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História Criminal Minds: Depois da Escuridão. - Capítulo 38


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Notas do Autor


Oi pessoal, agora é pra valer. Esse é o ultimo capitulo dessa historia. Espero que tenham gostado.

Capítulo 38 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction Criminal Minds: Depois da Escuridão. - Capítulo 38 - Epílogo

E até hoje.

Eu acredito que,

na maior parte do tempo,

o amor é uma questão de escolhas.

É uma questão de tirar os venenos

e as adagas da frente e

 criar o seu próprio final feliz.

- Grey's Anatomy


Epílogo

Abri os olhos me acostumado com a claridade, estiquei a mão pro outro lado do colchão na esperança de encontrar alguém ali, mas estava vazio, me sentei na cama e suspirei incomodado com a claridade entrava pela janela que eu tinha esquecido de fechar na noite anterior.

Levantei e fui pro banheiro, precisava tomar banho e preparar o café da manhã das crianças, sai do quarto e fui na direção do quarto das crianças, assim que entrei no quarto dos gêmeos ele estava vazio, olhei o relógio no meu pulso que marcava 09:00, eles já estavam acordados bagunçando alguma parte da casa, fui no quarto do Sammy pra ver se também estava acordado, mas também estava vazio, senti um aperto no peito, o que estava acontecendo, cadê as crianças, assim que sai do quarto, comecei a ouvir som de risadas, segui os mesmos que davam pra cozinha, assim que cheguei lá paralisei na porta.

Os gêmeos estavam sentados em sua cadeira, comendo cereal, enquanto Alícia estava no fogão, fritando ovos, meu coração batia tão rápido que eu conseguia o ouvir nos meus ouvidos, minhas mãos estavam suando, mas quando ela virou e me viu parado na porta, a mesma sorriu e eu senti como se o mundo tivesse parado.

Oi amor - ela sorriu desligando o fogo e colocando os ovos nos pratos que estavam em cima da ilha da cozinha. - o Sammy está dando trabalho hoje

Ela passou a mão pela barriga e se virou pras crianças, senti meus olhos encherem de lágrimas, a esperança que eu tinha se esvaindo ao perceber que era só um sonho, um pequeno soluço escapou dos meus lábios o que fez ela me olhar novamente.

Derek? - ela se afastou das crianças - está tudo bem?

Sai da cozinha sem ao menos responder e fui pra fora da casa, precisava de um pouco de ar, estava me sentindo sufocado, tinha que arrumar uma maneira de acordar.

Derek? O que ouve? - senti suas mãos nos meus ombros

Quando ela foi me abraçar por trás, mas me afastei.

Não é real - olhei ao redor

O que? - ela me olhou sem entender

Não é real, isso, essa casa, esse lugar, isso... - apontei pras coisas que eu estava falando - isso tudo não é real

Senti a lágrimas descerem pelo meu rosto.

Do que você está falando e claro que é real - ela me olhou como se eu fosse maluco

Não. Não é - a olhei como se quisesse gravar o rosto dela pra sempre - você morreu Alícia.

Olhei pra ela, e vi a confusão em seus olhos.

O quê? Como? - ela tentou se aproximar e dessa vez eu deixei

Senti sua mão em meu rosto o acariciando, me sentei no chão e ela do meu lado, me abraçando de lado, desde que ela me abraçou, não parou de me tocar, como se pra dizer que tudo o que eu estava falando não era verdade.

Você morreu - suspirei isso era a coisa, mas difícil que tinha que fazer -cê morreu no dia em que o Sammy nasceu.

Ela sorriu e me beijou, como se isso fosse à coisa, mas normal do mundo.

Tá tudo bem - ela levantou meu rosto e me olhou como se estivesse falando com as crianças - Derek olha pra mim, tá tudo bem, você só está estressado, esse último caso, foi estressante, por isso o Hotch nós deu esse fim de semana de folga.

Você não entende - a olhei - isso é um sonho, você não está...

Antes que eu consegui terminar de falar ela me beijou.

Aí - resmunguei sentindo minha barriga doer - o que você fez?

Eu te belisquei. Não é você que fala que pra ter certeza de que está acordado, deve se dá um beliscão - ela sorriu - então alguma coisa mudou? Eu acho que ainda estou aqui? Viu foi só um pesadelo, acho que o nosso último caso, mas a notícia da gravidez de risco, não ajudou você nessa última semana. Você tem que relaxar, nos estamos bem.

Ela me beijou, e durante o beijo me belisquei novamente, mas dessa vez, mas forte, pra ter a real certeza de que tudo isso não era só um sonho e se fosse eu não queria acordar.

Mamãe. Papai - os gêmeos correram em nossas direções nós fazendo rir.

Eu te amo - a olhei

(...)

Oito anos depois...

Namorado. Como assim namorado - Derek gritava pela casa

Estávamos na casa do Rossi, numa pequena reunião de família, era a primeira vez dos garotos em casa depois do primeiro semestre na faculdade, eu estava sentada junto da JJ, Haley, Emily e seu marido Bob, Reid e Maeve, Amy e o noivo Peter, Henry e a nova namorada, e por fim Rossi. Estávamos sentados na varanda, enquanto Derek e Hotch estavam na sala com Hope e o Jack.

Depois de um tempo separados parece que se encontraram na mesma faculdade, e agora estavam namorando, Hope estava fazendo psicologia e Jack estava fazendo Psicologia Criminal, e logo ao lado deles estava Will com Oliver e Clara, a filha, mas nova dele, ela era dois anos, mas nova que os gêmeos, eles também se reencontraram na faculdade e começaram a namorar, Oliver estava fazendo T.I e Clara fazia Comunicações já que ela disse que queria ser igual à mãe e entrar para o FBI, como o Oliver, Hope, Jack e Henry, todos queriam entrar.

Enquanto riamos das possíveis caras e bocas que os rapazes estavam fazendo, minutos depois eles saíram da casa, Oliver e Clara de mãos dadas do mesmo jeito que Hope e Jack ambos estavam sorrindo, e logo atrás os três homens de cara feia.

Assim que eles chegaram onde estávamos Derek se sentou do meu lado ainda emburrado, Sammy e Zoe vieram correndo sentar nos nossos colos Sammy estava com oito anos e Zoe era a nossa caçula, tinha acabado de fazer três anos.

Ainda não acredito que eles estão namorando - Derek resmungou nos fazendo rir

O que é namolando? - Zoe perguntou brincando com o seu urso de pelúcia

Uma coisa que você só vai descobrir quando tiver setenta anos - Derek bufou nos fazendo rir

E assim a noite seguiu, entre risos, conversas e confusões, mas eu sabia que apesar de tudo, se alguma coisa acontecesse, sempre estaríamos ali uns pelos outros como uma família.

A nossa família.



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