para ele.




Nícolas a entendia, por mais que não concordasse com nenhuma de suas atitudes, ele sempre foi contra tudo, ser a ovelha negra da família tinha passado para S/N, e ele como tinha passado muito tempo sendo tachado assim, sabia qual era a sensação. Ele também sabia que, ela poderia lutar o tanto que pudesse, aquele seu passado sempre estaria em sua mente e coração, e aquele seu diabinho que fica ao seu lado, iria te atiçar em seus momentos mais frágeis para fazer tudo que tentou segurar.




Por vezes ele queria fazer isso, largar aqueles papéis, aquela sala que muitas vezes sentia o sufocar com aquelas paredes brancas e sem graça, aquelas janelas que davam a vista de outros prédios tão grandes, bem sucedidos e sem graças quanto o que ele estava. Trocaria tudo para ter o mundo como sua casa, visitar novos lugares, ou até mesmo retornar para aqueles que já tinha ido, ele só queria sentir a brisa no rosto, tomar banho nas cachoeiras cristalinas como fazia antes, mas, por pura pressão aquela não era mais a sua realidade.




Sorriu para algumas pessoas que acenavam e falavam seu nome em forma de cumprimento, alguns eram por educação, outros por saber de quem era filha. Sabia que seu irmão ainda estava em sua sala pois seu pai não permitia ele sair muito cedo, e ele tinha dito que sem quer, acabou indo alguns dias para a balada, e acabou acumulando trabalho.




— E aí festeiro? Topa uma saideira, muita bebida até esquecer seu nome? — Parou na porta da sala do irmão, rindo da cara de desespero do mesmo que tinha acordado com o susto, eestava amontoado de papéis ao seu redor.  — Eu pago.




— Sem graça. — Revirou os olhos. — Achei que fosse o papai!




— Sorte sua não ser, deveria estar trabalhando. — Encosta a porta e se sentou a frente do irmão. — Mas faça isso depois, preciso que me escute agora.



— O que você aprontou agora?



— Nossa, parece até que eu vivo fazendo coisa ilegais. — Revira os olhos.



— Você não, mas seu ex namoradinho sim. — Repete o ato da irmã. — Desembucha!



— Eu menti pro Junmyeon e fui a um racha um dia desses. — Nicolas arregala os olhos, tanto pela confissão da irmã, como também por JunMyeon estar logo atrás de si.



— Como é? — SuHo estava com a mão na maçaneta, estupefato com aquilo. — Você mentiu pra mim quando disse que iria ficar em casa porque estava doente e foi atrás do seu ex namorado?



— Eu não fui atrás dele, JunMyeon. — Levantou e seguiu o homem que andava apressadamente. — Me deixa explicar, por favor!



— S/N, vai pra casa e depois nos conversamos. — Ele tinha tido um dia estressante, e só tinha ido na sala do cunhado perguntar se tinha descoberto algo sobre seu pai.



— Você promete me ouvir? — Sua garganta fecha, e seus olhos ardem, nunca tinha visto ele daquela forma.



— Eu não prometo nada. — Diz de forma curta. — Só, está tarde e eu não estou com cabeça para falar com ninguém. — Destravou o carro e adentrou o mesmo, dando partida logo em seguida.



S/N só queria chorar, mas segurou as lágrimas por mais um tempinho até chegar em casa, ignorou todas as ligações do irmão, que tinha ficado preocupado com a cena, mas ao ver que ela não iria atender de forma alguma, desistiu de tentar.





S/N.




Eu já estava cansada de tanto chorar, eu sequer tive forças para sair do sofá da sala. Minha cabeça parecia pesar uma tonelada, não conseguia mais manter meus olhos abertos por conta do inchaço, e minha garganta doía de tantos soluços.



Já era altas horas da madrugada, minha casa estava um completo silêncio, s apenas eu, enxaguando o teto a pensar na besteira que fiz. Ir ao racha não foi a pior parte, e sim omitir de SuHo que sempre demostrou fazer de tudo por mim.



Se eu tivesse dito antes, agora não estaria assim, ele teria me entendido e saberia que eu não fui lá por sentir falta de Kris, apenas queria fazer algo sozinha, ver ele foi uma consequências muito dolorosa.



O soar da campainha me fez ter a esperança de que fosse SuHo, mesmo que a esse horário, eu só queria me explicar e resolver esse mal entendido, então enxuguei as lágrimas e levantei rapidamente para abrir a porta.



— Jun… — Meu sorriso sumiu, ao ver a cara de poucos amigos de Kris. — O que você faz aqui?



— Vim tirar uma história a limpo. — Adentrou minha sala de estar, abrindo mais a porta para a sua passagem. Ele estava afobado, e nervoso.



— Não te devo satisfações, nunca devi nada a você. — Fechei a porta a contra gosto, ao ver ele parar no meio da sala. Ele não iria sair dali até eu responder seja lá o que ele queira saber.



— Que história é essa de você ter ficado com o Yixing? — Arregalei os olhos, ao ouvir sua pergunta. Faz tanto tempo, que eu sequer me lembrava disso.




— Você veio a essa hora na minha casa, perguntar algo que já tem tanto tempo que eu nem lembro mais. — Revirei os olhos, indignada. — Faça-me o favor, Yifan...




— Então é verdade? — Dei de ombros, pouco me importando. Eu não estava com nem um pouco de paciência para resolver problemas do passado. — Por que você fez isso, foi para me atingir?



— Primeiro, eu fiz porque eu quis e segundo que minha vida não gira em torno da sua. Eu estava com vontade e ele também, satisfeito? Pode ir embora já!



— Você não era assim… — Balançou a cabeça em negação, desacreditado da minha fala e ação. Ele não esqueceu que eu não estou afim de conversar com ele ou com qualquer outra pessoa?



— Você sequer me conheceu direito Yifan, faça-me o favor… — Eu ri sarcástica. — Veio aqui só para confirmar algo que já sabia? Agora já sabe, vai embora e me deixa em paz como eu já pedi.



— Eu não imaginei que você pudesse fazer isso comigo, S/N. O Yixing… Ele é meu amigo, ou era, eu nem sei mais!



— Nós já estávamos separados, Kris. Ou você se esqueceu que foi embora sem nem me dizer?



— Eu me arrependi! — Elevou um pouco a voz, me assustando.



— E eu me arrependo muito de muitas coisas que eu fiz! — Segurei o choro novamente. — Pela última vez, vai embora.



— Eu vou. — Para no batente da porta, impedindo que eu a feche. — Se arrepende de ter ficado comigo?



— Não, mas se eu pudesse escolher, com toda a certeza eu preferiria ter ficado com Yixing. — Dizer àquilo doeu muito — Passar bem. — E fechei a porta assim que ele deu as costas e foi embora.



Yifan era meu passado, o amo muito e já me conformei que o amarei pelo resto da vida e que isso eu não poderei mudar nunca, mas como passado ele tem de ficar lá, mesmo que me dos muito tê-lo longe de mim, nunca dariamos certo, é doloroso, mas é o certo a de fazer.



Eu não queria dizer isso, não mesmo, e agora meu coração doía ainda mais, menti para os dois homens que mais amo na vida. Tudo por conta de minhas mentiras, tudo por não ser suficiente para nenhum dos dois, nem Kris e muito menos JunMyeon me merecem.



Vi o dia amanhecer sentada na janela da sacada do meu quarto, foi a única coisa que fiz, subir as escadas e me sentar para olhar as estrelas e a grande lua, mas tudo estava sem graça, eu tinha desgraçado tudo, estava sozinha, mas eu mereci, e entenderei perfeitamente caso SuHo e Kris não queriam mais olhar para mim.



Já não tinha mais voz, muito menos coragem de responder as ligações que recebi de meu irmão e do meu chefe. Apenas uma mensagem dizendo que não me sentia bem foi o que enviei para os dois, era o máximo que conseguiria fazer, depois disso, coloquei o celular em modo avião para que ninguém me perturbasse.



Deaci até a cozinha onde peguei alguns comprimidos para dor de cabeça e garganta e logo os tomei, depois subi de volta para meu quarto e né deitei em minha cama, depois de fechar todas as janelas com as cortinas e de jogar minhas roupas pelo quarto. Me cobri por inteira, tendo somente a escuridão ali, se dormir não resolve os problemas, pelo menos os atrasa um pouco.




KRIS.




Tinha resolvido que não iria mais beber, muito menos chorar, ouvir aquilo da boca da mulher que mais amo em minha vida doeu, mas ela me avisou, me pediu para seguir em frente, talvez eu só precisasse acordar para a vida.



Não iria ficar com raiva dela e muito menos de Yixing, não tínhamos mais nada e eu não tenho direito de exigir fidelidade de alguém que a tempos vem me dando pés na bunda.



— Eu não vou brigar contigo, ou te matar se é o que está achando. — Zhang estava parado na porta do meu escritório.



— Sei que não, você anda armado. Teria feito isso ontem mesmo caso quisesse! — Coçou a testa e se aproximou. — Você foi atrás dela, não é?



— E recebi mais um pé na bunda. — Dei de ombros.



— Não sei o que me deu aquele dia, apenas não consegui controlar, ela veio para cima, e eu não soube negar, foi só aquela vez e pronto.



— Não precisa se explicar, eu finalmente irei fazer algo que ela já tinha me dito, seguir em frente. — Me levantei da cadeira, e me aproximei de Yixing, respirei fundo e acertei em cheio um soco em sua cara. — Agora me sinto bem melhor, sem ressentimentos! — Bati em seu ombro e sai do cômodo o deixando com a mão no rosto.



Mesmo sendo de dia, tive de me arriscar e me encontrar com alguns antigos compradores interessados em uma nova mercadoria que estava para chegar. Passei algumas horas negociando o preço e quantidade dos produtos e o lugar para ser entregue.



Depois de um tempo parado, finalmente conseguia me sentir de volta a ativa e ainda com uma boa grana no bolso. Aceitei ir comer com um antigo conhecido meu, em sua casa, ou melhor, mansão.



— Caramba Charles, você soube aproveitar bem o seu dinheiro. — Adentrei seu casarão, todo decorado com esculturas e pinturas caras.



— Meu jovem, é o que se tem a fazer quando já não se tem mais idade para bater de frente com a polícia.



Charles foi um dos caras que mais me ajudou quando entrei nessa vida, me ensinou a atirar melhor, alguns golpes de luta, eu trabalhava para ele antes dele se aposentar dessa vida, hoje em dia quem o visse, achava que era um senhor com quase sessenta anos comum, curtindo seu dinheiro suado depois de se aposentar, ninguém diria que esse cara, foi o chefe de uma das maiores facções e contrabando de armas do país.



— Quando eu crescer, quero ser que nem você! — Brinquei enquanto era guiado para a sala de jantar.



— Ora, eu ouço muito falar de ti. Se já está chegando a casa dos trinta e ainda não foi preso, você indo pelo caminho certo.



— Se o grande Charles diz, então está tudo bem. — Parei ao ver uma mulher bem vestida adentrar a sala de jantar por outro acesso.



— Papai, vim almoçar contigo. — Sorriu em nossa direção.



— Yifan, essa minha filha você não conhece.



— Katerina, mas pode me chamar de Kat. — Se aproximou e estendeu a mão.



— Wu Yifan, mas todos me conhecem por Kris. — Apertei sua mão com delicadeza.



Katerina se juntou a nós dois no almoço, eu só conhecia as filhas mais velha de Charles, ele tinha me dito que Kat era a mais nova de todas e filha da sua última mulher que não estava presente pois amava viajar, principalmente sem ele.



— Elas adoram gastar nisso dinheiro suado, meu amigo.




— Eu não papai, tenho o meu. E estou perto de ser promovida no meu emprego!



— Kat decidiu ser uma garota comum, você acredita, Kris? — Gargalhou. — Mas tudo bem, só porque você é a caçula.




O horário de Katerina ir embora tinha dado, ela precisava retornar logo, senão iria se atrasar. Fiquei ainda um tempo conversando com meu velho amigo, graças a correria que a minha vida tinha, pouco o via e colocava o papo em dia.




— Você pode voltar sempre que quiser, não me abandone só porquê eu estou velho, eu tenho uma bengala e graças aos anos de experiência eu dei usá-la muito bem para bater!




— Pode deixar, mas agora eu preciso ir. — Dei um último abraço em meu amigo e subi na moto e dei partida.




Não muito tempos depois, cheguei em casa e estranhei ao ver Zitao aquela hora, ele parecia nervoso.



— Aconteceu alguma coisa?



— Claro seu idiota, porque acha que eu te liguei tantas vezes?



— Eu não vi, é importante? — Peguei o celular vendo a quantidade de chamadas perdidas.



— S/N foi encontrada pelo irmão desacordada em sua casa, e estão suspeitando que tenha sido uma overdose!



Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...