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História Criminal Love - Kris Wu and SuHo. - Capítulo 23


Escrita por: e ZhangBee


Notas do Autor


Hello My Potato Sheeps!



Mais um capítulo para vocês, muito obrigado por todos os favoritos e comentários, então não se esqueçam de comentar pois é muito importante para mim! ♥️♥️



Boa Leitura! 💋💋

Capítulo 23 - Twenty Two - Lost Mind.


Fanfic / Fanfiction Criminal Love - Kris Wu and SuHo. - Capítulo 23 - Twenty Two - Lost Mind.






AUTORA.




Depois da alta médica S/N retornou para casa, mas não para a sua. Mesmo que não quisesse ficar na casa de seus pais, ir para a sua residência poderia lhe trazer péssimas lembranças, tudo de bom e ruim que já viveu foi ali, e mergulhar em lembranças que estavam mais vivas do que nunca naquele lugar era tudo o que menos queria.




— Seu quarto está do mesmo jeito que você deixou. — Sua mãe estava mais cuidadosa e carinhosa com ela. S/N só não conseguia dizer se isso era bom ou ruim.



— Irei pedir para JunMyeon pegar algumas roupas minhas em casa. — Lembrou quando percebeu que tinha deixado suas coisas no sofá, inclusive o celular.



— Eu faço isso, descanse um pouco. Irei pedir pra Jorja fazer algo bem gostoso para o almoço. — Outro ato que pegou a garota de surpresa foi sua mãe beijar-lhe na testa, a mulher nunca fora de dar tanto carinho assim.



Talvez o fato de quase ter perdido a filha tenha abrandado um pouco seu coração, quem sabe assim ela parece de cuidar tanto da vida da própria filha e olhasse mais para a sua que não andava assim tão boa.



Sozinha em seu antigo quarto, S/N sentiu a nostalgia lhe bater, o ambu tinha sido decorado por ela mesma, e riu ao ver o quanto não entendia nada de decoração de ambiente. Era uma completa de confusão e cores, bem, era o reflexo de sua vida que não era nada certinha.



Abriu seu guarda roupas e passou as mãos pelas peças de roupa um tanto velhas, não por uso mas pelo tempo, estavam até conservadas mas não lhe serviam mais.



— Menina, você deu um susto tão grande em nós! — Jorja abraçou com cuidado a menina, como se tivesse com medo de machuca-la.


— Eu sei, desculpe por isso. — Sorriu mínimo. Ela já tinha dito isso tantas vezes e em tão pouco tempo que já estava virando automático.



— Tudo bem, todos nós passamos por problemas ou por momentos difíceis. — Soltou-a. — O que está fazendo?


— Quero pegar essas peças que não me servem mais e doar. Pode pegar algumas caixas pra mim?



— Tudo bem, daqui a pouco eu trago. Quer que eu faça algum dos seus pratos prefeitos para o almoço?


— Eu como tudo o que você fizer, não se preocupe com isso. — A mulher assentiu, abraçou-a mais uma vez e saiu de seu quarto a deixando sozinha.


S/N separou cada peça e as dobrou com cuidado colocando em cima da cama, enquanto Jorja providenciava as caixas para guardar o que ela separava.



Quando S/N se deu conta, já era a hora do almoço então lavou as mãos e desceu as escadas indo diretamente para a sala de jantar, se surpreendendo ao ver sua família reunida ali, como se estivessem comemorando algo.



Seu lugar estava reservado ao lado de JunMyeon, que tocou sua bochecha e questinou se ela se sentia melhor, para não alongar a conversa, apenas assentiu e sorriu minimamente.



— É bom te ver melhor, sobrinha. — A mãe de JunMyeon diz com um sorriso no rosto. Ela era a única, tirando SuHo e seu irmão, que a garota conseguia suportar.



— Obrigado. — Não olhou para ninguém, se sentia pequena na presença de todos. Manteve os braços em cima da mesa e o olhar para o prato ainda vazio.



— E que isso não se repita, S/N. Onde já se viu uma pessoa da nossa família ser internada por overdose, está usando drogas agora? É requisito para que continue posando para fotos?



— Ruan, o quê é isso? Não vê que nossa filha está passando por um momento difícil. — Sua mãe deu uma bronca no marido, que nem se importou.



— Com licença, perdi a fome. — Se retirou da sala de jantar e foi para o quintal, passando pela cozinha se encontrando com Jorja.


— Irei servir o almoço agora, querida. — Parou em frente a ela, com a travessa de comida em mãos, pelo cheiro, parecia ser picadinho, uma de suas comidas preferidas.


— Perdi a fome, Jorja. Quem sabe mais tarde eu coma algo! — Sorriu triste enquanto lágrimas se formavam em seus olhos.



Já na China, Kris se sentia esgotado, mas com a sensação de wue tinha feito a coisa certa. Não conseguiria mais ficar nem mesmo na mesma cidade que seu grande amor, ele sentia que lá no fundo ela ainda o amava, que um pedaço de seu coração ainda batia por ele, mas infelizmente, ele nunca poderia lhe dar tudo que ela precisava.



Sequer visitar no hospital ele pôde, não queria nem imaginar o tanto de coisas ruins que poderiam ter acontecido caso ele aparecesse lá, tanto para ele, tanto para ela e sua família.


Kris tinha notado o quão apaixonado JunMyeon era por ela, e que isso não era por que sua família tinha insistido muito. Foi algo gradativo, e com a convivência, era impossível não se encantar por ela.



Enfim, em seu país de origem Yifan queria vida nova, não iria largar o seu mundinho do crime, até porque era a única coisa que ele conseguia fazer, e muito bem, mas tinha decidido que não correria mais atrás de mulher, até porque ele já tinha aceitado que sua mente e coração já tinham se acostumado a bater por uma só mulher, S/N, e que mudar isso seria muito difícil e complicado e ele queria distância desse tipo de coisa.


Focaria somente em seu trabalho, já que era a única coisa que não lhe machucava a alma e coração, pois o corpo já foi bastante quebrado em diversas brigas, mas então, era isso, deixaria tudo pra trás, era melhor para todos os lados.




De volta a Vancouver, S/N passou rapidamente, debaixo do sol foi até a árvore onde tinha sua antiga casinha de madeira onde costumava brincar muito. Já estava um pouco velha, mas não importava muito se poderia cair dali ou não. Subiu calmamente as escadas também de madeira e adentrou o local, menor do que ela se recordava, mas ainda assim aconchegante, era bom estar ali, suas memórias de infância eram as melhores, além de poder ficar sozinha e longe de seus parentes.



Com certeza seus pais e o de SuHo estavam falando sobre sua situação, e ela pouco ligava se realmente estavam fazendo isso, e se seu irmão e namorado estavam participando. Sua cabeça estava cheia demais, e mesmo que quisesse parar de pensar tanta coisas, não podia, não conseguia relaxar, então a única coisa ué poderia fazer, era se inundar nos pensamentos confusos e loucos que estavam pairando sobre sua mente.



A vista pela janela da pequena casa era muito linda, além do vento que balançava as folhas e os seus cabelos, era uma sensação gostosa. Poucos minutos depois sentiu a árvore balançar, e supôs que a mesma iria cair, era uma árvore velha e poderia estar podre, mas ao olhar em direção as escadinhas, que viu seu irmão subir com uma pequena dificuldade até chegar no topo.



— Acho que estou velho pra subir essas escadinhas, e com roupas impróprias também. — Limpou o terno um pouco sujo devido a poeira. — Como está?



— Eles ainda estão falando de mim?



— Você se importa? — Retruca e ela nega. — Todos saíram da mesa após o almoço, ficou um clima pior do que já era.



— JunMyeon… — Achou que seu namorado que fosse atrás dela.



— Foi buscar suas coisas que nossa mãe pediu, ele queria vir mas nós precisamos ter uma conversa séria de irmão pra irmã.



— Nicolas sério, eu não estou com cabeça para esse tipo de conversa.



— Você nem sabe o que eu quero dizer, S/N. Para de ser teimosa e escuta um pouco o que eu tenho para dizer, se não te servir de concelho pode me dar um murro no braço! — Forçou o músculo do braço, mostrando o quão forte era.



— Não tenho nada a perder mesmo. — Deu de ombros e se encolheu mais, abraçando as próprias pernas.



— Você precisa de tratamento. — Ela iria abrir a boca para falar algo mas ele impediu. — Não estou falando para se internar em uma clínica de viciados porque não é isso que eu quero dizer. Você passou por um perrengue, sua cabeça está confusa, e você não consegue entender o porquê está se sentindo assim, por que não fez por querer.



— É mais ou menos isso.



— S/N você se envolveu com uma pessoa perigosa, e já deve ter presenciado muitas coisas que ele fez, depois sua vida deu reviravolta e você agora está com o JunMyeon que é o completo oposto do outro.



— É um grande dilema, grande e sufocante.



— Eu entendo, porque você acha que eu saí de casa tão cedo? Eu queria explorar o mundo, viver novas experiências, conhecer novos lugares, culturas e pessoas. Sinceramente, até hoje eu não sei qual o meu propósito nesse mundo, dentro desta casa é como se fosse um robô que recebe ordens, que não pensa e vive de forma controlada. — O modo como Nicolas falava servia de desabafo para ele também. — Procura um psicólogo, psiquiatra, analista, não sei mas procura alguém que irá te entender e aconselhar da melhor forma.



— Acha que a overdose foi o estopim de coisas que eu já estava sentindo e guardando?


— Acho. Quando eu te vi toda fria e desacordada eu achei que tinha perdido a única pessoa que consegue entender e compartilha dos mesmos sentimentos que o meu. Nós somos irmão, S/N, eu não sei o que seria de mim de eu não tivesse você para encher o saco. — A essa hora, os dois já choravam, então fazer uma piadinha mesmo que sem graça era o suficiente para arrancar algum sorriso dos dois.



— Eu farei isso, preciso por um ponto final naquela vida e começar uma nova. — Abraçou o irmão de modo aconchegante.



— Preciso ir, senão o chefe me demite. — Brincou mais uma vez, enxugou as lágrimas e se separou da irmã. — Volto mais tarde.



Ela concordou e continuou ali na casinha, Nícolas desceu com cuidado as escadas, mas acabou se descuidando e rasgando a calça do terno em um dos pregos da escada.



— Rasgou muito. — Desceu de vez e se virou para mostras a irmã.



— Não, está perfeito. — Ele acreditando, caminha calmamente para dentro da casa, enquanto S/N segurava a gargalhada ao ver a cueca vermelha e bem surrada que seu irmão estava usando.




YIXING.



Ocupei o lugar onde Kris costumava ficar sentado, não me senti poderosos nem nada do tipo, e sim vazio. Tudo estava vazio sem ele, e eu e Tao estávamos nos virando para resolver tudo o mais rápido possível.


Huang estava  um pouco disperso desde fora visitar S/N no hospital e pediu demissão na agência de modelos, foi pouco tempo ao lado dela e nessa nova profissão, mas deve ter sido renovador fazer algo que não envolva matar, roubar ou qualquer ilícita que façamos.



— Esses são os últimos devedores, se formos rápidos conseguiremos pegar o dinheiro até o final do mês. — Jogou os papéis na mesa e já ia saindo.



— Espere, sente um pouco. — Assim como eu, ele estava cansado. Viravamos a noite para poder adiantar o trabalho e acabar logo com isso.



— O que foi? Sabe que ainda temos muitos serviços.



— Sim, mas você está distante e disperso. Sente falta da vida dupla? — Ali um de frente pro outro não éramos os traficantes e sim apenas dois amigos jogando papo fora.



— E como. — Pendurou as pernas em cima da mesa. — Parece outra vida, uma nova realidade. É bobo, mas me deixava feliz. O que você seria se não estivesse nesse mundo?



— Seria irônico eu dizer que queria ser policial? — Caímos na gargalhada. — Falando sério, eu seria um ótimo policial, mas depois que tudo aquilo aconteceu com meus pais eu percebi que não posso confiar tanto assim na justiça.



— Agora não consigo me imaginar em outra vida que não seja essa que estamos. — Ficamos em silêncio por alguns segundos. — Será que todo traficante tem algum passado triste para ter chegado nessa situação que estamos?



— Não sei cara, só sei que se quisermos sair logo desse país temos que parar de jogar conversa a fora e agilizar nosso trabalho.



Desceu as pernas da mesa, bateu uma continência e me deu as costas, voltando ao trabalho assim como eu.




KRIS.



— Achei que ficaria mais tempo na fossa. — Bebi meu segundo copo de tequila sem me importar muito.


— E ficar deitado na cama chorando as piranhas irá me ajudar em quê? — Deixei o copo vazio no balcão, indicando ao barman para encher novamente. — Nunca foi de meu feitio, tenho que seguir em frente, e por que não na boate do meu amigo?



— Não sei Yifan, na minha opinião como amigo você deveria viver um pouco mais o seu luto. — Deu de ombros. — Mas como dono da boate, eu digo pra continuar bebendo que isso enche meu bolso com o seu sofrimento encubado.



— E eu não sei quem eu odeio mais. — LuHan gargalhou sem dar muita importância.



— Já que você iniciou essa vida nova, isso inclue o quê?



— Não se apaixonar por garotas classe média, com pinta de rebelde, cujo seus familiares não prestam. — Esvaziei novamente o copo. — Você precisa de copos maiores para encher de bebida.



— Falando sério, Kris. Você sabe o que eu quero dizer!



Revirei os olhos não querendo tocar nesse assunto, não quando eu estou enchendo a cara, querendo sair do fundo do poço onde eu me enfiei.


— Depois, agora eu quero esquecer o meu nome de tanto, pegar uma gatinha que não seja riquinha e problemática. Então, com licença! — Peguei a garrafa de bebida e sai pela multidão



Deixei a música me levar, junto da bebida alcoólica e as luzes.



Só quando acordei notei que não estava em meu apartamento, e sim o de LuHan. Minhas cotas doíam, minha cabeça parecia explodir.



Rumei para o banheiro, lavei o rosto e escovei os dentes com o dedo mesmo, ajeitei o cabelo com as mãos e retornei para sofá onde eu passei a noite, a qual eu não lembro de nada, somente de ter bebido um pouco, ido dançar e somente isso.



— Fazendo compras? — A maçaneta girou o dono da casa adentrou a mesma com sacolas nas mãos.



— Nosso café da manhã, mal agradecido. — Jogou as chaves na mesinha e seguiu para a cozinha, comigo em sua cola. — Tem uma roupa em cima da cama do quarto de hóspedes, você tá cheirando a bebida.



Levei minhas mãos ao alto e segui para o quarto vazio, peguei as roupas largas e no banheiro que tinha no quarto pude tomar um banho para despertar melhor.



— Pronto, agora posso me sentar com a vossa senhoria?



LuHan me lançou um olhar cético, passou geleia em sua torrada sem se importar muito com minha pequena brincadeira. Odeio quando LuHan banca o irmão mais velho, mesmo que seja por alguns meses de diferença, e seu rostinho enganar muito, temos a mesma idade e quando ele quer pegar pesado e dar uma bronca, ele faz isso sem se importar.



— Se já está fazendo piadinhas, é por que já está bom para conversarmos seriamente. — Pôs a xícara de café em cima do pirex e cruzou os braços me olhando fixo.



— Comece então. — Larguei a torrada, sabendo do assunto nada agradável por mim e que terminará de complicar minha dor de cabeça.



— Seus pais… — Revirei os olhos. Mal começou e eu já quero fugir, é só tocar nesse assunto que minha vontade é de sumir, parece que eu retrocedo e volto a ser uma criança birrenta. — Não adianta Yifan, um dia você tem que falar com eles, foi só um mal entendido entres vocês. O que custa conversar já que você quer mudar de vida?



— O que custa é a minha promessa de nunca mais fazer isso. Eles esqueceram de mim, porque não posso fazer o mesmo então?



— Eles vieram conversas comigo, já tem um tempo, mas como eu sabia que você não iria querer nada naquela época, preferi me manter quieto.



— Ainda continuou não querendo saber deles. Eles me enxotaram de casa, eu era um garoto e eles me abandonaram, preferiram acreditar em um cara que nunca vou na vida do que em mim, que era o próprio filho deles.


— Pessoas mudam, e se eles quiseram saber de você é porque estão mudando, eu preciso sair, descanse um pouco e pense no assunto. — Levantou da cadeira e deu dois tapinhas em minhas costas. — Tem remédio para dor caso queira!



Somente ouvi o barulho de porta batendo. Encarei o café na xícara que a essa hora já estava mais do que frio, não sentia vontade fazer nada. Levantei e procurei pelo remédio, tomei somente um e me dei o luxo de ir para o quarto de hóspedes, onde me deitei e peguei no sono novamente.





S/N.




Depois de passar mais tempo que o que eu achei em cima da casa da árvore, rumei para a cozinha onde Jorja tinha me preparado um lanche.


Comi em silêncio, não tinha nada para falar e muito menos queria, logo depois retornei para meu quarto onde terminei de separar tudo que não usava mais.


Voltei a cochilar e quando acordei senti carícias em meus cabelos, fazendo eu abrir os olhos levemente.



— Trouxe suas coisas. — Sussurrou, me sentei na cama e o abracei. — Sentiu saudades?


— Também, me sinto vazia quando estou sem fazer nada. — Confessei.



— Nicolas disse que iria conversar contigo. — Continuou com as carícias em meus cabelos e costas.


— E conversou, eu vou procurar um especialista, me sinto oca e sem um propósito na vida. — Apertei os olhos para não chorar. — Não quero ficar aqui também, essa casa me sufoca.


— Já estou providenciando um apartamento para nós. — Balancei minha cabeça. Não queria dar um passo tão grande agora, mas era muito melhor morar com JunMyeon do que com os meus pais. — Você vai amar, e continua sendo bem próximo do seu trabalho.



— Não sei se quero continuar a trabalhar lá, eu não sei de nada, Jun. Não consigo voltar para mim casa, não consigo ficar aqui, e não consigo voltar a trabalhar. Quem sou eu, afinal?


— Calma, você tem tempo. Todos nós temos tempo ainda, não precisa de martirizar querendo achar um propósito agora, você acabou de passar por um momento difícil, não adianta ficar se forçando!


— Me abraça? — Sentia que iria desabar a qualquer momento. Senti seus braços me rodearem, beijou na testa e deitamos na cama, onde fiquei sentindo seu carinho e o cheiro de seu perfume.



Em total silêncio estávamos, inclusive na casa, minha mãe tinha saído com toda a certeza para fofocar com suas amigas, meu irmão e meu pai trabalhando, Jorja como sempre na cozinha junto das outras empregadas, e somente nós dois no quarto abraçandos.



— Podemos sair, passar a noite fora e espairecer um pouco. Se lembra do chalé da família no interior?



— Lembro do frio que faz lá. — Costumávamos ir para lá passar os feriados de final de ano.


— Podemos ir hoje, pegamos as estrada e a noite chegamos lá. — Sentou-se no colchão e me olhou sugestivo.


— Vamos. — Tudo era melhor do que estar ali, e eu amava o chalé da família, seria bom para minha mente, estávamos quase no final de semana, poderia voltar depois de alguns dias e procurar um profissional para me ajudar.


Peguei minhas coisas que ele tinha pegado para mim, avisei a Jorja para onde iria, e junto a JunMyeon que passou em sua casa para pegar algumas roupas de frio seguimos estrada para o chalé do interior.



— Retornaremos renovados de lá! — Sorria enquanto dirigia concentrado.



— Estando ao seu lado é o que mais me importa!



Notas Finais




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