História Criminal Love (Borusara) - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Chouchou Akimichi, Himawari Uzumaki, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Inojin Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Kagura, Kaguya Ootsutsuki, Kakashi Hatake, Karin, Kawaki, Konohamaru, Mitsuki, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Orochimaru, Personagens Originais, Rin Nohara, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sari, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikadai Nara, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
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Palavras 1.223
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Sarada Uchiha


Sara on

10 anos antes...

Sexta A tarde 13:53

Eu me lembro bem desse dia e dos dias que vinheram depois, eu tinha seis anos mais ainda recordo os acontecimentos que mudaram minha vida.

-sarada volte aqui agora!-escuto minha mãe me chamar.

-não, você tem que me pegar mamãe!-corro e começo a rir.

-peguei!-sinto grandes mãos me levantarem, olho pra pessoa e vejo meu pai.

Minha mãe chega com o rosto todo vermelho de tanto correr, meu pai me leva até o sofá onde me coloca e junto a mamãe começaram a fazer cosegas em mim.

-pa... pa... ra... para.-digo rindo.

-esse é seu castigo por fazer eu  correr que nem doida.-mamãe fala rindo.

Depois eles pararam e escutamos um barulho de telefone tocar meu pai vai atender.

-Sim é ele falando-diz serio-o que querem?-ele pareceu espandato-claro já estou indo.

-algum problema querido?

-tem um bêbado ameaçando pessoas em uma loja.-ele beija minha bochecha e a testa da mamãe-nada de mais sakura-sorrir.

Eu fico olhando ele sair pela porta de casa. Meu pai como policial sempre sai cedo de casa e volta tarde, mais mamãe sempre diz que ele é um herói e que heróis tem que comprir seu dever sempre.

Minha mãe ela é médica e foi em um desses dias salvando pessoas que ela conheceu meu pai, um jovem policial que fora baleado em um tiroteio e ela o salvo.

E daquele dia em diante ele sempre a visitava, primeiro como amigo depois como noivo e no final como marido.

Mais aquelas visitas iriam acabar.

No dia em que meu pai saiu de casa para o trabalho de policial, eu e mamãe fomos até o mercado para comprar os ingredientes do jantar.

(...)

-esse mama é o melhor.-coloco no carrinho de compras.

-sarada nada de doces-tira a barrinha de chocolate que eu coloquei no carrinho- eu já disse vamos comprar somente o que tem na lista.

-ta bom mãe.

Depois de meia hora fomos pra casa e no caminho tudo aconteceu.

Duas motos cercaram o carro e mamãe teve que parar, em cada moto tinha dois homens de roupas pretas e capacetes da mesma cor, não dava pra ver seus rostos.

Dois deles desceram das motos e vinheram em direção ao carro. Minha mãe disse somente uma coisa "fique calma, eu vou resolver tudo" Eu concordo com a cabeça.

Ela desce do carro e um dos homens grita.

-isso é um assalto, me passa a chave do carro e ninguém se machuca!-minha mãe concordou com a cabeça.

-Minha filha está dentro do carro.-ela disse calma.

-pegue logo ela!-outro deles gritou.

Quando minha mãe ia até mim escuto sirenes e rapidamente saio do carro e vou até minha mãe.

Alguém chamou a polícia.

-droga e a polícia!-aponta a arma em nossa direção-vamos me de a chave.

Minha mãe entrega a chave e quando os polícias chegaram vejo papai saindo do veículo.

E nesse momento em que Ele nos viu. Seu rosto ficou com uma mesclagem de raiva e preocupação.

O ladrão percebeu que aquilo era mais do que um policial protegendo cidadãos e sim um homem protegendo a família. 

-parados não se movam!-papai gritou.

Minha mãe mantinha a calma, e eu já chorava.

-se vocês querem salva-las é melhor deixarem agente ir.-um ladrão disse apontando a arma pra mim.

Todos os polícias esperaram a ordem do meu pai uma ordem que não veio. Ele claramente estava preocupado e sem saber o que fazer.

Derrepente os polícias sacam as armas e nessa hora meu pai gritou. E quando eu me dei conta um dos ladrões avia disparado em minha direção, mas minha mãe havia entrado na frente recebendo o tiro por mim.

Senti vários respingos de sangue atingirem meu rosto. Em seguida um barulho como um baque, minha mãe havia caído e batido fortemente a cabeça no chão.

Os polícias atiram em um ladrão e os outros fugiram Meu pai correu em nossa direção, eu já segurava a mão gelada de minha mãe.

Meu pai faz o mesmo com a outra mão e olha pra mim, que assim que nem ele eu também  chorava.

Escuto mais sirenes umas das viaturas que foram atrás dos ladrões  e outra da ambulância não sei quem chamou mais isso não mudou nada.

Eles chegaram e eu e meu pai nos afastamos. Os socorristas apenas olharam os sinais vitais e balançaram a cabeça negativamente e colocaram o corpo de minha mãe em uma maca e a cobriram dos pés a cabeça com um saco preto.

Eu chorava e meu pai também nenhuma palavra foi dita apenas ele veio até mim e me abraçou forte me senti segura.

(...)

Estava no cemitério onde o padre terminou de falar belas palavras e as pessoas apenas choravam e viam dar seus pêsames pra mim e pro papai.

 Vi o caixão ser enterrado e depois já não havia ninguém no local a não ser eu, papai e o coveiro.

Depois fomos embora e ao chegar em casa as lembranças tomaram conta de mim.

"Mama como te amo, e te quero ao nosso lado mais uma vez."

10 anos depois...

Segunda de manhã 06:27

Quarto da Sarada 

"Trim trim trim"

Me acordei com um barulho irritante, era o meu despertador, o desliguei e me levantei indo direto para o banheiro.

Fiz minhas higienes matinais, vestir uma causa jeans preta e uma blusa de mangas compridas de cor roxa e fiz uma transa lateral no cabelo.Desci pra fazer o café da manhã.

Toradas, panquecas, suco de laranja e café.

Vejo meu pai descer as escadas já com sua roupa de policial, ele se senta e pega uma torrada e uma caneca com café.

Me sirvo de panquecas e suco de laranja. Assim que termino dou um beijo na bochecha do papai e vou direto pro sofá pegar minha mochila.

-sarada tome cuidado e volte na hora certa entendeu?-ele me olha e eu concordo com a cabeça.-tchau.

-tchau.

Assim que saiu de casa vou direto pra minha moto sim eu tenho uma moto e ela é linda preta com algumas listas em vermelho.

Depois de oito minutos chego ao colégio Konohagakure. Estou muito ansiosa afinal de contas é minha primeira vez estudando em um colégio depois de tanto tempo.

Depois da morte da minha mãe meu pai surtou querendo vingança contra os assassinos. E por isso ele me tirou da escola e durante dez longos anos fiquei  estudando em casa. E ainda tive várias aulas de defesa pessoal e sei atirar com uma arma (meu tio Itachi me ensinou).

Meu pai só deixou eu vim estudar aqui por muita insistência do meu tio e minha ele deixou, mais não foi tão fácil assim já que insistir por dez anos mais no final deu certo.

Quando chego no colégio vou direto pro estacionamento, e depois ando em direção ao colégio todos a minha volta ficam me olhando.

Resolvo não ligar e entro no colégio, ando por três minutos e acabo parando na maquina de café, e resolvi pegar um pra mim.

Continuo andando enquanto procurava minha sala que estava escrita em um papel, até que acabo esbarrando em alguém é vou de encontro ao chão.

Quando me levanto pra ver a pessoa a minha frente acabo ficando de boca aberta.

E penso "Que Deus grego é esse" sério meu deus ele é surreal.

Ele me olha com olhos arregalados, e eu acabo vendo o que fiz em sua camisa, derramei café na camisa branca dele que acabou revelando um belo tanquinho. 

Para de pensar isso sarada e se concentre. Eu vou me desculpar com ele é depois peso ajuda para encontrar minha sala.

Ele desperta do transe e volta  a ficar com um olhar normal, me olha e sorri pra mim e que sorriso lindo esse.


Continua... 





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