História Croatoan - Capítulo 12


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Categorias Avenged Sevenfold
Personagens Johnny Christ, M. Shadows, Personagens Originais, Synyster Gates, The Rev, Zacky Vengeance
Tags A7x, Apocalipse, Avenged Sevenfold, Jimmy, The Rev
Visualizações 15
Palavras 2.942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ^^

Capítulo 12 - Maybe...


Três semanas. Foi o tempo que levamos para arquitetar um plano. 

Inacreditavelmente, foi muito fácil convencer a todos que Fred era importante para o sucesso da missão S.J. Talvez porque todos nós tivéssemos alguma noção do quanto seria complicado chegar a Jimmy sem um hacker bom o bastante para enganar os computadores da Metrópole.

Na verdade, o garoto era a chave para plano, além de ter sido ele a ter a ideia. 

Naquela manhã, quando o relógio bateu 5h, eu já estava de pé e pronta para sair. 

Fred havia contrabandeado alguns celulares para que pudéssemos nos comunicar com mais facilidade e, quando o aparelho vibrou, soube que o caminho estava limpo, com as câmeras desligadas e um pequeno apagão ocasionado pelo garoto e sua mente brilhante. O que Fred e eu descobrimos, ficou apenas entre nós. Não tive coragem de contar aos outros, até mesmo para mim era desconfortável de lembrar, quanto mais de falar sobre.

Segui até a entrada para as escadarias mais próxima com uma mochila previamente arrumada com tudo que eu precisava levar daquele quarto. Sabia que não iria voltar e era estranhamente libertador ter consciência disso.

Johnny me alcançou rapidamente e Mark em seguida, e encontramos a entrada para o laboratório macabro. Julian, para minha decepção e preocupação, havia recusado vir, mas eu sabia que ele não contaria nada. Confiava em Julian e sabia que ele tinha pai e irmãos trabalhando para o Governo, por isso não saía da linha. Eu não queria nem pensar no que poderia acontecer com ele.

O que Fred e eu descobrimos, ficou apenas entre nós. Não tive coragem de contar aos outros, até mesmo para mim era desconfortável de lembrar, quanto mais de falar sobre.

Johnny, Mark e eu seguimos pelo corredor estreito, contando os blocos saltados nas paredes. Cada um deles tinha um número pintado em tinta azul florescente.

236.

Peguei um PenDrive que Fred me dera e encaixei na entrada USB; levou apenas alguns segundos para que a fechadura chiasse e entrasse na parede, mas atrás dessa porta, encontramos um tipo de túnel de pedra comum. Eu havia parado para pensar sobre o porquê de aqueles túneis existirem. Fred havia explicado que Nick havia explorado uma parte das passagens e constatado que todas elas levavam àquele laboratório em específico. Concluí que era uma forma de manter o que era feito lá em segredo, assim os corpos podiam ser descartados livremente, em qualquer lugar, e nenhuma suspeita cairia sobre o Governo. Aquilo me deixou ainda mais furiosa.

Alguns segundos depois, dei um pulo de susto e levei a mão em direção à arma presa em minha cintura, previamente surrupiada por Brian, mas era apenas Fred e Zacky que saíam por uma porta semelhante àquela pela qual eu, Johnny e Mark havíamos passado.

Olhei o relógio, impaciente; era para estarmos todos ali em, no máximo, vinte minutos, mas onde estava Brian?! 

- Less...? – Mark tocou meu ombro, sussurrando – temos que ir... logo vão sentir nossa falta, sabe disso, não podemos mais esperar.

- Não! – respondi, sentindo meus olhos marejarem – não vamos deixar ninguém para trás!

Havia me apegado estupidamente rápido à Brian; não sabia se era por ter sido o primeiro a me apoiar nessa maluquice ou por ele, assim como eu, ter esse desejo feroz de proteger quem ama. Eu não iria deixar ninguém para trás, especialmente ele!

- Alessana! – Zacky me puxa pelo pulso quando me jogo para frente, encaixando o PenDrive na porta pela qual Brian passaria – o que está fazendo?!

- Vão na frente, alcanço vocês!

- Você ficou doida?! – os olhos dele pareciam farpas de gelo, me gritando que eu estava sendo idiota e suicida – não sei como não nos pegaram ainda, não pode voltar para lá!

Pedindo desculpas mentalmente, me inclinei e mordi com tudo a mão que segurava meu braço e ele me soltou; aproveitando a oportunidade, corri na velocidade da luz até a porta pela qual Brian deveria passar e a fechei depois de entrar, encarando a escuridão até que meus olhos se acostumassem com a luminosidade baixa.

Tomando cuidado para não me perder, a arma firme em minha mão, caminhei rápido até que ouvi o som de passos apressados. Percebi que os passos pararam e tudo ficou silencioso; quem quer que fosse, havia percebido a minha presença. Contei mentalmente 

Um... dois... três!

Dei um passo para frente, erguendo a arma praticamente ao mesmo tempo em que o outro o fez. Guardei a pistola no cinto, aliviada por reconhecer as tatuagens nos dedos de quem segurava a que estava apontada para mim.

- Alessana! – a voz baixa transbordava irritação – o que está fazendo aqui?!

- Vim te procurar! – falei, surpresa com a sua rispidez.

- Tá doida?!

- Você já me disse isso uma vez, já devia esperar que eu viria atrás de você – cruzei os braços, mas um barulho me deixou alerta, minha mão voando instantaneamente para o cinto, mas Brian segurou-me com força, me prendendo contra a parede.

- Colabora – sibilou antes de, sem qualquer outro aviso, colar os lábios aos meus, me agarrando com força, apenas um segundo antes de dois caras de camiseta azul aparecerem no corredor.

- Ah, cara, não acredito que ele ia só pegar alguém! – um deles falou e Brian se afastou, como se estivesse surpreso. Já eu, não precisava fingir o assombro, ele era perfeitamente real.

O moreno me lançou um olhar como se dissesse “apenas concorde” antes de se virar para os outros, me puxando para trás de si.

- O que estão fazendo aqui? – falou, na defensiva.

O mais baixo dos dois soltou uma risadinha debochada.

- Poderia perguntar o mesmo – seu tom malicioso quase escondia a ameaça – o que vocês estão fazendo?

- Nada – sorriu e em seguida acrescentou, mais baixo – ainda. Se nos dão licença...

Virou-se para mim novamente e ia me beijar de novo quando o outro cara, que estivera em silêncio até então, assoviou.

- Pornô caseiro – riu – e ao vivo!

Senti uma raiva enorme me consumir e passei à frente, erguendo o queixo e me aproximando dos caras, assumindo a minha expressão mais mandona e afrontosa.

- Vocês não têm o que fazer, não?! – reclamei – se não comem ninguém, deixem quem pode se divertir!

E voltei para perto de Brian, o puxando para mim e lhe dando o beijo mais sugestivo que consegui, chegando até mesmo a assustá-lo por um segundo e receei que ficasse sem ação, entregando a mentira, mas ele logo envolveu minha cintura e me empurrou novamente contra a parede pressionando o corpo contra o meu, me deixando com a leve impressão de que estava se aproveitando da situação.

Separei-me do moreno quando ouvi os passos se afastando, minha respiração ofegante e a dele também; tudo bem, talvez a gente tenha se empolgado um pouco.

- Puta que pariu, Alessana! – piscou surpreso – onde foi que você aprendeu isso?

Revirei os olhos, impaciente.

- Por que todo mundo acha que eu tenho que ser inocente?! – o puxei pelo braço pelo caminho, que ainda estava bem marcado em minha mente – vamos logo, os outros estão esperando.

Brian me seguiu rapidamente, ainda me olhando estranho, e quando conseguimos sair, senti-me diminuir perante o olhar gelado de Zacky. A coragem que eu havia tomado poucos minutos antes desapareceu por completo e eu deixei o moreno passar à minha frente.

- Alessana – o rosto do meu treinador estava ainda mais pálido que o normal e ele parecia a ponto de me pôr de castigo, como faria com uma criança. Estava sério e, tratando-se dele, era muito pior do que irritado – eu juro, juro que se você fizer uma dessas de novo, eu te deixo para virar brinquedinho do Sebastian.

Senti minhas bochechas queimarem e ele se adiantou, me puxando pelo braço em direção a um lugar onde havíamos escondido uma sacola de roupas, iguais àquelas que as pessoas da classe de campo.

Fred já estava lá e já se trocara distribuindo as fardas cinza para todos nós. Havia me prevenido naquela manhã, colocando leggins e regata, enfaixando os seios para que não aparecessem tanto quando eu trocasse as roupas. Puxei o quepe o máximo possível para esconder meu rosto, agradecendo o fato de meus cabelos, que estavam batendo na altura dos ombros, serem facilmente escondidos, apenas os prendendo com alguns grampos. Sabia que Zacky tomaria à frente, caso fosse preciso. 

Ele, Brian, Mark e eu iríamos entrar lá, esperar algumas horas e dar Jimmy como morto, para podermos tirar o “corpo” de dentro do sexto prédio do Limbo. Zacky em particular não gostou da localização: o sexto prédio fora construído depois dos outros, quando ele já não trabalhava mais ali, então ele apenas poderia supor a organização do prédio.

Fred havia trocado nossos números de registro pelos daqueles que iriam realizar a troca naquela manhã, assim ninguém desconfiaria e nenhum outro grupo receberia o aviso.

Sebastian era responsável pelo sistema e isso causou um ligeiro alvoroço, mas Fred garantiu que ele nem notaria o “bug”, pois para ele, a relação entre número-registro ainda apareceria da mesma forma. 

Entre o muro que cercava a Metrópole e o campo aberto possuía, ainda, uma cerca alta ao redor, que constituía o campo de treinamento, com três portões de entrada, e era em frente a um desses portões que estávamos esperando o jipe que traria os soldados de volta e nos levaria para o Limbo.

Alguns minutos depois, o carro apareceu, levantando poeira, atravessando os portões altos. 

Eu sabia que a segurança interna era responsável por qualquer transporte de dentro para fora e de for apara dentro dos muros, mas jamais imaginei que fosse Matt, Matthew, Shadows ou qualquer outro nome pelo qual fosse chamado, que estaria responsável pela tarefa naquele dia.

Quando estacionou para o grupo silencioso descer, eu nem precisei me aproximar para saber que estava com raiva; o jeito como apertava o volante já gritava a tensão dele e isso me deixou nervosa.

Matthew não nos deixaria ir.

Ele ficou ali, encarando-nos, o olhar faiscando e o maxilar trincado de raiva.

Não sei por quanto tempo durou a troca furiosa de olhares, mas eu não desviei e não desmanchei a carranca decidida. 

- Vão subir, ou vão ficar aí olhando? – resmungou, com um longo suspiro.

Agora sim, eu fiquei surpresa.

- Eu... o que? – gaguejei.

- Venham logo – sua voz era baixa, derrotada – vamos ter de nos apressar. Sebastian detesta atrasos, principalmente nos dias de trocas. Já passaram os cartões?

Nos entreolhamos.

- Que cartões? – Zacky falou entredentes.

Matt olhou para todos nós, confuso, uma faísca de medo escurecendo os orbes verdes.

- Os cartões de acesso – começou lentamente, esquecendo-se de parecer grosseiro – que vão avisar a Sebastian que o grupo está saindo, para evitar problemas de comunicação e infiltrados. Parte do novo sistema de segurança.

Brian soltou um grunhido de frustração e deu um soco na lateral do jipe, que afundou um pouco a lataria, o sangue escorrendo pelo pulso; se estava doendo, ele não demonstrou. Mordi o lábio inferior, tentando pensar, mas senti como se estivesse correndo em círculos, sem conseguir pensar em uma solução.

- Que porra! – soltei, irritada – eu não beijei o Brian para nada! Eu vou com ou sem essa porcaria! Foda-se!

- Você beijou o Brian? – Mark piscou – quando?

- Hoje – contou o moreno, em tom leve – naquela hora em que foi me procurar, na verdade, eu acho que...

- Ninguém quer saber o que você acha, Gates! – cruzei os braços irritada.

-... que ela tem razão – terminou.

- Cala a bo... peraí, o quê? – pisquei, abismada por ele não ter feito a piada maliciosa que supus.

- Não temos tempo para pensar em outro plano – continuou, calmamente – vamos assim mesmo, agora que o das sombras vai ajudar. Não temos com o que nos preocupar.

Eu poderia pensar em inúmeras coisas para nos preocuparmos, como o fato de que o tempo estava passando, por exemplo, e cedo ou tarde, Jenna perceberia que não estávamos todos em nossos devidos lugares, comunicaria a Sebastian e ele nos interceptaria antes mesmo de darmos dois passos para fora da Metrópole, mas não falei nada. Eu via que todos estavam pensando a mesma coisa, não era necessário verbalizar.

- Vocês vão – falou Fred, com um tom calmo – eu fico para hackear o sistema e fazer ele acreditar que  está tudo bem e depois vou. 

- De jeito nenhum! – gritei, nervosa – não vou ir atrás de um deixando o outro fodido para trás! 

- Apoiada – surpreendentemente, foi Matt quem concordou – não vamos deixar ninguém para trás. 

- Vão pegar você, garoto – Brian parecia, como sempre, levemente entediado, mas havia preocupação em seu rosto – e você sabe que não vai ir atrás de nós. Jamais vai conseguir sozinho.

- Entregaria o plano todo – Zacky concordou – e já perdemos muita gente. Você é o único que...

- Sou o único responsável por isso! – falou, irritado – fui eu quem fez a merda, eu que estruturei o plano, vocês só me ajudaram nos detalhes! Isso é tudo culpa minha!

Ficamos em silêncio, assustados com a explosão. Fred tremia, se era de raiva, de medo, nervosismo, eu não sabia. 

- Não é culpa sua – Mark se aproximou, com uma expressão angustiada. Ele havia se aproximado muito do outro nas semanas que correram – não tinha como prever, ninguém sabia que...

- Foda-se que ninguém sabia! – o garoto jogou as mãos para o alto – eu deveria saber, eu deveria ser mais inteligente, eu deveria ter pensado mais, deveria ter deduzido que Sebastian não ia facilitar, ele é cuidadoso demais!

Eu não sabia o que dizer, especialmente por saber que, mesmo que as coisas não fossem bem assim, ele não iria parar de se culpar, e o principal, a escolha era apenas dele, então apenas me aproximei a passos lentos tentando conter as lágrimas. Eu estava muito sentimental nos últimos dias, não sabia o porquê. 

Mesmo que por um curto espaço de tempo, Fred foi a conexão mais forte que tive com meu irmão e, não só por isso, trabalhar com ele me fez ver a pessoa incrível que ele era, a dedicação, a inteligência e uma coragem absurda. 

Como agora.

Passei os braços ao seu redor, envolvendo sua forma magra, sem o apertar muito, apenas pelo gesto.

- Boa sorte – sussurrei – volte. Venha atrás de nós. Dê um jeito. Foda-se que não vai ser fácil, eu confio nessa cabecinha genial aqui – dei um peteleco em sua testa e ele sorriu de leve – até logo, Frederick.

- Até logo, Alessana – ergueu o queixo, corajosamente, enquanto subíamos no jipe para ir – vamos nos ver novamente.

- Vamos sim – dei um sorriso choroso, tentando me convencer de que era o certo.

Assim que o carro seguiu, o garoto se virou, voltando para a sede da metrópole, a mão erguida no ar, como uma saudação. O silêncio que se instalou era consumidor, apenas o barulho das pedrinhas saltando contra a lataria e das rodas esmagando a terra seca. Mark soluçou e eu vi que ele chorava solto.

- Não acredito! – respirou fundo, tentando se conter – não acredito que o deixamos! Ele não vai conseguir, Less, não vai!

- Eu acredito nele – mordi o lábio, segurando as lágrimas – é tudo o que podemos fazer. A escolha é só dele.

Após alguns segundos de silêncio, Johnny, que estava em silêncio até aquele momento, se pronunciou, soltando uma risadinha.

- Ele tem a síndrome de Jimmy – comparou – sempre se culpando, sempre se cobrando. Quer apostar quanto que o Rev vai ficar culpado quando aparecermos lá? E vai ficar dizendo que poderia ter feito alguma coisa para impedir tudo.

Quando ele falou, Brian ergueu a cabeça repentinamente, os olhos arregalados, o rosto empalidecendo, murmurando coisas sem sentido.

- Como eu não percebi antes?! – escondeu o rosto nas mãos – eu sabia que o tinha visto, sabia, tive a impressão que o conhecia... Caralho! Less, você precisa encontrar o Jimmy!

E, sem falar mais nada, saltou sobre a borda do carro, que era aberto, rolando pela estrada quase ao mesmo tempo em que Matt freou, levantando poeira.

- Ficou doido? – gritou Johnny, surpreso.

- Eu tenho que ficar! – respondeu o outro, já começando a voltar – vou ajudar Fred, ele não consegue sozinho! Vou protegê-lo! Encontramos vocês onde combinamos!

Brian voltou correndo, desaparecendo pela estrada, enquanto nos afastávamos, Zacky me segurando com força, me impedindo de ir atrás, enquanto eu sentia a poeira grudar em minhas lágrimas. Merda, perder os dois assim, pensar que eu podia nunca mais vê-los... Mas eu sabia o que tinha que fazer e que não podia falhar. Não iria me permitir fracassar na parte que me fora dada. Do contrário, de que adiantaria se fôssemos pegos e os dois conseguissem chegar até o esconderijo que combinamos? Eu teria de estar lá, esperando por eles, com Jimmy ao meu lado.

Era o meu dever ser firme, por todos aqueles que eu, apesar de ter lhes dado a escolha, havia trazido comigo para aquela loucura. Isso, é claro, sem mencionar as pessoas que eu vira no laboratório. Havia prometido a mim mesma que não deixaria aquilo quieto.

Mas agora, tudo o que eu podia fazer era confiar nos meus amigos, ter certeza de que eles ficariam bem; enquanto eu tivesse a perspectiva de que teria de os ajudar, que teria de estar lá quando eles precisassem, eu teria uma razão para lutar.

Eu tinha de acreditar.

Let hope be everything that you need

To march to a victory

When you can't feel the difference between

An inch and infinity

 

Deixe a esperança ser tudo o que você precisa

Para marchar para uma vitória

Quando você não pode sentir a diferença entre

Uma polegada e o infinito


Notas Finais


Link da playlist: https://open.spotify.com/user/nfmgetj1hvckrlto9b6qiin8i/playlist/6RDXuBNatzOSmdvJuitiRZ
A música de hoje é Back to Me do Of Mice & Men, e gente, sério eu simplesmente AMO essa banda <3

Espero que tenha gostado ^^

Bjins <3


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