História Criminal (mitw) - Capítulo 3


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Categorias TazerCraft
Tags Criminal, Gangster, Mike, Mitw, Pac, Tazercraft
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Palavras 1.764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - A primeira vez


¸.*☆*.¸

capítulo 3

•°• A primeira vez •°•

Já era a quinta latinha de cerveja de nós dois. Ambos rimos de coisas aleatórias entre nossas conversas, fazendo piadas idiotas e sem sentido algum. Eu estava sentado próximo de Tarik, bem ao seu lado. Quem olhasse, diria que somos dois amigos de longa data, pois parecíamos ser bem íntimos durante as brincadeiras que fazíamos.

— Você é muito engraçado. — disse para Tarik após parar de rir finalmente. Nem estávamos dando mais atenção para a série que passava na televisão.

— Você também é muito gente boa. — sorriu — Queria ter te conhecido antes. — estávamos mais sérios, o clima tinha mudado bruscamente, trazendo uma carga emocional estranha.

A mão de Tarik dirigiu-se para a minha nuca, puxando-me para um beijo árduo. Eu não estava preparado para esse ato repentino, entretanto, deixei que sua língua entrasse em minha boca. Minhas mãos tocaram seu peito e a dele me puxava pela cintura, deixando evidente que queria muito mais do que apenas aquilo. Eu sei que estou bêbado, mas nada que me impeça de estar ciente do que estamos fazendo.

Seu beijo levava-me para outro lugar. Perdi a linha de pensamentos, apenas queria seus lábios nos meus. Senti a mão destra dele deslizar pelo meu corpo, incendiando minha alma. Ele era muito bom nisso.

— Vamos fazer isso? Hum? — ele perguntou ao pé de meu ouvido, mordiscando o local. Pela primeira vez, eu estava sentindo um tesão absurdo. Era estranho ser tocado daquela forma, mas eu queria mais. Era novo, e eu queria conhecer.

— S-sim. — gemi em resposta, me arrastando melhor sobre ele.

— Eu serei o ativo, tudo bem? — sussurrou, puxando minha camisa para cima.

— Ahm, eu prefiro desta forma.

Retirei seu cinto ainda que com mãos trêmulas. Eu não estava em condição alguma de ser o ativo, ele parecia dominar mais do que eu, e estava de acordo com isso.

Com sua boca quente, passou a marcar meu pescoço, e eu deixei que fizesse isto com toda a vontade que ele parecia sentir em me devorar. Me entregaria totalmente à esta loucura.

Suas mãos firmes desceram pelo meu tronco, acariciando minha pele, antes que ele as usasse para retirar sua própria camisa, beijando-me em seguida. Suas palmas se foram para minha bunda ainda coberta com o jeans, onde ele segurou com vontade.

Você é muito gostoso, Mikhael. — ouvi ele sussurrar durante o beijo, mordendo meu lábio. Ele era extremamente intenso, me deixava tão leve, mas ao mesmo tempo tão pesado.

Ele me impulsionou, me deitando no sofá e ficando por cima de mim, abrindo minha calça. Afastou-se do beijo, descendo com selares pelo meu pescoço e peito, massageando áreas sensíveis, tais como meus mamilos. Ele parecia conhecer boas técnicas, esse cara é muito mais experiente que eu no assunto, o que é bom, mas me deixa tenso por saber que não conseguiria retribuir.

E então, ao chegar no meu umbigo, passou a usar as mãos para abaixar a calça e a minha boxer,  estando mais e mais perto de meu membro. Olhou nos meus olhos, após avaliar meu pênis ereto.

— Você é lindo, Mike. — me elogiou, terminando de tirar minhas calças.

Aproximou-se bruscamente de meu membro, colocando a glande na boca. Rubro, eu gemi com aquele contato novo. Ele ia sugando cuidadosamente, colocando cada vez mais em sua boca, indo e voltando. A forma que se contorcia enquanto me chupava, me fazia delirar. Ele era charmoso, atraente e envolvente. Fodidamente sexy. Eu poderia dar para ele mais vezes.

— Já foi chupado antes, Mikhael? — ele falava de forma tão suja e deliciosa. Seus lábios rosados úmidos pelo pré-gozo, e os olhos negros tão destacados… Foda-se minha inexperiência.

— Não. — consegui responder, passando a língua pelo beiço.

— Está gostando? — sua mão movimentava-se em mim devagar.

— Muito.

— Quer que eu continue? — lambeu a fenda e eu gemi rouco.

— Por favor.

Ele sorriu maliciosamente, voltando a pôr a boca ao redor de meu pau, com uma mão na base e a outra no meu quadril. Fez uma tortura por alguns minutos, onde ele me fazia ficar tão perto de vir, e parava de repente, me deixando frustrado.

Sentou-se melhor diante de minhas pernas abertas abandonando-me de seus toques, e se levantou, andando para o quarto.

— Vou buscar o lubrificante e uma camisinha. — justificou, em passos rápidos.

Passei as mãos pelos meus cabelos, retirando meu óculos e soltando-os sobre a mesa de centro, observando ele voltar. Tarik já estava sem calças, e colocava a proteção em si, derramando um pouco do gel do vidro sobre. Quente.

Ficou acima de mim, abrindo minhas pernas de forma nada hesitante, e derramou o gélido lubrificante em minha entrada. Concentrado, passou a tentar colocar dois dedos aos poucos em minha entrada, indo e voltando, derramando mais lubrificante, até que entrassem por completo. Eu gemia baixinho, mais suspirava do que fazia sons. Era um bocado doloroso, mas eu conseguia suportar.

Enquanto me preparava, soltou o vidro fechado no chão, alcançando minha boca e roubando um beijo lento e quente. Parecia tão necessitado naquele momento quanto eu, esfregando-se em mim, ambos sensíveis.

— Acha que já está bom? — perguntou olhando nos meus olhos. Eu estava bem intimidado, mas queria fazer aquilo logo.

— Sim, por favor.

Ele retirou seus dedos, posicionando seu pênis rosado com veias aparentes. Segurei em seus ombros, sentindo-o invadir-me e preencher-me. Eu estava hesitante por ser o passivo, sabia que aquilo iria doer, mas eu tinha chegado longe, não iria interromper nada agora.

— Tudo bem? — Tarik, quando gemi dolorido ao tê-lo todo.

— Sim. Pode começar.

Ele se movimentou devagar no início, aumentando o ritmo e me beijando no decorrer do ato. Desci minha mão destra para meu membro, masturbando-me, sentindo suas investidas ficarem cada vez mais duras.

Revirei os olhos, afastando do beijo para gemer quando ele atingiu com força minha próstata. Ambos estávamos suando e ofegantes. Ele parecia tentar ir com calma, percebendo que eu não tinha experiência.

Minha maior certeza, era de que ele não queria me machucar. Procurava me dar prazer de todas as formas possíveis para me fazer esquecer do pequeno incômodo que estava tendo.

O beijei, bagunçando seus cabelos negros, puxando seus fios rebeldes e relaxando com seu calor corporal. Nós nos encaixávamos muito bem, como um quebra-cabeças. Aquilo tudo estava sendo melhor do que eu tinha imaginado.

Ele afastou nossos lábios, me puxando enquanto se jogava de costas para trás, o que me fez num estalar de dedos ficar por cima dele.

Mexa. — acertou um tapa em minha coxa, e resmunguei, mordendo o lábio em seguida. Desci sobre seu membro, como se cavalgasse. Fechei os olhos, sentindo suas mãos em meus quadris me ajudando. Eu rebolava, subia e descia numa velocidade significativa — Está indo muito bem, Mikie. — ele gemeu meu nome, apertando minha carne.

— Oh, T-Tarik. — escapou de meus lábios, enquanto minhas pernas tremiam.

— Venha, Mike. — sua voz rouca arrepiou-me por todo. Senti sua mão rodear-me mais uma vez, indo e voltando tal como eu mexia sobre ele.

Passamos alguns minutos nisso, provocando um ao outro, mas eu estava ficando cansado, e no meu limite.

— Me faça v-vir! — implorei, afundando o rosto em seu pescoço.

Ele nos girou, voltando a ficar em cima, me fodendo com força depois de colocar minhas pernas ao redor dele.

— Se toque. — resmungou.

Minha mão fraca fazia um bom trabalho até, me estimulando tanto quanto ele metendo seu pau em mim. Suas estocadas estavam aceleradas, e o som obsceno do que fazíamos ecoava em seu apartamento. Minha mente estava nublada, só sentia meus nervos e músculos relaxando e tensionando de novo, eu logo chegaria no meu ápice.

Com Tarik acertando minha próstata sem parar, acabei atirando a cabeça para trás e fechando os olhos, gemendo rouco, me desfazendo em minha mão e abdômen. Meu ânus se contraiu com isto, apertando o membro de Tarik ainda mais, e com este estímulo, ele se desfez na camisinha.

Minhas pálpebras cansadas se recusavam se abrir. Eu respirava pela boca ofegante, sentindo espasmos quando ele se retirou. Sua mão fez um pequeno e lento carinho na lateral de meu rosto.

— Você era virgem? — perguntou ainda pesado por conta da respiração alterada.

— Uhum. — murmurei exausto.

— Então descanse, garoto. — me deu um selinho, e senti seu calor sumir junto com o peso ao meu lado no estofado.

Após ouvir alguns passos, um tecido fino foi solto sobre meu corpo, e outro carinho em meus cabelos foi feito. Me entreguei ao cansaço, apagando ali.

¸.*☆*.¸

— Ei, Mikhael. — ouvi uma voz vir do infinito, distante — Mike? — dedos acariciaram meu rosto, descendo para meu braço nu. Aos poucos, acabei por acordar, e Tarik abriu um gentil sorriso quando o fitei, enxergando-o embaçado por falta dos óculos — Levante-se. Precisa tomar um banho relaxante enquanto eu preparo nosso café. — ele pega meu acessório, colocando em meu rosto, permitindo que eu o veja mais definido.

— Bom dia. — murmurei, sentando com dificuldade. Lembranças da noite passada invadiram minha mente, explicando a dor de cabeça. Ressaca.

Pac se levantou, indo na direção da cozinha, enquanto eu firmava as pernas para me colocar em pé. Sentindo algumas pontadas doídas no quadril, juntei minhas roupas sujas, indo até o quarto onde eu deveria ter dormido.

Não queria me demonstrar envergonhado pelo o que fizemos na noite passada, mas eu também não sabia como reagir à tudo. Optei por permanecer normal, como se aquilo tivesse sido uma festa do pijama, algo do tipo.

Peguei um par de roupas e minha toalha de minha mala, dando passos arrastados e preguiçosos até o banheiro.

À medida que a água morna descia pelo meu corpo cansado e marcado, eu refletia sobre o quão bom tinha sido transar, e como Tarik tinha sido incrível. Sei que para ele, eu só fui mais uma noite, e que depois, nunca mais vamos nos ver. Gostaria de tornar isso mais duradouro, talvez minha carência esteja falando mais do que a razão. Ele tinha deixado claro o que queria, e eu lhe dei o que desejava, portanto, tínhamos acabado.

Era bem provável que depois do nosso café, ele passe a dar indiretas para que eu saia do apartamento dele, afinal, o que passou passou, e eu não serei inconveniente de perturbá-lo. Eu gostei, e ele deve ter gostado também.

Estava feito. Eu tinha perdido minha virgindade com um desconhecido gostoso, e isso não me incomodava. Eu saí de casa para ter liberdade em optar por esse tipo de coisa, dormir com quem eu quiser e puder.

Estendi o braço, pegando o sabonete e passando por meu corpo para acordar de uma vez. Tomaria um café e educadamente iria me despedir, seguindo meu rumo estrada à fora.


Notas Finais


Esqueci de como se escreve lemon


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