História Crise dos 7 anos (Continue a História) - Capítulo 10


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Categorias Divergente
Personagens Andrew Prior, Beatrice "Tris" Prior, Christina, Ezekiel "Zeke" Pedrad, Marcus Eaton, Natalie Prior, Shauna, Tobias "Quatro" Eaton, Will
Tags Divergente, Fourtris, Romance, Shai Woodley, Theo James
Visualizações 63
Palavras 1.472
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É com grande tristeza, mas também com muita alegria que chegamos ao fim de mais uma fanfic. 🙁

Estamos muito felizes com o resultado, não pensávamos que iríamos conseguir, ou se vcs iriam gostar... Pela surpresa deu resultado. 🤗🤗

Ontem surgiu um assunto no grupo, que faz nos ficarmos muito triste. Dizíamos que "Divergente" caiu em esquecimento, depois da trágica notícia sobre Ascendente o pessoal começou a esquecer a trilogia e isso não pode acontecer. Nós fãs temos que sustentar isso, dizer que esse universo ainda está vivo.
Por isso pedimos tanto, divulgue a Fic e não só essa, mas alguma que vc goste muito também. Não deixamos FourTris cair em esquecimento!

@~jhenzinha

Olá de novo!!! Mais uma vez tenho a honra de dividir este espaço com essas gurias maravilhosas e escrever um capítulo de algo que foi planejado por nós com todo o carinho. Quando aceitei participar desta brincadeira, estava com um grande receio, pois foge de tudo que eu vinha fazendo ultimamente, e ou eu funciono bem sob pressão ou eu travo completamente.
Mas aqui está o capítulo e eu agradeço imensamente às meninas que ofereceram um pequeno pilar, cada uma, para que o fim fosse escrito.

No próximo dia 11, o nosso grupo no WhatsApp faz um aninho e nada mais justo para comemorar como encerrar uma etapa. E que venham muitas outras!

Boa leitura. Espero que que se divirtam lendo tanto quanto e diverti escrevendo 😘

Capítulo 10 - Capítulo X - jhenzinha


POV TRIS

É de se estranhar todo o caminho que Tobias e eu percorremos até chegarmos onde estamos hoje. Dá até vontade de rir ao lembrar das coisas idiotas que cogitamos fazer para salvaguardar nosso relacionamento do fim iminente. Claro que nada do que Ezekiel nos sugerisse daria algum resultado positivo; imagine só, Tobias e eu longe um do outro. Desde que nos conhecemos algo que nunca fizemos foi nos separar sem que houvesse algum motivo realmente racional por trás.

Lembro-me com muita exatidão de quando tivemos a primeira briga, após dois meses de namoro e muito ciúme de ambas as partes numa festa em que havíamos ido. Desde então, já não conseguíamos ficar muito tempo distantes um do outro. Então, na mesma madrugada, Tobias escalou a parte externa da casa dos meus pais em direção ao segundo andar pela treliça que ladeava a coluna da varanda, entrou em meu quarto pela janela aberta e invadiu meu banheiro enquanto eu tomava banho. Nos reconciliamos e fizemos amor pela primeira vez, no chuveiro.

O pior é que era fácil fazer com que minha cabeça ficasse cheia de pensamentos frágeis, coloridos e fugazes, feito asas de borboletas.

Concordamos em casar depois que Alice completasse um ano. Queríamos aproveitar uma coisa de cada vez e o fato de sermos pais de primeira viagem nos trazia uma novidade a cada dia. Entre fraldas sujas, noites mal-dormidas e consultas pediátricas, sua primeira palavra foi “papá”, o que fez Tobias ficar com um sorriso bobo no rosto por dias. “Mamã” veio pouco tempo depois, junto com os primeiros dentinhos e as engatinhadas se transformando em passinhos vacilantes.

Enfim, havíamos completado oito anos de relacionamento, entre idas e vindas e muita história para contar. Quando tivemos certeza de que a urucubaca da crise dos sete anos havia ido embora e consideramos seguro nos tornarmos marido e mulher, iniciamos a oficialização do nosso amor.

Tobias, logicamente, escolheu Ezekiel e Shauna para serem seus padrinhos de casamento. Eu ainda iria dar uma lição em Zeke. Shau, sua namorada, que me perdoasse, mas ele precisava tomar uns bons sopapos e eu sou faixa marrom no judô. Não vou jogar fora anos dedicados às artes marciais – que mamãe nunca saiba que usarei minhas habilidades em violência gratuita.

Christina, apesar de ser minha melhor amiga, também não ficava muito atrás quando o quesito se tratava de planos infalíveis para evitar a separação #FourTris – um shipp idiota criado por nossos amigos mais idiotas ainda, unindo o número habitual da camisa que Tobias costumava usar frequentemente nos jogos do Chicago Bulls – 4 – e meu apelido –Tris.

O castigo de Chris veio em meio aos preparativos para o casamento. Obviamente, ela estava me ajudando com os detalhes e parecia mais exaltada do que eu enquanto discutia com a cerimonialista que errara no pedido das flores e havia encomendado rosas cor-de-rosa ao invés de peônias, cuja cor pálida combinaria bem mais com a ornamentação em tons pastéis do que a cor mais intensa da rosa.

Após debater com a organizadora e sua equipe por mais de meia hora, Christina foi se juntar a mim. Eu estava do outro lado do salão, ainda dividida entre dois vestidos de noiva. Um era branco puríssimo, de renda e cristais. O outro, era mais voltado para o creme, de seda e bordado com minúsculas pérolas.

– Tris, você tem noção de que seu casamento é daqui a duas semanas, não tem?

Dei de ombros.

– Tenho tudo sob controle.

– E os padrinhos?

– Ainda estou em dúvida quanto a isso também. A boa notícia é que as roupas já foram decididas pela minha mãe e por Tobias.

Fingi não ter visto seu olhar magoado. Me custava fazer aquilo com ela. Mas eu tinha começado e dado o pontapé inicial, então iria até o final.

– Bom, acho que meu trabalho aqui já foi feito. Preciso ir para casa, fiquei de ir ao cinema com a Rose.

Chris me deu um breve abraço e minha resolução falhou por um instante. Respirei fundo para não dar com a língua nos dentes.

Por fim, faltando dois dias para a cerimônia, escolhi o vestido de seda e os ajustes foram feitos. Christina não havia comparecido à última prova, alegando um resfriado. Acreditei, pois sua voz ao telefone estava mesmo péssima.

No início da tarde, resolvi acabar com a tortura dela e visitá-la para ver se estava melhor ou necessitava de ajuda.

Apertei a campainha da pequena casa lilás e fui recebida com um sonoro: "O QUE FOI?". Decididamente, quem tinha força para berrar daquela maneira, não estava sofrendo com nenhum resfriado. Uma Christina ainda de pijamas abriu a porta e sua expressão triste era de partir o coração.

– Ah, é você. – ela deu um passo para o lado e me deixou entrar, tentando pôr uma cuidadosa máscara de indiferença em seu rosto.

– Já está melhor? – perguntei, mas ela não estava mais na sala, atrás de mim.

– Estou. – sua voz veio da cozinha. – Deseja beber alguma coisa?

Aquele tom formal estava me irritando, contudo, eu sabia que merecia toda frieza que me era dirigida.

– Não, obrigada, Chris. Na realidade, vim lhe falar que optei pelo vestido cor de creme...

Ela voltou da cozinha, bebendo um copo d'água e esboçou um pequeno sorriso.

– Sabia que ia escolhê-lo no final, ele é a sua cara.

– Pois é. E vim lhe mostrar o vestido de madrinha. Só consegui pegá-lo hoje.

Lhe estendi o cabide com a capa protetora, mas ela hesitou em receber, como se eu estivesse lhe dando algo radioativo. Revirei os olhos e bufei. Abri o zíper e tirei o vestido dourado, que cintilou mesmo sob a baixa luminosidade.

– É lindo. – soprou, ainda distante.

– Não é?! Também achei a sua cara.

Seus olhos escuros se arregalaram.

– Tris... N-não me diga q... O q-que você está me dizendo q... querendo dizer é...

Eu ri de sua incoerência.

– É claro que você é minha madrinha de casamento, Christina. Quem mais poderia ser? – questionei retoricamente.

Ela se jogou em cima de mim, me apertando em um abraço.

– O terno do Will já está com ele, pedi para Tobias entregar.

– Nunca mais me faça passar por isso. – ela grunhiu ao me soltar.

– Viu, como é ruim quando te escondem algo, mesmo sendo uma surpresa boa?

– Só você, Beatrice Prior, para fazer uma coisa dessas. E agora? – ela levou as mãos à cabeça. – Temos apenas dois dias para resolver os detalhes de última hora... Ai, meu Deus, e eu sou a madrinha. Tenho que auxiliar a noiva!

Suspirei.

– Relaxa, Chris.

– Está bem. – mas ela obviamente não me deu ouvidos. – Você tem uma coisa nova, que é o vestido. Agora, seguindo a tradição, você precisa de uma coisa antiga, algo azul e alguma coisa emprestada.

– Minha lingerie vai ser azul. – informei.

– Eu não precisava ficar sabendo dos detalhes sórdidos. Eu posso lhe emprestar algo... Você tem alguma coisa antiga que poderia usar no casamento? Acho que algo da Natalie já conta como antigo...

– Ei! Não chame minha mãe de velha.

– Você entendeu.

– Na verdade, tem sim. Ela mandou empalhar seu buquê de casamento com papai. Se eu lhe pedir, ela me deixa pegar.

– Ótimo! Parece que você escolheu o vestido ideal mesmo, porque eu tenho um colar de pérolas que vai ficar perfeito com ele e posso lhe emprestar.

A cerimônia na igreja foi muito simples, só os amigos íntimos e os familiares mais próximos.

Alice parecia muito contente vendo finalmente o casamento de seus pais, se acabando de dar risadas sentada no colo de meu pai, que estava no banco.

Assim, sob as bênçãos do reverendo da pequena capela e das gargalhadas de Alice, fomos declarados marido e mulher.

Após os aplausos que embalaram nosso primeiro beijo de casados, pedi para Chris segurar o buquê que minha mãe cedeu com todo o carinho e me passar o buquê destinado a ser jogado.

Tobias e eu atravessamos a nave central e descemos a escadaria, quase soterrados com a chuva de arroz. Irei ter grão de arroz no corpo até chegarmos às bodas de prata.

Curiosamente, Zeke estava ao meu lado, parabenizando Tobias. Muito perto. Perto o suficiente para...

Só escutei o berro quando meu salto agulha desceu sobre o alvo, seu pé. Me desculpei com tanta ênfase que Ezekiel teve certeza absoluta de que foi de propósito. E não me incomodei em desfazer essa impressão.

Eu já havia decidido e avisado aos convidados que eu iria, sim, arremessar o buquê. No entanto, não seria da forma tradicional.

Descalcei os saltos e Tobias posicionou o buquê, segurando-o com a  mão esquerda. Eu só tinha que tomar muito cuidado para não acertar o punho do meu marido. Era mais fácil quando estávamos treinando no quintal e eu vestia roupas confortáveis. Ergui a barra do meu vestido e esperei a contagem regressiva, puxada por Christina.

4,

3,

2,

1...

Chutei com força. O buquê desenhou um gracioso arco na brisa de primavera, simbolizando o legítimo início da minha felicidade.


FIM.


Notas Finais


Chegamos ao fim... 😢

Quanta coisa para conseguirem se casar... hahaha

Quem achou dez capítulos, pouco???

Crise superada 👍
Baby fourtris 👍
Casamento 👍

Deixa aí seu comentário do que achou dessa fanfic, por mais que chegou a o fim. A divulgue-a.... Seja audacioso e não deixa Divergente morrer 😉
Pois se depender da gente, sempre estaremos aqui. Mas precisamos de leitores 😘

Obrigada por nos acompanhar e como sempre...
Convite do nosso grupo, fica aqui!!

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Beijos, até o próximo.
😘


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