História Crônicas de Sidrawn - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Mistério, Sobrenatural, Steampunk
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


(Sendo feita)

Capítulo 2 - A Cidadela (Arco 0 Capítulo 0 Leito 1)


            O cheiro de queimado ainda era irritante, na verdade você lembra das minas de carvão que seus primos trabalhavam numa cidadela, as histórias eram horríveis!

Eles chegavam cheio de dores nas costas, as escamas já escuras agora parecia a noite nublada quando voltavam para a casa, um dos primos hoje tem de fazer tratamentos diários de limpeza de Essência vital e tudo isto pelo fato das maquinas também serem à base do minério. Você duvidava se era realmente é eficiente aquelas escavadoras usarem o material que extraiam, será que ainda não havia outro método de fazer isto sem que as doenças e as dores fosse parte do trabalho? De qualquer forma, a marquesa dona do lugar dava alguns benefícios. Como um curandeiro e comida de graça no meio-dia, o que faz você pensar: isto não soa um mau negócio?

Mesmo assim, saia de seus devaneios, voltando o foco de volta para a entrada e ou a saída, você não sabe dizer o que é o que, já que a língua é a língua Comum humana, e sabendo apenas Camaleão e algumas frases bobas em Élfico, talvez seria difícil se localizar. Nesse lugar de movimento e ida e volta de humanos e outras raças estranhas, você daria de frente com um homem atrás de uma estrutura que parecia um balcão de um karn’erga local, mas, com uma tela de vidro e muito fechado, com apenas um vão onde parecia ser o lugar onde os humanos colocavam suas moedas e pertences pessoais.

Você dizia ao homem atrás do balcão de atendimento que você era novo na Cidadela e que gostaria de saber de um lugar para dormir, com a expressão de perdido e sumido sua.
Ele parecia tão perdido quanto você. Camaleão não parecia seu forte, então, ele levantava o palmo moreno como se pedisse para você parar ou esperar, enquanto ele saia do balcãozinho de vidro e madeira revestido com prata de adornos artísticos.
Desse meio tempo, ainda admirava com certo receio as estruturas enormes de pedra, aço e madeira. Se observava um mapa na lateral do balcão, para sua surpresa parecia mostrar o mapa da região, mas não da cidade, mais como um mapa de rotas ferroviárias. A região de cem quilômetros de largura, a barragem que proibia água de ser despejada, deixando uma depressão ou algo como um vão, onde ao fundo teria a ida ao oceano de Rubi. Você supôs que se a represa rompesse, o maior dano seria a estrada de ferro de que teria vindo, mas além disto, não parecia ter nem um outro valor único para a Cidadela a não ser a bela paisagem.
Aliás, por que não simplesmente fazer uma ponte de vigas de aço?

O homem moreno voltava com um outro homem, desta vez, ele era alto, de belas feições e estrutura física. O loiro pálido, falava em Camaleão!
            - Pois não? Está perdido, Escamoso?

Você explicava o que aconteceu e sua situação.

-Ah, entendi...
          -Bem, conheço alguns lugares onde você possa dormir e gastar pouco por isso.

Você dá um sorriso pequeno, esperançoso e tímido. 

-E pelo visto, você está num momento complicado, mais do que isto não é necessário. O Sindicato de Defesa aos Répteis pode te ajudar.

Você chega a conclusão que o atendente acha que você é um sem teto. O que não é mentira, mas... A dialética de vulnerabilidade social soa algo estranho.

Você cita que você não sabe o caminho até O Sindicato. 

- Então posso te fazer o favor. 

O homem alto te guia, saindo de sua cabine, ele trajava um terno requintado, aqueles dos donos de terra usam quando estão na suas festa e bebendo seus vinhos caros. Da ferrovia, davam de frente com estradas de pedra desgastadas, a multidão parece organizada, indo de casa em loja, conversas em alto tom, pessoas anunciando e contestando os gritos. Maquinas feito carroças,  acelerava rapidamente na estrada, mas sem cavalos.  Os adornos de prata fazem um complemento na arquitetura local, e se entendia por a Cidadela era chamada de Cidadela dos Brilhantes, a beleza e todo o avanço da tecnologia fazia jus ao ser tão renumerada. 





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