História Crônicas de um alguém - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Coletânea, Cronicas, Histórias Lgbt, Textos Originais
Visualizações 21
Palavras 340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa deveria ter saído bem mais rápido, mas eu só consegui finalizar agora.

Espero que gostem dela também!
Até lá embaixo :)

Capítulo 2 - Marijuana


Fanfic / Fanfiction Crônicas de um alguém - Capítulo 2 - Marijuana

Marijuana

Eu costumava acordar de madrugada, pegar a mochila e ir caminhando até a rodoviária. A rodoviária ficava quase do outro lado da cidade e eu não tinha uma carona àquele horário, nenhuma alma amiga pra se disponibilizar a fazer uma boa ação. Era cansativo ainda ter de pegar um ônibus e aguentar um dia e meio de viagem até um outro estado, mas valia a pena totalmente, principalmente por ter um amigo esperando pra me buscar.

Eu não precisava esperar tanto. Nem precisava, na verdade. Assim que punha os pés fora do ônibus era recebido com um abraço que eu nem conseguia ver de onde vinha e sem que eu percebesse estava abraçando Raí de novo. Não era como se eu nunca tivesse visto ele, mas a sensação era tão aliviadora quanto a de reencontrar alguém que tinha partido pra guerra. Se bem que era quase isso, se considerar que enfrentávamos batalhas dentro de nossas próprias casas.

Um tempo caminhando pela rodovia, a gente pegava um uber, partia para a praça que ficava perto da casa do Raí e conversávamos sobre as coisas que tinha acontecido no último mês longe. E as conversas e risadas duravam a manhã toda, até a gente se cansar e irmos comer algo que enchesse a barriga, sem pressa.

O dia finalizava com um encontro com seus amigos e a gente bebia e fumava até passar mal, até não aguentarmos mais. Não era tão legal quanto fazíamos parecer, era um ritual nosso para acabarmos com a dor. Mesmo que fosse da pior forma possível.

Depois de três dias repetindo os mesmos processos, saindo, rindo, se drogando e vendo partes da cidade que eu nunca tinha visto, eu voltava pra casa e esperava pela próxima viagem, que após minha última visita nunca mais aconteceu.

Raí parou de ligar, de conversar. Mensagens eram algo totalmente fora de cogitação. Não gostava de insistir em coisas que não são minhas, em pessoas que... Aparentemente tinham me esquecido. Que não precisavam mais de mim.

Pensando dessa forma, era eu sozinho, o som ligado e ele, marijuana.


Notas Finais


Marijuana, como a outra, é desabafo e acontecimento, o que é ou não ficção fica por conta de vocês e de suas interpretações, que eu por acaso quero muito ler nos comentários.

Então é isso, lindus
Tio Mike ama cada um de vocês que leram até aqui 💜


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