História Crônicas de Sidrawn - Interativa - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 9
Palavras 532
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Mistério, Sobrenatural, Steampunk
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, leitora e leitor. Sou Ty, é um prazer ter-los inclusos nas Crônicas!
Esta é uma história interativa, com enredo já pre-determinado, porém com conclusões diferentes e únicas.
Você, Leitor, irá ajudar ou dificultar a vida de nosso protagonista de escamas diamante, sendo como um segundo pensamento e ou raciocinio da criatura.

Diferente de algumas Histórias Interativas, com personagens de Leitores sendo inclusos diretamente na história, os comentários e sugestões irão moldar algumas das ações de nosso forasteiro, claro, voluntariamente.
Porém, sim, é possível incluir os leitores como personagens atuantes, desde que cite seu interesse e premissa para mim.

Pedir para o nosso protagonista se mover, pensar, inspecionar e ect, irão dar novas informações relacionadas à história.
Claro, isto que, não irá depender apenas de seus comentários e afins, pense como questionamentos lógicos de nosso protagonista.

Este universo é extenso, perguntas e sugestões podem gerar captulos novos ou mesmo movimentos únicos!
Sintam-se a vontade.

Capítulo 1 - Um Novo Início (Arco 0 Capítulo 0 Leito 0)


Fanfic / Fanfiction Crônicas de Sidrawn - Interativa - Capítulo 1 - Um Novo Início (Arco 0 Capítulo 0 Leito 0)

Poucos iriam desafiar um monstro ancião escamoso. Chamas que uma vez chamuscava cidadelas e acampamentos no Ducado, que levou consigo esperança e vida próspera e deixo a depressão e a inércia de um gado abatido.

      Hoje, em meio a uma locomotiva, sentado e trajando trapos de segunda mão, encarava os próprios braços, escamas azul  marinho, garras em troca de unhas, e palmos de cartilagem negra.  Os sons da baixa maré batendo contra a imensa barragem que a cruzava, outros passageiros não eram empatico ou se que mostravam interesse pela presença das escamas escuras. A distância, se via pelas frestas das cortinas da terceira classe os grandes maquinarios, A Cidade de Brilhantes, seu ponto zero.
          O sons da máquina movida a vapor aos poucos diminuía o tempo.
Sem nada para cobrir sua personalidade e sua cabeça de poucos chifres, ansiedade preenchia seu âmago, no coquetel de perigo e aventura,  um som estridente disparava.
A locomotiva parava.

Se levantando num suspiro tenso, agarrava seu saco de pertences pequenos e saia da locomotiva. 

Os sons de ferramentas batendo contra aço, o cheio de queimado te chamava a atenção, sem contar os váriados alojamentos, o brilho da prata nos maquinários à vapor, a movimentação do desembarcar do alto numero de pessoas de todos os tipos e raças. Algumas, que em sua pequena vila não imaginava que existia, humanos de cores e alturas diferentes, alguns com brasões estranhos e baixa estatura, outros trajando pedaços de metal, mas nem um companheiro de escamas à vista da estação de trêm. Algo que podia ser até mesmo perigoso, era o fato de existir construções sendo feitas em pelo ar! Você pode jurar que isto deve ser muita dor de cabeça para entender como sequer isto funciona!

Ao longe, veria os Manipuladores de Essência como eram chamados. Com seus pergaminhos e longas capas de tons coloridos ofuscados, fazendo alguns de seus truques, levantando carroças com a força do Vacuo enquanto uma segunda Manipuladora ajudava no reparar de uma ferramenta, partido no meio o martelo, ela juntava um pedaço de pedra no ponto da quebra e com alguns segundos, criava uma junta para as duas pontas, alargando o martelo, supostamente, feitiços de Essência tem suas peculiaridades, e supostamente existiam curandeiros em sua vila que usavam feitiços de sangue usando a Essência. Seu conhecimento é pouco sobre, mas é algo muito interessante!

Em maior destaque,  o frio subindo de seus pés aos chifres, os braços já se amarraram para manter o calor.
            Seu otimismo congelou um pouquinho.

Mas sua nova vida esperava na Cidadela das Esperanças !

Parando para pensar...

Você não lembra de ter se planejado do que e onde iria passar a noite, na verdade, nunca teria pensado que iria chegar na Cidadela, a multidão da cidade grande e uma vida estável na mesma parecia mais um sonho distante.  E na situação atual, ainda parecia um sonho distante, vestido roupas de segunda mão e remendada com uma má costura manual que teria feito um dia que escorregava ao levar um monte de pedras até o vilarejo.  Mas de peito estufado e seu saco de pertences nas costas, começava a explorar a estação em passos largos em um movimento feito um temporizador.

 



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