História Criminal Minds - Fragmentos - Capítulo 1


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Categorias Criminal Minds
Personagens Aaron Hotchner, David "Dave" Rossi, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Dr. Tara Lewis, Emily Prentiss, Jennifer "JJ" Jareau, Lucas "Luke" Alvez, Matt Simmons, Penelope Garcia
Tags Aaron, Aaron Hotchner, Axn, Criminal Minds, Garcia, Hotchner, Luke, Morgan, Prentiss, Prentissandaaron, Reid, Romance
Visualizações 69
Palavras 858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, sejam bem vindos a minha fanfic!
Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 1 - Despertar


Fanfic / Fanfiction Criminal Minds - Fragmentos - Capítulo 1 - Despertar

 Santa Mônica era uma cidade militar no alto de uma montanha, localizada nos arredores de quântico. A cidade era fria, mesmo no verão. Nos dias mais quentes, o clima trazia as chuvas e a umidade, mas no alto da montanha sempre corria uma brisa gelada, que tornava a temperatura mais agradável. Bem cedo pela manhã, um tapete de folhas secas cobriu a praça da cidade, cercada por antigas construções.

Em uma daquelas construções mais exatamente no hospital, Aaron Hotchner percebeu um clarão, de repente viu-se em um lugar completamente escuro onde as trevas aparentavam ter vida própria. Só podia estar sonhando. — Era a única explicação lógica.

Estava diante de uma porta de madeira pintada em branco, repleta de cadeados e correntes, no entanto estavam todos abertos, nela havia uma inscrição: "Quem derramar sangue de homem, pelo homem terá o seu sangue derramado." Suas mãos foram impulsionadas a abrir a porta, ao tocar a maçaneta, uma menina pálida surgiu das trevas e lhe segurou o pulso e disse: "A culpa é sua!" Tal como havia surgido a menina desapareceu nas sombras, e de súbito Aaron viu a imagem de seus amigos mortos e ao fundo sua própria silhueta caminhando na direção oposta, o agente foi tomado pelo medo, tal como aquele que se sente encurralado diante de seu assassino, estava petrificado e sua respiração falhava, não conseguia mover um músculo sequer.

Tentou mentalizar a saída, porém falhava a cada nova tentativa. Por fim, quando estava prestes a esmorecer, uma chama clareou tudo.

E então despertou.

Aaron despertou com o som de batidas na porta do quarto, estava em uma cama hospitalar, pouco se recordava da noite anterior. Olhando ao redor pode constatar que estava de fato em um hospital, porém não viu nenhum de seus companheiros por perto. Ao tentar levantar-se sentiu uma forte pontada na região do abdômen o que lhe roubou um murmúrio de dor.

— Mas o que …! — Resmungou enquanto retirava as cobertas.

Haviam muitos machucados por todo seu corpo em sua maioria eram arranhões e outros ferimentos leves. Porém o que mais lhe chamou a atenção foi aquele que estava coberto por ataduras em seu abdômen.

— Evite ao máximo fazer esforço, você escapou por pouco da morte. — Disse Prentiss ao entrar no quarto, ela trazia em suas mãos um copo de café expresso.

— Prentiss?! Onde estão os outros agentes? — Disse ele em un sobressalto.

— Eles estão no escritório… estão no meio de uma investigação. — A agente sentou-se em uma poltrona ao lado da cama.

— O que aconteceu? Como vim parar aqui? — Hotch ajustou-se na cama.

— Voce não se lembra, não é? — Ela bebeu um gole do café.

— Eu receio que não.

Emily inspirou profundamente e então suspirou o olhando. A agente tratou de explicar tudo o que havia acontecido até ali. Há algumas semanas atrás, a equipe havia sido chamada para solucionar um caso de homicídios envolvendo um culto em uma pequena cidade no interior, porém quando tudo parecia estar solucionado, um dos membros do culto sequestrou Aaron e o torturou por longos dias até finalmente a equipe o encontrar a beira da morte. O agente fora levado às pressas para o hospital de Santa Mônica, onde passou alguns dias entre a vida e a morte.

— E foi assim que você chegou aqui. — Emily sorriu, aquele sorriso expressava como ela estava aliviada com ele estar bem.

— Não podemos ficar aqui, precisamos ir, minha equipe precisa de mim.

— Aaron, não se preocupe eles sabem se virar. — Disse Prentiss tomando outro gole do café. — E além do mais, tenho ordens para não lhe deixar sair daqui.

Aaron fez como quem ia se levantar, no entanto um médico e uma enfermeira adentraram o quarto no mesmo instante.

— Agente Hotch, você ainda não está completamente sarado, precisa repousar, o mínimo de estresse pode fazer com que os pontos no seu abdômen se rompam e o levem a ter uma hemorragia. — Disse o médico enquanto verificava a ficha do paciente.

O agente nada disse, apenas conformou-se que não poderia sair dali tão cedo. O médico apenas fez algumas perguntas de rotina e então saiu deixando novamente Aaron e Prentiss sozinhos na sala.

— Então foi você quem recebeu a tarefa de “tomar conta” de mim? — O agente a olhou. Prentiss agora estava recostada na poltrona com os olhos fixos na janela.

— Na verdade todos queriam vir para cá, mas eu pedi que eles ficassem e vim sozinha para lhe “cuidar” de você. — Prentiss evitava ao máximo olhar para Aaron.

— Evitar contato visual na maioria das vezes indica insegurança. — Disse ele ajeitando-se na cama.

— Aaron, tem algo que eu gostaria de lhe dizer... — A mulher se levantou e então aproximou-se dele, logo o abraçando. — Você não sabe como me assustou, se você tivesse morrido eu nem…

 O abraço e o toque das lágrimas quentes de Prentiss em seu peito pegaram Hotch de surpresa, de fato aquelas semanas haviam abalado-a. Tudo o que ele pôde fazer foi retribuir ao abraço e sussurra: “Calma, está tudo bem…”


Notas Finais


Se você chegou até aqui, muito obrigado por sua ajuda, até o próximo capítulo!


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