História Crônicas de Sangue - interativa - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Interativa, Vampiro
Visualizações 16
Palavras 704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Prólogo


Rebeca nunca havia matado alguém com tanto prazer. Até mesmo suspeitou que acabara de ter alguma espécie de prazer divino. 

—  Encantador — disse em voz baixa para si mesma com o olhar negro e a boca suja de sangue. 

Carlota de Bourbon encostou-se na cerca de madeira e desceu até o chão com os olhos fechados, acabando por sujar seu vestido - branco e transparente - de lama. Quando reabriu-os foi tomada pelo medo. Ela olhou atentamente a vampira em sua frente e depois voltou o olhar para o céu, imaginando se essa criatura horrenda foi mandada por Deus ou pelo próprio diabo.

— Por favor, não me machuque.— sussurrou. — Eu não quero morrer.

Rebeca assemelhava a um anjo, possuía um rosto suave pele branca, lábios rosados e um cabelo louros e olhos azuis. Na verdade ela possui as mesma características da Humana Carlota. 

Sem dizer nada, Rebeca jogou o corpo pesado do homenzarrão no chão, se afastou e caminhou em direção ao casebre de aparência deprimente. Carlota canalizou o pouco de força que tinha e caminhou para o mesmo lugar que a vampira tinha ido.

Quando chegou no casebre que estava parcialmente iluminado por uma vela, Carlota notou que suas mãos estavam manchadas de vermelho e estremeceu ao constatar que era sangue do seu marido, que agora está morto no quintal. Uma lágrima solitária escorreu por seu bochecha pálida. 

Carlota era uma mulher bonita, mas de nada adiantava beleza quando se vêm de uma família pobre. Foi coagida a se casar aos 17 anos com um homem que gastava todas as economias em jogo e batia nela quando estava bêbado. 

Rebeca olhou para humana com um sorriso triunfante ao ver a expressão assustada da mesma. A vampira limpou o sangue da boca com as costas da mão e se sentou à velha mesa inundado de cupim.

— Não vai me oferecer um chá ou um café? — perguntou Rebeca. 

Com um coração quase saindo pela boca Carlota foi às pressas pegar o bule e acender o fogão a lenha. Era uma noite invernia e a lenha estava fria, fazendo demorar um pouco para pegar fogo. 

Carlota não podia deixar de admirar a beleza e a elegância da vampira. Rebeca vestia um longo vestido vermelho com uma faixa dourada na cintura. 

— Não tenha medo. Estou apenas de passagem — avisou Rebeca. 

Mas não tinha como não temer. Carlota sabia que qualquer movimento errado faria ela perder a vida. Lembrava-se muito bem nas histórias de "criaturas bebedoras de sangue" que sua mãe lhe contava.

Rebeca Park, no entanto, não costumava dá tanta atenção assim para os humanos. Naquela mesma noite, ela teria um encontro especial, encaminhava-se para encontrar o homem que a transformou e iria matá-lo. Era uma vampira forte, indiferente, sexy e estava determinada a se vingar. Mas ela nem sempre fora assim. Quando humana experimentou todo tipo de sofrimento e decepção. 

Rebeca terminou de fazer o chá e entregou a visitante. Se sentou também à mesa.

— Você sempre foi uma vampira? — Carlota perguntou com um frio na espinha.

— Não.

— Como aconteceu?

— É uma longa história — Rebeca deu uma pausa para beber o chá e logo depois voltou a falar — Estaria disposta a ouvir?

— Claro. — Carlota respondeu rapidamente.

— Acho que já nasci amaldiçoada. — começou a vampira. — Eu nasci aqui, nessa cidade. Meus pais eram pessoas pobres e eu a mais velha de 3 irmãs. Era 1760 e a vida de uma mulher era tão difícil quanto agora. Meu pai, um homem ignorante e perverso do campo se aproveitava com muito deleite todas as vantagens do patriarcado. À noite ele saía da cama de minha mãe e ia ao meu quarto. 

— Lamento. 

— Não precisa se lamentar. Isso faz parte de uma vida que nem existe mais.

— Mesmo assim... isso deve ser uma lembrança muito dolorosa. 

— Você acha ? — Rebeca perguntou.

— Creio que sim.

— Meu pai, minha mãe e minhas irmãs parecem que são apenas personagens de um sonho confuso — disse Rebeca pensativa. — Seria muita tolice se lamentar por um sonho. Agora, as pessoas que já matei e o homem que me transformou estão bem vivos em minha mente. 

— Como aconteceu? — perguntou Carlota sentindo o medo voltar com força. 

— Foi um vampiro argiloso de traços orientais e covinhas denominado Kim Nam-joon.


Notas Finais


Gente isso foi uma pequena mostra para atualizar a fanfic, para "divulga-la"
Os meninos do BTS vão aparecer no próximo junto com as outras que mandaram a ficha


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